PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador Kaspersky. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Kaspersky. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de abril de 2019

Um em quatro brasileiros acessa conteúdo pornográfico no trabalho

.
Estudo da Kaspersky Lab revela que 19% dos homens latino-americanos admitem ver conteúdo adulto em seus computadores do trabalho. De acordo com os resultados, os peruanos são os que mais acessam (26%), seguidos pelos brasileiros (24%), mexicanos e argentinos com 19%. Os que menos procuram conteúdo sexual no escritório são os chilenos (14%) e colombianos (12%). As mulheres também responderam a esta pergunta e as colombianas lideram este hábito, com 13%, seguidas das peruanas (10%), mexicanas e brasileiras com 9%. No fim da lista estão as argentinas e as chilenas com 7% e 4%, respectivamente.

De acordo com o estudo, 17% dos usuários chilenos infectados por malware para celular em 2017 sofreram ataques usando temas pornográficos. Também foi visto que os trojans bancários disfarçados de players de vídeo pornô estão em segundo lugar entre os tipos mais difundidos de malware dirigido por pornografia, seguido por malware com acesso root e ransomware. O último, em muitos casos, usa táticas de scareware: um programa malicioso que bloqueia a tela e exibe uma mensagem que indica que conteúdo ilegal foi detectado e, portanto, o dispositivo foi bloqueado. Para desbloqueá-lo, a vítima deve pagar por um resgate.

Esta pesquisa, que faz parte da campanha “Ressaca Digital”, promovida pela Kapersky Lab para aumentar a conscientização sobre os riscos aos quais os usuários da internet estão expostos quando navegam sem precauções, também mostrou que, além de olhar por conteúdo sexual, os homens são os que mais realizam compras online no trabalho. Em média, 42% deles o fazem, principalmente os jovens entre 25 e 34 anos. Em contrapartida, as mulheres entre 18 e 24 anos de idade são as que menos compram pela internet no expediente.

Mas o grande vilão é o e-mail pessoal, 73% dos trabalhadores latino-americanos – homens e mulheres – declaram ler seu correio eletrônico no escritório e 49% afirmam que verificam e postam em suas redes sociais. Destes, 40% não vêem grandes inconvenientes e usam como justificativa o fato de passarem a maior parte do dia no trabalho.
LEIA MAIS EM...

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Atrás de chifre: pesquisa revela que 49% dos brasileiros admitem espionar online os seus parceiros

Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Kaspersky no ano passado mostrou que 49% dos brasileiros admitem espionar online os seus parceiros.
.
Se você tem medo de que algum hacker invada o seu celular e tenha acesso aos seus contatos, fotos, conversas no WhatsApp e toda a sua vida digital, lembre-se que o perigo pode estar ao lado. Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Kaspersky no ano passado mostrou que 49% dos brasileiros admitem espionar online os seus parceiros.

A forma mais fácil para ter acesso ao celular de alguém é usar a senha para desbloquear o aparelho. Não vou aqui dar detalhes de como consegui-la, mas todo mundo sabe que não é lá muito difícil decorar o número.

Em posse dela, os detetives de plantão iniciam o seu trabalho sorrateiramente, sem que o(a) parceiro(a) saiba. Alguns “apenas” vasculham emails, redes sociais, conversas no WhatsApp, acessam fotos, e se encontram satisfeitos.

Outros já são mais invasivos. Partem para a segunda fase do plano que é: instalar programas espiões que vão monitorar 24h por dia o que o dono ou dona do celular faz no aparelho. São os chamados popularmente de stalkerware, junção das palavras “stalker” (perseguidor) e “malware” (programa malicioso).

Infelizmente, eles podem facilmente ser encontrados na internet e muitos possuem a habilidade de se esconder dentro do celular. Por isso, é possível que o usuário nem se dê conta de que o seu aparelho foi invadido.

As ações mais comuns desses sistemas são o rastreamento da localização, o acesso as mensagens trocadas e o registro de chamadas telefônicas. Outros mais avançados conseguem até capturar imagens das câmeras do celular no momento em que desejam.

É muita invasão de privacidade, não?

Pelo menos existem algumas práticas que podemos fazer para nos proteger desse tipo de ação. A primeira delas é trocar a senha de desbloqueio do aparelho de tempos em tempos.

Outra dica é ir nas configurações do aparelho e analisar quais aplicativos instalados possuem permissão para acessar o microfone, câmera, fotos e serviço de localização. Se encontrar algum programa desconhecido, desinstale.

Quem tem celular com o sistema operacional Android pode ainda instalar o aplicativo Hidden Apps Detector. O programa faz uma varredura no celular e exibe os app ocultos instalados no aparelho.

Depois disso, o usuário pode tentar desinstalar o programa. Caso o programa não permita a desinstalação, será preciso formatar o celular e restaurar as configurações de fábrica.

Ter antivírus, antispyware e outros sistemas de segurança instalados no dispositivo também é importante. Algumas empresas oferecem sistemas que conseguem identificar se o celular possui um programa espião e emite um alerta ao usuário.

Espionar pode ser crime

Muita gente não se deu conta ainda, mas vascular o celular alheio pode ser configurado crime.

Lei Carolina Dieckmann (12.737/13) proíbe a invasão de celulares, tablets e computadores, conectado ou não a rede de computadores, mediante violação de segurança com o fim de obter informações sem autorização.

Se ficar comprovado o posterior roubo e vazamento de dados, a pena pode chegar a dois anos de prisão.

Já a Lei 9296/96 determina regras sobre interceptação telefônica. Ela prevê multa e pena de dois a quatro anos de prisão para quem acessar indevidamente “comunicações telefônicas, de informática ou telemática” sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei. Ou seja, é crime espionar, por exemplo, as ligações telefônicas feitas pelo(a) parceiro(a).

(*)com informações da Folha de S.Paulo

quarta-feira, 14 de março de 2018

Malware brasileiro rouba dados de cartões através das maquininhas

(Foto: Reprodução)
Os pesquisadores da empresa de segurança Kaspersky descobriram um vírus desenvolvido por cibercriminosos brasileiros, baseado em uma versão do malware Prilex, capaz de invadir o sistema das máquinas de cartão e roubar informações e dados dos consumidores.
O malware Prilex foi identificado pela primeira vez em 2014, mas uma nova versão e modificada do vírus foi descoberta recentemente. Ele conta com alguns recursos adicionais que foram usados ​​para infectar terminais de pontos de vendas, ou seja, as maquininhas usadas em lojas, e coletar dados de cartão.
Ele, basicamente, se espalha por e-mail ou mensagens e modifica o software do terminal para permitir que um terceiro capture os dados transmitidos pela máquina para o banco. Com essas informações, os cibercriminosos são capazes de clonar os cartões para realizar compras indevidas.
A recomendação para evitar cair nesse tipo de golpe é sempre acompanhar o histórico de transações do cartão. Caso identifique um gasto indevido ou suspeito, entre em contato imediatamente com o banco. Além disso, ative as notificações via aplicativo ou SMS para saber sempre que uma compra for realizada com o seu cartão. Aplicativos de carteira virtual, como o Google Pay e o Apple Pay, e o uso de cartões virtuais também podem ajudar a driblar os cibercriminosos.
FONTE: OLHAR DIGITAL

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Kaspersky é o melhor na remoção de vírus

TESTE DE SEGURANÇA

Kaspersky é o melhor na remoção de vírus

16.12.2013
Foco do teste é que não basta ser bom na detecção de ameaças, mas ser eficiente na solução do problema

Ter um programa de antivírus eficiente não significa apenas que a ferramenta é boa na detecção de ameaças à segurança de seu computador ou dispositivo móvel. O software também deve ser bom em resolver o problema: limpar a máquina caso ela esteja infectada. Pensando nisso, a organização AV Comparatives, especializada na análise comparativa de programas de antivírus presentes no mercado, elaborou um relatório baseado em testes realizados em outubro e novembro deste ano sobre a eficiência dos principais produtos na remoção de programas maliciosos.

Laboratório da organização sem fins lucrativos AV Comparatives, que realiza testes para avaliar a eficiência dos principais programas de segurança e antivírus existentes no mercado
O campeão nesse quesito foi o antivírus da empresa russa Kaspersky. Depois dele, as melhores opções para o usuário que deseja remover um vírus de seu computador são BitDefender, Avira, Fortinet, ESET, Avast e Panda. Já os piores produtos entre os avaliados são o ThreatTrack Vipre, o G Data e o BullGuard.

Não é recomendado utilizar um computador conectado à internet sem um bom antivírus instalado. No entanto, segundo aponta a AV Comparatives, a maioria dos usuários só recorre à instalação de um software de segurança quando tem sua máquina infectada. Daí veio a intenção do laboratório em fazer a análise dos antivírus para apontar as melhores opções para os usuários que se veem nessa situação. O teste foi realizado em computador com o sistema operacional Windows 7 Professional SP1.

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK