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sábado, 16 de novembro de 2019

Brasil exporta projeto de bancos de leite para parceiros do Brics

Unidades em mais de 20 países servem como casa de apoio à amamentação
Elza Fiúza/Arquivo/Agência Brasil
Na próxima segunda-feira (18), Angola iniciará a implantação de uma rede de bancos de leite para apoio às mães com filhos em idade de amamentação. O país na costa ocidental da África é o 22º a tomar essa iniciativa com apoio e cooperação do Brasil, que iniciou a implementação de bancos de leite em meados da década de 1980 e pôs em funcionamento a sua própria rede nacional em 1998.

Na África, o projeto está também em funcionamento em Cabo Verde e Moçambique. Está presente ainda em 17 países latino-americanos e em dois países europeus – Portugal e Espanha. A expertise brasileira na cooperação internacional chamou atenção dos parceiros do Brics - acrônimo formado com as letras inicias de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (South Africa).

Com a presidência brasileira pro tempore (temporária) do Brics, abriu-se a expectativa de que, no próximo ano, o Brasil inicie a colaboração com seus quatro parceiros no grupo de países de economia emergente.

A cooperação é técnica e não envolve repasse de recursos. O apoio vai desde a elaboração de projetos, assessoria na escolha de hospitais participantes das redes locais, especificação de equipamentos e treinamento de pessoal como processamento de leite humano, práticas de aleitamento e gestão de banco de leite.

Conforme explicou à Agência Brasil Joao Aprigio Guerra de Almeida, pesquisador da Fiocruz e coordenador da Rede Global de Bancos de Leite Humano, constituída a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS), a assessoria brasileira não impõe roteiro de criação de banco de leites em outros países.

“É um produto SUS-Brasil de exportação. Não transferimos modelos, mas sim princípios e apoiamos na adaptação às suas realidades. A cooperação brasileira se pauta por valores importantes como a horizontalidade, o compartilhamento, a não intervenção e o respeito à independência dos países”, assinalou Almeida.

A demanda de cooperação com os demais membros do Brics foi formalizada em uma reunião técnica ocorrida em agosto em Brasília, e ratificada em encontro dos ministros de Saúde dos cinco países, realizado em outubro em Curitiba.

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quarta-feira, 31 de julho de 2019

Apoiar mães é essencial para que haja amamentação adequada

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“Após uma complicação no pós-parto, eu fiquei três dias sem conseguir amamentar, mas consegui superar, porque naquele momento, tive muito apoio do meu companheiro e principalmente da minha mãe e da minha irmã, para que meu filho não largasse meu peito. Para mim foi incrível ter esse apoio ”, descreve a assistente social, Rosângela da Silva de 35 anos.

O leite materno gera inúmeros benefícios para mãe e filho. Além do valor nutritivo para os bebês, ele protege as crianças contra infecções, alergias, algumas doenças crônicas e cânceres infantis.

LEIA TAMBÉM: Amamentação: incentive a família, alimente a vida (30")

Mas já pararam para pensar na importância que é esse momento entre mães e bebês? E o quanto pode ser difícil para a mulher doar não só o leite, principalmente quando existe uma rotina de dona de casa ou trabalho?

Por isso, durante o período de amamentação, é fundamental que a mãe esteja amparada. “Nos primeiros meses de amamentação são muitas mudanças acontecendo, que apesar de parecer muito natural, é um processo intenso para o bebê e a mãe, eles estão se adaptando, é preciso ter tranquilidade para esse momento e ter apoio dentro e fora de casa é fundamental para que esse processo ocorra de maneira mais calma possível”, explica coordenadora de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, Janini Ginani.

A maternidade passa por diversas fases: pré-natal, parto, puerpério e a amamentação. Mas, apesar de todas as vantagens do ato de amamentar, nem sempre as mulheres conseguem levar adiante esse momento. Por isso, é necessário promover suporte, principalmente emocional. Essa rede de apoio foi fundamental para que eu conseguisse fortalecer esse laço entre meu filho, eles me ajudaram na ordenha e para continuar estimulando a produção de leite”, conta Rosângela.

Mesmo que a mulher já tenha vivenciado a maternidade, não existe manuais e, cada novo ciclo que se inicia com um filho será uma experiência única na hora da amamentação. E essa nova mãe precisa estar entre pessoas que a deixem mais segura. “A criança não deve ter horários estabelecidos para as mamadas, então, a família e o companheiro têm que apoiar a mulher para que ela possa permanecer o máximo de tempo possível em dedicação exclusiva”, explica a coordenadora do ministério.

Uma das funções do leite materno é construir o sistema imunológico do bebê, já para mãe, auxilia na redução de peso, na recuperação do tamanho normal do útero, diminui o risco de hemorragia e anemia, além disso, ajuda na redução dos riscos de diabetes e de desenvolver câncer de mama e ovário.

sábado, 5 de agosto de 2017

Ministério da Saúde incentiva licença-paternidade para apoio à amamentação

Por Ceará Agora
O Ministério da Saúde lançou hoje (4) um documento para orientar pais e empresas sobre o benefício da licença-paternidade estendida. A iniciativa foi anunciada durante a apresentação da Campanha Nacional de Aleitamento Materno de 2017, em Curitiba (PR), que este ano incentiva o envolvimento do homem nos cuidados com o filho e maior proximidade com a mãe. A nota técnica está disponível na página do Ministério da Saúde.
Pelo novo Marco Legal da Primeira Infância, os pais podem prorrogar de cinco para 15 dias o período, desde que comprovado o seu envolvimento com o desenvolvimento do bebê. O benefício é concedido a funcionários de empresas que aderiram ao Programa Empresa Cidadã.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Quais os sintomas da gravidez? Quais ervas medicinais evitar neste período?

Veja quais são os sintomas da gravidez e quais são as ervas que devem ser evitadas nesse período e durante a amamentação. 

Por Receita Natural -  A maioria das mulheres sonham com o dia em que ficarão grávidas, e que serão mães! Mas nem sempre a notícia de uma gravidez vem em um momento adequado, pois muitas mulheres engravidam por descuido, e sem planejamento nenhum. Por isso, enquanto algumas aguardam ansiosamente pelos sintomas da gravidez, outras recebem esses sintomas de forma sofrida.

Mas sendo de uma forma ou de outra, é muito importante ficar atenta aos sinais de uma possível gravidez, para que alguns hábitos sejam deixados de lado o quanto antes, como o fumo e o consumo de álcool, por exemplo. Além disso, saber o quanto antes que está grávida, é importante para começar logo o pré-natal, que são consultas mensais para acompanhar o desenvolvimento do bebê e a saúde, não só do feto, mas também da futura mamãe.
Mas então, quais são os sintomas da gravidez? Como saber se está grávida ou não? É o que veremos a seguir.

Sintomas da Gravidez

Normalmente, as mulheres só desconfiam que estão grávidas depois que a menstruação atrasa. Mas alguns sintomas podem ser notados antes mesmo disso. Se você estiver bem atenta ao seu corpo, pode notar a possibilidade de gravidez logo no início.
O primeiro sintoma é um corrimento rosado, que pode aparecer logo depois da relação sexual, ou até três dias depois. Esse corrimento é uma mistura do corrimento normal da mulher, que pode ser um pouco aumentado, com vestígios de sangue, que ocorre na entrada do espermatozoide no óvulo, e com a sua movimentação até o útero.
Com a fecundação do óvulo, ocorre um aumento de sangue na região pélvica, e pode ocorrer uma pequena perda de sangue, semelhante à menstruação. Enquanto isso, os hormônios estão trabalhando para proteger a gravidez, não deixando que esse sangue desça. Isso pode ocasionar o inchaço da barriga e algumas dores incômodas, como cólicas menstruais, de intensidade fraca a moderada.
Logo nas primeiras semanas, as mamas também podem apresentar um pequeno inchaço, e ficam mais sensíveis, pois já começam a ser preparadas para a amamentação. O bico do seio pode ficar mais escuro que o normal também.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A prótese de silicone pode atrapalhar a amamentação?

Deborah Secco declarou recentemente que sua prótese de silicone foi a responsável por não permitir que ela pudesse amamentar sua filha, Maria Flor



O Brasil é o segundo país que mais realiza cirurgias plásticas para o aumento de mama. De acordo com o último levantamento feito em 2014 pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps, na sigla em inglês), só em 2014 foram realizados 185.042 procedimentos deste tipo no país, que fica atrás apenas dos Estados Unidos.

Considerada uma cirurgia segura, a mamoplastia de aumento acaba gerando algumas dúvidas entre as mulheres — especialmente as que pretendem se tornar mães. Uma das mais comuns é se a colocação da prótese de silicone pode atrapalhar a amamentação. De acordo com o cirurgião plástico Wagner Montenegro, de São Paulo, a resposta é não. “A prótese é colocada sempre atrás da glândula mamária, seja atrás ou na frente do músculo. Por isso, não interfere na amamentação”, explica o médico. O que pode acontecer, segundo ele, é uma atrofia por pressão quando a mulher tem pouco seio. “Nesse caso, a quantidade de leite pode ser menor”, diz ele.
Outra dúvida comum é como fica a mama depois da gestação. Montenegro explica que a prótese, sem si, não sofre alteração, mas alerta que o aumento da mama durante a lactação pode, sim, comprometer os resultados da cirurgia, por conta da flacidez na região. “Um dos principais fatores relacionados ao sucesso da cirurgia de aumento de mamas é a escolha do tipo de prótese de silicone. Para que o formato dos seios fique natural, é preciso que sejam observadas as características do corpo e da pele de cada mulher”, explica o médico. “E um dos fatores a serem investigados é se a mulher planeja uma futura gravidez ou se já teve filhos”. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Machismo torna necessária lei para garantir amamentação em SP, dizem mulheres

Camila Maciel - Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto
Ministro Arthur Chioro lança a nova campanha de aleitamento materno. Participa da solenidade a madrinha da Semana Mundial de Amamentação (SMAM) de 2014, a atriz Nívea Stelmann, com sua filha (Wilson Dias/Agência Brasil)
Denúncias de constransgimentos à amamentação resultaram na aprovação de lei municipal em São PauloWilson Dias/Agência Brasil

























“Uma monitora se aproximou e me informou que eu não podia amamentar lá, tentei discutir, mas fiquei constrangida e não sabia o que dizer para me defender, mesmo conhecendo casos similares. Senti-me suja e envergonhada por ter atraído a atenção das outras pessoas que estavam lá”. O relato é da modelo Priscila Bueno, mãe de Julieta, de 1 ano e 9 meses, e ocorreu quando ela visitava, em fevereiro do ano passado, uma exposição no Museu da Imagem e do Som, na capital paulista. Foram denúncias como essa que resultaram na aprovação de uma lei municipal, sancionada terça-feira (14), que estabelece multa aos estabelecimentos que proibirem ou causarem constrangimento à amamentação.
Em caso de descumprimento, estabelecimentos comerciais, culturais, recreativos ou de prestação de serviço estão sujeitos à multa de R$ 500. Isso ocorre independentemente de existirem áreas destinadas à amamentação. Em caso de reincidência, a multa é duplicada. O projeto de lei foi formulado em dezembro de 2013, um mês depois de ter sido registrado outro caso de constrangimento, desta vez no Serviço Social do Comércio (Sesc) Belenzinho. A turismóloga Geovana Cleres foi abordada por funcionários da unidade enquanto amamentava a filha. O fato gerou um mamaço, evento promovido no mesmo local em que o fato ocorreu, em que as mães amamentam os filhos e debatem a importância do aleitamento.
Para a integrante da organização não governamental Sempreviva Organização Feminista Maria Fernanda Marcelino, os valores machistas da sociedade tornam necessárias leis para situações que deveriam ser naturais. “Considerando que a amamentação é ato fundamental para a vida, é um absurdo que um espaço atue no sentido de proibir, constranger as mulheres que estão amamentando”. Ela avalia que isso tem relação com tentativas de confinar as mulheres no espaço privado. “Quando uma mulher sai de casa e tem filho pequeno, ela tem direito, portanto, ao espaço público e a amamentar seu filho onde quer que esteja”, defendeu.
Priscila conta que, após o constrangimento no Museu da Imagem e do Som, passou a ter medo de ser abordada novamente. “[Isso] faz com que a mulher se sinta inadequada por fazer algo natural e ela pode deixar de amamentar ou não respeitar a livre demanda [do bebê]. Em alguns casos, passar por uma situação humilhante dessas pode diminuir a produção de leite”, declarou ao comentar os prejuízos que esse tipo de prática pode provocar às mães e aos bebês. Ela critica esses estabelecimentos que veem a amamentação como um ato obsceno.
Maria Fernanda avalia que existe uma hipocrisia em relação à nudez na sociedade, em especial das mulheres. “Nas propagandas, na televisão, em qualquer horário, é possível ver mulheres nuas, então por que os seios de uma mulher amamentando incomodam? Por um lado, se explora o corpo feminino para a venda de produtos, e para algo que é natural, não se pode expor. É uma sociedade baseada na hipocrisia”, argumentou. Ela acrescenta que a lei, no caso de São Paulo, pode ajudar as mulheres a viverem a maternidade em equilíbrio com o mundo do trabalho e com a vida na sociedade.
É o que espera a babá Maria José dos Santos, de 39 anos, grávida de um menino. “Soube ontem que agora há essa lei. Eu nem sabia que tinha locais que faziam isso. Achei boa a lei. Não há nada demais em amamentar, é uma coisa que tinha que ser incentivada”, declarou. Mãe de primeira viagem, ela ainda tem dúvidas sobre a amamentação, mas não vacila em dizer que alimentará o filho sempre que necessário. “Na hora da fome, nem vou pensar em vergonha, em qualquer lugar vou amamentar.”
Por meio da assessoria de imprensa, o Museu da Imagem e do Som disse que a atitude do funcionário que abordou Priscila não condiz com o posicionamento da instituição. “Os colaboradores envolvidos passaram por novo treinamento para que o fato não ocorra novamente. Também reforçamos com os demais funcionários que mães que visitam o museu têm total liberdade de amamentar seus filhos no espaço expositivo”, acrescenta a nota.
O Sesc Belenzinho negou que tenha havido o episódio de impedimento ao aleitamento materno na unidade. "Esclarecemos que, na ocasião, apuramos o ocorrido e verificamos que se tratou de uma falha de comunicação por parte de uma funcionária ainda em fase de treinamento. Informação que foi corrigida, na sequência, por uma segunda funcionária”, diz o texto enviado pela assessoria de imprensa. A instituição ressaltou que o mamaço, promovido na unidade em 2013 foi acolhido e “transcorreu com tranquilidade no espaço de convivência”.


FONTE:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2015-04/machismo-torna-necessaria-lei-para-garantir-amamentacao-apontam

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Plantão Médico:A importância da amamentação para a saúde bucal das crianças

A amamentação e a Odontologia:


A amamentação tem sido incentivada por ser o leite materno não só o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, como também por ter ação imunizante, protegendo-as de diversas doenças. Crianças aleitadas ao peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo, diminuindo a probabilidade de câncer de mama, ajudando na involução do útero e na depressão pós-parto. A amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança.
Um exercício muito importante:

Quando a criança é amamentada, está não só sendo alimentada, como também fazendo um exercício físico importante para desenvolver sua ossatura e musculatura bucal. Ao nascer, o bebê tem o maxilar inferior muito pequeno, que irá alcançar equilíbrio no tamanho em relação ao maxilar superior tendo seu crescimento estimulado pela sucção do peito. Toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos.
Uma atitude na tentativa de evitar apinhamento dental (dentes "entramelados"):
Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação, aprende-se a respirar corretamente pelo nariz, evitando amigdalites, pneumonias, entre outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecados ficam mais expostos à cárie e as gengivas ficam inflamadas, os maxilares tendem a sofrer deformações e os dentes a ficar "encavalados", aumentando também o processo de cárie.
A amamentação prepara o bebê para a mastigação:
A mamadeira costuma tornar-se uma companheira para as crianças ao longo de anos, habituando-a a uma dieta mole e adocicada, que aumenta o risco de cáries (cárie de mamadeira); a criança tende a recusar alimentos que requeiram mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que o que os habituou a essa dieta foi o uso prolongado da mamadeira. Mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e de estômago.

Prevenindo a cárie:
A primeira consulta odontológica de uma criança deveria ser antes do nascimento de seu primeiro dentinho; nesse primeiro encontro, o odontopediatra orientaria a respeito da higienização, dieta e como proceder quando os dentes começarem a irromper e a incomodar o bebê. Entre outras coisas, aconselharia os pais a acostumarem-se a levar seus bebês ao dentista, assim como os levam ao pediatra, no sentido de se poder acompanhar de perto o desenvolvimento destes na tentativa da erradicação da doença cárie.
Dr. Hellanyo N. Lemos
Cirurgião-Dentista
CRO – CE 5154

FONTE:
http://www.aratubaonline.com/2012/04/plantao-medicoa-importancia-da.html

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