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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Renan diz estar "tranquilo" sobre nova denúncia no STF

O presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) divulgou uma nota em que afirma estar tranquilo para esclarecer todos os pontos levantados na investigação que resultou na denúncia contra ele apresentada hoje (12), no Supremo Tribunal Federal (STF), pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot.

Na denúncia, a primeira contra o senador derivada da Operação Lava Jato, Renan foi acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por ter recebido da empresa Serveng, em 2010, R$ 800 mil em propina travestida de doação legal de campanha.

O procurador-geral da República escreveu que o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), também denunciado pelos mesmos crimes, serviu de intermediário entre a Serveng, Renan Calheiros e Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento da Petrobras.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Chamar Moro para debater abuso de poder não é provocação, diz Renan

Presidente do Senado instalou, na manhã desta quinta-feira (10), comissão que vai investigar salários que ultrapassam o teto do funcionalismo público

© Folhapress
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), montou neste fim de ano um pacote de medidas que miram o Judiciário. Em uma frente, instalou na manhã desta quinta-feira (10), uma comissão que vai investigar salários que ultrapassam o teto do funcionalismo público.

Em outra, voltou a afirmar que deseja chamar o juiz Sérgio Moro, outros juízes, além de integrantes do Ministério Público e do STF (Supremo Tribunal Federal) para falar sobre a proposta de abuso de autoridade em tramitação na Casa.
Na noite de quarta (9), Renan disse que desejava convidar Moro para falar do tema. O responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância já se manifestou contra a proposta em alguns momentos e a classificou como "preocupante". Opinião semelhante têm entidades de magistrados que já trataram do tema.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Renan vota 'sim' pelo impeachment e 'não' para inabilitação; veja todos

Um total de 16 parlamentares favoráveis ao afastamento foram contra a inabilitação da ex-presidente a cargos públicos; outros três se abstiveram



Um total de 16 senadores votaram, na tarde desta quarta-feira (31), a favor do impeachment e contra a inabilitação para exercer cargos públicos da agora ex-presidente Dilma Rousseff. As informações são do G1.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi um dos parlamentares a divergir nas decisões. Ele vinha manifestando resistência em assumir um voto contra Dilma.
A primeira votação registrou 61 votos a favor do afastamento definitivo e 20 contra; em seguida, 42 parlamentares se manifestaram favoráveis à manutenção dos direitos da ex-presidente de se candidatar a cargos eletivos, contra 36 contrários e 3 abstenções.
Dos 81 senadores, 16 decidiram pela destituição, mas não pela inabilitação de exercer cargos públicos. Confira todos:

sexta-feira, 28 de março de 2014

Renan Calheiros diz que CPI em ano eleitoral mais atrapalha do que ajuda

Contra a comissão, presidente disse que vai negociar com os líderes da Casa
28/03/2014 - 15:42




Minutos depois de a oposição protocolar na Mesa do Senado requerimento com pedido de abertura da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que uma "CPI em ano eleitoral mais atrapalha do que ajuda o Brasil". Publicamente contra a comissão, Renan disse que vai negociar com os líderes da Casa a data das próximas etapas anteriores à abertura das investigações.
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Embora a oposição tenha conseguido uma assinatura a mais do que o necessário — o requerimento recebeu adesão de 28 senadores; era necessário apoio de pelo menos 27 —, a CPI ainda não está garantida. Isso porque, regimentalmente, os senadores podem retirar seu apoio. Na noite desta quarta-feira (26), quando se confirmou a coleta da quantidade de nomes necessários, governistas já começavam a trabalhar para convencer adeptos da CPI a mudarem de posição.
Os próximos passos, a partir de agora, são marcar a data de leitura do requerimento de CPI no plenário e fazer a conferência de assinaturas. Renan disse que, ainda nesta quinta, vai conversar com as lideranças partidárias para avaliar a melhor data para isso. "Vou conversar por telefone com os líderes e ver com eles, do ponto de vista do encaminhamento, da necessidade de nós instalarmos rapidamente como deveremos fazer." O presidente do Senado não garantiu, contudo, que o requerimento siga para plenário já na próxima semana. Isso porque os líderes da base tentarão atrasar — o quanto puderem — a instalação.
Até a meia noite do dia em que o pedido de investigação for lido no plenário, os senadores podem retirar assinaturas. Caso a investigação continue contando com o apoio de, no mínimo, 27 parlamentares, a Comissão de Inquérito é instalada. Para isso, contudo, Renan ainda precisará indicar os membros da CPI. Para minimizar os danos ao governo em ano eleitoral, a estratégia será tentar colocar um peemedebista na presidência e um petista na relatoria do colegiado.
FONTE: r7



FONTE: MEIO NORTE

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