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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Correr descalço pode reduzir risco de lesão no joelho

Quando introduzida nos treinos de forma progressiva e supervisionada, prática proporciona menos impacto e possibilidade
© Divulgação
Apesar dos calçados esportivos serem anunciados com tecnologias avançadas de amortecimento para os aficionados por corrida de rua, a incidência de lesões nas articulações ainda é bastante considerável. Baseados nesse contexto, alguns estudos recentes mostram que a corrida com pés descalços poderia ser uma estratégia para minimizar esses danos. Uma pesquisa do Laboratório de Biomecânica da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP explica melhor essa dicotomia: correr descalço realmente pode ser benéfico, mas desde que a prática seja introduzida aos treinos progressivamente. Há uma redução no impacto recebido pelo corpo e diminui a possibilidade de lesões em joelhos e quadris.

Ana Paula da Silva Azevedo, educadora física e autora do estudo, explica que a ideia não é incentivar as pessoas a correrem sem proteção, mas trazer evidências de que correr descalço possa exercer influência positiva sobre o controle de choque mecânico e na ativação muscular do corpo. Além disso, reforça a pesquisadora, “o novo hábito não deve ser feito de forma abrupta; as alterações devem ser graduadas e levando em conta o volume e a intensidade da corrida”, diz.

Para se certificar das respostas desta prática, durante 16 semanas, Ana Paula acompanhou o treino de corredores recreacionais que estavam acostumados a usar tênis, com o intuito de retirada gradual do calçado esportivo. A idade dos participantes (homens e mulheres) era entre 18 e 40 anos, com experiência de corrida de 5 a 6 anos e distância média de atividade na semana de 44 quilômetros.

domingo, 11 de novembro de 2018

Pauta-Bomba avança no Congresso e pode causar impacto de R$ 259 bilhões para o próximo Governo

Congresso Nacional
O Congresso está armando uma pauta–bomba para o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), que pode chegar a R$ 259 bilhões. As informações são da Folha de S. Paulo.
Esse montante, segundo a publicação, refere-se ao impacto nas contas públicas, nos próximos quatro anos. São dez projetos aprovados ou que avançaram no Congresso em 2018.

Atualmente o Orçamento está sob regência de um teto que impede a expansão de gastos. Mesmo assim os parlamentares vão na direção contrária. A ação, negada pelos parlamentares, parece ser orquestrada para sabotar o próximo governo. Muitos parlamentares também estão insatisfeitos com a não reeleição, que atingiu 51% na Câmara e 85% no Senado.

Nesta semana, os senadores aprovaram o reajuste de 16% nos salários dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), que pode gerar um efeito cascata de até R$ 5 bilhões ao país, pois elevará salários em todas as esferas do serviço público.

Outra medida aprovada foi a Rota 2030, que estabelece incentivos fiscais a montadoras de veículos. O custo anual será de R$ 2,1 bilhões, mas o texto foi alterado para incluir penduricalhos que vão elevar o impacto. Já o benefícios do Reintegra, regime que dá crédito tributário a exportadores, foram ampliados e novos setores foram desonerados. Não há estimativa de custo dessas alterações.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Sob impacto da Copa, PIB do Brasil cai 0,6% no segundo trimestre

SEGUNDO IBGE

Sob impacto da Copa, PIB do Brasil cai 0,6% no segundo trimestre

Folhapress | 09h16 | 29.08.2014

Em relação ao segundo trimestre de 2013, a economia do país encolheu 0,9%. Dados foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (29)

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Indústria nacional sofre efeitos de competição cada vez mais forte com produtos do exterior
REUTERS
Sob impacto negativo da Copa, de freada do consumo das famílias e forte retração dos investimentos, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu 0,6% no segundo trimestre na comparação com os três primeiros meses deste ano.
Em relação ao segundo trimestre de 2013, a economia do país encolheu 0,9%. Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (29). A média das projeções de bancos e consultorias apontava para uma queda de 0,4% frente ao primeiro trimestre e de 0,5% na comparação com o mesmo período de 2013, segundo pesquisa da Bloomberg.
Para Silvia Matos, economista da FGV, a retração do PIB já era esperada. O efeito da Copa do Mundo, segundo ela, foi mais sentido em junho, no início da competição. Isso porque houve um acumulo maior de feriados excepcionais nas cidades-sede e dias de dispensa antecipada de trabalhadores.

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