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terça-feira, 18 de maio de 2021

Justiça nega pedido para suspender nova política de privacidade do WhatsApp

POR OLHAR DIGITALA Justiça de São Paulo negou, nesta segunda-feira (17), um pedido de liminar feito pelo Instituto Brasileiro de Defesa da Proteção de Dados Pessoais, Compliance e Segurança da Informação (Sigilo) para bloquear a nova política de privacidade do WhatsApp. A ação do instituto chegou a ter um parecer favorável do Ministério Público, mas o entendimento do tribunal foi diferente.

Continue Lendo em: https://olhardigital.com.br/2021/05/17/internet-e-redes-sociais/justica-nega-pedido-para-suspender-nova-politica-de-privacidade-do-whatsapp/

Leia Também: Entenda o que de fato são os novos termos de serviço do WhatsApp

sábado, 8 de maio de 2021

Nova política do WhatsApp entra em vigor no dia 15: conta de quem não aceitar não será excluída

POR OLHAR DIGITALConforme anunciado em janeiro, o WhatsApp adiou o prazo para que o público aceite sua nova política de privacidade, que havia gerado críticas por, aparentemente, facilitar o compartilhamento de dados entre o aplicativo e o seu dono, o Facebook. A data para as novas diretrizes entrarem em vigor é no sábado da próxima semana (15). CONTINUE LENDO... 

sexta-feira, 16 de abril de 2021

Espionagem? Como descobrir se o seu celular está te ouvindo

Por Olhar DigitalA maioria das pessoas, senão todas, já tiveram a estranha sensação de estarem sendo “observadas” pelo celular. Isso se comprova quando pesquisamos algo e logo diversos anúncios e sugestões sobre o tema começam a aparecer. Embora isso seja parte de um tipo de “truque” de marketing para direcionar publicidade às nossas redes sociais, a invasão acaba ferindo a nossa privacidade.

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sábado, 13 de março de 2021

WhatsApp atualiza e para de avisar se seu áudio foi ouvido

Por Olhar DigitalUma ótima notícia para quem quer mais privacidade, mas nem tão boa assim para os ansiosos. Recentemente o WhatsApp atualizou sua versão e a partir de agora não é mais possível saber se o destinatário da mensagem ouviu ou não o seu áudio. Antes, assim que o áudio era ouvido ele ficava azul, agora permanece acinzentado. O recurso vale apenas para quem desativa a confirmação de leitura de mensagens, que é a função que deixa aqueles dois risquinhos azuis quando você envia texto no aplicativo.

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sábado, 6 de fevereiro de 2021

Governo dá prazo para Facebook explicar nova política de privacidade do WhatsApp

Por Olhar DigitalO Facebook tem 15 dias para explicar ao governo os detalhes da mudança de política de privacidade do WhatsApp. Segundo notificação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), as recentes alterações causaram dúvida ao público quanto à segurança em relação ao compartilhamento de informações sigilosas entre o app de mensagens e o Facebook, bem como a continuidade do uso do aplicativo em caso da não aceitação das novas regras. 

SAIBA MAIS EM: https://olhardigital.com.br/2021/02/05/noticias/governo-da-prazo-para-facebook-explicar-nova-politica-de-privacidade-do-whatsapp/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

WhatsApp avisa que irá compartilhar dados dos usuários com o Facebook

Aplicativo começou a enviar uma notificação sobre mudanças em sua política de privacidade que passará a valer em 8 de fevereiro e será obrigatória.

Por G1 - O WhatsApp começou a enviar nesta quarta-feira (6) uma notificação sobre mudanças em sua política de privacidade.

A novidade garante o compartilhamento de dados com o Facebook, dono do app de mensagens, e está relacionada com funções como o carrinho de compras em conversas com lojas, anunciado em dezembro passado (veja mais abaixo).

O aceite é obrigatório e os usuários não possuem opção de não compartilhar seus dados pessoais.

"Ao tocar em aceito, você concorda com os novos termos e com a política de privacidade, que entram em vigor em 8 de fevereiro de 2021", diz a notificação.

"Depois dessa data, você precisará aceitar as atualizações para continuar usando o WhatsApp. Você também pode visitar a Central de Ajuda se preferir apagar a sua conta e desejar obter mais informações", continua o aplicativo.


domingo, 17 de novembro de 2019

Alto-falantes inteligentes chegam ao Brasil com novas funções e riscos

Tecnologia levanta preocupações com privacidade
MARCELLO CASAL JR
Os alto-falantes inteligentes chegaram ao Brasil. Nesta semana, o Google lançou o Nest Mini, caixa de som carregada com o assistente da empresa. Em outubro, a Amazon pôs no mercado o Echo, equipamento carregado com o assistente Alexa. À medida que os assistentes virtuais oferecem novas opções para os usuários brasileiros, levantam preocupações em relação à privacidade.

Os assistentes virtuais existem há vários anos. Eles consistem em sistemas inteligentes instalados em dispositivos, como computadores ou smartphones. Em 2011, a Apple inseriu a Siri nos iPhones 4. Em 2012 o Google lançou seu recurso, chamado de Now. No ano seguinte, a Microsoft anunciou o Cortana. Em 2014, foi a vez de a Amazon disponibilizar o Alexa ao mercado. Em 2016, o Google introduziu seu assistente e colocou no mercado um dispositivo específico com alto-falante, o Home. Em 2018, o Facebook entrou na disputa com o Portal.

Os alto-falantes inteligentes marcam o encontro entre os assistentes digitais e os dispositivos que podem não apenas tocar músicas, mas estabelecer “conversas”, respondendo a diversos comandos. De uma pergunta, como no mecanismo de busca, a operações em outro equipamento conectado, como ligar ou desligar uma lâmpada ou acionar um eletrodoméstico, como uma televisão.

Com essa habilidade, tais dispositivos podem tornar-se o “centro de comando” das casas conectadas, em um ambiente do que vem sendo chamado Internet das Coisas. Além disso, conectam outros dispositivos dos usuários, como smartphones e computadores, fazendo com que o consumo de informações e a gestão das rotinas seja feita por meio destes.

Gestão da rotina

O Nest Mini, do Google, permite que pessoas interajam com o equipamento acessando conteúdos e serviços, de notícias a agendas. Com o uso da conta Google, as ações conectam os diversos dispositivos. “Posso fazer um lembrete e ele me notificar em outro dispositivo, no celular”, exemplificou o chefe de parcerias em dispositivos do Google Brasil, Vinicius Dib, em evento de lançamento do produto realizado em São Paulo na segunda-feira (10).

O Nest começou a ser comercializado com conteúdos específicos para os usuários. “Já temos 20 feeds de notícias de diferentes veículos de imprensa”, informou Walquíria Saad, da equipe de parcerias para assistentes do Google Brasil, no evento de lançamento.

O grupo de produtos da Amazon – Echo, Echo Dot e Echo Show 5 – também funciona com interação por voz, fornecendo informações e possibilitando a conexão com eletrodomésticos e outros objetos conectados em casa.

“No Brasil, a Alexa é brasileira. Construímos uma experiência totalmente nova, que honra o idioma e a cultura únicos do Brasil, permitindo que os consumidores simplesmente peçam para tocar uma música, ouvir as notícias e ter informações sobre o clima, controlar sua casa inteligente e muito mais”, disse o vice-presidente da Amazon Alexa, Toni Reid.
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quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Acesso grátis à Internet deveria ser um direito humano básico, diz estudo. Leia Mais...

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O acesso gratuito à Internet deve ser considerado um direito humano, pois as pessoas incapazes de se conectar carecem de maneiras de influenciar os governos e instituições que moldam seu dia-a-dia. 
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Multa para empresas que violem privacidade de clientes pode dobrar


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O Projeto de Lei 3420/2019 de Luis Miranda (DEM-DF) propõe dobrar a multa para empresas que violem a privacidade do cliente de forma recorrente; projeto é alvo de críticas.

Bancos começam a enviar dados de clientes para cadastro positivo

Informações vão ser repassadas automaticamente a gestores da ferramenta

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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Programa online quer alertar jovens para perigos na Internet

O "GeraZão" foi pensado para garantir a segurança e a privacidade dos jovens na Internet e está desde hoje disponível.
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Os jovens, educadores e os pais têm desde hoje um novo programa educativo 'online' falar sobre as boas práticas de utilização na Internet abordando temáticas como o "bullying" ou o "sextorsion".O "GeraZão" foi pensado para garantir a segurança e a privacidade dos jovens na Internet e está desde hoje disponível.

O programa pertence ao Facebook em parceria com a Organização Não Governamental (ONG) Cibervoluntarios Foundation e conta com o apoio da Direção-Geral da Educação, o Seguranet, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e o Centro Internet Segura.

Entre os conteúdos interativos destaca-se o "Desafio Z", um itinerário 'online' que constrói uma rede saudável e segura, e o "Escape Room Z" -- um jogo que permite uma aventura digital educativa.

Existem outros materiais como uma biblioteca de literacia digital do Facebook e recursos de formação do Instagram com padrões e guias sobre temas como o assédio, a identidade digital ou a marca pessoal.

"É fundamental para o Facebook que os jovens, pais e educadores portugueses, consigam usar a Internet de forma segura, conscientes dos riscos que existem e ao mesmo tempo, das possibilidades de segurança e privacidade que as redes sociais oferecem", explicou Natalia Basterrechea, responsável do Facebook Espanha e Portugal na área de políticas públicas.

O novo programa surge no dia em que o Facebook divulga um estudo sobre "Comportamentos 'online' dos jovens em Portugal", que tem por base um inquérito online feito durante o mês de agosto a 1000 jovens, entre os 14 e os 19 anos.

O estudo revelou que 38% dos jovens já se sentiu desconfortável enquanto navegava na Internet e 60% reportaram nas redes sociais situações que consideraram erradas.

A maioria já bloqueou ou deixou de seguir alguém, assim como a maioria garante que nunca partilharia as suas palavras passe com ninguém.

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Atrás de chifre: pesquisa revela que 49% dos brasileiros admitem espionar online os seus parceiros

Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Kaspersky no ano passado mostrou que 49% dos brasileiros admitem espionar online os seus parceiros.
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Se você tem medo de que algum hacker invada o seu celular e tenha acesso aos seus contatos, fotos, conversas no WhatsApp e toda a sua vida digital, lembre-se que o perigo pode estar ao lado. Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Kaspersky no ano passado mostrou que 49% dos brasileiros admitem espionar online os seus parceiros.

A forma mais fácil para ter acesso ao celular de alguém é usar a senha para desbloquear o aparelho. Não vou aqui dar detalhes de como consegui-la, mas todo mundo sabe que não é lá muito difícil decorar o número.

Em posse dela, os detetives de plantão iniciam o seu trabalho sorrateiramente, sem que o(a) parceiro(a) saiba. Alguns “apenas” vasculham emails, redes sociais, conversas no WhatsApp, acessam fotos, e se encontram satisfeitos.

Outros já são mais invasivos. Partem para a segunda fase do plano que é: instalar programas espiões que vão monitorar 24h por dia o que o dono ou dona do celular faz no aparelho. São os chamados popularmente de stalkerware, junção das palavras “stalker” (perseguidor) e “malware” (programa malicioso).

Infelizmente, eles podem facilmente ser encontrados na internet e muitos possuem a habilidade de se esconder dentro do celular. Por isso, é possível que o usuário nem se dê conta de que o seu aparelho foi invadido.

As ações mais comuns desses sistemas são o rastreamento da localização, o acesso as mensagens trocadas e o registro de chamadas telefônicas. Outros mais avançados conseguem até capturar imagens das câmeras do celular no momento em que desejam.

É muita invasão de privacidade, não?

Pelo menos existem algumas práticas que podemos fazer para nos proteger desse tipo de ação. A primeira delas é trocar a senha de desbloqueio do aparelho de tempos em tempos.

Outra dica é ir nas configurações do aparelho e analisar quais aplicativos instalados possuem permissão para acessar o microfone, câmera, fotos e serviço de localização. Se encontrar algum programa desconhecido, desinstale.

Quem tem celular com o sistema operacional Android pode ainda instalar o aplicativo Hidden Apps Detector. O programa faz uma varredura no celular e exibe os app ocultos instalados no aparelho.

Depois disso, o usuário pode tentar desinstalar o programa. Caso o programa não permita a desinstalação, será preciso formatar o celular e restaurar as configurações de fábrica.

Ter antivírus, antispyware e outros sistemas de segurança instalados no dispositivo também é importante. Algumas empresas oferecem sistemas que conseguem identificar se o celular possui um programa espião e emite um alerta ao usuário.

Espionar pode ser crime

Muita gente não se deu conta ainda, mas vascular o celular alheio pode ser configurado crime.

Lei Carolina Dieckmann (12.737/13) proíbe a invasão de celulares, tablets e computadores, conectado ou não a rede de computadores, mediante violação de segurança com o fim de obter informações sem autorização.

Se ficar comprovado o posterior roubo e vazamento de dados, a pena pode chegar a dois anos de prisão.

Já a Lei 9296/96 determina regras sobre interceptação telefônica. Ela prevê multa e pena de dois a quatro anos de prisão para quem acessar indevidamente “comunicações telefônicas, de informática ou telemática” sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei. Ou seja, é crime espionar, por exemplo, as ligações telefônicas feitas pelo(a) parceiro(a).

(*)com informações da Folha de S.Paulo

quinta-feira, 4 de abril de 2019

WhatsApp libera novas configurações de privacidade para grupos que impede que você seja convidado mesmo sem querer

A opção visa dar controle total ao usuário neste processo de inserção nos grupos do aplicativo
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Cada vez mais, os usuários do WhatsApp utilizam os grupos para se conectarem com família, amigos, colegas de trabalho, de classe, etc. “Como as pessoas utilizam grupos para conversas importantes, os usuários nos pediram para que tivessem mais controle ao utilizar o app. Hoje, apresentamos um novo recurso de privacidade e sistema de convite para ajudar você a decidir quem pode adicionar você a um grupo”, diz nota da empresa.

Como fazer?

Para ativá-lo, vá para Configurações no seu aplicativo, e então toque em Conta > Privacidade > Grupos e selecione uma das três opções: “Ninguém”, “Meus contatos”, ou “todos”. “Ninguém” significa que você terá que aprovar a entrada em cada grupo para o qual você foi convidado, e “Meus contatos” significa que somente usuários da sua lista de contatos poderão adicionar você a um grupo.

Nesses casos, será solicitado que a pessoa que convidar você a um grupo envie um convite privado em uma conversa privada, dando a você a escolha de participar de um grupo. Você terá três dias para aceitar o convite antes que ele expire.

Com esses novos recursos, os usuários terão mais controle das mensagens em grupo que receberem. Essas novas configurações de privacidade começarão a entrar em vigor para os usuários a partir de hoje e estarão disponíveis para quem utilizar a última versão do WhatsApp.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Confira 3 dicas para usar o Facebook Messenger com mais privacidade

(Foto: Reprodução)
Facebook Messenger é a melhor forma de manter contato com seus amigos da rede social de qualquer parte do mundo, já que ele pode ser acessado com facilidade a qualquer momento tanto do celular quanto do computador.

Mas às vezes não queremos falar com certas pessoas, ou então queremos garantir que ninguém tenha acesso indevidamente às nossas conversas. Para isso, é bom seguir algumas orientações básicas de segurança.
Além de sempre ficar de olho nas suas configurações de privacidade, o bom uso do Messenger pode incluir algumas outras práticas possibilitadas por recursos incluídos no mensageiro. É possível, por exemplo, aparecer offline apenas para alguns amigos - ou para ninguém. Também apagar mensagens individuais, assim como ignorar ou bloquear completamente alguns contatos.
Olhar Digital separou três dicas para aproveitar ao máximo o Messenger e ainda assim não comprometer a sua segurança e privacidade enquanto usa o aplicativo. Confira abaixo:
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Como aparecer offline no Facebook Messenger
Às vezes estamos na frente do computador com o Facebook aberto, mas não queremos conversar com qualquer pessoa. Felizmente, o Messenger conta com um recurso que permite a usuários aparecer offline no mensageiro da rede social, assim como escolher quem vai saber quando você está online.
É bem fácil fazer isso. Abaixo explicamos como funciona no Facebook no PC, em sua versão de navegador:
  • Abra o Messenger
  • Na barra lateral com os contatos do mensageiro, clique no botão de engrenagem na parte superior direita para encontrar opções de configurações do mensageiro.
  • Escolha "Desativar status online"
A partir daí, você pode escolher para quem vai aparecer - ou não aparecer:
  • "Desativar status online para todos os contatos" significa que ninguém vai poder saber que você está online.
  • "Desativar status online para todos os contatos exceto..." permite escolher algumas pessoas para saberem que você está disponível para conversar.
  • "Desativar status online somente para alguns contatos" deixa selecionar algumas pessoas para quem você vai aparecer como se estivesse offline.
Por mais que você apareça offline para outros usuários, ainda é possível que você envie e receba mensagens deles - eles só vão saber que seu status é online. Ou seja, você pode usar o Messenger normalmente mesmo que outras pessoas não saibam que você está com ele aberto.
Como apagar mensagens no Messenger
Existem diferentes formas de apagar uma mensagem no Messenger. É possível excluir uma mensagem individual de uma conversa com um contato - ela vai continuar aparecendo para a outra pessoa, mas não estará mais no seu histórico de conversas. É possível também dá para simplesmente excluir todo o histórico de conversas sem muitas dificuldades.
Confira abaixo como realizar cada uma dessas tarefas:

Apagando mensagens individuais

Se você quiser excluir uma ou mais mensagens que fazem parte de uma grande conversa, é bem fácil fazer isso. Abra a janela de bate-papo com o contato que você deseja apagar uma mensagem, vá até ela e, no PC, passe o mouse por cima da mensagem. Você vai ver o surgimento de um botão de menu - toque nele e selecione "excluir".
Vale ressaltar que a mensagem não vai ser apagada para o outro contato, apenas para você. Até o momento, o Messenger não conta com um recurso para desfazer o envio de mensagens, como já ocorre no WhatsApp.

Apagando um histórico de mensagens

Para excluir toda a conversa com uma pessoa, é só ir até a janela de bate-papo da pessoa, clicar no botão de engrenagem na parte superior da tela e selecionar, lá embaixo, a opção "Excluir conversa". Todas as mensagens trocadas entre você e o outro contato vão ser excluídas do seu histórico, e você não vai mais poder ler conversas antigas. Assim como no caso das mensagens individuais, isso não faz com que a outra pessoa perca acesso às mensagens.

terça-feira, 10 de julho de 2018

7 dicas para usar o WhatsApp com mais privacidade

(Foto: Reprodução)
O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros e um dos que mais demandam atenção com privacidade. Afinal, além de servir como meio de troca de informações sensíveis, o app também costuma dedurar algumas coisas que o seu usuário está fazendo. Felizmente, é possível proteger a sua intimidade em poucos passos.
Para te ajudar a aumentar a sua privacidade no WhatsApp, o Olhar Digital reuniu sete dicas para esconder suas atividades e proteger seu bate papo. Todos os recursos demonstrados a seguir são nativos, o que evita possíveis problemas com aplicativos e ferramentas de terceiros. Confira:
1 - Não ser visto online
Em suas conversas, logo abaixo de seu nome, o seu status fica visível para os seus contatos, mostrando quando se você está online ou a última vez em que foi visto. Siga os passos para desativá-lo:
1. Dê um toque no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações;
2. Vá em “Conta > Privacidade”;

sábado, 26 de maio de 2018

Entenda de uma vez por todas o que é a GDPR e por que ela afeta o mundo todo

(Foto: Reprodução)
POR OLHAR DIGITAL - Mais de dois anos depois de ser criada, entra em vigor nesta sexta-feira, na Europa, a nova Lei Geral de Proteção de dados – a GDPR, na sigla em inglês. Mas calma. O que, afinal, é essa nova legislação? Por que uma nova regulação europeia está gerando tanta repercussão fora do continente? E por que, afinal, você tem recebido tantos e-mails sobre atualização de termos de privacidade nos últimos dias? Explicamos isso e mais um pouco a seguir.
O que é essa GDPR?
Em resumo, a Lei Geral de Proteção de Dados é uma nova legislação europeia que visa dar aos usuários mais controle sobre os dados que as empresas têm sobre eles. A regulação também tem como objetivo simplificar a situação regulamentária na Europa, dando uma regulamentação básica para todos incorporarem em suas respectivas leis nacionais.
Desde quando ela existe?
A lei foi criada em abril de 2016 e passou a ser aplicável apenas nesta sexta-feira, após dois anos de transição. A proposta, no entanto, foi aceita ainda em 2012, e veio para substituir a legislação anterior, a Data Protection Directive.
Em um documento oficial de três anos atrás, o Conselho da União Europeia destacava que o “rápido desenvolvimento e a globalização trouxeram novos desafios relacionados aos dados pessoais”, mencionando que a tecnologia permitia que empresas privadas e autoridades públicas “usassem essas informações em uma escala sem precedentes para atingir seus objetivos”. Era preciso, então, criar uma regulamentação mais “forte e coerente” para proteger os dados.
O que ela muda?
Em resumo, a legislação obriga as empresas a mudar a forma como lidam com dados pessoais se quiserem continuar atuando no continente. Ela vale para qualquer companhia, de qualquer tamanho e europeia ou não, que atua no território e processa dados sobre cidadãos europeus. A regulação institui, por exemplo, que dados pessoais sejam processados de acordo com a lei e de forma transparente e que as empresas mantenham tudo atualizado. As companhias precisam ter um propósito bem definido para usar os dados e também devem deixar isso claro aos usuários. Além disso, consentimento é essencial.
Usar dados além dos necessários para a função definida ou fugir do motivo explicitado também passa a ser ilegal. Fora isso, as empresas não poderão mais armazenar as informações por mais tempo do que o preciso e também deverão garantir a segurança de tudo. Aliás, isso vale também para serviços públicos, mas com algumas particularidades.
Por que tantas empresas de fora da Europa estão preocupadas?
Simples: porque, como explicado acima, a lei vale para qualquer marca que atue na Europa. Não importa se a empresa tem só um escritório no continente e se os dados são processados em servidores na Tailândia ou no Chile: se as informações são de cidadãos europeus, ela terá que seguir a GDPR se quiser continuar atuando no território sem sofrer punições.
Para facilitar, muitas empresas optaram por aplicar a lei em todo o mundo, sem se restringir aos cidadãos europeus. Assim, os direitos garantidos no continente – como acesso fácil aos dados que as companhias têm sobre você – foram estendidos aos usuários.
E por que estou recebendo tantos e-mails sobre políticas de privacidade?

quinta-feira, 29 de março de 2018

Facebook simplifica controles de privacidade e vai permitir apagar dados

(Foto: Reprodução)
POR OLHAR DIGITAL - O Facebook se envolveu em um escândalo de venda de dados dos usuários, o que acabou derrubando a reputação da companhia. Agora, a empresa anunciou que está simplificando o acesso e a configuração aos controles de privacidade, permitindo até mesmo deletar todos os seus dados.
“A última semana mostrou o quanto precisamos trabalhar para garantir que nossas políticas sejam respeitadas, e ajudar as pessoas a entender como o Facebook funciona e as escolhas que elas têm sobre seus dados. Temos escutado que as configurações de privacidade e outras ferramentas importantes são difíceis de encontrar, e que devemos fazer mais para manter as pessoas informadas”, afirmaram Erin Egan, vice-presidente de Privacidade, e Ashlie Beringer, diretora Jurídica adjunta em um comunicado enviado para imprensa.
Segundo a empresa, os controles estão mais fáceis de encontrar e usar, sendo que todo o menu de configurações para dispositivos móveis foi redesenhado. Em vez de ter configurações distribuídas em diferentes telas, elas agora estão acessíveis em um único lugar.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Privacidade: descubra os seus dados que o Google grava sem você saber

POR OLHAR DIGITAL
(Foto: Reprodução/Elson de Souza)
Você sabia que o Google guarda um histórico de muitas das coisas que você faz no seu telefone ou PC? A gigante de buscas tem uma central de atividades onde o usuário pode consultar as interações que foram registradas na sua conta. É possível ver quais aplicativos foram abertos no smartphone Android, os vídeos assistidos no YouTube e até mesmo as gravações de voz usadas em pesquisas no aplicativos da empresa.
Quer saber como conferir todos os dados que o Google guardou sem que você soubesse? O Olhar Digital preparou um tutorial completo. No passo a passo a segui, ensinamos como conferir detalhes, filtrar registros e também excluir algumas entradas. Confira:
Como consultar o registro geral de atividades
1. Acessa a página Minha atividade no Google;
2. Observe que o conteúdo é organizado em forma de linha do tempo. No topo, você pode conferir um pequeno resumo, dividido por grupos, do que você fez no telefone. Se quiser, clique para filtrar;
Reprodução
Dica. Na lateral, é possível definir o filtro como “Visualização de pacote” para ver grupos de atividades ou “Visualização de itens” para conferir entradas individuais;
3. Quando quiser conferir mais detalhes sobre um registro, clique sobre ele ou toque nas reticências e escolha a opção “Detalhes”. Uma janela será aberta com todas as informações;
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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Governo inglês quer ID virtual para acesso a conteúdo pornô na web

Opositores ao projeto falam em invasão de privacidade e do risco de divulgação na internet das preferências dos usuários

© Getty Images
O governo inglês está pensando em criar uma identidade digital para monitorar os usuários de conteúdo pornô na internet. A medida seria uma forma de evitar que menores de idade acessem material não apropriado.

A proposta faz parte de um pacote sobre Economia Digital, que tem como principal meta garantir a qualidade dos serviços das operadoras de internet no país, mas que traz embutido a polêmica iniciativa.
A polêmica, segundo publicou a Super Interessante, vem do lado dos defensores da liberdade civil na web. Afinal, a identidade digital permitiria ao governo ter acesso aos dados dos usuários.
Para piorar, os opositores da lei lembram que não há medidas cem por cento seguras de prevenirem que hackers tenham acesso aos dados do cadastro e divulguem as preferências dos usuários de pornografia.
FONTE: Notícias ao Minuto

terça-feira, 29 de março de 2016

Filhos poderão processar pais por publicação de fotos na web no futuro

"Se os filhos avaliarem que os pais cometeram violação da vida privada, eles poderão também exigir o pagamento de indenizações", pondera um especialista



TECH PRIVACIDADE

No futuro, os pais poderão ser processados pelos próprios filhos por terem fotos divulgadas na internet e em redes sociais quando eram pequenos, de acordo com o especialista em redes sociais e identidade digital Éric Delcroix, revela a BBC.

"Publicar fotos de menores na internet não é algo sem riscos", disse o pesquisador. Delcroix refere-se a imagens nos quais as crianças estejam em situações embaraçosas, por exemplo, que podem ser usadas para bullying por colegas inclusive na vida adulta.
"A lei vai evoluir nos próximos anos. Filhos poderão processar seus pais alegando que eles não tinham o direito de publicar imagens que podem causar constrangimento", diz o co-autor do livro "As redes sociais são nossas amigas?" (em tradução livre).
"Se os filhos avaliarem que os pais cometeram violação da vida privada, eles poderão também exigir o pagamento de indenizações", pondera o especialista.
Atualmente na França, bem como em outros países, os pais são os detentores dos direitos autorais das fotografias de menores de idade, bem como a autorização e a divulgação das imagens.
"A jurisprudência evolui em função de mudanças de mentalidade e da sociedade. O problema virá à tona quando as crianças crescerem e tiverem consciência do impacto das imagens que foram divulgadas delas na internet", finaliza.
Outro grande perigo da divulgação de fotos é a atuação de pedófilos, aponta Delcroix.

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