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quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Câmara dos Deputados oferece 12 cursos on-line gratuitos sobre gestão e política para o público geral

Para se inscrever em qualquer um dos cursos, é necessário cadastrar-se na Eleve. Acesse este link, clique na opção “quero criar um novo login de acesso”, preencha os campos com os dados solicitados e siga as instruções para confirmar o cadastro.

POR CANAL DO ENSINO - Olá, leitor(a)!Câmara dos Deputados, por meio da Eleve (sua plataforma de ensino à distância), disponibilizou 12 cursos on-line gratuitos sobre gestão e políticaOs cursos são voltados para todos os(as) cidadãos(ãs) brasileiros(as) e são autoinstrucionais, ou seja, não há a participação de um(a) professor(a) para ministrar o conteúdo.

Dessa forma, o(a) aluno(a) pode consumir os conteúdos no seu próprio ritmo de estudo e da forma que julgar mais adequada, quando e onde quiser. Além disso, a plataforma possibilita emissão de certificado para a maioria dos cursos.

Cursos da plataforma Eleve

A Eleve possui, em seu acervo, 12 cursos destinados ao público geral e nós vamos mostrá-los a seguir:

1. Atendimento ao público

O curso vai mostrar os aspectos da administração pública e da comunicação com as pessoas. O conteúdo aborda assuntos como imagem institucional e os vários tipos de comunicação com o público.

O foco está em aprimorar o atendimento ao público, tanto em espaços corporativos privados (empresas) como públicos (órgãos públicos). O curso possui carga horária de 5 horas e está dividido em 2 módulos.

2. Administração do tempo

Com a velocidade em que os processos e as rotinas das pessoas se desenvolvem atualmente, é muito importante saber usar o tempo com sabedoria e planejamento. Este curso vai apresentar técnicas e recursos para ajudar na administração do tempo.

Umas dessas técnicas é a definição daquilo que é “importante e urgente”, largamente utilizada em treinamentos de grandes empresas. O curso possui carga horária de 5 horas e está dividido em 5 módulos.

LEIA MAIS EM: Mais Informações

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Servidores de Baturité cobram salários atrasados



Por Ceará Agora -
Servidores públicos de Baturité ocupam o centro administrativo da Prefeitura do município para reivindicar os dois meses de salários atrasados. Os manifestantes cobram o dinheiro da repatriação que já foi repassados aos cofres dos municípios cearenses no inicio deste mês, e que pode ser usado para regularizar os benefícios dos servidores.

Baturité, foi um dos 184 municípios que recebeu a parcela da repatriação no valor de R$ 1.347.188,49. A gestão ainda não se posicionou sobre o assunto.

As informações foram dadas nesta no Jornal Alerta Geral desta segunda-feira, 21, na Rede Som Zoom Sat (FM 104,3 Fortaleza e RMF) e mais 21 emissoras no Interior do Ceará pelo nosso correspondente Neto Rodrigues do Maciço de Baturité. Ouça a sua participação no player AQUI:

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Conheça a equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato

PRESIDÊNCIA

Conheça a equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato

10h12 | 01.01.2015

Lista de 39 ministros inclui nomes novos e outros que já atuavam na gestão da chefe do Executivo


Ministério da Fazenda - Joaquim Levy
Engenheiro naval e doutor em economia, com experiência tanto no mercado financeiro quanto no setor público, Joaquim Levy ocupou cargos no governo federal e no governo do estado do Rio de Janeiro. De 2003 a 2006, foi secretário do Tesouro Nacional no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também vice-presidente de Finanças e Administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Desde 2010, estava no Bradesco.
Ministério da Integração Nacional - Gilberto Occhi
Ministro das Cidades de março a dezembro de 2014, Gilberto Occhi é formado em direito, tem pós-graduação nas áreas de finanças, mercado financeiro e gestão empresarial. É funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal desde 1980, onde ocupou os cargos de vice-presidente de Governo e de superintendente nacional da Região Nordeste.
Ministério de Minas e Energia - Eduardo Braga
Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas, Eduardo Braga já foi vereador, deputado federal, prefeito de Manaus, governador do Amazonas por dois mandatos e senador pelo mesmo estado. Este ano, disputou novamente as eleições para o governo estadual, mas foi derrotado. Desde 2012, era líder do governo Dilma Rousseff no Senado.
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - Nelson Barbosa
Ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, o economista Nelson Barbosa também integrou a equipe econômica dos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De 2004 a 2006, trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Ministério da Previdência Social - Carlos Gabas
Formado em Ciências Contábeis e servidor de carreira do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Carlos Gabas já foi comandou a pasta entre março de 2010 e janeiro de 2011. Atualmente, estava na secretaria-executiva do ministério.
Secretaria de Aviação Civil - Eliseu Padilha
Advogado e empresário, o deputado federal Eliseu Padilha foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso de 1997 a 2001. Antes, foi secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Rio grande do Sul. Eleito pela primeira vez deputado federal em 1994, ele está no quarto mandato. É um dos políticos do PMDB mais próximos do vice-presidente da República, Michel Temer.
Ministério da Pesca e Aquicultura - Helder Barbalho
Formado em administração, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho e da deputada federal Elcione Therezinha Zahluth. Natural de Belém, Helder tentou eleger-se governador do Pará pela primeira vez este ano, mas perdeu para Simão Jatene. Já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Ananindeua.
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - Nilma Lino Gomes
Primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade federal, Nilma Lino Gomes é reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab) desde 2013. Mineira de Belo Horizonte, Nilma é pedagoga, mestra em educação e doutora em antropologia social.
Secretaria de Portos - Edinho Araújo
Advogado e professor, Edinho Araújo está no terceiro mandato de deputado federal e foi novamente eleito em 2014. Começou a vida pública como prefeito de sua cidade natal, Santa Fé do Sul, em São Paulo, e foi também duas vezes prefeito de São José do Rio Preto. Na Câmara dos Deputados, foi vice-líder do PMDB.
Secretaria de Relações Institucionais - Pepe Vargas
Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário entre 2012 e março de 2014 e deputado federal, Pepe Vargas é formado em medicina e começou a trajetória política como militante no movimento estudantil. Seu primeiro cargo eletivo foi o de vereador de Caxias do Sul em 1988. Foi deputado estadual e duas vezes prefeito de Caxias do Sul. Em 2006, 2010 e 2014 foi eleito deputado federal.
Secretaria-Geral da Presidência - Miguel Rossetto
Um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o sociólogo Miguel Rossetto deixa o Ministério do Desenvolvimento Agrário, pasta que comandou também no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre setembro e novembro de 2014, Rosseto afastou-se da pasta para integrar a coordenação da campanha de Dilma à reeleição. Já foi vice-governador do Rio Grande do Sul, na gestão Olívio Dutra, e de deputado federal em 1994.
Ministério dos Transportes - Antonio Carlos Rodrigues
Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, o vereador Antonio Carlos Rodrigues é suplente da senadora Marta Suplicy, vaga que ocupou entre 2012 e novembro deste ano. Advogado e procurador, Rodrigues começou a vida pública na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e já trabalhou na Assembleia Legislativa de São Paulo e nos governos municipal e estadual.
Ministério do Turismo - Vinicius Lages
Engenheiro agrônomo e doutor em economia do desenvolvimento com especialização em economia de serviços, turismo e desenvolvimento de negócios, Vinicius Lages continuará no comando do Ministério do Turismo, cargo que ocupa desde março de 2014. Antes, ocupava a gerência da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae.
Advocacia-Geral da União - Luís Inácio Adams
Formado em direito e especialista em direito tributário, Luís Inácio Adams comanda a Advocacia-Geral da União desde 2009. Já atuou como procurador regional da União da 4ª Região, em Porto Alegre, foi consultor jurídico e secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Foi também procurador-geral da Fazenda Nacional entre 2006 e 2009.
Secretaria de Assuntos Estratégicos - Marcelo Neri
No comando da secretaria desde março de 2013, Marcelo Neri foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre 2012 e 2014. É PhD em economia pela Universidade de Princeton, mestre e bacharel em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professor de doutorado, mestrado e graduação da Fundação Getulio Vargas. É pesquisador de políticas sociais, educação e microeconometria, além de atuar na avaliação de políticas sociais.
Secretaria de Comunicação Social -Thomas Traumann
Jornalista pela Universidade Federal do Paraná, Traumann coordenou a assessoria de imprensa do ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e foi assessor especial da Secretaria de Comunicação Em 2012, foi nomeado porta-voz da Presidência da República, cargo que acumula com a chefia da pasta. Antes de entrar no governo, Traumann trabalhou no jornal Folha de S.Paulo e nas revistas Veja e Época. Também dirigiu assessorias de comunicação corporativa de algumas empresas como a FSB Comunicações e a Llorente & Cuenca.
Secretaria de Direitos Humanos - Ideli Salvatti
Natural de São Paulo e licenciada em física, Ideli construiu sua carreira política em Santa Catarina. Senadora entre 2003 e 2011, ela cumpriu dois mandatos como deputada estadual e concorreu ao governo de Santa Catarina em 2010, terminando em 3º lugar. Atual ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli comandou o Ministério da Pesca e Aquicultura, de janeiro a junho de 2011, e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, onde ficou até março deste ano.
Secretaria da Micro e Pequena Empresa - Guilherme Afif Domingos
O empresário Guilherme Afif Domingos comanda a secretaria desde sua criação em 2013. Vice-governador de São Paulo entre 2011 e 2014, eleito na chapa de Geraldo Alckmin, o ministro é formado em administração de empresas. Já foi deputado federal constituinte, ex-presidente do Conselho do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e por duas vezes presidente da Associação Comercial de São Paulo. Também presidiu o Banco de Desenvolvimento do Estado de São Paulo (Badesp) e foi secretário estadual de Agricultura e Abastecimento (1980-1982), de Emprego e Relações do Trabalho (2007-2010) e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia até abril de 2011.
Secretaria de Políticas para as Mulheres - Eleonora Menicucci
Formada em ciências sociais, doutora em ciência política e pós-doutora em saúde e trabalho das mulheres e livre docência em saúde pública, Eleonora é professora titular (licenciada) de saúde coletiva na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Filiada ao PT, a mineira de Lavras combateu a ditadura militar em alguns momentos ao lado da presidenta Dilma Rousseff. Por essa luta, passou quase três anos na cadeia, em São Paulo, de 1971 a 1973. Participou de conselhos, comissões e consultorias em políticas públicas e direitos das mulheres.
Gabinete de Segurança Institucional – José Elito Siqueiro
Responsável pelo Gabinete de Segurança Institucional durante o primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff, o general José Elito Carvalho Siqueira será mantido no cargo. Antes de assumir o cargo, José Elito foi chefe de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa e comandou a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) em 2006 e 2007. Também foi diretor de Recursos Humanos do Exército, de 2002 a 2004, comandante da Aviação do Exército, de 2000 a 2002, e da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, de 1999 a 2000. Nascido em Aracaju, em 1946, ingressou nas Forças Armadas aos 20 anos e graduou-se mestre e doutor em ciências militares.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Kátia Abreu
Senadora reeleita este ano para mais um mandato, Kátia Abreu (PMDB-TO) é presidenta da Confederação Nacional da Agricultura desde 2008, entidade de produtores rurais que agrega 27 federações estaduais e 2 mil sindicatos. Uma das parlamentares mais próximas de Dilma, Kátia Abreu integra a bancada ruralista no Congresso, tendo se posicionado de maneira contrária ao governo em temas polêmicos como a competência do Executivo para demarcar terras indígenas.
Banco Central - Alexandre Tombini
Presidente do Banco Central desde o primeiro ano do governo Dilma Rousseff, Alexandre Tombini será mantido no cargo no segundo mandato da presidenta. No BC, já atuou como diretor, chefe de departamento e consultor. Tombini também já fez parte da diretoria executiva do escritório brasileiro no Fundo Monetário Internacional.
Ministério das Cidades - Gilberto Kassab
Presidente nacional do PSD, Kassab foi prefeito de São Paulo de 2006 a 2012. Economista, engenheiro civil e empresário, o novo ministro das Cidades assumiu a prefeitura da capital paulista pela primeira vez após a renúncia de José Serra, de quem era vice-prefeito. Ele iniciou a vida política aos 25 anos, tendo passado pelos partidos políticos PL e o PFL (atual DEM) antes de fundar o PSD em 2011.
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Aldo Rebelo
Membro do PCdoB desde 1977 e ministro do Esporte no primeiro mandato de Dilma, Aldo Rebelo é jornalista e foi deputado federal eleito por cinco mandatos consecutivos (1989 a 2011). No Congresso, foi presidente da Câmara, líder do governo e relator do projeto que resultou no novo Código Florestal brasileiro. Rebelo também chefiou em 2004 a Secretaria de Coordenação Política e Assuntos Institucionais da Presidência e foi candidato derrotado a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Marta Suplicy (PT) em 2008.
Ministério das Comunicações - Ricardo Berzoini
Ex-presidente nacional do PT e deputado federal por quatro mandatos, Berzoini chefiará pela quarta vez uma pasta na Esplanada. À frente da Secretaria de Relações Institucionais desde o início de 2014, o petista já foi ministro da Previdência Social e do Trabalho no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Bancário, Berzoini iniciou sua militância no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, em 1985, e também foi secretário de imprensa da Central Única dos Trabalhadores.
Controladoria-Geral da União - Valdir Simão
Auditor de carreira da Receita Federal, Valdir Simão foi secretário-executivo da Casa Civil da Presidência desde o início de 2014. O novo ministro da CGU já assessorou a presidenta Dilma coordenando o Gabinete Digital da Presidência e presidiu o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), além de ter sido secretário de Fazenda do Distrito Federal.
Ministério da Cultura - Juca Ferreira
Juca Ferreira deixa a secretaria municipal de Cultura de São Paulo para assumir o cargo que já ocupou no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Idealizador dos Pontos de Cultura, o ministro foi também secretário-executivo da pasta entre 2003 e 2008. Formou-se em Ciências Sociais na França, um dos países por onde passou enquanto esteve exilado por nove anos durante a ditadura militar. Na campanha à reeleição de Dilma, coordenou o programa de cultura da candidata e também mobilizou artistas e grupos culturais para apoiá-la.
Ministério da Defesa - Jaques Wagner
Membro fundador do PT, o novo ministro da Defesa governou a Bahia por dois mandatos consecutivos. Deputado federal por dois mandatos, Wagner foi ministro de Relações Institucionais e coordenou a Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.
Ministério do Desenvolvimento Agrário - Patrus Ananias
Patrus Ananias comandou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome entre 2004 e 2010, quando foi formulado e implementado o Programa Bolsa Família. Ex-prefeito e ex-vereador de Belo Horizonte, o petista também foi deputado federal e candidato a governador de Minas Gerais em 1998 e a vice em 2010, perdendo nas duas ocasiões.
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Armando Monteiro Neto
Senador pelo PTB de Pernambuco, Armando Monteiro presidiu a Confederação Nacional da Indústria entre 2002 e 2010. O novo ministro, que vem de uma tradicional família de políticos pernambucanos, já teve passagens pelo PSDB e pelo PMDB. Na Câmara dos Deputados e no Senado, defendeu temas como geração de empregos, inovação tecnológica e fortalecimento das micro e pequenas empresas.
Ministério da Educação - Cid Gomes
Governador do Ceará por dois mandatos, Cid Gomes migrou do PSB para o PROS no final de 2013, quando o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, falecido em agosto do ano passado, se desligou do governo Dilma para concorrer às eleições presidenciais. Ex-prefeito de Sobral (CE) por duas vezes também foi consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. Cid é irmão de Ciro Gomes, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, em 1994, e da Integração Nacional, em 2003.
Ministério do Esporte - George Hilton
Deputado federal reeleito em 2014 para o seu terceiro mandato, o ministro que vai ficar responsável pela organização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro é filiado ao PRB de Minas Gerais. Ingressou na vida política pelo PST, elegendo-se deputado estadual de Minas Gerias em 1998 e reelegendo-se para o segundo mandato em 2002 pelo PL. Pelo PP, assumiu pela primeira vez o cargo na Câmara dos Deputados. Hilton é natural de Alagoinhas, na Bahia e é radialista, apresentador de televisão e teólogo.
Casa Civil - Aloizio Mercadante
Com experiência na militância política, no Legislativo e no governo, Mercadante vai continuar comandando o órgão responsável pela coordenação das ações do governo. Depois de ocupar os ministérios da Ciência e Tecnologia e o da Educação no governo Dilma, ele se tornou em 2014 uma das pessoas mais próximas da presidenta, sendo o ministro mais recebido por ela em audiências oficiais. Além de senador e deputado federal, Mercadante foi candidato derrotado à Vice-Presidência da República junto com Luiz Inácio Lula da Silva em 1994 e ao governo de São Paulo em 2006 e 2010.
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome- Tereza Campello
Economista que comanda a pasta desde o início do primeiro mandato de Dilma, Tereza Campello iniciou suas carreiras política e acadêmica no Rio Grande do Sul, onde participou das gestões petistas na prefeitura de Porto Alegre e no governo gaúcho. Na transição para o primeiro mandato de Lula, integrou a equipe que formulou o Programa Bolsa Família
Ministério da Justiça - José Eduardo Cardozo
Um dos ministros mais próximos da presidenta Dilma, Cardozo foi deputado federal por dois mandatos e um dos relatores do projeto de lei de iniciativa popular da Ficha Limpa. Advogado, professor universitário, procurador licenciado e ex-vereador de São Paulo, comanda o Ministério da Justiça desde o início do primeiro mandato da petista.
Ministério do Meio Ambiente - Izabella Teixeira
Bióloga e doutora em planejamento ambiental, Izabella Teixeira é funcionária de carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Foi secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente de 2008 a 2010 e subsecretária da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. Foi durante sua gestão no primeiro mandato de Dilma que ocorreu a aprovação do novo Código Florestal, a construção da Usina de Belo Monte, e quando o país registrou as menores taxas de desmatamento da Amazônia Legal.
Ministério das Relações Exteriores - Mauro Vieira
O novo chanceler volta ao Brasil após chefiar a embaixada brasileira nos Estados Unidos desde 2010 e, antes, na Argentina. Vieira é formado em direito pela Universidade Federal Fluminense e já serviu em representações no Uruguai, México e na França, além de ter atuado como chefe de gabinete do ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim.
Ministério da Saúde - Arthur Chioro
No comando da Saúde desde fevereiro de 2014, Chioro será mantido à frente da pasta. Mestre e doutor em saúde coletiva, já foi secretário municipal de Saúde nos municípios paulistas de São Bernardo do Campo e São Vicente. Também é pesquisador da área de Planejamento e Gestão em Saúde da Universidade Federal de São Paulo e já atuou como diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde entre 2003 e 2005.
Ministério do Trabalho e Emprego - Manoel Dias
Fundador do PDT, Manoel Dias começou a carreira política como líder estudantil no início dos anos 1960. Teve mandatos de vereador e deputado estadual de Santa Catarina cassados durante a ditadura militar. Além da criação do seu partido ao lado de Leonel Brizola, Manoel Dias também ajudou a refundar o Partido Trabalhista Brasileiro e a fundar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que posteriormente daria origem ao PMDB. Foi candidato a governador de Santa Catarina em 2006 e 2010, sem sucesso.
Leia mais:

FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Governador eleito evita falar da futura gestão

DIÁLOGO

Governador eleito evita falar da futura gestão

28.10.2014

Camilo Santana destaca a importância da oposição e promete um tratamento respeitoso com os deputados

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Camilo Santana no estúdio da TV Verdes Mares, no início da tarde de ontem. Em seguida ele conversou com repórteres do Diário do Nordeste
FOTO: FABIANE DE PAULA
Vencida a disputa pelo Governo do Estado, no segundo turno encerrado domingo passado, Camilo Santana (PT) não poderá dispor de muitos dias para descansar da campanha. Segundo o governador eleito, nos próximos dias ele seguirá realizando discussões com segmentos da segurança pública, da educação e da saúde, entre outras categorias, até o final da primeira quinzena de dezembro. Durante esse tempo, Camilo também participará de reuniões para definir a estrutura da próxima gestão.
Ontem, no início da tarde, Camilo deu sua primeira entrevista, após passado a emoção da vitória. Ele participou do noticiário do meio dia da TV Verdes Mares e conversou com a reportagem do Diário do Nordeste. Foi reticente, limitando-se a repetir o que dissera na campanha eleitoral quanto a compromissos com o povo cearense.
Ele admitiu não saber ainda, no entanto, como lidar com o atual cargo de deputado estadual. Questionado se pretendia voltar à Assembleia e começar o diálogo com alguns parlamentares de forma mais próxima, Camilo afirmou que quer aproveitar o tempo que resta até assumir o Executivo para se antecipar ao momento. "Eu não pedi licença (do cargo) agora na campanha, mas renunciei ao meu salário. Ainda vou avaliar (o que será feito)", apontou.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Google lança seu aplicativo de gestão remota para móveis


Google lança seu aplicativo de gestão remota para móveis
Sempre que precisa acessar um computador de forma remota, você pode fazer isso de várias formas: com teamviewer, com logmein, com Chrome Remote Desktop … todas elas oferecem soluções que permitem conectar um computador com outro para fazer suporte, consultar arquivos ou realizar qualquer ação que precise algo mais que compartilhar uma pasta.
Agora, no entanto, desde Google apresentam o aplicativo para Android que nos permite conectar um outro computador usando o móvel: Chrome Remote Desktop app for Android, já em Google Play.
Só temos que instalar este aplicativo (Windows ou Mac) no computador que será “invadido” e dar as permissões para que apareça o dispositivo dentro de nosso móvel. Ao clicar de android no nome do computador, veremos a imagem do que está sendo feito ali.
Uma excelente notícia para quem dá suporte à vários clientes e não está sempre diante do computador. Já estão trabalhando na versão iOS, estaremos atentos.


FONTE: https://groups.google.com/forum/#!topic/piadolandia/yQkWg1CPbcI

sábado, 6 de abril de 2013

Primeiros 100 dias de gestão das prefeituras


BALANÇO DO TRIMESTRE

Primeiros 100 dias de gestão das prefeituras

06.04.2013


Parcelamento de dívidas, corte de pessoal e redução de custos foram primeiras ações de algumas prefeituras
Fortaleza/ Crato. "Quando você vai morar em uma casa já usada, a primeira coisa que se faz é reformar o telhado, a estrutura elétrica, retocar a pintura; só depois é que vai mobiliá-la". A frase do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, dita nesta semana em que gestores dos 184 municípios do Estado completaram 100 dias de mandato, é uma tônica da realidade da maior parte das cidades do Estado.

Em Barbalha, uma das prioridades foi reestruturar o transporte escolar FOTO: YACANÃ NEPONUCENA
A analogia observada pelo mandatário da Capital cearense só ratifica que, primeiramente, nessa etapa, é preciso fazer acertos para, em seguida, implementar os compromissos da recente campanha que levou, democraticamente, os atuais gestores ao principal cargo de suas cidades.

O problema é que, na prática, esse processo é bem mais complicado do que simplesmente reformar uma residência. Por isso mesmo, será realizado um encontro com todos os prefeitos cearenses para tratar do balanço geral dessa primeira fase, que corresponde a menos de 7% do mandato, e, principalmente, com o intuito de ajudá-los a desenhar as melhores estratégias e tomar as decisões corretas à frente da gestão municipal.

O Seminário Prefeitos Ceará 2013 será realizado nos dias 12 e 13 de abril, no Centro de Eventos. O governador Cid Gomes fará a abertura do encontro, que terá representantes de vários outros órgãos como o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) do Ceará. "Esse evento, é claro, funcionará como um momento de reflexão, e, possivelmente, de arrumação e até mesmo busca de soluções. Como o TCM projeta fazer, já em outra vertente e foco, nos encontros regionais que iniciará no próximo dia 16", afirma o presidente do órgão, Francisco Aguiar, que ressalta a gravidade da situação de algumas cidades por conta da seca.

O Seminário Prefeitos Ceará 2013, os próprios encontros regionais do TCM, e as ações da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece) são instrumentos que podem ser utilizados para reverter a situação encontrada neste primeiro trimestre de gestão. Quadro acentuado por causa da estiagem.

Quadro geral
Segundo os prefeitos ouvidos pelo Diário do Nordeste, em alguns casos, faltam recursos e sobram contas atrasadas ainda do ano passado. Parcelamento das dívidas, corte de cargos, redução de salários foram algumas medidas tomadas nos poucos mais de três meses de gestão para amenizar o problema.

Para os reeleitos, entretanto, a situação é diferente. Os que souberam de organizar, há continuidade dos projetos em implantação e até os pagamentos estão em dia. É o caso de Barbalha. Sendo um dos poucos municípios da região do Cariri que reelegeu o prefeito, a cidade inicia os primeiros 100 dias da administração de continuidade com projetos em andamento e sem inadimplências. Até agora, os processos de reorganização da gestão, como as licitações, contratações de pessoal e chamamento de concursos já foram feitos. A meta é estruturar a Prefeitura para que hajam melhorias na qualidade dos serviços.

Quanto ao transporte escolar, visto como uma das principais dificuldades para os estudantes do município, o atual gestor tem investido na aquisição de ônibus. Em 2009, o município contava com apenas cinco veículos deste tipo, todos em situação precária de uso. Hoje, já são 16 novos coletivos. Contudo, ainda há alunos sendo transportados em cima de caminhonetas. José Leite pontua que algumas reclamações surgem quanto a nucleação das escolas. Porém, afirma que está transformando as salas e realocando os alunos em novas estruturas de escolas maiores.

Na Saúde, a gestão planeja instalar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), no Parque da Cidade, o equipamento deverá englobar três postos de atendimento em uma única estrutura. Também em fase de conclusão, a construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que vai funcionar 24 horas, atendendo às demandas de complexidade intermediária, além da implantação de Postos de Saúde da Família, no Barro Vermelho e em Santana. A grande deficiência está na contratação de médicos. Mas, através do Programa de Valorização da Atenção Básica, (Provad), 12 profissionais foram admitidos e estão trabalhando.

Quanto à infraestrutura, a aplicação de recursos acontece nas obras de calçamento de todas as ruas dos bairros Malvinas, Santa Terezinha, São José e São João, que atualmente sofrem com problemas relacionados à drenagem das águas pluviais e ausência de iluminação pública. Entretanto, no Barro Vermelho e Baixio dos Cordas, os trabalhos de pavimentação já foram iniciados. Em abril, a Secretaria das Cidades do Ceará dará a ordem de serviço para a construção da Avenida Pericentral, que beneficiará o trânsito local e irá retirar o fluxo de veículos de grande porte no centro histórico.

Recursos comprometidos
Já em Araripe, o primeiro momento da gestão de Germano Correia, também reeleito, foi considerado turbulento devido aos problemas econômicos enfrentados pela população. Administrativamente, tudo está sob controle no município. Entretanto, o longo período de estiagem está provocando impasses que o gestor não consegue romper.

Além da Prefeitura, as principais fontes de renda são a mandiocultura e as fábricas de farinha. Mas, sem chuvas, o setor foi obrigado a paralisar as atividades e os trabalhadores ficaram desempregados. Neste cenário, os moradores da área rural estão migrando para a cidade, onde já não há mais postos de trabalho suficientes. Segundo o prefeito, o cenário é de uma grande "convulsão social". "Mas estamos próximos da população, recebendo cobranças diariamente. Porém, os recursos para atendê-la estão distantes, em Brasília", conta.

Atualmente, cerca de 50% dos recursos públicos do município estão comprometidos com a folha de pagamento dos funcionários. O desafio é atrair pequenos e médias empresas que possam criar postos de trabalho.

Início de trabalho
"Muitos estão investidos de primeiro mandato e enfrentam situações graves, ampliadas pelo componente da seca"
Francisco AguiarPresidente do TCM
"Reduzimos o quadro em 900 pessoas. Decidimos inserir dois expedientes no funcionalismo para melhorar o serviço"

Ronaldo Sampaio Gomes de MattosPrefeito do Crato
Mais informações:
Seminário Prefeitos Ceará 2013 Cenários de Desafios e Oportunidades. Datas: 12 e 13 de abril, no Centro de Eventos
(85) 3433.7684/ 3433.7685

ILO SANTIAGO JR./YAÇANÃ NEPONUCENASUBEDITOR/ REPÓRTER

Dívidas são maior problema no Cariri
Juazeiro do Norte. Prefeitos do Cariri ainda sentem a necessidade de sanar problemas relacionados às administrações anteriores, principalmente no tocante às dívidas "herdadas", conforme os gestores. Para isso, têm aderido a alternativas como o corte de cargos e atividades em vários setores da administração. Em alguns casos, as tentativas de adequações das novas administrações têm levado alguns gestores a enfrentarem a insatisfação dos servidores. Para conter gastos, foram realizados vários cortes nos primeiros dias de governo.

Hospital São Lucas, com dívida de R$ 600 mil, quase ficou sem oxigênio. Prefeito de Juazeiro reduziu próprio salário para equacionar contas FOTO: ELIZÂNGELA SANTOS
No caso de Juazeiro do Norte, professores ameaçaram, no começo da administração, de entrar em greve, por conta de cortes nos pagamentos. O problema se arrasta até hoje e o oxigênio fornecido ao Hospital São Lucas, esteve na iminência de faltar, para a UTI Neonatal.

Somente as dívidas com oxigênio chegam a mais de R$ 600 mil, sem licitação, conforme Raimundo Macedo. "Houve ameaça de suspensão do abastecimento e tivemos que entrar na Justiça, para não ficar sem o oxigênio", diz o prefeito.

Setores como educação, saúde e até a merenda escolar já foram sacrificados em algumas administrações. Em Crato, as escolas voltam a ser reabastecidas, com o fim do processo licitatório. As economias feitas pelo prefeito local, Ronaldo Sampaio Gomes de Mattos, são utilizadas para a realização de serviços imediatos. Nos dois maiores municípios da região, que chegaram a decretar estado de emergência, as diversas alternativas fizeram com que houvesse corte na folha do funcionalismo.

Corte de custos
Em Crato, por exemplo, segundo o prefeito, foram reduzidos no quadro de pessoal 900 funcionários. De 4.600 para 3.700. Ele ainda destaca que priorizará a valorização do quadro efetivo, e, no máximo, contratará 300 comissionados. Uma das recomendações do Ministério Público, em Crato, foi o impedimento de novas contratações.

O prefeito, para possibilitar melhores serviços, decidiu inserir dois expedientes para o funcionalismo, ao invés de um corrido. Em Juazeiro, o prefeito Raimundo Macedo afirmou que existe um desarranjo administrativo sem precedentes. No início de sua administração foi divulgado um balancete das dívidas herdadas segundo ele, pela administração, de cerca de R$ 71 milhões, com folha de pagamento atual de mais de R$ 12 milhões.

Em Crato, o prefeito afirma que as dívidas chegaram a R$ 35,6 milhões, fora outros setores, como a Sociedade Anônima de Água e Esgotos (Saaec), onde estavam sendo realizados levantamentos das dívidas.

Antecessores negam
Em ambos os municípios, os gestores anteriores negam a realidade divulgada pelos atuais prefeitos. No caso do Crato, Samuel Araripe disse que entregou a administração da cidade com R$ 9 milhões em projetos, alguns deles, as parcelas estavam sendo repassadas ao município.

Raimundo Macedo disse que chegou a dispensar cargos de subsecretários, subprefeituras, além de reduzir os salários dos secretários, do prefeito e do vice-prefeito e reduzir secretarias. O seu, segundo ele, foi reduzido de R$ 25 mil para R$ 15 mil.

Para Macedo, a alternativa é o parcelamento de dívidas. Ele tem negociado prazos com fornecedores, além de acompanhar os gastos. O prefeito do Crato contou que uma das principais preocupações foi começar o ano, pagando os salários de dezembro dos servidores.

Solução
"A alternativa tem sido parcelar as dívidas como a da Previdência Social, de R$ 35 milhões, e mais R$ 12 milhões do Pasep"

Raimundo MacedoPrefeito de Juazeiro do Norte
ELIZÂNGELA SANTOSREPÓRTER

FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1250795

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Se depender da Justiça, nem todos os prefeitos chegarão ao fim da gestão



Se depender da Justiça, nem todos os prefeitos chegarão ao fim da gestão



Prestes a empossar 5.568 prefeitos e 57.377 vereadores, o Brasil verá em 2013 a repetição de um fenômeno que só ocorre por causa da grande quantidade de processos que tramitam na Justiça Eleitoral. Assumem hoje representantes com futuro incerto nos cargos, devido a questionamentos nas varas e cortes eleitorais que ainda não têm decisão. Repetindo a tradição de disputas anteriores, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa pelo menos 780 processos de prazo e desfecho indefinidos. Do total, 404 tratam de casos enquadrados na Lei da Ficha Limpa. Mas o número de políticos sub judice é muito maior em todo o país, já que vários processos ainda estão sendo apreciados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs).

Em 12 municípios, já estão marcadas eleições suplementares porque os prefeitos eleitos foram impedidos pela Justiça de tomar posse. Nesses casos, o escolhido pela população concorreu com o registro negado, mas amparado por recursos que, ao fim do trâmite processual, acabaram barrados pelo TSE. Enquanto o novo pleito não ocorre, o presidente da Câmara Municipal exerce a função. Santa Catarina é, por ora, o estado com mais cidades que terão eleições fora de época, com quatro casos. 


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