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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Plano de Saúde é obrigado a cobrir mastectomia e reconstrução de mamas, diz Justiça

Plano de Saúde
Uma cooperativa de trabalho médico terá de fornecer materiais necessários à cirurgia de mastectomia e reconstrução das mamas de uma mulher de Blumenau, sob pena de multa. A determinação partiu da juíza substituta Bruna Luiza Hoffmann, em atividade na 5ª Vara Cível da comarca de Blumenau, que julgou procedentes os pedidos, além de condenar a cooperativa ao pagamento de R$ 10 mil a título de danos morais.

A paciente afirmou que é acometida de neoplasia maligna e necessita se submeter a procedimento cirúrgico para reconstrução das mamas. No entanto, o plano de saúde se negou a efetuar a cobertura, em que pese previsão contratual expressa para cirurgia plástica reparadora. Em contestação, a cooperativa refutou os argumentos e ressaltou a exclusão expressa de cobertura na hipótese, para evitar a ruptura do equilíbrio econômico e financeiro do contrato.

"Frise-se que, no caso em análise, a reconstrução das mamas e o implante de próteses não têm natureza estética, mas de reparação física e psíquica em função da retirada de parte do corpo da requerente. (...) Além disso, é sabido que o procedimento médico para retirada total das mamas para cura de moléstia de gravidade incontestável resulta em deformidade que impõe à paciente, além dos danos físicos, consequências de ordem postural e psicológica, as quais devem ser mitigadas por todos os meios disponíveis", cita a magistrada em sua decisão.

No caso concreto, a parte comprovou ainda o dano moral consistente em danos psicológicos, decorrentes da injusta negativa de cobertura contratual para tratamento médico. A decisão foi publicada segunda-feira (10/6) no Diário da Justiça, mas ainda cabe recurso ao TJ (Autos n. 0315318-24.2016.8.24.0008).

Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina 

sábado, 10 de novembro de 2018

Plano de saúde poderá ser reajustado para quem faz 59

PLANO DE SAÚDE
O Tribunal de Justiça de São Paulo autorizou e regulamentou o reajuste dos planos de saúde a pacientes com 59 anos de idade. O despacho, que deve ser seguido pelos tribunais do Brasil, que extinguir ao grande número de ações judiciais de clientes que consideram abusivo o aumento aplicado para essa faixa de idade.

De acordo com a lei, o plano médico pode aumentar a mensalidade em duas ocasiões: uma vez ao ano ele repõe os valores da inflação do período; a cada cinco anos, o reajuste é por faixa de idade –aos 19, 24, 29, 34, 38, 44, 49, 54, 58 e, por fim, já no ano seguinte, aos 59 anos. O reajuste desta última faixa de idade é muito contestado na Justiça em razão dos altos percentuais aplicados e da proximidade com o aumento do ano anterior.

A decisão partiu da ação de um consumidor que entrou na Justiça para contestar um aumento de 107% na mensalidade de seu plano. O valor cobrado pela operadora saiu de R$ 2.412,32 para R$ 4.991,06 quando ele completou 59 anos.  O número de processos relativos a aumentos abusivos para idosos cresce ano a ano, o que sustentou a decisão do TJ-SP de criar uma Incidente de Resolução de Demanda Repetitiva para o assunto, um recurso que, na prática, cria um procedimento padrão para os julgamentos de casos semelhantes.
Com Uol Oline

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Falta de diagnóstico adequado e de tratamento aumentam casos de mastectomia no Brasil

Demora causada pelo SUS e ausência de plano de saúde seriam os problemas principais
(foto: Pixabay)
POR REVISTA ENCONTRO - Dado alarmante da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM)  mostra que em 70% dos casos de câncer de mama diagnosticados no Brasil a mulher passa por mastectomia (remoção total do seio). O principal motivo para a feitura do procedimento é que a doença é identificada em estágio avançado.

Segundo a SBM, esse índice está ligado à dificuldade na realização do diagnóstico precoce e na demora para se conseguir as consultas, exames, biópsia e tratamento – levando em conta o Sistema Único de Saúde (SUS) e a falta de plano de saúde. Pesquisas internacionais apontam que se o tumor é descoberto logo no início – quando está com menos de 2 cm –, as chances de cura podem chegar a 95%, informa a sociedade.

"Isso é um problema muito ligado à questão econômica: a disponibilidade de recursos e de exames; e a qualidade dos equipamentos e dos resultados. A limitação do acesso é um problema muito sério no nosso país, as mulheres no SUS passam por uma verdadeira 'via crucis', que é conseguir consulta num posto de saúde, conseguir um pedido de exame e depois realizá-lo. Com o diagnóstico tardio, a agressividade do tratamento é maior", comenta Antônio Frasson, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia.

Para o médico, a queda na busca pelos exames está relacionada também ao fato de muitos brasileiros estarem sem emprego ou terem perdido a cobertura do plano de saúde. "Quando a gente observa o número de mulheres que vem fazendo exames, em vez de aumentar, ele vem caindo. Isso é muito ligado à questão econômica, à falta de recursos. Estamos falando no sistema público e no privado. Com a crise, muita gente perdeu o acesso, o convênio médico", completa Frasson.

De acordo com o Ministério da Saúde, estados e municípios têm autonomia para organizar a rede de atendimento "e o tempo para realizar diagnóstico depende da organização e regulação desses serviços". "Em 2017, foram realizados no SUS 4,04 milhões de mamografias de rastreamento, sendo 2,6 milhões na faixa etária prioritária preconizada pela Organização Mundial da Saúde [OMS], que são mulheres de 50 a 69 anos. Além disso, também houve aumento de 100% dos valores repassados para exames essenciais para o diagnóstico e para a decisão médica do tratamento dessa doença", informa a pasta em nota enviada à Agência Brasil. O repasse de recursos federais para tratamento do câncer de mama teria passado de R$ 2,2 bilhões em 2010 para R$ 4,6 bi em 2017.

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domingo, 19 de novembro de 2017

Cresce número de pessoas com planos de saúde no Brasil

O número de pessoas com planos de saúde no Brasil cresceu em outubro, atingindo 47.399.495 de usuários. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), houve aumento de 84,09 mil beneficiários em relação a setembro.

Os dados mostram que os planos odontológicos também aumentaram em outubro, um acréscimo de 129,06 usuários em relação ao mês anterior, chegando a mais de 22,9 milhões de clientes.
O levantamento da ANS mostrou também que, em comparação com outubro do ano passado, 13 estados registraram aumento do número de beneficiários em planos de assistência médica: Acre, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
O Ceará foi o estado que registrou o maior crescimento, com 40,29 mil pessoas com planos de saúde. Em segundo lugar, está o Amazonas e, em terceiro, o Distrito Federal.
O estado com o maior número de beneficiários ainda é São Paulo, com 17,3 milhões de usuários, seguido do Rio de Janeiro, com 5,4 milhões, e de Minas Gerais, com 5 milhões.
FONTE: Ceará Agora

quarta-feira, 8 de março de 2017

Modalidade de plano de saúde popular não tem internação e emergência

© Reuters

Projeto está sob avaliação da ANS, que decidirá se ele será ou não implantado

O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (8) três propostas de "planos de saúde populares". As propostas contam com uma cobertura reduzida, fora dos padrões exigidos atualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e preços mais acessíveis. Um dos planos sugeridos não cobre se quer internação, urgência nem exames de alta complexidade.

O projeto foi anunciado no ano passado pelo ministério e, desde então, um grupo de trabalho foi criado para elaborar as propostas.
As sugestões estão agora sob avaliação da ANS, que deve verificar a legalidade e a pertinência das medidas sugeridas, para decidir se elas serão ou não implantadas.
Segundo o G1, os planos devem envolver uma coparticipação maior dos usuários em cada serviço utilizado, além do aumento no prazo para agendamento de atendimentos médicos e procedimentos cirúrgicos, flexibilidade no aumento das mensalidades, planos regionalizados e rede de saúde hierarquizada (semelhante ao SUS). A vantagem seria a cobrança de uma mensalidade mais popular, o valor ainda não foi divulgado.
Em nota, o Ministério da Saúde divulgou as propostas apresentadas:

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Plano de saúde popular pode atrasar tratamentos



CEARÁ AGORA
A proposta do ministro Ricardo Barros de criar planos de saúde populares com cobertura mais básica, divulgada há duas semanas, nem será capaz de aliviar a falta de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) nem vai agilizar o atendimento a pacientes com doenças mais complexas. E ainda pode ter efeito contrário, de desorganizar o sistema e atrasar o início de alguns tratamentos. Essa é a visão de vários especialistas em saúde pública ouvidos pelo Estado e reforçada por dados do próprio ministério.
Segundo a pasta, o gasto com ações de atenção básica, como consultas em postos de saúde, representou, no ano passado, 13,7% do orçamento do ministério, enquanto as despesas com procedimentos de média e alta complexidade, como internações e cirurgias, consumiram 42,1%. “Não consigo entender isso como uma solução, pelo contrário, porque muito da alta complexidade quem banca e vai continuar bancando é o SUS. Então a gente percebe que é uma medida que, do ponto de vista técnico, parece não ter justificativa e que vai na contramão do que vem sendo feito pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), que é evitar planos com baixa cobertura”, diz Walter Cintra Ferreira Junior, professor e coordenador do curso de especialização em administração hospitalar e de sistemas de saúde da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

terça-feira, 14 de junho de 2016

Em um ano, 1,6 milhão de brasileiros deixaram de ter plano de saúde, diz ANS

A ANS ressalta que houve aumento de beneficiários nos planos coletivos empresariais


No período de um ano, aproximadamente de 1,6 milhão de brasileiros deixaram de ter plano de saúde. Em maio de 2015, havia 50.183.430 beneficiários de planos de assistência médica. No mês passado, esse número caiu para 48.623.463 - redução de 3,1%. Os dados estão disponíveis na Sala de Situação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Em relação a abril de 2016, os planos de saúde permaneceram praticamente estáveis em maio, com perda de 30.783 beneficiários (0,06%). A ANS ressalta que houve aumento de beneficiários nos planos coletivos empresariais - o número passou de 32.269.736, em abril de 2016, para 32.275.710, no mês passado.
Entre abril e maio deste ano, Bradesco Saúde teve variação positiva de 0,37%; Amil, de 0,47%; Hap Vida, de 0,79%; Sul America, de 0,50%; e Notre Dame, de 0,21%. Já a Porto Seguro teve uma retração de 2,19%.
Nesse período, os planos exclusivamente odontológicos tiveram crescimento de 0,82% - passaram de 21.749.012, em abril, para 21.926.664, em maio. O aumento de beneficiários se deu em todos os seguimentos (planos individuais, coletivos empresariais e coletivos por adesão). A Odontoprev, com 6,3 milhões de beneficiários, teve uma queda de 0,27% entre abril e maio. Amil cresceu 2,38%; Hap Vida, 3,9%; Interodonto, 0,35%; Sul América, 5,02%, e Porto Seguro, 2,11%. Com informações do Estadão Conteúdo.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

ANS suspende a venda de 46 planos de saúde


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FONTE: Ceará Agora

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vai suspender, a partir do dia 4 de março, a venda de 46 planos de saúde por reclamações de beneficiários relativas à cobertura. As principais queixas são negativa de cobertura e demora no atendimento.
Os planos suspensos têm juntos 314,3 mil beneficiários, que não serão afetados pela punição. Oito operadoras são responsáveis por esses planos, que serão impedidos de receber novos clientes por pelo menos três meses, até que melhorem a assistência aos atuais beneficiários.
Para tomar a medida, a ANS considerou 13.365 reclamações sobre cobertura assistencial recebidas de outubro a dezembro de 2015.
Das oito operadoras com planos suspensos neste novo ciclo de monitoramento, quatro já tinham planos em suspensão no período anterior e quatro não constavam da última lista de suspensões. Além da comercialização suspensa, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil.
Paralelamente à suspensão, 33 planos de 16 operadoras poderão voltar a comercializar os produtos que estavam impedidos vender. Isso acontece quanto há comprovada melhoria no atendimento aos beneficiários.
agencia brasil

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Novas regras para reduzir cesáreas nos planos de saúde entram em vigor

84,6% dos partos realizados no Brasil com planos de saúde são cesáreos.
Planos devem informar às pacientes o número de cesáreas dos médicos.

Do G1, em São Paulo

CONFIRA O VÍDEO
Começam a valer a partir desta segunda-feira (6) as novas regras para a realização de partos na rede particular de saúde, fruto de uma resolução do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que visa pressionar as operadoras a fiscalizarem mais hospitais e médicos para diminuir a quantidade de partos cesáreos feitos por planos de saúde no Brasil.
O governo busca estimular o parto normal e reduzir as cesarianas, quando possível, pois o índice de nascimentos por meio cirúrgico chega a 84,6% do total realizado via planos de saúde. O índice é extremamente alto se comparado ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS): 15%.
Entre as novas regras, fica estabelecido que os planos de saúde devem informar às pacientes, em até 15 dias, a quantidade de cesarianas realizadas por médico, operadora e hospital, quando solicitados.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

ANS faz mais exigências para melhorar atendimento ao usuário de plano de saúde

MEDIDAS EM CONSULTA PÚBLICA

10h02 | 21.05.2015

Passará ser obrigatória a implantação de atendimento presencial em todos os estados em que as operadoras atuam. As empresas de grande porte (com mais de 100 mil beneficiários) também terão que oferecer atendimento telefônico ao consumidor durante 24h, sete dias por semana.


A partir do próximo dia 27 deste mês, uma proposta de Resolução Normativa com o objetivo de melhorar o atendimento das operadoras de planos de saúde aos consumidores será colocada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em consulta pública. As medidas propostas estabelecem regras e prazos para a prestação de informações, disciplinando e qualificando o atendimento.
 
Passará ser obrigatória a implantação de atendimento presencial em todos os estados em que as operadoras atuam. As empresas de grande porte (com mais de 100 mil beneficiários) também terão que oferecer atendimento telefônico ao consumidor durante 24h, sete dias por semana.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Suspensa venda de 123 planos de 28 operadoras

SAÚDE SUPLEMENTAR

Suspensa venda de 123 planos de 28 operadoras

15.08.2014

Além da suspensão, a ANS aplicou multas de até R$ 100 mil em cada caso de cobertura indevida ao consumidor


Medicina
As operadoras de planos de saúde têm até dez dias úteis para solucionar as reclamações de origem assistencial, segundo a ANS
FOTO: THIAGO GASPAR
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decretou a suspensão, a partir de sábado, da comercialização de 123 planos de saúde de 28 operadoras por desrespeito aos prazos máximos de atendimento e por negativas indevidas de cobertura. A decisão deriva do resultado do 10º ciclo do Monitoramento da Garantia de Atendimento, medida existente desde o final de 2011 para solucionar de maneira mais rápida os problemas de assistência ao beneficiário de plano de saúde. Na lista deste ciclo não constam operadoras de saúde com atuação no Ceará.
Atualmente, a ANS contabiliza 50,7 milhões de consumidores com planos de assistência médica e 21 milhões com planos exclusivamente odontológicos no País. Neste ciclo, foram recebidas 13.009 reclamações, segundo a ANS. Em todas elas, a Agência aplicou a mediação de conflitos entre consumidores e operadoras de planos de saúde, postura adotada desde março para demandas não assistenciais, como a quebra de contrato e reajuste de mensalidade.
No período analisado pelo ciclo, foram recebidas 6.996 reclamações de origem não assistencial, que devem ser solucionadas em até 10 dias úteis. Quanto às demandas assistenciais, o objetivo da ANS é que as operadoras resolvam em até cinco dias úteis.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Governo anuncia suspensão de 225 planos de saúde de 28 operadoras


Eles não cumpriram os prazos para marcação de consultas, exames e cirurgias. Durante a suspensão, eles não podem aceitar novos clientes.

O governo anuncia nesta quinta-feira (10) os planos de saúde que vão ser suspensos. Uma punição por falhas no atendimento aos clientes.
Vão ser suspensos 225 planos de saúde de 28 operadoras. Eles não cumpriram os prazos máximos para marcação de consultas, exames e cirurgias.
Durante a suspensão, por três meses, os planos não poderão aceitar novos clientes. Uma forma, segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de obrigá-los a melhorar o atendimento.


FONTE: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/01/governo-anuncia-suspensao-de-225-planos-de-saude-de-28-operadoras.html

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Suspensão de 301 planos de saúde passa a valer a partir desta sexta-feira (5)


Suspensão de 301 planos de saúde passa a valer a partir desta sexta-feira (5)

Agência Brasil | 08h20 | 05.10.2012



A partir desta sexta-feira, 301 planos de saúde administrados por 38 operadoras estão proibidos de ser comercializados em todo o país. A suspensão foi anunciada na última terça-feira (3) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
De acordo com o órgão, a venda dos planos ficará suspensa até que as empresas se adequem à Resolução 259, que estabelece prazos máximos para a marcação de consultas, exames e cirurgias. Dados indicam que entre julho e setembro foram registradas mais de 10 mil reclamações referentes ao não cumprimento dos prazos estabelecidos.
A ANS informou que quem já é beneficiário dos planos suspensos não terá o atendimento prejudicado. A suspensão consiste em impedir as operadoras de vender os planos a novos segurados. Para o Ministério da Saúde, a medida permite que a operadora se organize e passe a garantir os prazos estabelecidos.
A orientação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) para quem vai contratar um plano de saúde é fazer uma pesquisa no site da ANS. Com o nome ou o registro da operadora, é possível saber a situação do plano e o índice de reclamação dos consumidores.
Em nota, a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) questionou o processo de análise e de decisões que levaram a agência a suspender os 301 planos e disse que vai tomar medidas contra a ação, que considerou uma “ingerência” no setor.
A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde)  informou que apoia iniciativas que levem à maior transparência para clientes de planos de saúde e ressaltou que os planos suspensos atendem a um total de 3,6 milhões de beneficiários.


FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=346644&modulo=968

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