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segunda-feira, 24 de abril de 2023

Correr devagar pode ser mais benéfico do que pensa

A velocidade não é tudo.

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Pensa que correr depressa é a única forma de conseguir atingir os objetivos no treino? A verdade é que uma velocidade mais lenta também tem os seus benefícios. Não tem de se 'matar' a cada treino. Saiba tudo.

O 'website' Vitónica cita alguns estudos e aponta benefícios numa corrida mais lenta. Acaba por conseguir um maior rendimento e um consumo de oxigênio mais eficiente. Por outro lado, uma corrida mais lenta acaba por se traduzir num menor desgaste físico.

Se for para uma competição, treinos mais lentos acabam por melhorar o ritmo e até dar menos stress ao corpo.

O corredor mais lento consegue também conservar o entusiasmo e a vontade de correr durante mais tempo. Dessa forma, o risco de lesões também é menor, uma vez que acabam por não se cansar tão rápido. 

FONTE:https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2012610/correr-devagar-pode-ser-mais-benefico-do-que-pensa

CONFIRA OS VÍDEOS:

1. CORRENDO NO POLO DE LAZER DE ARACOIABA

2. Caminhando no Polo em Aracoiaba

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Correr descalço pode reduzir risco de lesão no joelho

Quando introduzida nos treinos de forma progressiva e supervisionada, prática proporciona menos impacto e possibilidade
© Divulgação
Apesar dos calçados esportivos serem anunciados com tecnologias avançadas de amortecimento para os aficionados por corrida de rua, a incidência de lesões nas articulações ainda é bastante considerável. Baseados nesse contexto, alguns estudos recentes mostram que a corrida com pés descalços poderia ser uma estratégia para minimizar esses danos. Uma pesquisa do Laboratório de Biomecânica da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP explica melhor essa dicotomia: correr descalço realmente pode ser benéfico, mas desde que a prática seja introduzida aos treinos progressivamente. Há uma redução no impacto recebido pelo corpo e diminui a possibilidade de lesões em joelhos e quadris.

Ana Paula da Silva Azevedo, educadora física e autora do estudo, explica que a ideia não é incentivar as pessoas a correrem sem proteção, mas trazer evidências de que correr descalço possa exercer influência positiva sobre o controle de choque mecânico e na ativação muscular do corpo. Além disso, reforça a pesquisadora, “o novo hábito não deve ser feito de forma abrupta; as alterações devem ser graduadas e levando em conta o volume e a intensidade da corrida”, diz.

Para se certificar das respostas desta prática, durante 16 semanas, Ana Paula acompanhou o treino de corredores recreacionais que estavam acostumados a usar tênis, com o intuito de retirada gradual do calçado esportivo. A idade dos participantes (homens e mulheres) era entre 18 e 40 anos, com experiência de corrida de 5 a 6 anos e distância média de atividade na semana de 44 quilômetros.

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