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terça-feira, 6 de dezembro de 2022

Diplomação: Confira o que falta para Lula assumir a presidência do Brasil

A cerimônia de diplomação é o momento em que o TSE formaliza os candidatos eleitos por voto popular da maioria dos brasileiros

POR NOTÍCIAS AO MINUTOO presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) terão sua vitória formalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na próxima segunda-feira, 12, às 14h, por meio da cerimônia de diplomação. O evento foi adiantado pela equipe do petista, mas ainda há o receio tanto no entorno de Lula quanto nos tribunais superiores de que haja tumulto no dia causado por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), assim como aconteceu em Washington em 2021, quando apoiadores de Donald Trump tentaram impedir a certificação da eleição de Joe Biden no Capitólio.

A cerimônia de diplomação é o momento em que o TSE formaliza os candidatos eleitos por voto popular da maioria dos brasileiros. Durante o evento, tanto o ex-presidente Lula quanto o ex-governador Alckmin irão receber diplomas assinados pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, que confirmam sua vitória. A chapa venceu com mais de 60 milhões de votos, ante 58,2 milhões de votos recebidos por Bolsonaro. Essa foi a margem mais apertada de votos desde a redemocratização.

A diplomação é a etapa final de um processo que se inicia com o término do pleito, a apuração dos votos e passados os prazos de questionamento e de processamento do resultado das eleições. Para receber a confirmação, a chapa Lula-Alckmin ainda precisa ter sua prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral.

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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Temer deixa presidência com rejeição recorde e legado de reformas pendentes

Michel Temer
Michel Temer entregará o poder amanhã a Jair Bolsonaro e deixará a política com uma taxa de rejeição histórica e um legado de profundas reformas, mas também com contas pendentes na Justiça.

O governante, de 78 anos, anunciou que neste dia 1º de janeiro, ao passar a faixa presidencial a Bolsonaro, porá fim à sua vida pública, da qual despede-se com uma taxa de aprovação de 9%, a menor da história recente, apesar de quase a ter duplicado nas últimas semanas, nas quais saiu dos 5% que manteve como média.

A taxa de rejeição de sua gestão, também histórica, beira 80%, enquanto quase 10% a considera “regular”.

Mesmo assim, Temer foi durante as últimas décadas um dos políticos mais influentes do país, manteve uma cadeira no Congresso desde 1994, presidiu três vezes a Câmara dos Deputados e liderou o MDB ao longo de 15 anos.

Em 2010 aceitou acompanhar Dilma Rousseff como candidato a vice-presidente, com quem ganhou as eleições daquele ano e as de 2014, mas nesse segundo mandato a relação com a governante se rompeu no meio de um crescente mal-estar social.

Temer formalizou seu divórcio político de Dilma em uma explosiva carta que divulgou no final de 2015, na qual disse sentir-se como um mero “acessório” e um vice-presidente “decorativo”.

O emedebista passou então a engrossar uma oposição que já articulava um processo de cassação contra Dilma por irregularidades fiscais e que conseguiu maioria na Câmara e no Senado para finalmente destituir a primeira presidente do Brasil.

Temer a substituiu interinamente em maio de 2016, quando Dilma sofreu sua primeira derrota no processo de destituição, e de forma definitiva em agosto daquele ano, quando a governante perdeu o cargo.
A maioria parlamentar formada para tirar Dilma se dobrou a favor de Temer, que revelou então sua faceta reformista e sua intenção de “mudar o país”, mesmo que fosse à custa da sua própria imagem.

O então novo presidente impulsionou impopulares reformas que estabeleceram limites para o gasto público para as próximas duas décadas, alterou a legislação trabalhista para satisfazer os empresários e implantou um regime que abre a porta a uma informalização total e a uma consequente precarização do trabalho.

Temer se justificou dizendo que herdou o governo no meio de uma aguda recessão, que entre 2015 e 2016 causou uma queda de quase sete pontos percentuais do PIB, e em que era necessário “modernizar” a legislação e também reduzir o tamanho do Estado, sem valer-se de populismos.
Os atos populistas são irresponsáveis porque produzem um bom efeito (de imagem) amanhã, mas um desastre depois de amanhã”, repetiu várias vezes, para explicar a impopularidade que marcou sua gestão.
Em meados de 2017 preparava-se para consumar sua maior reforma, a da previdência, com a qual buscava recuperar um sistema virtualmente quebrado, mas o enorme apoio que tinha no Congresso se esfumou de um dia para o outro com graves denúncias de corrupção.

O presidente foi denunciado por vínculos fraudulentos com a empresa JBS e se transformou no primeiro governante brasileiro em exercício que foi alvo não de uma, mas de duas denúncias formais por parte da Procuradoria-Geral da República.

No entanto, o mesmo Congresso que já tinha dado as costas ao seu programa de reformas impediu sua perda de imunidade e, pelo menos enquanto estivesse no cargo, lhe livrou dos tribunais.

A partir desse momento, seu governo começou a esmorecer e seu ímpeto reformista se apagou com o tempo, o que causou uma virtual paralisia de um Executivo que passou a ser quase “decorativo”, assim como o próprio Temer sentia-se quando ainda era vice de Dilma.

O presidente ficou só, até o ponto em que para as eleições de outubro, vencidas por Bolsonaro, o governante MDB apresentou como candidato o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que manteve Temer e sua impopularidade afastada da sua campanha.

Há dez dias, nos estertores do seu governo, Temer foi denunciado novamente por um decreto que assinou em 2017 e que teria favorecido ilegalmente uma empresa do setor portuário.

As duas denúncias anteriores e esta nova estavam na órbita do Supremo Tribunal Federal (STF), mas uma vez que Temer deixe seu cargo lhe esperarão em tribunais de primeira instância.
Não tenho a menor preocupação com isso”, disse há duas semanas, quando garantiu que sua consciência está “tranquila” e que provará que é inocente com seu próprio escritório de advogados, ao qual se reintegrará após uma vida dedicada à política.
Com informações UOL Noticias

sábado, 24 de novembro de 2018

Mourão deve assumir a Presidência durante duas semanas após cirurgia de Bolsonaro

General Hamilton Mourão
Com o adiamento da cirurgia do presidente eleito,Jair Bolsonaro , para depois da posse no dia 1º de  janeiro, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão , deverá assumir a Presidência  por pelo menos duas semanas, tempo médio para recuperação da operação de retirada da bolsa de colostomia. A cirurgia foi adiada após Bolsonaro passar por exames na sexta-feira, que indicaram  inflamação do peritônio (membrana da parede do abdome). Inicialmente, a nova cirurgia estava prevista para 12 de dezembro, com tempo suficiente para a recuperação total antes da posse.

Ao longo da campanha, após algumas declarações do candidato a vice consideradas desastradas pela cúpula da campanha, Bolsonaro pediu para que o então colega de chapa evitasse polêmicas.

Mourão chegou a sugerir uma nova Constituição escrita por notáveis, disse que famílias apenas com mãe e avó eram “fábricas de desajustados” e que o 13º salário pago aos trabalhadores é uma “jabuticaba”, numa crítica de que só aconteceria no Brasil.

Com o adiamento, não há previsão de quando a nova cirurgia ocorrerá. Bolsonaro voltará ao Albert Einstein para uma nova avaliação médica em janeiro, quando será marcada a operação.

Os médicos calculam que, assim que for operado, Bolsonaro terá de ficar pelo menos cinco dias hospitalizado novamente no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Inicialmente, numa Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Depois, permanecerá cerca de dez dias em casa.

No início de novembro, Bolsonaro afirmou que, por conta da cirurgia, a data para a primeira viagem internacional como presidente eleito, que seria ao Chile, ainda não havia sido definida. Não há um novo cronograma sobre a agenda de compromissos no exterior.

Bolsonaro ficou 24 dias internado após ter passado pela primeira cirurgia, ainda em Juiz de Fora, depois de ser atingido por uma facada durante ato de campanha. 
Com informação do Jornal O Globo

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Rosa Weber assume a presidência do TSE até 2020

A ministra Rosa Weber tomou posse na noite desta terça-feira (14) como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Rosa Weber também é integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).

Responsável pela condução das eleições deste ano, a magistrada assume a presidência do TSE na véspera da data-limite para registro das candidaturas. O mandato de Rosa Weber no TSE se encerra em maio de 2020, quando ela completará o período máximo de quatro anos que pode permanecer no tribunal.

A solenidade de posse de Rosa Weber foi aberta por volta das 20h20 desta terça pelo ministro Luiz Fux, que passou os últimos seis meses no comando do TSE. Logo em seguida, foi executado o Hino Nacional.

Logo depois, a nova presidente do TSE foi à tribuna prestar o compromisso para o cargo.

Após assinar o termo de posse, Rosa Weber empossou o novo vice-presidente da Corte eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, que também é integrante do STF.

Rosa Weber empossou ainda o ministro Jorge Mussi como corregedor-geral da Justiça Eleitoral. Mussi é magistrado do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O TSE é formado por sete ministros, sendo três do STF (um deles sempre preside o tribunal eleitoral), dois do STJ (um é escolhido para a corregedoria eleitoral) e dois advogados indicados pelo presidente da República.

Homenagem

Representando os integrantes do TSE, o ministro Tarcísio Vieira fez um discurso em homenagem aos novos magistrados da Corte eleitoral. Vieira afirmou que, quando foi convidado para falar em nome do tribunal, Rosa Weber pediu uma manifestação rápida e discreta.

No discurso, o ministro destacou que a nova presidente do TSE comandará eleições “complexas” e “desafiadoras” já nos primeiros meses de mandato.

“Sorte por assumir o TSE às vésperas de complexas e desafiadoras eleições gerais de 2018, em meio a uma crise econômica de fôlego e em ambiente de desapontamento com a política, principalmente entre os jovens. Terá a seu lado o predestinado ministro Luís Roberto Barroso, que não medirá esforços para coroar de êxito a administração”, discursou Vieira.

Perfil

Gaúcha de Porto Alegre, Rosa Maria Pires Weber nasceu em 2 de outubro de 1948. Ela ingressou na magistratura trabalhista em 1976, como juíza substituta no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul).

Em 1981, foi promovida ao cargo de juíza-presidente, que exerceu sucessivamente nas Juntas de Conciliação e Julgamento de Ijuí, Santa Maria, Vacaria, Lajeado, Canoas e Porto Alegre.

Ela chegou ao cargo de juíza do TRT em 1991, tribunal que presidiu entre 2001 e 2003, após ter sido corregedora regional.

Rosa Weber também foi professora da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), entre 1989 e 1990, nas disciplinas de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho.

A nova presidente do TSE foi convidada para atuar no TST em maio de 2004, tendo sido efetivada como ministra da Corte trabalhista dois anos depois.

Em dezembro de 2011, Rosa Weber tomou posse como ministra do STF após ter sido indicada para a Suprema Corte pela então presidente Dilma Rousseff.

Com informação do Estadão

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Lula pode concorrer à Presidência mesmo preso em Curitiba? Entenda

Ex-presidente foi oficializado neste sábado (4) como candidato do PT. Especialistas ouvidos pelo G1 explicam possibilidades jurídicas da decisão. TSE só avaliará registro da candidatura após dia 15.
O ex-presidente Lula acena para apoiadores
da janela do Sindicato dos Metalúrgicos,
em São Bernardo, antes de ir para a prisão,
 em 7 de abril (Foto: Nelson Antoine/AP)
POR G1
Depois de ter oficializado neste sábado (4) em convenção nacional o nome de Luiz Inácio Lula da Silva como candidato a presidente, o PT tentará agora registrar a candidatura, embora o ex-presidente esteja preso desde 7 de abril em Curitiba.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) somente analisará a candidatura de Lula após o próximo dia 15, prazo final para registro das chapas na Justiça Eleitoral pelos partidos.

O ex-presidente cumpre pena em razão de condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex em Guarujá (SP).

A Lei da Ficha Limpa impede a candidatura de condenados por decisão colegiada, ou seja, tomada por mais de um julgador. É o caso de Lula, condenado por uma das turmas de desembargadores do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4).

Na última quarta (1º), o presidente do TSE, ministro Luiz Fux, afirmou que há uma "inelegibilidade chapada" (evidente, notória) na candidatura de Lula.

A defesa de Lula tentará obter na Justiça Eleitoral uma autorização para o petista concorrer “sub judice” (com a candidatura pendente de julgamento).

Segundo a legislação eleitoral, os partidos têm até 17 de setembro – 20 dias antes do primeiro turno da eleição – para, eventualmente, substituir um candidato.

O G1 ouviu Marcelo Ribeiro, ex-ministro do TSE, e Francisco Emerenciano, advogado com atuação no TSE e especialista em direito eleitoral, sobre as consequências e as possibilidades jurídicas da candidatura de Lula à Presidência. Veja abaixo perguntas e respostas.

G1 - Lula está automaticamente inelegível com a condenação em segunda instância?

quinta-feira, 8 de março de 2018

PDT lança pré-candidatura de Ciro Gomes à presidência

 "Ouvimos nossa base, discutimos o futuro do país e chegou a hora de mostrar nossa cara para 2018", disse o presidente nacional da legenda, Carlos Lupi
© Roosewelt Pinheiro/ABr
executiva ampliada do PDT se reúne nesta quinta-feira (8), na sede nacional do partido, em Brasília, para discutir rumos e prováveis nomes que disputarão as eleições de outubro. No encontro, o nome de Ciro Gomes foi confirmado como pré-candidato à presidência da República pela legenda.

De acordo com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, a reunião desta quinta foi uma grande demonstração de unidade e confirmou a candidatura própria do partido à presidência da República. Desde 2006, a sigla não disputa o cargo.

“Trabalhamos pesado neste último ano, percorrendo todos os estados brasileiros. Ouvimos nossa base, discutimos o futuro do país e chegou a hora de mostrar nossa cara para as eleições de 2018. Vamos disputar cargos majoritários em quase todos os estados – e no Distrito Federal – e teremos o nome de Ciro para nos representar na corrida ao Palácio do Planalto”, afirmou Lupi.

Nessa quarta-feira (7), Ciro se pronunciou sobre os cenários para as próximas eleições. Ele duvidou da candidatura de Michel Temer, "por indigência eleitoral aguda", e fez afago no ex-presidente Lula. "Faz 16 anos que ajudo Lula, melhor que qualquer retórica é o testemunho de vida", disse. "Se isso não falar por si, é porque há muita intriga tentando desfazer uma realidade de vida", completou.

O presidenciável do PDT, que não tem pontuado de forma expressiva nas últimas pesquisas de intenção de voto, também disse acreditar que, sem o petista, cinco candidatos têm chances de crescimento: ele, Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia, Jair Bolsonaro e Marina Silva.

O presidente do PDT informou que tem conversando com as demais forças progressistas do país e que, em breve, um cenário mais concreto será validado.

“É hora de conversar, reunir quem pensa como a gente, apresentar o nome de Ciro e suas propostas para o Brasil. Acredito que temos o melhor projeto e o nome mais preparado para conseguir tirar o país da estagnação e destas medidas retrógradas que temos acompanhando com o ilegítimo governo de Temer. Ciro é um homem íntegro, competente e não tem seu nome sequer mencionado na vala comum que atinge a política brasileira, com casos de corrupção por todos os lados”, disse Lupi.
FONTE: NOTÍCIAS AO MINUTO

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Se Temer cair, quem assume a Presidência?

© Reuters
Confira algumas respostas para entender o que pode acontecer no cenário político

POR NOTÍCIAS AO MINUTO
Após a revelação dos delatores Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, de que o presidente Michel Temer teria dado aval para comprar o silêncio de Eduardo Cunha, a situação ficou ainda mais tensa na política brasileira. Oposição e até aliados do peemedebista pedem a renúncia de Temer. 

Confira algumas respostas para entender o que pode acontecer caso Temer deixe o cargo.
O QUE ACONTECE SE MICHEL TEMER DEIXAR A PRESIDÊNCIA?
Nos dois anos finais do mandato, a Constituição prevê eleição indireta em caso de dupla vacância, ou seja, queda do presidente e do vice por renúncia, afastamento ou morte.
QUEM ASSUMIRIA?
O primeiro na linha sucessória é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) -depois vêm o do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e a do STF, Cármen Lúcia. Maia teria 30 dias para convocar uma eleição indireta.
QUEM ELEGERIA?
Os 513 deputados e 81 senadores, em sessão bicameral, com voto aberto e peso igual para todos.
QUEM PODERIA SE CANDIDATAR?
A Constituição não especifica se as regras de elegibilidade (ser brasileiro, ter 35 anos ou mais, filiado a um partido etc.) se aplicam num pleito indireto. Alguns especialistas defendem que se siga o roteiro geral. Outros, que essas normas não valem aqui. Caberia ao Congresso definir.
MAGISTRADOS PODERIAM VIRAR PRESIDENTE?
Para a turma que aponta buracos na Constituição sobre quem é elegível, sim. Numa eleição direita, só pode se candidatar quem se descompatibilizar do cargo seis meses antes do pleito.
DIRETAS JÁ É ALGO POSSÍVEL?
Seria preciso aprovar uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para alterar as atuais regras do jogo. Já há iniciativa afim no Congresso, de Miro Teixeira (Rede-RJ).
TEMER PODE SER DENUNCIADO?
Sim, se a Procuradoria-Geral entender que houve crime no mandato atual. Mas a denúncia só chegaria ao STF com autorização de dois terços da Câmara (crimes de responsabilidade, caso de Dilma, também passam pelo Senado). O rito não é ágil. Com informações da Folhapress.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Candidatura de Lula à Presidência será lançada no início de 2017

© Reuetrs / Claudia Daut

A teria teria dois objetivos principais: aproveitar a baixa popularidade do governo Temer e reforçar a defesa jurídica de Lula.

Aproveitando a baixa popularidade do governo Temer, o PT pretende lançar a pré-candidatura de Lula à Presidência da República ainda no primeiro semestre de 2017, entre fevereiro e abril. O objetivo é, também, reforçar a defesa jurídica de Lula, réu em cinco processos penais sendo três deles provenientes da operação Lava jato.

Segundo o Estadão, a informação foi confirmada por integrantes do PT e do Instituto Lula. Ainda de acordo com o jornal, o ex-presidente teria acordado com a estratégia. A única dúvida seria, então, o melhor momento para anunciar a canditura.
Parte dos líderes da legenda defendem que o ex-presidente seja lançado como candidato logo em fevereiro, para antecipar possíveis condenações que possam impedir sua candidatura nas eleições presidenciais de 2018.
Defensores da ideia acreditam que como pré-candidato, Lula poderá se blindar de maneira parcial da força-tarefa da Lava Jato, em Curitiba. “A necessidade de condenar Lula cresce na medida em que ele assume protagonismo nas eleições de 2018”, afirmou Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do setorial jurídico do PT.
O 6.º Congresso Nacional do PT, marcado para abril, também pode ser outro cenário possível para lançar a candidatura de Lula. No entanto, o evento poderá ser adiado para maio.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Conselheiro de Dilma diz a Moro que mentiu à PF para ‘não destruir a Presidência’

FOTO: Roberto Stuckert Filho/ Divulgação
POR CEARÁ AGORA
Em seu primeiro depoimento diante do juiz da Lava Jato, o marqueteiro que atuou nas campanhas eleitorais de Lula (2006) e Dilma Rousseff (2010 e 2014) confessou que mentiu à Polícia Federal quando depôs aos investigadores em fevereiro deste ano, logo após ser preso pela Lava Jato, para ‘preservar’ a presidente afastada Dilma Rousseff (PT).
Na ocasião, o marqueteiro disse que recebeu valores em contas no exterior referentes a campanhas para as quais ele trabalhou em outros países e negou que o dinheiro tinha relação com campanhas no Brasil. João Santana e sua mulher e sócia Mônica Moura vinham atuando nos últimos anos em campanhas petistas, mas também em campanhas presidenciais em outros países, sobretudo na América Latina.
Nessa quinta-feira, 21, o casal negou sua própria versão inicial e admitiu ter recebido o caixa 2 de US$ 4,5 milhões para quitar uma dívida da campanha de Dilma de 2010. João Santana citou três fatores que, segundo ele, pesaram para que mentisse em seu primeiro depoimento à Polícia Federal: o psicológico (o ‘susto’ da prisão, e ele diz que não imaginava que seria preso), o “profissional” (queria manter o sigilo do contrato com o PT) e o “político”.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Pesquisa para presidência mostra Aécio com 26%, Lula, 20% e Marina, 19%

O instituto ouviu 2.810 pessoas em 172 municípios de todo o país nos dias 16 e 17 de dezembro

POLÍTICA DATAFOLHA



Uma pesquisa, realizada pelo instituto Datafolha, divulgada neste sábado (19) pelo jornal "Folha de S.Paulo", mostra os seguintes percentuais de intenção de voto em quatro simulações da corrida presidencial:

Cenário 1
Aécio Neves (PSDB): 26%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 20%
Marina Silva (Rede): 19%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Jair Bolsonaro (PP): 4%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Paes (PMDB): 1%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Nenhum: 14%
Não sabe: 5%
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FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/politica/169290/pesquisa-para-presidencia-mostra-aecio-com-26-lula-20-e-marina-19

domingo, 2 de agosto de 2015

Federação Paraguaia apoia Platini para presidência da Fifa


Candidatos à presidência da Fifa devem apresentar, por escrito, o apoio de pelo menos cinco associações nacionais de futebol até o dia 26 de outubro

Federação Paraguaia apoia Platini para presidência da Fifa

Por Notícias ao Minuto

A Associação Paraguaia de Futebol divulgou neste domingo que se ofereceu para ser um dos apoiadores oficiais da candidatura de Michel Platini para a presidência da Fifa, segundo carta enviada à Fifa e publicada pelo site oficial da entidade.

Para oficializarem sua candidatura, os candidatos à presidência da Fifa devem apresentar, por escrito, o apoio de pelo menos cinco associações nacionais de futebol até o dia 26 de outubro, quatro meses antes da eleição.

"A Associação Paraguaia de Futebol (APF) tem a honra de oferecer oficialmente o seu apoio à candidatura de Michel Platini à presidência da Fifa", disse a associação em carta endereçada ao secretário-geral da entidade, Jerome Valcke.

O ex-craque francês e presidente do órgão máximo do futebol europeu, a Uefa, é o favorito neste início de campanha para substituir Sepp Blatter no comando da Fifa.

O sul-coreano Chung Mong-joon, o ex-astro brasileiro Zico e o presidente da federação da Libéria, Musa Bility, também anunciaram que irão concorrer à disputa presidencial em fevereiro. Entre eles, Zico afirmou que poderá ter dificuldade para arregimentar cinco apoiadores oficiais.

Atual presidente da Fifa, Blatter foi reeleito para um quinto mandato na entidade no dia 29 de maio. Mas quatro dias depois entregou seu cargo, justamente porque a entidade máxima do futebol mundial se viu envolvida em uma série de escândalos, vivendo a pior crise de sua história.

As eleições da Fifa estipulam que cada um dos seus 209 membros tenha direito a um voto na disputa. Com informações do Estadão Conteúdo.

FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/esporte/124628/federa%C3%A7%C3%A3o-paraguaia-apoia-platini-para-presid%C3%AAncia-da-fifa#.Vb-LMvNViko

quarta-feira, 15 de julho de 2015

PMDB confirma que terá candidato próprio à Presidência em 2018


Vice-presidente da República e presidente do PMDB Michel Temer discursa para membros do partdo em BrasíliaO PMDB terá candidato próprio na eleição presidencial de 2018, confirmaram nesta quarta-feira lideranças do partido em Brasília.
"O que foi estabelecido é que o PMDB será cabeça de chapa", disse a jornalistas o presidente da legenda e vice-presidente da República Michel Temer, após lançamento em Brasília de plataforma digital da Fundação Ulysses Guimarães, vinculada ao partido.
Segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), o PMDB tem uma aliança com o PT "estratégica e circunstancial", que deveria ocorrer em torno de um programa.
"Mas o PMDB desde logo está deixando claro, absolutamente claro que vai ter um projeto de poder, que vai ter um candidato competitivo à Presidência da República", disse ao ser perguntado sobre uma candidatura própria do partido em 2018.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Conheça a equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato

PRESIDÊNCIA

Conheça a equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato

10h12 | 01.01.2015

Lista de 39 ministros inclui nomes novos e outros que já atuavam na gestão da chefe do Executivo


Ministério da Fazenda - Joaquim Levy
Engenheiro naval e doutor em economia, com experiência tanto no mercado financeiro quanto no setor público, Joaquim Levy ocupou cargos no governo federal e no governo do estado do Rio de Janeiro. De 2003 a 2006, foi secretário do Tesouro Nacional no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também vice-presidente de Finanças e Administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Desde 2010, estava no Bradesco.
Ministério da Integração Nacional - Gilberto Occhi
Ministro das Cidades de março a dezembro de 2014, Gilberto Occhi é formado em direito, tem pós-graduação nas áreas de finanças, mercado financeiro e gestão empresarial. É funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal desde 1980, onde ocupou os cargos de vice-presidente de Governo e de superintendente nacional da Região Nordeste.
Ministério de Minas e Energia - Eduardo Braga
Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas, Eduardo Braga já foi vereador, deputado federal, prefeito de Manaus, governador do Amazonas por dois mandatos e senador pelo mesmo estado. Este ano, disputou novamente as eleições para o governo estadual, mas foi derrotado. Desde 2012, era líder do governo Dilma Rousseff no Senado.
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - Nelson Barbosa
Ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, o economista Nelson Barbosa também integrou a equipe econômica dos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De 2004 a 2006, trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Ministério da Previdência Social - Carlos Gabas
Formado em Ciências Contábeis e servidor de carreira do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Carlos Gabas já foi comandou a pasta entre março de 2010 e janeiro de 2011. Atualmente, estava na secretaria-executiva do ministério.
Secretaria de Aviação Civil - Eliseu Padilha
Advogado e empresário, o deputado federal Eliseu Padilha foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso de 1997 a 2001. Antes, foi secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Rio grande do Sul. Eleito pela primeira vez deputado federal em 1994, ele está no quarto mandato. É um dos políticos do PMDB mais próximos do vice-presidente da República, Michel Temer.
Ministério da Pesca e Aquicultura - Helder Barbalho
Formado em administração, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho e da deputada federal Elcione Therezinha Zahluth. Natural de Belém, Helder tentou eleger-se governador do Pará pela primeira vez este ano, mas perdeu para Simão Jatene. Já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Ananindeua.
Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - Nilma Lino Gomes
Primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade federal, Nilma Lino Gomes é reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab) desde 2013. Mineira de Belo Horizonte, Nilma é pedagoga, mestra em educação e doutora em antropologia social.
Secretaria de Portos - Edinho Araújo
Advogado e professor, Edinho Araújo está no terceiro mandato de deputado federal e foi novamente eleito em 2014. Começou a vida pública como prefeito de sua cidade natal, Santa Fé do Sul, em São Paulo, e foi também duas vezes prefeito de São José do Rio Preto. Na Câmara dos Deputados, foi vice-líder do PMDB.
Secretaria de Relações Institucionais - Pepe Vargas
Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário entre 2012 e março de 2014 e deputado federal, Pepe Vargas é formado em medicina e começou a trajetória política como militante no movimento estudantil. Seu primeiro cargo eletivo foi o de vereador de Caxias do Sul em 1988. Foi deputado estadual e duas vezes prefeito de Caxias do Sul. Em 2006, 2010 e 2014 foi eleito deputado federal.
Secretaria-Geral da Presidência - Miguel Rossetto
Um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o sociólogo Miguel Rossetto deixa o Ministério do Desenvolvimento Agrário, pasta que comandou também no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre setembro e novembro de 2014, Rosseto afastou-se da pasta para integrar a coordenação da campanha de Dilma à reeleição. Já foi vice-governador do Rio Grande do Sul, na gestão Olívio Dutra, e de deputado federal em 1994.
Ministério dos Transportes - Antonio Carlos Rodrigues
Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, o vereador Antonio Carlos Rodrigues é suplente da senadora Marta Suplicy, vaga que ocupou entre 2012 e novembro deste ano. Advogado e procurador, Rodrigues começou a vida pública na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e já trabalhou na Assembleia Legislativa de São Paulo e nos governos municipal e estadual.
Ministério do Turismo - Vinicius Lages
Engenheiro agrônomo e doutor em economia do desenvolvimento com especialização em economia de serviços, turismo e desenvolvimento de negócios, Vinicius Lages continuará no comando do Ministério do Turismo, cargo que ocupa desde março de 2014. Antes, ocupava a gerência da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae.
Advocacia-Geral da União - Luís Inácio Adams
Formado em direito e especialista em direito tributário, Luís Inácio Adams comanda a Advocacia-Geral da União desde 2009. Já atuou como procurador regional da União da 4ª Região, em Porto Alegre, foi consultor jurídico e secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Foi também procurador-geral da Fazenda Nacional entre 2006 e 2009.
Secretaria de Assuntos Estratégicos - Marcelo Neri
No comando da secretaria desde março de 2013, Marcelo Neri foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre 2012 e 2014. É PhD em economia pela Universidade de Princeton, mestre e bacharel em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professor de doutorado, mestrado e graduação da Fundação Getulio Vargas. É pesquisador de políticas sociais, educação e microeconometria, além de atuar na avaliação de políticas sociais.
Secretaria de Comunicação Social -Thomas Traumann
Jornalista pela Universidade Federal do Paraná, Traumann coordenou a assessoria de imprensa do ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e foi assessor especial da Secretaria de Comunicação Em 2012, foi nomeado porta-voz da Presidência da República, cargo que acumula com a chefia da pasta. Antes de entrar no governo, Traumann trabalhou no jornal Folha de S.Paulo e nas revistas Veja e Época. Também dirigiu assessorias de comunicação corporativa de algumas empresas como a FSB Comunicações e a Llorente & Cuenca.
Secretaria de Direitos Humanos - Ideli Salvatti
Natural de São Paulo e licenciada em física, Ideli construiu sua carreira política em Santa Catarina. Senadora entre 2003 e 2011, ela cumpriu dois mandatos como deputada estadual e concorreu ao governo de Santa Catarina em 2010, terminando em 3º lugar. Atual ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli comandou o Ministério da Pesca e Aquicultura, de janeiro a junho de 2011, e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, onde ficou até março deste ano.
Secretaria da Micro e Pequena Empresa - Guilherme Afif Domingos
O empresário Guilherme Afif Domingos comanda a secretaria desde sua criação em 2013. Vice-governador de São Paulo entre 2011 e 2014, eleito na chapa de Geraldo Alckmin, o ministro é formado em administração de empresas. Já foi deputado federal constituinte, ex-presidente do Conselho do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e por duas vezes presidente da Associação Comercial de São Paulo. Também presidiu o Banco de Desenvolvimento do Estado de São Paulo (Badesp) e foi secretário estadual de Agricultura e Abastecimento (1980-1982), de Emprego e Relações do Trabalho (2007-2010) e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia até abril de 2011.
Secretaria de Políticas para as Mulheres - Eleonora Menicucci
Formada em ciências sociais, doutora em ciência política e pós-doutora em saúde e trabalho das mulheres e livre docência em saúde pública, Eleonora é professora titular (licenciada) de saúde coletiva na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Filiada ao PT, a mineira de Lavras combateu a ditadura militar em alguns momentos ao lado da presidenta Dilma Rousseff. Por essa luta, passou quase três anos na cadeia, em São Paulo, de 1971 a 1973. Participou de conselhos, comissões e consultorias em políticas públicas e direitos das mulheres.
Gabinete de Segurança Institucional – José Elito Siqueiro
Responsável pelo Gabinete de Segurança Institucional durante o primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff, o general José Elito Carvalho Siqueira será mantido no cargo. Antes de assumir o cargo, José Elito foi chefe de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa e comandou a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) em 2006 e 2007. Também foi diretor de Recursos Humanos do Exército, de 2002 a 2004, comandante da Aviação do Exército, de 2000 a 2002, e da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, de 1999 a 2000. Nascido em Aracaju, em 1946, ingressou nas Forças Armadas aos 20 anos e graduou-se mestre e doutor em ciências militares.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Kátia Abreu
Senadora reeleita este ano para mais um mandato, Kátia Abreu (PMDB-TO) é presidenta da Confederação Nacional da Agricultura desde 2008, entidade de produtores rurais que agrega 27 federações estaduais e 2 mil sindicatos. Uma das parlamentares mais próximas de Dilma, Kátia Abreu integra a bancada ruralista no Congresso, tendo se posicionado de maneira contrária ao governo em temas polêmicos como a competência do Executivo para demarcar terras indígenas.
Banco Central - Alexandre Tombini
Presidente do Banco Central desde o primeiro ano do governo Dilma Rousseff, Alexandre Tombini será mantido no cargo no segundo mandato da presidenta. No BC, já atuou como diretor, chefe de departamento e consultor. Tombini também já fez parte da diretoria executiva do escritório brasileiro no Fundo Monetário Internacional.
Ministério das Cidades - Gilberto Kassab
Presidente nacional do PSD, Kassab foi prefeito de São Paulo de 2006 a 2012. Economista, engenheiro civil e empresário, o novo ministro das Cidades assumiu a prefeitura da capital paulista pela primeira vez após a renúncia de José Serra, de quem era vice-prefeito. Ele iniciou a vida política aos 25 anos, tendo passado pelos partidos políticos PL e o PFL (atual DEM) antes de fundar o PSD em 2011.
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Aldo Rebelo
Membro do PCdoB desde 1977 e ministro do Esporte no primeiro mandato de Dilma, Aldo Rebelo é jornalista e foi deputado federal eleito por cinco mandatos consecutivos (1989 a 2011). No Congresso, foi presidente da Câmara, líder do governo e relator do projeto que resultou no novo Código Florestal brasileiro. Rebelo também chefiou em 2004 a Secretaria de Coordenação Política e Assuntos Institucionais da Presidência e foi candidato derrotado a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Marta Suplicy (PT) em 2008.
Ministério das Comunicações - Ricardo Berzoini
Ex-presidente nacional do PT e deputado federal por quatro mandatos, Berzoini chefiará pela quarta vez uma pasta na Esplanada. À frente da Secretaria de Relações Institucionais desde o início de 2014, o petista já foi ministro da Previdência Social e do Trabalho no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Bancário, Berzoini iniciou sua militância no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, em 1985, e também foi secretário de imprensa da Central Única dos Trabalhadores.
Controladoria-Geral da União - Valdir Simão
Auditor de carreira da Receita Federal, Valdir Simão foi secretário-executivo da Casa Civil da Presidência desde o início de 2014. O novo ministro da CGU já assessorou a presidenta Dilma coordenando o Gabinete Digital da Presidência e presidiu o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), além de ter sido secretário de Fazenda do Distrito Federal.
Ministério da Cultura - Juca Ferreira
Juca Ferreira deixa a secretaria municipal de Cultura de São Paulo para assumir o cargo que já ocupou no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Idealizador dos Pontos de Cultura, o ministro foi também secretário-executivo da pasta entre 2003 e 2008. Formou-se em Ciências Sociais na França, um dos países por onde passou enquanto esteve exilado por nove anos durante a ditadura militar. Na campanha à reeleição de Dilma, coordenou o programa de cultura da candidata e também mobilizou artistas e grupos culturais para apoiá-la.
Ministério da Defesa - Jaques Wagner
Membro fundador do PT, o novo ministro da Defesa governou a Bahia por dois mandatos consecutivos. Deputado federal por dois mandatos, Wagner foi ministro de Relações Institucionais e coordenou a Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.
Ministério do Desenvolvimento Agrário - Patrus Ananias
Patrus Ananias comandou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome entre 2004 e 2010, quando foi formulado e implementado o Programa Bolsa Família. Ex-prefeito e ex-vereador de Belo Horizonte, o petista também foi deputado federal e candidato a governador de Minas Gerais em 1998 e a vice em 2010, perdendo nas duas ocasiões.
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Armando Monteiro Neto
Senador pelo PTB de Pernambuco, Armando Monteiro presidiu a Confederação Nacional da Indústria entre 2002 e 2010. O novo ministro, que vem de uma tradicional família de políticos pernambucanos, já teve passagens pelo PSDB e pelo PMDB. Na Câmara dos Deputados e no Senado, defendeu temas como geração de empregos, inovação tecnológica e fortalecimento das micro e pequenas empresas.
Ministério da Educação - Cid Gomes
Governador do Ceará por dois mandatos, Cid Gomes migrou do PSB para o PROS no final de 2013, quando o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, falecido em agosto do ano passado, se desligou do governo Dilma para concorrer às eleições presidenciais. Ex-prefeito de Sobral (CE) por duas vezes também foi consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. Cid é irmão de Ciro Gomes, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, em 1994, e da Integração Nacional, em 2003.
Ministério do Esporte - George Hilton
Deputado federal reeleito em 2014 para o seu terceiro mandato, o ministro que vai ficar responsável pela organização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro é filiado ao PRB de Minas Gerais. Ingressou na vida política pelo PST, elegendo-se deputado estadual de Minas Gerias em 1998 e reelegendo-se para o segundo mandato em 2002 pelo PL. Pelo PP, assumiu pela primeira vez o cargo na Câmara dos Deputados. Hilton é natural de Alagoinhas, na Bahia e é radialista, apresentador de televisão e teólogo.
Casa Civil - Aloizio Mercadante
Com experiência na militância política, no Legislativo e no governo, Mercadante vai continuar comandando o órgão responsável pela coordenação das ações do governo. Depois de ocupar os ministérios da Ciência e Tecnologia e o da Educação no governo Dilma, ele se tornou em 2014 uma das pessoas mais próximas da presidenta, sendo o ministro mais recebido por ela em audiências oficiais. Além de senador e deputado federal, Mercadante foi candidato derrotado à Vice-Presidência da República junto com Luiz Inácio Lula da Silva em 1994 e ao governo de São Paulo em 2006 e 2010.
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome- Tereza Campello
Economista que comanda a pasta desde o início do primeiro mandato de Dilma, Tereza Campello iniciou suas carreiras política e acadêmica no Rio Grande do Sul, onde participou das gestões petistas na prefeitura de Porto Alegre e no governo gaúcho. Na transição para o primeiro mandato de Lula, integrou a equipe que formulou o Programa Bolsa Família
Ministério da Justiça - José Eduardo Cardozo
Um dos ministros mais próximos da presidenta Dilma, Cardozo foi deputado federal por dois mandatos e um dos relatores do projeto de lei de iniciativa popular da Ficha Limpa. Advogado, professor universitário, procurador licenciado e ex-vereador de São Paulo, comanda o Ministério da Justiça desde o início do primeiro mandato da petista.
Ministério do Meio Ambiente - Izabella Teixeira
Bióloga e doutora em planejamento ambiental, Izabella Teixeira é funcionária de carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Foi secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente de 2008 a 2010 e subsecretária da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. Foi durante sua gestão no primeiro mandato de Dilma que ocorreu a aprovação do novo Código Florestal, a construção da Usina de Belo Monte, e quando o país registrou as menores taxas de desmatamento da Amazônia Legal.
Ministério das Relações Exteriores - Mauro Vieira
O novo chanceler volta ao Brasil após chefiar a embaixada brasileira nos Estados Unidos desde 2010 e, antes, na Argentina. Vieira é formado em direito pela Universidade Federal Fluminense e já serviu em representações no Uruguai, México e na França, além de ter atuado como chefe de gabinete do ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim.
Ministério da Saúde - Arthur Chioro
No comando da Saúde desde fevereiro de 2014, Chioro será mantido à frente da pasta. Mestre e doutor em saúde coletiva, já foi secretário municipal de Saúde nos municípios paulistas de São Bernardo do Campo e São Vicente. Também é pesquisador da área de Planejamento e Gestão em Saúde da Universidade Federal de São Paulo e já atuou como diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde entre 2003 e 2005.
Ministério do Trabalho e Emprego - Manoel Dias
Fundador do PDT, Manoel Dias começou a carreira política como líder estudantil no início dos anos 1960. Teve mandatos de vereador e deputado estadual de Santa Catarina cassados durante a ditadura militar. Além da criação do seu partido ao lado de Leonel Brizola, Manoel Dias também ajudou a refundar o Partido Trabalhista Brasileiro e a fundar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que posteriormente daria origem ao PMDB. Foi candidato a governador de Santa Catarina em 2006 e 2010, sem sucesso.
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FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

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