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sexta-feira, 12 de maio de 2023

Vacina brasileira contra covid-19 tem bons resultados em testes

SpiN-Tec deve ser aplicada em grupo maior de voluntários em junho

POR AGÊNCIA BRASIL - A primeira fase de testes clínicos da vacina SpiN-Tec contra a covid-19 tem apresentado resultados positivos. Desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é a primeira vacina 100% nacional, por não depender de transferência de tecnologia ou de importação. Dados preliminares indicam que ela não apresentou problemas de segurança com os voluntários e tem potencial para gerar uma resposta imunológica ao vírus causador da doença. 

Depois de passar pela fase pré-clínica, quando os testes realizados em animais de laboratório não apresentaram efeitos colaterais, a fase clínica 1 começou em novembro do ano passado. Até março deste ano, a vacina foi aplicada em 36 pessoas, com idade entre 18 e 54 anos. Os dados estão em análise pelos pesquisadores e devem ser apresentados ainda neste mês para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

A expectativa é que a fase clínica 2 comece no início de junho com 372 voluntários entre 18 e 85 anos. Eles precisam ter sido vacinados com duas doses iniciais da vacina CoronaVac ou da AstraZeneca, e uma ou duas doses de reforço da Pfizer ou AstraZeneca. Quem tomou a vacina bivalente não pode participar dessa fase. Ter tido covid-19 não é um impeditivo, desde que tenha ocorrido há mais de seis meses. Na fase 2, o foco dos testes é na imunogenicidade, ou seja, verificar o nível de anticorpos gerados e a resposta dos linfócitos na proteção do organismo.  

A informações são de Helton Santiago, coordenador dos testes clínicos da vacina e professor do Departamento de Bioquímica e Imunologia do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG. Ele explica que, ao contrário do que ocorreu nos testes das primeiras vacinas contra a covid-19, desta vez o objetivo é testar a eficácia da SpiN-Tec como dose de reforço. 

“Seria muito difícil, neste momento, ir atrás dos poucos no Brasil que não foram vacinados com nenhuma dose. A estratégia do CT Vacinas da UFMG foi mesmo desenvolver um imunizante que sirva como reforço. O nosso tem o diferencial de focar na imunidade celular. Quando os anticorpos neutralizantes falham, é a imunidade celular que segura a infecção e a deixa leve. Então, a gente acredita que essa vacina vai ser ideal para proteger contra novas variantes. Enquanto outras vão perder a eficácia, a nossa não deixa as variantes escaparem da imunidade”. 

Continue Lendo em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-05/vacina-brasileira-contra-covid-19-tem-bons-resultados-em-testes

quarta-feira, 2 de março de 2022

Vacina brasileira contra a covid-19 deve estar pronta em 9 meses

A informação foi dada hoje pelo ministro Marcos Pontes

POR AGÊNCIA BRASIL - O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse hoje (1°) que a vacina brasileira contra o novo coronavírus deve estar disponível para uso na população em nove meses. Chamado de RNA MCTI CIMATEC HDT, o imunizante contra a covid-19, começou a fase 1 de teste em pacientes em janeiro.

O imunizante, desenvolvido por pesquisadores brasileiros da Rede Vírus MCTI em parceria com a americana HDT Bio Corp, é financiado pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), e é produzido no SENAI CIMATEC de Salvador (BA).

Os testes de fase 1, autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) também estão sendo em Salvador.

“Nós investimos em 16 tecnologias de vacinas no Brasil. Dessas 16, cinco entraram na Anvisa para iniciar os teste clínicos. Uma dela passou, foi aprovada pela Anvisa e já começou os testes clínicos que deve durar nove meses”, disse o ministro que participou da Mobile World Congress 2022, principal feira do mundo do setor de telecomunicações, realizada em Barcelona.

A vacina utiliza a tecnologia de RNA mensageiro. Nesse tipo de vacina, o código genético do vírus vai para dentro do corpo, e, lá dentro, fornecem instruções para que as células e sistema imunológico construam uma resposta e gerem anticorpos.

A tecnologia RepRNA permite que o RNA seja capaz de se autorreplicar dentro das células, o que garante uma resposta imune robusta e duradoura com uma dose menor da vacina. De acordo com Pontes, o investimento aplicado pelo governo para a elaboração do imunizante será de R$ 350 milhões.

O teste de fase 1 prevê a participação de 90 adultos saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos e visa avaliar a segurança, imunogenicidade (capacidade de gerar resposta imune), e a reatogenicidade (possível reação adversa no organismo) da vacina.

O cronograma de teste prevê a aplicação do imunizante em duas doses em diferentes intervalos. O primeiro grupo receberá duas doses com intervalo de 29 dias; o segundo grupo receberá duas doses com intervalo de 57 dias. Um terceiro grupo de voluntários receberá uma dose única da vacina. Além disso, também serão avaliados três níveis de dose de 1 μg (micrograma), 5 μg ou 25 μg.

Os testes com voluntários devem acontecer também nos EUA e na Índia.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-03/vacina-brasileira-contra-covid-19-deve-estar-pronta-em-9-meses

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Vacina brasileira contra a covid-19 é aplicada pela primeira vez

Estudo clínico aplicará o imunizante em 90 voluntários

POR AGÊNCIA BRASIL - A vacina brasileira contra a covid-19 deu um importante passo hoje (13), data em que inicia o primeiro estudo clínico que aplicará o imunizante em 90 voluntários com idades entre 18 e 55 anos de idade. A fase 1 do estudo escolherá, de forma randomizada, a dose mais segura e o regime de dose que estimula resposta durável de anticorpos que neutralizam o organismo contra o novo coronavírus.

“Vamos agora medir a resposta imunológica específica e avaliar a imunidade celular dos participantes”, explicou o médico infectologista Roberto Badaró, responsável pela pesquisa e pelo desenvolvimento da vacina, em cerimônia ocorrida na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Salvador.

A expectativa do pesquisador é de que a primeira fase do estudo seja concluída em três meses, e que, se tudo der certo, em um ano ou pouco mais a vacina já esteja disponível.

Na fase 2, que terá a participação de 400 voluntários, será testada a eficiência da vacina; e a fase 3 é a da administração em larga escala.

Primeira aplicação

O primeiro a receber a dose da vacina brasileira foi o técnico de segurança patrimonial Wenderson Nascimento Souza, de 34 anos de idade. A aplicação do imunizante foi feita pelo secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Sepef/MCTI), Marcelo Morales.

CONTINUE LENDO EM: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-01/vacina-brasileira-contra-covid-19-e-aplicada-pela-primeira-vez

domingo, 5 de abril de 2020

Veja as NOTÍCIAS que foram DESTAQUE NA SEMANA no Blog do Parceiro: 29/03/2020 a 04/04/2020

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CONFIRA OS DESTAQUES DA SEMANA ANTERIOR:

Veja as NOTÍCIAS que foram DESTAQUE NA SEMANA no Blog do Parceiro: 22/03/2020 a 28/03/2020


10º LUGAR:

É #FAKE mensagem que fala em cadastro para receber de R$ 600 a R$ 1.200 de auxílio emergencial por causa do coronavírus

Texto que circula em redes sociais coloca link para que a pessoa clique e fique vulnerável a golpes. Auxilio ainda depende de aprovação e atende a público específico.
Foto: G1
Por Roney Domingos, POR G1
Circula pelas redes sociais uma mensagem que diz que o governo acaba de liberar o cadastramento do auxílio emergencial no valor de R$ 600 a R$ 1.200. O texto afirma que o agendamento deve ser feito no app oficial e ordena ao leitor que "faça o agendamento" apontando um link que não tem nenhuma relação com o governo federal. Também afirma que o cadastramento deve ser feito até o dia 28 de março. É #FAKE.
LEIA TAMBÉM:Auxílio Emergencial: Quanto é? Quem pode? Recebo Bolsa Família, tenho direito?

9º LUGAR:

"Se eu tiver que errar, que seja pelo excesso e não pela omissão", diz Camilo sobre renovação de quarentena

Camilo teve encontros virtuais com representantes do setor produtivo, que pressionam o governador a autorizar a retomada dos trabalhos
Governador deu entrevista exclusiva ao O POVO
 neste sábado, 28 (Foto: REPRODUÇÃO)
Em entrevista exclusiva ao O POVO neste sábado, 28, após reunião com autoridades de saúde do Ceará, o governador Camilo Santana (PT) falou que as decisões que serão tomadas no Estado “levarão em conta aspectos econômicos”, “mas, em primeiro lugar, será considerada a saúde das pessoas”.
Questionado se deve renovar o decreto de quarentena que suspendeu as atividades do comércio e o transporte intermunicipal, o chefe do Executivo respondeu: “Não podemos aumentar o risco da nossa população. Ela precisa ser protegida. E disso não abrirei mão. Se tiver que errar, que seja pelo excesso e não pela omissão”.
De ontem para hoje, Camilo teve encontros virtuais com representantes do setor produtivo, que pressionam o governador a autorizar a retomada dos trabalhos a partir desta segunda-feira, 30. Nessa sexta-feira, o presidente da República Jair Bolsonaro afirmou que eventual responsabilidade por danos financeiros seria dos gestores estaduais.
O governador deve decidir amanhã se prorroga ou não a validade do documento que determinou isolamento e suspensão temporária por dez dias, publicado no dia 20/3. O prazo expira na segunda.
Sobre a postura de Bolsonaro diante das ações de combate ao novo coronavírus no País, o petista declarou: “Eu diria que tem havido graves equívocos na condução dessa crise. Defendo uma coordenação nacional das ações por parte do Governo Federal. Na ausência disso, cada estado age de forma diferente e toma medidas diferentes tentando proteger a população do seu estado”.
Apenas no Ceará, já são 282 casos confirmados da infecção. Três pessoas morreram. O estado tem o maior número de contágios do Nordeste e o terceiro do Brasil.
Leia abaixo a íntegra da entrevista com o governador Camilo Santana:

8º LUGAR:

Atenção: 5 alimentos que vão fazer com que engorde na quarentena

Estar em casa de quarentena equivale a um maior sedentarismo, e por conta disso é fundamental que evite comer determinados alimentos que além de engordarem são prejudiciais à saúde.
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De elevado teor calórico e pobres em nutrientes, um estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, divulgou, segundo o jornal Metro, cinco alimentos que não devemos consumir ou apenas muito raramente.
Eis os alimentos que deve evitar, sobretudo se está atualmente em casa e não pratica atividade física.
1. Refrigerantes
Em média um refrigerante contém o equivalente a oito cubos de açúcar, o que excede o limite diário recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Adicionalmente, a bebida não tem qualquer contribuição nutricional para o organismo e não proporciona qualquer sensação de saciedade após o seu consumo. 
2. Produtos embutidos e carne processada
A OMS alerta que alimentos como chouriço, fiambre, presunto, bacon, paio, salame, mortadela, salsichas ou carne vermelha podem ser cancerígenos a longo prazo, além de terem um elevado teor calórico. 
3. Fast food
O suspeito do costume, não podia deixar de integrar esta lista. Extremamente tentadores, a verdade é que são alimentos altamente ricos em calorias. O modo como são preparados e os ingredientes com os quais são acompanhados (molhos, fritos, refrigerantes, etc.) são um menu que favorece a obesidade e o aparecimento de doenças cardíacas, sendo que esta é a principal causa de morte em todo o mundo. 
4. Fritos
Evite cozinhar e comer alimentos fritos em óleo ou azeite. Estes absorvem muita gordura, o que por sua vez faz com que pequenas quantidades, por exemplo de batatas fritas, tenham muitas calorias.
5. Sucos com açúcar
Comer fruta faz bem à saúde, contudo deve ingerir o alimento ao natural e não em suco. O alimento na forma de suco perde fibras e aumenta os níveis de açúcar no sangue. 
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

7º LUGAR:

Ministério da Saúde descobre caso letal de Covid-19 no Brasil em janeiro

Até agora, primeiro caso conhecido datava do fim de fevereiro, mas investigação retroativa confirmou morte em Minas Gerais
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POR OLHAR DIGITAL
Até esta quinta-feira (2), o Ministério da Saúde anunciava que o primeiro caso de Covid-19 no Brasil havia acontecido no fim de fevereiro. No entanto, isso mudou agora, com a descoberta de um caso letal da doença no fim de janeiro, que não havia sido diagnosticado até então.
Brasil teve caso letal de Covid-19 em janeiro
O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (2) que o novo coronavírus chegou ao Brasil antes do que se imaginava. Os dados oficiais até o momento apontavam o primeiro caso confirmado, mas uma investigação retroativa confirmou uma morte por Covid-19 em Minas Gerais no fim de janeiro. Confira mais detalhes no link abaixo:
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ACOMPANHE AQUI O CORONAVÍRUS


6º LUGAR:

Bolsonaro afirma que se trabalho não for retomado vai tomar medidas

O presidente defendeu que as políticas de isolamento podem levar ao aumento do número de mortes por causa das políticas de quarentena.
© Reuters
O presidente Jair Bolsonaro reforçou que as questões do "vírus e desemprego não podem ser tratadas de forma dissociada" no Brasil e defendeu o afrouxamento das regras de quarentena. Segundo o presidente, se a partir da próxima semana "não começar a voltar o emprego, vou ter de tomar uma decisão".
Entre as alternativas, Bolsonaro, em entrevista à rádio Jovem Pan sugeriu "numa canetada" autorizar o retorno às atividades dos comerciantes, que, segundo o presidente, "levaram uma paulada no meio da testa com as medidas tomadas por alguns governadores". "Eu tenho um projeto de decreto pronto para ser assinado, se for preciso, que considera como atividade essencial toda aquela indispensável para levar o pão para casa todo dia", afirmou o presidente.
Segundo o presidente, "enquanto o Supremo ou o Legislativo não suspender os efeitos do meu decreto, o comércio vai ser aberto. É assim que funciona". Bolsonaro ainda disse que não montou um Ministério "colado" ao Legislativo e descartou que os militares possam atuar na reabertura do comércio.
O presidente voltou a pedir que os governadores e prefeitos revejam as posições sobre o isolamento. "Mais prudente seria abrir de forma paulatina o comércio a partir da próxima semana", disse o presidente.
Bolsonaro defendeu que as políticas de isolamento podem levar ao aumento do número de mortes por causa das políticas de quarentena. "Quando você isola e leva ao desemprego, junto do desemprego vem a subnutrição, o organismo fica mais debilitado. Essa pessoa vai ficar mais propensa a contrair um vírus - esse próprio aí, o coronavírus -, que terá uma letalidade até maior", defendeu o presidente. "Entre morrer de vírus e uma parcela maior que poderá morrer de fome, depressão e suicídio, há uma diferença muito grande", disse.
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

5º LUGAR:

Bolsonaro sanciona com vetos auxílio de R$ 600 mensais a trabalhadores informais

Projeto aprovado no Congresso prevê pagamento de benefício para até duas pessoas da mesma família, por três meses. Auxílio é voltado para quem teve a renda mais afetada pelo coronavírus.

POR G1
O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos, nesta quarta-feira (1º), a lei que estabelece um auxílio de R$ 600 mensais, por três meses, a trabalhadores informais.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, anunciou a sanção em rede social. A medida não tinha sido publicada no "Diário Oficial da União" até o início da manhã desta quinta-feira (2). A publicação é necessária para oficializar o auxílio e permitir que o benefício seja concedido.
O auxílio tem o objetivo de diminuir o impacto da pandemia do coronavírus na renda dessas pessoas – que não têm carteira assinada e, por isso, foram mais afetadas pelas medidas de isolamento social.
Pela manhã, Bolsonaro anunciou em pronunciamento que sancionaria o texto ainda nesta quarta. Segundo ele, o auxílio deverá beneficiar 54 milhões de pessoas, com custo aproximado de R$ 98 bilhões. O governo ainda não anunciou o calendário oficial de pagamento.

LEIA TAMBÉM: Senado aprova benefício de R$ 600 a autônomos e informais

No início da noite, o presidente da República afirmou que já tinha assinado a sanção da lei, mas só enviaria o texto à publicação junto com uma medida provisória (MP) para indicar a fonte dos R$ 98 bilhões. A MP deve criar um crédito extraordinário nesse valor.
"Para publicar, eu preciso de uma outra medida provisória com crédito. Se não, fica um cheque sem fundo na praça. Está certo? Daí, sim, deve terminar, deve terminar. Aí talvez traz em casa e eu assino, publico. No caso, agora não adianta publicar em Diário [Oficial da União] extra. Eu público no Diário ordinário de amanhã", declarou.
Enviado ao Congresso Nacional pelo governo, o projeto foi aprovado pela Câmara na semana passada e pelo Senado na última (30). A proposta original previa um auxílio de R$ 200 mas os parlamentares, com o aval do Executivo, aumentaram o valor para R$ 600.
Segundo o projeto, o auxílio será limitado a duas pessoas da mesma família. O texto aprovado ainda definiu que a trabalhadora informal que for mãe e chefe de família terá direito a duas cotas, ou seja, receberá R$ 1,2 mil mensais por três meses.

Vetos ao texto
O presidente Jair Bolsonaro vetou três itens do texto aprovado pelo Congresso Nacional. Segundo o Planalto, esses vetos foram orientados pelos ministérios da Economia e da Cidadania.
Com o veto, essas condições ficam excluídas do texto que entrará em vigor. Os vetos serão analisados pelo Congresso, que pode derrubar os trechos em definitivo ou restaurar a validade dessas regras.
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4º LUGAR:

Pesquisa sobre coronavírus indica baixa consciência da crise

Trabalho é do Instituto de Ciências Médicas da Universidade de Tóquio
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POR AGÊNCIA BRASIL
Pesquisa realizada por uma equipe liderada pela professora Muto Kaori, do Instituto de Ciências Médicas da Universidade de Tóquio, mostra que a maioria das pessoas toma medidas contra o coronavírus, como lavar as mãos, mas somente cerca de 40% sabem como proceder em caso de se infectarem com o vírus.
O grupo conduziu uma pesquisa online, no fim do mês de março, com 11 mil pessoas com idade entre 20 e 69 anos.
Perguntadas sobre o que estão fazendo para se proteger contra o vírus, 76,4% responderam que estão tomando algumas medidas, enquanto, 4,5% disseram que não estão fazendo nada. A taxa de pessoas que tomam medidas preventivas é mais alta entre os idosos e mais baixa entre aquelas na faixa dos 20 anos.
Sobre medidas preventivas que estão tomando, 86,8% disseram que não vão a grandes eventos; 86,4% responderam que lavam as mãos frequentemente; e 80,5% que evitam lugares com ventilação precária ou com aglomeração de pessoas, assim como locais onde pessoas conversam próximas umas das outras.
A pesquisa também revela que somente 41,5% disseram que sabem a quem consultar e que meios de transporte usar quando adoecem. Apenas 26,3% responderam que evitam contato com pessoas idosas.
*Emissora pública de televisão do Japão
3º LUGAR:

Coronavírus: A vacina brasileira


FONTE DO VÍDEO:
Em movimento inédito, cientistas do mundo, inclusive do Brasil, buscam a vacina para a Covid-19
Liderado pelo imunologista Jorge Kalil, coordenador do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Universidade de São Paulo (USP), estudo desenvolve uma vacina com as chamadas “cascas virais”, sem material genético, e, portanto, não infecciosas, para induzir respostas do sistema imune. “Esse mecanismo deverá se mostrar ainda mais forte que outras propostas que têm surgido, que injetam uma porção sintética de material genético do vírus no organismo, diz Kalil. A busca por uma vacina é uma das frentes da corrida global contra o novo coronavírus. Mais de trinta empresas e instituições acadêmicas também estão na corrida para criar um imunizante. Dessas, ao menos quatro encontram-se na fase de testes em animais, necessária para garantir uma proteção química capaz de gerar anticorpos contra o vírus, e duas — uma nos Estados Unidos e a outra na China — já iniciaram os testes em humanos. #Coronavírus #Vacina

2º LUGAR:

Identificado medicamento antiparasitário que 'mata' Covid-19 em 48hs

Medicamento é conhecido pelo nome de Ivermectin, mas cientistas avisam que, "realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível".
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Um estudo conjunto levado realizado pelo Monash Biomedicine Discovery Institute e pelo Peter Doherty Institute of Infection and Immunity, na Austrália, identificou um medicamento antiparasitário capaz de 'matar' a Covid-19 nos testes laboratoriais no espaço de 48 horas.
Kylie Wagstaff, uma das responsáveis pelo estudo, sublinhou, no entanto, em declarações ao jornal australiano The Canberra Times, que ainda é preciso saber qual a dosagem correta de Ivermectin a usar em humanos para curar por completo a infecção.
"Descobrimos que, mesmo uma dose única, poderia remover, essencialmente, todo o RNA viral no espaço de 48 horas, e que, mesmo num período de 24 horas, é possível haver uma redução verdadeiramente significativa", afirmou.
"Num período em que temos uma pandemia global e em que não há qualquer tratamento aprovado, se tivéssemos um composto que estivesse já disponível em todo o mundo, isso poderia ajudar as pessoas mais cedo", acrescentou.
Kylie Wagstaff deixou, no entanto, um aviso: "Realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível". 

DESTAQUE CAMPEÃO:

Como saber se estou no Cadastro Único?

Consulta pode ser feita pelo site, aplicativo ou telefone.
Foto: Reprodução do Ministério da Cidadania
POR G1
O governo anunciou que vai pagar um auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, desempregados e MEIs nesta quarta-feira (1) para os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) do Ministério da Cidadania até o último dia 20 de março.
O CadÚnico vai auxiliar na verificação da renda de quem está inscrito. Quem não estiver também poderá receber o benefício, mas a verificação será feita por meio de autodeclaração em plataforma digital. Ainda não foi informado como essa declaração será feita.

Você pode saber se está inscrito no CadÚnico de três maneiras: pelo site do Ministério da Cidadania, pelo aplicativo Meu CadÚnico e pelo telefone.
Na manhã desta quinta-feira (2), diversos usuários relatavam instabilidade e dificuldade para acessar o sistema por meio do site. Procurado pelo G1, o Ministério da Cidadania informou que está trabalhando para aumentar a disponibilidade de acessos múltiplos ao site Consulta Cidadão. A previsão é de que ao longo do dia o site esteja em pleno funcionamento.

Pelo site
Para saber se o seu nome está no CadÚnico, é preciso acessar este link: aplicacoes.mds.gov.br/sagi/consulta_cidadao/. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Cidadania, o site apresentava instabilidade na quarta-feira (1º).
No endereço acima, você irá encontrar essa página:

Página da Consulta Cidadão — Foto: Reprodução do Ministério da Cidadania
Nessa página, rolando a tela para baixo, você encontrará este formulário:
Formulário Cadúnico — Foto: Reprodução do Ministério da Cidadania
Neste formulário, é preciso preencher o nome completo, data de nascimento, o nome da mãe e selecionar o estado e o município onde que você mora. Após preencher, é só clicar em "Emitir" e, assim, saber se o seu nome está ou não inscrito no CadÚnico.
O planejador financeiro da Par Mais, Jailon Giacomelli, diz que se uma pessoa lembra que foi cadastrado, mas não encontra, uma dica é buscar por várias versões do seu nome. Segundo ele, muitas vezes, quando um assistente de uma secretaria municipal vai até a casa de uma família de baixa renda fazer o cadastro, a pessoa não lembra qual foi o nome que ela informou ao assistente. "Então é importante tentar várias versões", diz.

Aplicativo
É possível também fazer a consulta pelo aplicativo Meu CadÚnico. Clique aqui para baixar o aplicativo no seu celular.
Após baixar e abrir o app, é só clicar em 'entrar'.
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segunda-feira, 30 de março de 2020

Coronavírus: A vacina brasileira


FONTE DO VÍDEO:
Em movimento inédito, cientistas do mundo, inclusive do Brasil, buscam a vacina para a Covid-19
Liderado pelo imunologista Jorge Kalil, coordenador do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Universidade de São Paulo (USP), estudo desenvolve uma vacina com as chamadas “cascas virais”, sem material genético, e, portanto, não infecciosas, para induzir respostas do sistema imune. “Esse mecanismo deverá se mostrar ainda mais forte que outras propostas que têm surgido, que injetam uma porção sintética de material genético do vírus no organismo, diz Kalil. A busca por uma vacina é uma das frentes da corrida global contra o novo coronavírus. Mais de trinta empresas e instituições acadêmicas também estão na corrida para criar um imunizante. Dessas, ao menos quatro encontram-se na fase de testes em animais, necessária para garantir uma proteção química capaz de gerar anticorpos contra o vírus, e duas — uma nos Estados Unidos e a outra na China — já iniciaram os testes em humanos. #Coronavírus #Vacina

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Vacina brasileira contra o HIV começa a ser testada em macacos

Agência Brasil | 09h22 | 07.11.2013

Expectativa é de que quantidade de vírus se torne baixa e impeça a transmissão da doença

Começaram nesta semana os testes em macacos da vacina contra o HIV, que está sendo desenvolvida pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em parceria com oInstituto Butantan. Os quatro animais começaram a ser imunizados com a vacina que contém partes do vírus. Depois, os macacos receberão um vírus modificado que causa o resfriado como parte dos estudos para desenvolver o imunizante.

Apesar de aumentar imunidade dos infectados, dificilmente vacina conseguirá destruir o vírus por completo. FOTO: AGÊNCIA REUTERS
Segundo Edecio Cunha Neto, um dos pesquisadores responsáveis por conduzir o projeto, o diferencial da vacina é usar partes do vírus que não se alteram. “Um dos grandes problemas de se fazer uma vacina contra o HIV é que ele é hipervariável”, ressalta ao explicar que o genoma do vírus pode varia até 20% entre dois pacientes. “Nos componentes que nós escolhemos para colocar na vacina estão somente as regiões mais conservadas do vírus, ou seja, aquelas que não variavam de um HIV para o outro”, destacou.

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