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terça-feira, 28 de abril de 2015

Brasileiro e outros sete condenados por tráfico de drogas são executados na Indonésia

MUNDO
Rodrigo Gularte é o segundo brasileiro morto por pelotão de fuzilamento no país este ano

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

O brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte, 42 anos, foi executado na Indonésia na tarde desta terça-feira (28) - madrugada de quarta-feira (29) no horário local -, segundo informações da agência Reuters e da emissora local TV One.
A informação foi confirmada à rede britânica BBC pelo advogado do paranaense. Gularte havia sido condenado à morte por tráfico de drogas. A pena foi executada por um pelotão de fuzilamento.
Pelotão responsável pelo fuzilamento de acusados de tráficos chegam à ilha na Indonésia.
(Foto: Divulgação)

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Indonésia protesta contra o que considera ato hostil do governo brasileiro

BRASIL

embaixador brasileiro em Jacarta, Paulo Soares, foi convocado pelo ministério indonésio para uma conversa dura

O governo da Indonésia protestou contra o gesto da presidenta Dilma Rousseff, que não recebeu as credenciais de seu novo embaixador designado para servir no Brasil, Toto Riyanto, em cerimônia realizada na manhã de hoje (20) no Palácio do Planalto. Além de publicar uma nota de repúdio em seu site oficial, o Ministério das Relações Exteriores da Indonésia convocou o embaixador brasileiro em Jacarta para “transmitir os termos mais fortes possíveis de protesto para o ato hostil do governo do Brasil” e também chamou Riyanto de volta ao país.

“A maneira pela qual o ministro das Relações Exteriores do Brasil [Mauro Vieira], de repente, informou o adiamento da apresentação de credenciais pelo embaixador da Indonésia designado para o Brasil, quando o embaixador já estava no palácio, é inaceitável para a Indonésia”, informou a chancelaria indonésia, acrescentando que Riyanto havia sido convidado formalmente para apresentar suas credenciais na cerimônia.

O embaixador brasileiro em Jacarta, Paulo Soares, foi convocado pelo ministério indonésio às 22h (13h em Brasília) para uma conversa dura, na qual foi demonstrada toda a insatisfação do governo local com o constrangimento vivenciado por seu representante no Brasil. Soares também recebeu uma nota oficial de protesto.
Toto Ryianto não foi recebido pela presidente Dilma (Foto: Divulgação)


“Como um Estado democrático soberano, com seu próprio soberano, sistema de Justiça independente e imparcial, nenhum país estrangeiro, nem partido, pode e deve interferir na implementação das leis vigentes da Indonésia dentro de sua jurisdição, inclusive na aplicação de leis para lidar com o tráfico de drogas”, ressaltou o governo indonésio por meio de nota.

Segundo o ministério da Indonésia, o embaixador Toto Riyanto, chamado de volta para Jacarta, voltará ao Brasil somente quando o governo brasileiro confirmar uma nova data para a apresentação de suas credenciais. As relações entre os dois países deterioraram-se depois da execução de Marco Archer, condenado à pena de morte por tráfico de drogas, fuzilado em 17 de janeiro. Atualmente, outro brasileiro, Rodrigo Gularte, condenado à morte pelo mesmo crime, aguarda o cumprimento da sentença.



FONTE: CORREIO

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Indonésia chama embaixador de volta

POR ATO 'INACEITÁVEL' DO BRASIL

21.02.2015

Relações entre os países ficaram estremecidas após a execução do brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira

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O diplomata Toto Riyanto esteve no Palácio do Planalto para repassar ao governo brasileiro a carta credencial, assim como outros novos cinco embaixadores
Brasília. O governo da Indonésia pediu que o embaixador no Brasil, Toto Riyanto, retorne imediatamente para o país. A medida significa um sinal de reprovação aos atos da presidente Dilma Rousseff (PT), que, ontem, recusou receber as credenciais do novo representante indonésio no Brasil.
As relações entre os dois países ficaram estremecidas após a execução do brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, fuzilado em janeiro, e a manutenção da pena de morte para outro brasileiro, Rodrigo Gularte. Os dois foram condenados à morte por tráfico de drogas.
Dilma explicou que antes de aceitar as credenciais do novo embaixador é necessário que haja uma evolução nas conversas entre as duas nações. A Indonésia, porém, reagiu convocando o embaixador do Brasil em Jacarta, Paulo Soares, para uma reunião hoje. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores da Indonésia classificou de "hostil" e "inaceitável" a atitude de Dilma.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Dilma recusa credencial de embaixador da Indonésia para atuar no Brasil

BRASIL

Toto Riyanto esteve no Palácio do Planalto para repassar ao governo brasileiro a carta credencial

A presidente Dilma Rousseff entrega credenciais a novos embaixadores que atuarão no Brasil(Elza Fiúza/Agência Brasil)
A presidente Dilma Rousseff entrega credenciais a novos embaixadores que atuarão no Brasil(Elza Fiúza/Agência Brasil)
A presidenta Dilma Rousseff não recebeu hoje (20) a carta credencial do novo embaixador da Indonésia no Brasil, Toto Riyanto. Com isso, ele não poderá representar a Indonésia em audiências ou solenidades oficiais no Brasil. Toto Riyanto esteve no Palácio do Planalto para repassar ao governo brasileiro a carta credencial, assim como os novos embaixadores da Venezuela, de El Salvador, do Panamá, do Senegal e da Grécia. A cerimônia foi encerrada sem a participação do indonésio.
“Achamos que é importante que haja uma evolução na situação para que a gente tenha clareza em que condições estão as relações da Indonésia com o Brasil. O que nós fizemos foi atrasar um pouco o recebimento de credenciais, nada mais que isso”, explicou a presidenta em entrevista após a cerimônia. Foi a primeira vez que ela conversou com jornalistas desde o fim de dezembro, antes de tomar posse do segundo mandato.
No dia 17 de janeiro, o brasileiro Marco Archer foi fuzilado na Indonésia, em cumprimento à pena de morte por tráfico de drogas. Após a execução, Dilma convocou o embaixador brasileiro na Indonésia, um ato diplomático que demonstrou a insatisfação do Brasil. Outro brasileiro condenado à pena de morte no país, Rodrigo Gularte, aguarda execução.
FONTE: CORREIO

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Equipe da Globo é deportada da Indonésia após execução de brasileiro

As relações diplomáticas entre os governos brasileiro e indonésio ficaram abaladas após a execução de Marco Archer
Marcio Gomes
Márcio Gomes apresentava o RJ TV antes de ser enviado como correspondente especial a Tóquio
FOTO: DIVULGAÇÃO TV GLOBO
O repórter Márcio Gomes enviado de forma especial à Indonésia e terminou deportado do país junto com o cinegrafista da emissora que o acompanhava após a morte de Marco Archer. Os dois, que são correspondentesbaseados em Tóquio, estavam na Indonésia para cobrir o caso do traficante brasileiro condenado à pena de morte depois de ser pegue com mais de 13 kg de cocaína no aeroporto de Jacarta.
De acordo com o Terra, os dois chegaram a ser detidos no sábado (17) na cidade de Cilacap e tiveram os passaportes retidos. Na segunda (19) Márcio Gomes e o cinegrafista foram transportados pela polícia da Indonésia para a capital Jacarta e de lá aguardaram em um hotel pelo voo para Tóquio. Eles estavam no país com vistos de turista.
Além da equipe da Globo, jornalistas da Folha de S.Paulo também foram ameaçados de deportação, mas conseguiram deixar o país sem maiores complicações. O Itamaraty não comentou o assunto.
Relações estremecidas entre Brasil e Indonésia
O embaixador do Brasil na Indonésia se apresentou na última segunda (19) no Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) após deixar imediatamente o país asiático em retaliação à decisão do governo de executar Marco Archer.
Trazer de volta o embaixador de um País “para esclarecimentos”, como fez o Brasil, é um gesto forte nas relações diplomáticas, sinal de que as relações entre os dois países estão “gravemente abaladas”.
FONTE: DN

domingo, 18 de janeiro de 2015

Indonésia pede respeito pelas leis locais após execuções

RESPOSTA A CRÍTICAS

Indonésia pede respeito pelas leis locais após execuções

10h58 | 18.01.2015

O procurador-geral indonésio reafirmou a política do país contra o tráfico de drogas

marco
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira foi executado no último sábado (17)
FOTO: REUTERS
Em entrevista a imprensa local neste domingo (18), o procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo, respondeu as críticas às execuções de seis réus - dos quais cinco eram estrangeiros - por tráfico de drogas. Prasetyo pediu que as leis indonésias sejam respeitadas pelas outras nações.
O nome dos executados eram Melisa Aprilia (Indonésia), Daniel Enemuo (nigeriano), Ang Kiem Soei (holandês), Tran Thi Bich Hanh (vietnamita), Namaona Denis (Nigéria) e Marco Archer Cardoso Moreira (Brasil). As execuções ocorreram em duas penitenciárias no centro da ilha de Java.
"Podemos entender a reação do mundo e dos países que tem cidadãos que foram executados. No entanto, cada país deve respeitar as leis que se aplicam em nosso país", disse ao jornal The Jakarta Globe.
Muhammad Prasetyo também reafirmou a pena de morte como forma de dissuadir o tráfico de drogas e delitos ligados ao narcotráfico. Segundo o procurador-geral, os condenados continuarão a receber a sentença. "Acho que se compreenderá que a pena de morte está vigente na Indonésia", declarou.
aceleração da segunda fase de execuções também foi anunciada por Prasetyo. "Não deve haver nenhum processo legal para ser concluído. Uma vez o tenhamos completado prepararemos as execuções tão em breve quanto for possível", declarou ao portal "Jpnn.com".
Após a confirmação da sentença, a presidente Dilma manifestou sua "consternação" e "indignação" com o caso. A líder do Executivo teve o pedido por clemência negado em telefonema ao presidente Joko Widodo na sexta-feira (16).
Apesar de ser considerado por muitos ativistas como esperança de mudança no país, Widodo decidiu apoiar a linha dura contra o narcotráfico afirmando que não concederia abrandamento da pena para os condenados por estes crimes.
Fuzilamento
A pena de morte na Indonésia é realizada por fuzilamento. O réu pode decidir entre ficar em pé ou sentado, e de ter ou não os olhos vendados. O pelotão de fuzilamento é composto por 12 pessoas, das quais três são armadas com fuzis carregados com munição real, enquanto os outros nove são carregados com espaços em branco. Os tiros são dados a uma distância de entre cinco e 10 metros.
Segundo a Anistia Internacional, na Indonésia, não houve execuções realizadas em 2014, mas pelo menos 20 são declaradamente previstas para 2015. Há pelo menos 130 pessoas sob sentença de morte no país.
FONTE: DN

Brasileiro morto na Indonésia não acreditava que seria fuzilado

MUNDO

Brasileiro morto na Indonésia não acreditava que seria fuzilado

Carioca fazia planos de voltar ao Rio de Janeiro
Executado no sábado (17), o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, acreditava que jamais fosse ser fuzilado. De acordo com o jornal 'Folha de São Paulo', o carioca fazia planos para o futuro em uma entrevista à publicação na última terça-feira (13). 

Voltar para o Rio de Janeiro era o principal objetivo do brasileiro que estava preso há 11 anos por tráfico de drogas. Archer tentou entrar em Jacarta, capital da Indonésia com 13,4kg de cocaína em 2003. O jornal conta ainda que ele era conhecido por contar piadas, fazer brincadeiras com os guardas e churrascos para o diretor do presídio.

Usuário de metanfetamina cristal, perdeu quase todos os dentes na prisão por falta de tratamento e estava bastante envelhecido. Marco havia relatado arrependimento e teria se colocado à disposição para ensinar jovens sobre os efeitos nocivos das drogas.

O carioca foi o primeiro brasileiro a ter morte decretada por crime em país estrangeiro. A presidente Dilma Rousseff fez ao presidente Joko Widodo o pedido de clemência, mas isso não foi suficiente para livrar o brasileiro da condenação. Na véspera da morte, ele recebeu a visita de uma tia, identificada como Maria de Lourdes Archer Pinto, 61 anos, além de dois representantes da embaixada.

FONTE:
CORREIO

sábado, 17 de janeiro de 2015

Indonésia executa brasileiro condenado à morte por tráfico de drogas

17/01/201516h27
Do UOL, em Brasília e em São Paulo
  • Reprodução
    Em vídeo, brasileiro Marco Archer pediu clemência
    Em vídeo, brasileiro Marco Archer pediu clemência
O brasileiro Marcos Archer Cardoso Moreira, 53, foi executado por fuzilamento, na Indonésia. Archer foi condenado à pena de morte por tráfico de drogas –ele foi preso com 13,4 kg de cocaína no aeroporto de Jacarta em 2003.
Ontem, o governo da Indonésia havia rejeitado o apelo feito pela presidente Dilma Rousseff para que Archer e outro brasileiro, Rodrigo Gularte, não fossem executados. A presidente falou, por telefone, com o presidente da Indonésia, Joko Widodo. Em nota, Dilma disse "lamentar profundamente a decisão do presidente Widodo de levar adiante a execução do brasileiro Marcos Archer".
Archer trabalhava como instrutor de voo livre e foi preso em agosto de 2003 após tentar entrar na Indonésia pelo aeroporto de Jacarta com 13,4 kg de cocaína escondidos em uma asa delta desmontada. Na Indonésia, tal crime é punido com pena de morte.
Em 2005, os advogados de Archer fizeram um pedido de clemência ao governo indonésio, mas o pleito foi negado. Em 2012, a presidente Dilma entregou uma carta ao governo do país pedindo que Archer não fosse morto.
Atualmente, há 64 presos por crimes relacionados a drogas ilícitas condenados à morte no país asiático.

Governo espera "milagre"

O assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse, em entrevista coletiva nesta tarde, que a decisão da Indonésia joga uma "sombra nas relações" entre os dois países.
Para Garcia, apenas um "milagre" pode reverter a condenação de Archer. "Vamos esperar que um milagre possa reverter essa situação", afirmou.
Garcia disse que a conversa entre Dilma e Widodo foi a última medida cabível ao governo brasileiro para tentar impedir a execução de Archer. Garcia admitiu que houve dificuldades para que os dois mandatários conversassem sobre o tema. "Mas nós conseguimos falar com ele. Houve países que sequer conseguiram isso", afirmou.
O assessor disse que o governo estudará medidas diplomáticas a serem tomadas caso Archer seja executado.
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Fotógrafa americana registra locais em que já foram executadas penas de morte14 fotos

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Na penitenciária da Virgínia Ocidental, os condenados à morte eram executados em cadeira elétrica. A imagem faz parte do projeto da fotógrafa Emily Kinni, que mostra como antigos endereços usados para enforcamentos e câmaras de gás hoje são lojas de departamento, salas de conferências e até residências Divulgação/Emily Kinni

FONTE: BOL

Indonésia prepara execução de brasileiro e mais cinco por tráfico de drogas

POR FUZILAMENTO

Indonésia prepara execução de brasileiro e mais cinco por tráfico de drogas

Agência Brasil | 10h56 | 17.01.2015

Estas são as primeiras de 20 execuções que as autoridades indonésias vão fazer este ano

Marco Archer
Marco Archer Cardoso Moreira foi preso em 2003 por tráfico de drogas
REUTERS
As autoridades indonésias estão terminando os preparativos para a execução de seis condenados à morte por tráfico de drogas. Entre eles está o brasileiro Marco Archer, de 53 anos, que em 2003 foi pego tentando entrar no aeroporto de Jacarta com 13,4 quilos de cocaína.
Seis pelotões de fuzilamento estão preparados para a execução. O governo indonésio também preparou atenção religiosa, de acordo com a crença de cada preso. Os outros condenados são um holandês, dois nigerianos, um vietnamita e um indonésio. No dia 30 de dezembro foramrejeitados os pedidos de clemência para os seis condenados.
Praseyto, procurador-geral indonésio, disse que cinco dos presos foram transferidos para a penitenciária de Nusakambangan e um sexto para a prisão de Boyolali, ambas na Ilha de Java, onde as sentenças deverão ser executadas à 0h de domingo (15h de hoje em Brasília). “Isso vai enviar uma mensagem aos membros dos cartéis de droga. Não há clemência para os traficantes”, acrescentou.
Estas são as primeiras de 20 execuções que as autoridades indonésias vão fazer este ano, depois de, em 2014, não terem executado nenhum condenado.
A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, telefonou nessa sexta-feira (16) ao presidente indonésio, Joko Widodo, para pedir pela vida de Marco Archer Cardoso Moreira.
Widodo, que insistiu que não perdoaria as condenações à morte por delitos relacionados com o tráfico de drogas, respondeu que “não poderia comutar a sentença” uma vez que tinham sido cumpridos todos os trâmites legais.
A Anistia Internacional (AI) pediu uma moratória da pena de morte a Widodo, que tomou posse em outubro e tem sido considerado por muitos ativistas como uma esperança de mudança no país.
“O novo governo da Indonésia começou com a promessa de melhorar o respeito aos direitos humanos, mas proceder a essas execuções seria um movimento regressivo”, disse o diretor da Anistia Internacional na Ásia, Rupert Abbott.
Uma dezena de organizações locais enviou carta ao presidente indonésio pedindo o adiamento das execuções.
Um dos signatários, o fundador da organização Fortalecimento e Ação para a Justiça, Rudhy Wedhasmara, disse que a solução para o tráfico de drogas não é a pena de morte, cujas vítimas, segundo ele, são as pessoas em uma posição fraca e vulnerável, e não os chefes de redes de tráfico.
"O Estado não deve colocar o fardo de seu fracasso na luta contra as drogas na pena de morte", disse Wedhasmara, segundo o jornal Kompas.
FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Indonésia vai executar seis condenados, incluindo brasileiro

"LINHA-DURA"

Indonésia vai executar seis condenados, incluindo brasileiro

Reuters | 09h28 | 16.01.2015

O brasileiro Marcos Archer Cardoso Moreira, um dos condenados, foi preso em agosto de 2003 após tentar entrar na Indonésia pelo aeroporto de Jacarta com 13,4 quilos de cocaína

Marco Archer
Marco Archer (à direita) junto com seu advogado; o brasileiro pode ser executado na Indonésia por tráfico de drogas
DIVULGAÇÃO
As autoridades indonésias planejamexecutar no domingo seis prisioneiros condenados por delitos relacionados com drogas, incluindo um brasileiro, informou o governo. De acordo com a Agência Brasil, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff enviaram cartas ao governo da Indonésia pedindo a reversão da sentença do brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, de 53 anos, mas não obtiveram sucesso. As execuções foram anunciadas pelo gabinete do Procurador-Geral do país. Será a primeira vez que a pena capital será aplicada sob a presidência deJoko Widodo.
O brasileiro trabalhava como instrutor de voo livre e foi preso em agosto de 2003 após tentar entrar na Indonésia pelo aeroporto de Jacarta com 13,4 quilos de cocaínaescondidos em uma asa delta desmontada, segundo a agência.
O presidente Widodo, que assumiu o cargo no final de outubro, sancionou as execuções no mês passado. Ele prometeu não ter nenhuma piedade para com infratores da legislação antidrogas, apesar dos apelos da União Europeia, do governo brasileiro e da Anistia Internacional.
Além do brasileiro, outros quatro estrangeiros da Nigéria, Malaui, Vietnã e Holanda também serão executados.
"O novo governo da Indonésia assumiu o cargo com a promessa de melhorar o respeito pelos direitos humanos, mas a realização dessas execuções seria um retrocesso", disse Rupert Abbott, diretor de pesquisa para a Anistia Internacional no Sudeste Asiático.
A chefe da política externa da União Europeia, Federica Mogherini, disse que as execuções planejadas são "profundamente lamentáveis" e exortou a Indonésia a estabelecer uma moratória para a pena de morte.
A Indonésia retomou as execuções em 2013 depois de um intervalo de cinco anos sem aplicá-la.
Widodo assumiu uma linha-dura na implementação das leis, não só contra as drogas, mas também contra a corrupção e a defesa de direitos marítimos.
Em seus primeiros meses no cargo, ele ordenou que as embarcações ilegais de pesca sejam explodidas pela Marinha e apoiou a iniciativa sem precedentes de demitir toda a diretoria da gigante de energia Pertamina.
FONTE: DN

domingo, 28 de dezembro de 2014

Suspensas buscas a avião que desapareceu na Indonésia com 162 a bordo


Suspensas buscas a avião que desapareceu na Indonésia com 162 a bordo

Por causa do mau tempo e o início da noite, o governo indonésio suspendeu as buscas ao avião da AirAsia que despareceu hoje (28), com 162 pessoas a bordo, entre a Indonésia e Cingapura. Os trabalhos serão retomados na manha desta segunda-feira (29).
"Interrompemos as buscas quando começou a anoitecer. A meteorologia também não estava favorável. As buscas serão retomadas amanhã [segunda-feira] cedo, se o tempo permitir", declarou um porta-voz do Ministério dos Transportes da Indonésia.
O avião, um Airbus 320-200, desapareceu dos radares quando decolou do Aeroporto Internacional de Juanda, na cidade indonésia de Surabaia às 05h35 (19h35 horário de Brasília) e deveria pousar em Cingapura as 08h30 (22h30 horário de Brasília).
A aeronave transportava 155 passageiros (138 adultos, 16 crianças e um bebé) e sete membros da tripulação, incluindo dois pilotos. Entre os passageiros, 149 são indonésios, três sul coreanos, um de Cingapura, um da Malásia e um inglês. Da tripulação, são seis indonésios e um francês.
O contato foi perdido com o Controle de Tráfego Aéreo da Indonésia às 07h24 deste domingo (21h24 de sábado horário de Brasília), de acordo com a AirAsia.
Com sede na Malásia, a companhia informou que o piloto do voo QZ8501 pediu para desviar o plano de voo por causa do mau tempo. Acrescentou que estava em curso uma operação de busca e resgate, coordenada pela Indonésia e com participação de Cingapura.

FONTE:
http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2014/12/28/suspensas-buscas-a-aviao-que-desapareceu-na-indonesia-com-162-a-bordo/

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Massagem corporal com cobras atrai estrangeiros a spa na Indonésia

Répteis se enrolam no corpo do cliente durante tratamento de 90 minutos.
Para segurança, cobras têm suas bocas cobertas com fita adesiva.

Da France Presse


Um spa localizado em Jacarta, na Indonésia, tem atraído clientes de todo o mundo em busca de um tipo especial de tratamento: uma massagem corporal com cobras. Durante 90 minutos, duas massagistas e três cobras trabalham no corpo do cliente. Os animais se enrolam em braços e pernas – para segurança, elas têm suas bocas cobertas com fita plástica.
Ferdi Tilukay recebe a massagem corporal com cobras em spa na Indonésia (Foto: Romeo Gacad/AFP)Ferdi Tilukay recebe a massagem corporal com cobras em spa na Indonésia (Foto: Romeo Gacad/AFP)








A massagem inusitada é feita no “Bali Heritage Reflexology and Spa”. As massagistas participam da sessão para garantir a segurança e encorajar as cobras – pítons com cerca de 1,8 metro de comprimento – a se moverem pelo corpo do cliente.
Tilukay procurou o tratamento para tentar superar seu medo de cobras. Esta foi sua terceira massagem com os animais (Foto: Romeo Gacad/AFP)Tilukay procurou o tratamento para tentar superar seu medo de cobras. Esta foi sua terceira massagem com os animais (Foto: Romeo Gacad/AFP)
O tratamento dura 90 minutos e custa cerca de R$ 95. Muitos clientes buscam o spa para tentar superar seu medo de cobras. Segundo o estabelecimento, a maior parte dos clientes é da Europa, Japão e Coreia do Sul.
O spa mantém cinco cobras para o serviço. Elas ficam em caixas de plástico e são esterilizadas após todas as massagens.
As cobras ‘passeiam’ pelo corpo dos clientes durante o tratamento. Duas massagistas acompanham para garantir a segurança (Foto: Romeo Gacad/AFP)As cobras ‘passeiam’ pelo corpo dos clientes durante o tratamento. Duas massagistas acompanham para garantir a segurança (Foto: Romeo Gacad/AFP)


FONTE:
G1

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