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domingo, 12 de abril de 2020

Você sabe qual o verdadeiro significado da Páscoa Cristã?

Você sabe qual o verdadeiro significado da Páscoa Cristã? 
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POR NOSSA SAGRADA FAMÍLIA
Muitos, conhecem a história da Páscoa como uma celebração a ressureição de Cristo após sua morte e crucificação e também pelos diversos costumes que se criaram nesse período pascal, mas o que muitos não sabem é que esse período começa no domingo da ressureição e termina no domingo de Pentecostes (com duração de 50 dias) e nos prepara para receber o Espírito Santo prometido.

O nome Páscoa é de origem hebraica, da palavra Pessach que significa “passagem”, e leva esse nome pois antes de ser a festa da ressureição, marcava o final do inverno e a chegada da primavera.

Para os cristãos, a Páscoa simboliza a ressureição de Cristo três dias após a sua morte na cruz e por isso é considerada um fundamento da fé cristã.

Porém muitos vem a Páscoa como uma esperança viva dada por Deus ao homens e essa esperança está sempre envolvida por muitos símbolos e estão entre eles:

  • Cruz: simboliza a vitória de Jesus sobre a morte.
  • Pão e vinho: representa a vida eterna de Jesus. (em sua última ceia, Jesus ofereceu pão e vinho aos discípulos enfatizando que o pão era o seu corpo e o vinho era o seu sangue).
  • Cordeiro: simboliza Jesus Cristo por ter se sacrificado em prol do seu rebanho.
  • Óleos santos: simboliza o Espírito Santo e são representados pelos óleos sacramentais utilizados no batismo, crisma e em unções de enfermos abençoados por bispos e sacerdotes durante a Missa do Crisma que ocorre na Quinta-feira Santa.
  • Água: utilizada no Sábado Santo, simboliza a pureza e a renovação de Cristo.
  • Coelhos: símbolo da fertilidade. Está associado a capacidade que a Igreja tem de produzir novos discípulos e espalhar a mensagem de Cristo.
  • Ovos de Páscoa: simbolizam o nascimento para uma nova vida já que os cristãos do Oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa com essa intenção.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

O que fazer na Quaresma?

A Encarnação da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, com sua Paixão e Morte na cruz, foi o meio escolhido para restituir à humanidade transviada a plena amizade com Deus.
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POR ARAUTOS DO EVANGELHO
Estamos no início da Quaresma, tempo em que ouvimos falar da necessidade do jejum e da penitência como meios para nos purificarmos e unirmos mais a Deus.
Entretanto, a Igreja nos ensina sobre o espírito com que se deve viver a Quaresma: não fazer boas obras com vistas a obter a aprovação dos outros, não ceder ao orgulho nem à vaidade, mas procurar em tudo agradar somente a Deus.
Saiba mais como viver intensamente e colher todos os frutos deste abençoado tempo da Quaresma

QUERO SABER MAIS...
Quaresma, tempo de penitência e reconciliação

Na Quarta-Feira de Cinzas têm início os quarenta dias que antecedem a Semana Santa, quando a Igreja nos fala da necessidade do jejum e da penitência como meios de melhor combater os vícios, pela mortificação do corpo, e propiciar a elevação da mente a Deus.

De forma cogente, a liturgia da Quarta-Feira de Cinzas recorda-nos também nossa condição de mortais: “Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó hás de voltar”, diz uma das duas fórmulas usadas pela Igreja para a imposição das cinzas.

Em sua segunda carta aos Coríntios, São Paulo nos incentiva a vivermos na graça de Deus: “Em nome de Cristo, vos rogamos: reconciliai- vos com Deus!” (II Cor, 5, 20). E com toda razão, pois o pecado nos afasta de Deus, tornando necessária a nossa reconciliação com Ele.

Só mesmo o Adorável Sangue de Deus teria mérito infinito para redimir o pecado original e as ofensas cometidas pelos homens, desde Adão e Eva. A Encarnação da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, com sua Paixão e Morte na cruz, foi o meio escolhido para restituir à humanidade transviada a plena amizade com Deus.
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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Saiba mais sobre o significado da Semana Santa

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Qual é o sentido do Sábado Santo?

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FONTE DO VÍDEO
O Sábado Santo é rico em detalhes e significados, e seus verdadeiros sentidos transformam esse dia em um dos mais lindos da Igreja. Assista e entenda os pontos essenciais deste dia!
LEIA TAMBÉM: Saiba mais sobre o significado da Semana Santa

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SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR.
A Sexta-feira Santa é para o Povo Cristão dia de penitência e até de tristeza. Entretanto, a Sexta-feira Santa não é considerada pela liturgia como dia de luto e de pranto, mas dia de amorosa contemplação do sacrifício cruento de Jesus, fonte da nossa salvação. Hoje, a Igreja não faz um funeral, mas celebra a morte vitoriosa do senhor. Por isso, fala de "bem-aventurada" e "gloriosa" paixão.
Nesta Sexta-feira Santa , celebramos a morte de Jesus como passagem necessária para a ressurreição; é uma lembrança cheia de esperança e da certeza da vitória. É um dia centrado na cruz, não com ar de tristeza, mas de comemoração, uma vez que Cristo Jesus, como Sumo Sacerdote, em nome de toda a humanidade se entregou voluntariamente à morte para salvar a todos nós.
No dia de hoje, não há missa em nenhuma Igreja. O Ato Litúrgico principal da sexta-feira é a celebração da Paixão do Senhor, à tarde. É uma cerimônia simples e silenciosa, durante a qual se propõe à meditação dos fieis a Paixão do Senhor, proclamada com solenidade toda particular.
As leituras desse dia mostram a coragem com que Cristo enfrenta a dor e a morte. No fim, faz-se a oração pelas necessidades materiais e espirituais de toda a humanidade.
Após a Oração Universal, o sacerdote convida para a veneração à santa Cruz, que simboliza a paixão de Cristo e seu amor infinito por nós.
Terminada a adoração da cruz, reza-se o Pai Nosso como preparação para a Comunhão. Como nesse dia não há propriamente Missa, as sagradas partículas distribuídas no momento da comunhão são trazidas do altar de reposição ou altar do Santíssimo, onde foram consagradas durante a Missa da quinta-feira santa. Após a comunhão, termina a cerimônia desse dia, cada um tem a oportunidade de se unir intimamente ao Senhor que deu a vida por nós.
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A Loucura de AMOR.
Nossos sofrimentos não se aproximam do que Jesus sofreu por nós. Paulo diz que por maiores que sejam nossos sofrimentos, nunca chagaremos ao que Jesus sofreu, ao morrer por nós. Paulo foi o primeiro a compreender que é justamente na cruz que se manifesta a imensidade do amor de Deus. Pode-se dizer que Deus provou seu amor e sua solidariedade, passando por tudo o que nós passamos: a dor e a morte.
... esta é a loucura da cruz, de que fala o apóstolo Paulo.Uma pessoa apaixonada faz qualquer loucura e não mede sacrifícios e riscos, para agradar o ser amado. É o que Deus fez por nós.
(Fonte de pesquisa - Livreto: Como entender, preparar e vivenciar os atos litúrgicos da Semana Santa. Autor: Francisco Lusmar Paz - Lançada em Abril de 2007.)

quarta-feira, 1 de março de 2017

Quarta-feira de Cinzas: Início da Quaresma



O início da Quaresma é marcado por um ritual singelo, mas de grande profundidade:  a imposição das cinzas como sinal da verdadeira  penitência do coração.
Por Arautos do Evangelho
Como já temos considerado em ocasiões anteriores, a riquíssima liturgia da Igreja nos conduz sabiamente ao longo do ano, de maneira a tirarmos a cada momento um determinado proveito espiritual. E um dos períodos em que isso acontece com maior intensidade é no Tempo da Quaresma, “momento favorável” para a conversão (cf. II Cor 6, 2).


cerimonial_Cinzas.jpg
Ao receber as cinzas, ouviremos o convite à conversão que
pode expressar-se numa fórmula dupla: “Convertei-vos e
acreditai no evangelho”, ou: “Recorda-te que és
pó e em pó te hás-de tornar”
Ao longo de suas seis semanas, a graça nos convida a uma sincera mudança de coração. O jejum, a oração e a esmola são sinais sensíveis da penitência com que nos preparamos para comemorar o acontecimento central da História da Salvação: a Ressurreição do Senhor, celebrada no Domingo de Páscoa.


Um rito único e tocante
A Quaresma inicia-se na Quarta-Feira de Cinzas. As leituras da Santa Missa desse dia foram escolhidas pela Igreja de modo a impostar os fiéis na perspectiva do tempo que começa. A profecia de Joel convoca o Povo Eleito à penitência como meio de atrair para si a misericórdia do Senhor (cf. Jl 2, 12-18). Após os versículos do Miserere, salmo penitencial por excelência (Sl 50), o Apóstolo nos convida à reconciliação com Deus (cf. II Cor 5, 20; 6, 2). E, já no Evangelho, Nosso Senhor nos ensina o verdadeiro sentido da oração, o jejum e esmola (cf. Mt 6, 1-6.16-18) que durante esse período vamos realizar.
Após a Liturgia da Palavra, os fiéis participam de um rito único e tocante. Cinzas são abençoadas pelo sacerdote e cada um dos presentes aproxima-se para recebê-las em forma de cruz sobre a testa, permanecendo o resto do dia com a marca de Cristo traçada sobre suas frontes. Qual a origem e o sentido deste cerimonial? É o que veremos a seguir.
As cinzas como sinal de penitência
Eloquente imagem da fragilidade humana e da futilidade dos bens deste mundo, as cinzas foram desde os mais antigos tempos sinal de luto e de dor, inclusive fora do âmbito do povo de Israel. Para este, elas simbolizavam a humilhação ou a penitência do homem diante de Deus. As páginas da História Sagrada estão cheias de episódios em que os israelitas se servem das cinzas para reconhecer o nada da natureza humana diante dos desígnios do Altíssimo, antes de pedir o auxílio da onipotência divina.

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sábado, 26 de março de 2016

Ovos de Páscoa

Ovos de Pascoa

Numa manhã de Ressurreição, apreciando a beleza ou o sabor de um Ovo de Páscoa, poucos são aqueles que têm ideia de seu significado ou de sua história. Poucos conhecem os 
caminhos que ele percorreu até chegar onde chegou hoje: já não se sabe dizer se o  Ovo  de Páscoa é uma joia de delícias ou uma delícia em forma de joia.



De uma coisa pode-se ter certeza: aquele ovo usado desde os primeiros tempos e que se tornou conhecido também como Ovo de Páscoa, só pode ter sido gestado e aprimorado em beleza e sabor no seio de uma cultura que caminhava rumo a uma civilização nascida da Paixão e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Origem, história e lendas
A origem dos ovos usados em comemorações é antiga e cheia de lendas, constantemente ligadas a aspectos religiosos.
Sempre foi comum a prática de se pintar ovos cozidos, decorá-los com desenhos e figuras e presenteá-los em ocasiões especiais.

Em grande parte dos países isto ainda é um costume comum, em outros, porém, esta prática passou por mudanças e adaptações: os ovos naturais são substituídos por ovos dos mais diversos materiais.
Na Ucrânia, por exemplo, antes da era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos da natureza. Eles chegam a ser uma manifestação artística especial conhecida como pysanka.
Com a aceitação do cristianismo em 988, os ovos ucranianos decorados continuaram tendo importante participação nos rituais religiosos da Igreja Católica. Foram adaptados para representar a Páscoa e a Ressurreição de Cristo.
Os ovos na Quaresma e Páscoa
Ovo_Pascoa.jpg
Notícias da tradição do uso do ovo em comemorações entre os cristãos nos levam até ao século IV e tem estreita vinculação com a Quaresma.
Nessa época era proibido o consumo de ovos durante o período penitencial dos quarenta dias. Desse modo, acumulava-se uma grande quantidade deles nas dispensas familiares.
Para evitar o desperdício, eles eram doados às crianças.
A partir da Quinta-Feira Santa, precedidos pelos coroinhas da Paróquia, meninos e meninas apareciam para recolhê-los de casa em casa. No domingo de Páscoa a enorme quantidade de ovos recolhidos era transformada em omeletes e logo saboreados por toda a população.

Ovos decorados e bentos
Os ovos de Páscoa são uma tradição secular dentro do cristianismo. No século XII existia já, em numerosos países da Europa, o costume de os fiéis, no dia de Páscoa, se presentearem mutuamente com ovos naturais que tinham sido bentos na Igreja.
Na região da Alsácia, na França, por exemplo, por volta do ano de 1215 já era difundido o hábito de, na Páscoa, presentear osovos_pascoa1.jpgamigos com ovos.
Por volta do século XVI, surgiu um aperfeiçoamento. Alguém teve a ideia de furar o ovo, e substituir seu conteúdo natural por uma "surpresa" que, conforme a categoria da pessoa presenteada, poderia ser constituída de perfumes, minúsculos objetos decorativos e até joias.
No século XVIII, o Rei Luís XIV mandava benzer no dia de Páscoa grandes cestas de ovos dourados, que ele mesmo distribuía ao pessoal da Corte.
Aparecem os ovos de chocolate
O surgimento do ovo de chocolate na Páscoa se deu a partir do Séc. XVIII, em substituição aos ovos duros e pintados que eram escondidos nas ruas e nos jardins para serem "caçados" pelas crianças.
Foi por essa época, na França, que se passou a esvaziar os ovos naturais e recheá-los. Os Pâtissiers franceses os recheavam com chocolate, marzipã ou uma mistura dos mais diversos ingredientes. E ainda os pintavam artisticamente por fora: sem dúvida, umaovo-de-pascoa.jpg descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses.
Desde o final do século XIX, quase todos os ovos de Páscoa não são mais involucrados na casca do ovo de galinha. Eles são feitos totalmente de chocolate e são de variados tamanhos. Alguns são bem grandes, outros são mais discretos, menores. Independente de seus tamanhos, todos fazem a alegria de crianças... e adultos em todo o mundo.
Ovos: joias de fascinante beleza
Em matéria de ovo de Páscoa, o auge do requinte foi atingido na Rússia, já nos anos finais do século XIX.
A Páscoa era uma data muito especial na Rússia dos czares: todos se cumprimentavam, se beijavam e diziam "Cristo ressuscitou". Recebiam, então, a resposta: "Verdadeiramente, Cristo ressuscitou".
Em seguida eram trocados presentes que, quase sempre, eram ovos naturais belamente coloridos, uma tradição entre os povos eslavos que se espalhou pela Europa.
Por ocasião da Páscoa de 1885, o czar Alexandre III decidiu oferecer à czarina, não um simples ovo natural decorado artisticamente, mas um ovo feito de ouro.
A execução foi encomendada ao melhor joalheiro de São Petersburgo: Peter Karl Fabergé. No domingo da Ressurreição, a czarina recebeu das mãos do czar uma joia de fascinante beleza, feita toda em ouro, prata, esmalte e rubis.
A partir daí, em todos os anos, o czar fazia uma nova encomenda e Fabergé se esmerava em superar a beleza e originalidade da jóia que havia feito no ano anterior.
Foi desse modo que se formou a fabulosa coleção de 56 ovos de Páscoa originária da Casa Imperial russa, famosa no mundo inteiro.fABERGE.jpgCada um desses "ovos" é uma autêntica obra de arte, própria a provocar um regalo não só para os olhos, mas, sobretudo, para a alma.
Causa alegria saber que o costume dos ovos de Páscoa - nascido, dentro da Santa Igreja Católica, a partir de uma banal necessidade doméstica - adquiriu uma conotação religiosa, espalhou-se pelo mundo e atingiu por fim esse requinte de arte e civilização.
Ovos: do povo, para os nobres e para a Igreja
Os chineses e egípcios e povos da bacia do Mediterrâneo também tinham o hábito de presentear com ovos em comemorações de estações do ano. Geralmente eram os comuns e baratos ovos de galinha que, para serem coloridos eram cozidos com beterraba.
Os ovos nem sempre eram para serem comidos. Constituíam eles presentes que simbolizavam o início da vida. A tradição de homenagear a chegada da primavera com a distribuição de ovos continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
A distribuição de ovos decorados em certas solenidades era mais comum no meio do povo mais simples, mais sem recursos.  Aderindo a esse costume popular, os nobres e personalidades importantes o enriqueceram de uma característica cultural: os ovos passaram a ser ornados com cenas pintadas, não poucas vezes, por futuras celebridades do mundo artístico.
Houve reis que costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus súditos com o ovos feitos de ouro. Na Inglaterra do século X, o rei Eduardo I (900-924), costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas.Fabergé - Czarevich 1912.jpgSéculos mais tarde, Luís XIV, da França, os enviava, pintados e decorados, como presente pascais.
A Igreja no século XVIII, passou a adotar o ovo como um dos símbolos da ressurreição de Cristo. Milhares de ovos coloridos começaram a ser bentos e distribuídos aos fiéis.
O que tem a ver o ovo com Cristo e a Ressurreição?
Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da Redenção da humanidade e se rejubilem com as conquistas do Divino Salvador sobre o demônio, o mundo e a carne.
Muitos não conseguem entender bem qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com Ovos de Páscoa. Para responder a essa pergunta, precisamos recuar um pouco na história. Voltar à época anterior a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Em várias das antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observava-se o costume de presentear-se mutuamente com ovos. E, geralmente, isso acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera: estação que prenuncia e celebra a volta da vida na natureza.
Por isso mesmo, os ovos a serem presenteados nessa ocasião eram pintados com gravuras que lembravam algum tipo de vegetal ou outro elemento natural ligado à vida.
Estes costumes atravessaram a Antiguidade mantendo-se vivos em populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média.cesta de ovos.jpgA entrada deste uso para as festividades e comemorações cristãs aconteceu, sobretudo depois do Concilio de Nicéia, realizado no ano 325 da era Cristã.
Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de expandir a cristandade, ampliando zelosamente o número de fiéis.
Desde que não ferisse a doutrina, a moral e os bons costumes e ainda mais, não fosse fonte tendenciosa para a volta às práticas pagãs, algumas antigas tradições e símbolos religiosos poderiam ser perfeitamente incorporados, por meio de adaptações, a outros eventos, festas e comemorações que estavam de acordo com o pensamento, doutrina e práticas cristãs.
Sem prejuízo para a fé católica, a tradição de presentear ovos poderia ser aplicada, por exemplo, na Páscoa que, no pensamento cristão, é a celebração da Ressurreição de Cristo e sua vitória sobre a morte e com a esperança de uma vida nova.
Foi nessa fase da história que surgiram pinturas de imagens de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Nossa Senhora nos ovos que seriam distribuídos por ocasião da Páscoa.
O ovo é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, ele contém uma vida que surge repentinamente de seu interior. E este é o sentido para a Páscoa, após a morte, veio a passagem para a ressurreição e a vida.
Cristo deixou o interior do sepulcro com vida, venceu a morte. Destruiu o Templo e o reconstruiu em três dias.
Aqui estão notícias da origem, história e significado dos "ovos de Páscoa": um costume adaptado e aceito nos países de origem cristã. (JG)
Fontes:
Revista Arautos do Evangelho, Abril/2005, n. 40, p. 35
http://www.novomilenio.inf.br/festas/pascoa3.htm
http://www.fashionbubbles.com/festas-tematicas/a-historia-do-ovo-e-outros-simbolos-da-pascoa/

FONTE:
http://www.arautos.org/especial/25490/tracos-da-origem-dos-ovos-de-pascoa.html

História dos Ovos de Páscoa

Você sabe porque se dão ovos de chocolate na Páscoa? É uma tradição que começou com a Igreja Católica no século IV. Vem da tradição de não comer carne na quaresma.




CONFIRA AQUI

domingo, 29 de março de 2015

Fiéis católicos e os sacrifícios pessoais durante a Quaresma

Jejum, oração e esmola são práticas recomendadas para o período. "É válido se abrir à criatividade e personalizar o jejum", observa o padre Silvio Scopel, da comunidade católica Shalom. 

A prática é mais comum entre os jovens, e a proposta alia os sacrifícios diários à oração e à caridade. “O dinheiro do refrigerante que você deixa de tomar pode ser doado aos mais pobres”, exemplifica. Ainda conforme o sacerdote, o católico vive a penitência para se unir ao sofrimento de Jesus, além de exercer o autodomínio e buscar ser uma pessoa melhor.

Nem sempre é fácil. E se o propósito assumido para a Quaresma é quebrado, o fiel aposta na misericórdia divina. “Você pode se arrepender e optar por uma confissão. E recomeçar”, aconselha o padre. A ideia de não ver televisão tem desafiado a estudante Virgínia Coutinho, 40. Quando fraqueja, lembra que mudança de vida é uma construção. “Todos os dias temos chance de recomeçar, então a gente segue”. A paixão pelos filmes faziam com que ela perdesse horas de sono na madrugada. Não ver novelas ou programas o dia todo é forma de equilibrar os hábitos, além de criar mais tempo de rezar e conviver com familiares.

Olhar para o outro com mais calma e perseguir a caridade acabou sendo o resultado para Aline Monteiro, 26. É a primeira vez que a estudante usa uma atitude como penitência: ela se esforça para não tecer comentários que julgam o próximo. “É um exercício. Em vez de falar e apontar as falhas das pessoas, a gente acaba buscando tratar melhor, conversar com ela quando necessário”, explica. Há momentos de recaída, e a força vem da oração e do jejum de carne. Envolvida no espetáculo A Paixão de Cristo, do Shalom, ela conta que o sofrimento e vida de Jesus dão mais inspiração para viver bem o período.

Com a Semana Santa, iniciada hoje, ficam contados os dias de penitências assumidas na Quaresma. Há quem leve os sacrifícios até a Quinta ou o Sábado Santo. Experiência completa é levar o aprendizado para o resto do ano. “Jesus passou 40 dias no deserto e teve certamente alguma mudança. Não adianta voltarmos a ser a pessoa velha”, reflete Virgínia.

Do cotidiano, ela pretende eliminar novelas, programas policiais e seriados que considera inadequados. A proposta do David é não ser dependente das redes sociais no futuro. Aline também quer ir além: “Vou controlar a língua ao máximo e quero levar isso pra vida”, promete.

David Welly, 27, fechou a conta do Facebook e desinstalou o Whatsapp. Deixou o Instagram ficar, pois administra o perfil do grupo de jovens Pentecostes, da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima. Então fez o compromisso de parar com curtidas, comentários e publicações próprias. Sair das redes sociais por 40 dias foi a penitência deste ano para ele, depois de tantas vezes abrindo mão do refrigerante.

Quando chega em casa, David já não gasta muito tempo no celular e consegue se dedicar mais a orações e estudo de temas para a catequese. Sem os aplicativos, deixou de ver os amigos combinando saídas e aniversários. Rompeu o contato virtual com os alunos de francês. No entanto, vê sentido nas perdas. “Um dos objetivos é saber que você vive sem aquele hábito”, conta. Escolheu a penitência diferente por não conseguir deixar a carne vermelha na sexta-feira, como orienta a Igreja.

Com informações O Povo Online

FONTE:
http://potenginainternet.blogspot.com.br/2015/03/fieis-catolicos-e-os-sacrificios.html

domingo, 22 de fevereiro de 2015

LEITURA ORANTE

Mc 1,12-15 - Conversão e fé - 1º Domingo da Quaresma



Hino da CF 2015

Preparo-me,
com todos os que se encontram na rede da internet, 
 para a Leitura orante,
invocando a Santíssima Trindade:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Creio, Senhor Jesus, que sou parte de seu Corpo.
Trindade Santíssima
 - Pai, Filho, Espírito Santo -
presente e atuante na Igreja e na profundidade do meu ser.
Eu vos adoro, amo e agradeço.

1. Leitura (Verdade) 
- O que a Palavra diz?
Tomo contato com o texto de hoje, lendo-o, na Bíblia, em Mc 1,12-15.
Logo depois o Espírito Santo fez com que Jesus fosse para o deserto. Jesus ficou lá durante quarenta dias, sendo tentado por Satanás. Ali havia animais selvagens, e os anjos cuidavam de Jesus.
Depois que João foi preso, Jesus seguiu para a região da Galileia e ali anunciava a boa notícia que vem de Deus. Ele dizia:
- Chegou a hora, e o Reino de Deus está perto. Arrependam-se dos seus pecados e creiam no evangelho.
 O texto apresenta duas partes: as tentações de Jesus e o início de sua evangelização. Inicia dizendo que o  Espírito fez com que Jesus fosse para o deserto. Todos os três evangelistas (Mateus, Lucas e Marcos) têm como principal autor desse retiro no deserto, o Espírito.
Jesus vai para o deserto. Deserto significa lugar desabitado, solitário, desamparado, abandonado. No sentido bíblico, deserto era terra  da aridez, símbolo da privação de chuva e de fertilidade. É o lugar da purificação e da pobreza.
No deserto Jesus ficou quarenta dias. Este número recorda os quarenta anos do Povo de Deus no deserto, rumo à libertação. Foram quarenta dias em que Moisés  permaneceu no alto do Horeb diante de Deus. para receber as tábuas da lei (Dt 9,9).
Sendo tentado por Satanás, diz o Evangelho. As tentações de Jesus eram para desviá-lo de sua missão messiânica.
Convivia  com as feras. A frase indica que durante esse tempo Jesus não viu nenhuma pessoa humana.
E os anjos o serviam. O evangelho apresenta prova segura da existência dos anjos, não como mensageiros, mas como seres que servem.
Depois que João foi preso, Jesus veio para a Galileia, proclamando a Boa-Nova de Deus.
O texto faz entender que Jesus estava na Judeia e retornou à Galileia onde faz a proclamação do Reino, resumida na conversão e fé no Evangelho.
"Convertei-vos. Arrependam-se". O Evangelho, além da fé, exige de cada pessoa o desejo de modificar sua conduta segundo a  Boa-Nova.

2. Meditação(Caminho) 
- O que a Palavra diz para mim?
Conversão e fé . Eis o ponto central da Boa-Nova de Jesus. Devo renovar minhas idéias sobre o Reino. O anúncio de Jesus me chama à conversão. O bem-aventurado Alberione sentiu um apelo que transmitiu a toda a Família Paulina: “Vivam em contínua conversão”. Agora, num instante de silêncio, verifico em que devo me converter.
Em Aparecida, os Bispos, afirmaram: "No exercício de nossa liberdade, às vezes recusamos essa vida nova (cf. Jo 5,40) ou não perseveramos no caminho (cf. Hb 3,12-14). Com o pecado, optamos por um caminho de morte. Por isso, o anúncio de Jesus sempre convoca à conversão, que nos faz participar do triunfo do Ressuscitado e inicia um caminho de transformação." (DAp351).

3. Oração (Vida) 
- O que a Palavra me leva a dizer a Deus?
Faço a
 Oração da Campanha da Fraternidade 2015
Ó Pai, Alegria e esperança de vosso povo,
vós conduzis a Igreja, servidora da vida,
nos caminhos da história.
A exemplo de Jesus Cristo
e ouvindo sua palavra
que chama à conversão,
seja vossa igreja testemunha viva de
fraternidade
e de liberdade, de justiça e de paz.
Enviai o vosso Espírito da verdade
para que a sociedade se abra
à aurora de um mundo justo e solidário,
sinal do Reino que há de vir.
Por Cristo Senhor nosso.
Amém!


4. Contemplação(Vida/ Missão)
- Qual o meu novo olhar a partir da Palavra?
O tema da Campanha da Fraternidade CF 2015 é “Fraternidade: Igreja e Sociedade”
e o lema: “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45). É o que me proponho viver nesta quaresma.

 Bênção 
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.


Sugestões:
I. Patrícia Silva, fsp
patricia.silva@paulinas.com.br

FONTE:
http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/2015/02/mc-112-15-conversao-e-fe-1-domingo-da.html

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Campanha da Fraternidade e da Quaresma. Ajude-nos a evangelizar pelos meios de comunicação.

Hoje, às 19h na Igreja Matriz de Aracoiaba, Missa da QUARTA-FEIRA DE CINZAS.
Você está convidado a entrar no clima da QUARESMA!
Venha, participe da Santa Missa!



Campanha da Fraternidade e da Quaresma
Quaresma




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quarta-feira, 13 de março de 2013

Leitura Orante


Jo 5,17-30 - Quem crê tem a vida eterna

Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação
e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se encontram neste ambiente
virtual. Rezamos, em sintonia com a Santíssima Trindade.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor!
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia, o texto Jo 5,17-30.
Então Jesus disse a eles:
- O meu Pai trabalha até agora, e eu também trabalho.
E, porque ele disse isso, os líderes judeus ficaram ainda com mais vontade de matá-lo. Pois, além de não obedecer à lei do sábado, ele afirmava que Deus era o seu próprio Pai, fazendo-se assim igual a Deus
Então Jesus disse a eles:
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o Filho não pode fazer nada por sua própria conta, pois ele só faz o que vê o Pai fazer. Tudo o que o Pai faz o Filho faz também, pois o Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que está fazendo. E vai mostrar a ele coisas ainda maiores do que essas, e vocês vão ficar admirados. Porque, assim como o Pai ressuscita os mortos e lhes dá vida, assim também o Filho dá vida aos que ele quer. O Pai não julga ninguém, mas deu ao Filho todo o poder para julgar a fim de que todos respeitem o Filho, assim como respeitam o Pai. Quem não respeita o Filho também não respeita o Pai, que o enviou.
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não será julgado, mas já passou da morte para a vida. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vem a hora, e ela já chegou, em que os mortos vão ouvir a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. Assim como o Pai é a fonte da vida, assim também fez o Filho ser a fonte da vida. E ele deu ao Filho autoridade para julgar, pois ele é o Filho do Homem.
- Não fiquem admirados por causa disso, pois está chegando a hora em que todos os mortos ouvirão a voz do Filho do Homem e sairão das suas sepulturas. Aqueles que fizeram o bem vão ressuscitar e viver, e aqueles que fizeram o mal vão ressuscitar e ser condenados.
Jesus continuou a falar a eles. Ele disse:
- Eu não posso fazer nada por minha própria conta, mas julgo de acordo com o que o Pai me diz. O meu julgamento é justo porque não procuro fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou.
Jesus começa falando das obras, aos líderes dos judeus. Não de conhecimento. É um discurso que revela a natureza e a missão do Mestre. E que revela também o Pai. O Pai ama o Filho, ressuscita, dá vida, não julga ninguém. É misericordioso. O Pai enviou o Filho e o Filho faz o que vê o Pai fazer. Quem não respeita o Filho, também não respeita o Pai. E o segredo da vida eterna é ouvir estas palavras e crer.

2. Meditação (Caminho)
O que a Palavra diz para mim?
Qual é a minha escala de valores?
Os bispos, em Aparecida, falaram deste mistério de profunda comunhão da Trindade que experimentamos no Batismo, nos sacramentos, na Eucaristia: "É Deus Pai que nos atrai por meio da entrega eucarística de seu Filho (cf. Jo 6,44), dom de amor com o qual saiu ao encontro de seus filhos, para que, renovados pela força do Espírito, possamos chamá-lo de Pai: "Quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou seu próprio Filho, nascido de uma mulher, nascido sob o domínio da lei, para nos libertar do domínio da lei e fazer com que recebêssemos a condição de filhos adotivos de Deus. E porque já somos filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho a nossos corações e o Espírito clama: Abbá! Pai!" (Gl 4,4-5). Trata-se de uma nova criação, onde o amor do Pai, do Filho e do Espírito Santo, renova a vida das criaturas." (DAp 241).

3. Oração (Vida)
- O que a Palavra me leva a dizer a Deus?
Rezo com toda Igreja, a
Oração oficial da CF 2013

Pai santo, vosso Filho Jesus,
conduzido pelo Espírito
e obediente à vossa vontade,
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade.
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo,
tornai-nos missionários
a serviço da juventude.
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida,
enviai-nos, Senhor;
para ser presença geradora de fraternidade,
enviai-nos, Senhor;
para ser profetas em tempo de mudança,
enviai-nos, Senhor;
para promover a sociedade da não violência,
enviai-nos, Senhor;
para salvar a quem perdeu a esperança,
enviai-nos, Senhor;
para...


4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?  
Como discípulo/a de Jesus, deixo-me conduzir pela fé e pela certeza de que Deus é meu Pai.
 
Bênção
 - Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Sugestões:

- Campanha da Fraternidade 2013 - Veja informações no blog:
http://comunicacatequese.blogspot.com.br/

- Veja a mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma em
http://paulinascomunica.blogspot.com/

- Faça o Retiro de Quaresma e Páscoa seguindo o blog
http://viverecomunicarcristo.blogspot.com

- Se você quiser receber o Evangelho do Dia, acesse o seguinte endereço e preencha o formulário de cadastro - http://www.paulinas.org.br/loja/CentralUsuarioLogin.aspx

Ir. Patrícia Silva, fsp


FONTE: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com.br/

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