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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

MENSAGEM: Um Legado Duradouro

Mensagem: Um Legado Duradouro

POR MENSAGENS QUE EDIFGICAM - Thomas Edison inventou a primeira lâmpada. Jonas Salk desenvolveu uma vacina eficaz contra a poliomielite. Amy Carmichael escreveu muitos dos hinos que cantamos na adoração. Mas e você? Por que você foi colocado na Terra? Como você investirá a sua vida?

Gênesis 4 nos diz que Eva engravidou e “…deu à luz Caim”. Depois de segurar Caim pela primeira vez, ela anunciou: “Com a ajuda do Senhor, tive um filho” (Gênesis 4:1). No esforço para explicar a surpreendente experiência do primeiro nascimento, Eva usa uma frase repleta da dependência da ajuda soberana de Deus: “Com a ajuda do Senhor”. Eventualmente, através da semente de Eva, Deus proveria resgate para Seu povo por meio de outro Filho (João 3:16). Que legado!

A paternidade é uma das muitas maneiras pelas quais as pessoas fazem contribuições duradouras para esse mundo. Talvez sua oferta surgirá numa sala onde você escreve, tricota ou pinta. Talvez você seja um exemplo para outra pessoa que esteja desprovida de influência divina. Ou o seu investimento pode vir depois da sua morte de formas que você nunca imaginaria. Pode ser o trabalho que você deixa para trás ou sua reputação de integridade nos negócios. Em todo caso, suas palavras ecoarão a mesma dependência de Eva em Deus? “Com a ajuda do Senhor”, o que você fará por Sua honra?

 

 

FONTE:

Pão Diário – Ministério RBC

MENSAGENS QUE EDIFICAM

http://www.mensagensqueedificam.com

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Temer deixa presidência com rejeição recorde e legado de reformas pendentes

Michel Temer
Michel Temer entregará o poder amanhã a Jair Bolsonaro e deixará a política com uma taxa de rejeição histórica e um legado de profundas reformas, mas também com contas pendentes na Justiça.

O governante, de 78 anos, anunciou que neste dia 1º de janeiro, ao passar a faixa presidencial a Bolsonaro, porá fim à sua vida pública, da qual despede-se com uma taxa de aprovação de 9%, a menor da história recente, apesar de quase a ter duplicado nas últimas semanas, nas quais saiu dos 5% que manteve como média.

A taxa de rejeição de sua gestão, também histórica, beira 80%, enquanto quase 10% a considera “regular”.

Mesmo assim, Temer foi durante as últimas décadas um dos políticos mais influentes do país, manteve uma cadeira no Congresso desde 1994, presidiu três vezes a Câmara dos Deputados e liderou o MDB ao longo de 15 anos.

Em 2010 aceitou acompanhar Dilma Rousseff como candidato a vice-presidente, com quem ganhou as eleições daquele ano e as de 2014, mas nesse segundo mandato a relação com a governante se rompeu no meio de um crescente mal-estar social.

Temer formalizou seu divórcio político de Dilma em uma explosiva carta que divulgou no final de 2015, na qual disse sentir-se como um mero “acessório” e um vice-presidente “decorativo”.

O emedebista passou então a engrossar uma oposição que já articulava um processo de cassação contra Dilma por irregularidades fiscais e que conseguiu maioria na Câmara e no Senado para finalmente destituir a primeira presidente do Brasil.

Temer a substituiu interinamente em maio de 2016, quando Dilma sofreu sua primeira derrota no processo de destituição, e de forma definitiva em agosto daquele ano, quando a governante perdeu o cargo.
A maioria parlamentar formada para tirar Dilma se dobrou a favor de Temer, que revelou então sua faceta reformista e sua intenção de “mudar o país”, mesmo que fosse à custa da sua própria imagem.

O então novo presidente impulsionou impopulares reformas que estabeleceram limites para o gasto público para as próximas duas décadas, alterou a legislação trabalhista para satisfazer os empresários e implantou um regime que abre a porta a uma informalização total e a uma consequente precarização do trabalho.

Temer se justificou dizendo que herdou o governo no meio de uma aguda recessão, que entre 2015 e 2016 causou uma queda de quase sete pontos percentuais do PIB, e em que era necessário “modernizar” a legislação e também reduzir o tamanho do Estado, sem valer-se de populismos.
Os atos populistas são irresponsáveis porque produzem um bom efeito (de imagem) amanhã, mas um desastre depois de amanhã”, repetiu várias vezes, para explicar a impopularidade que marcou sua gestão.
Em meados de 2017 preparava-se para consumar sua maior reforma, a da previdência, com a qual buscava recuperar um sistema virtualmente quebrado, mas o enorme apoio que tinha no Congresso se esfumou de um dia para o outro com graves denúncias de corrupção.

O presidente foi denunciado por vínculos fraudulentos com a empresa JBS e se transformou no primeiro governante brasileiro em exercício que foi alvo não de uma, mas de duas denúncias formais por parte da Procuradoria-Geral da República.

No entanto, o mesmo Congresso que já tinha dado as costas ao seu programa de reformas impediu sua perda de imunidade e, pelo menos enquanto estivesse no cargo, lhe livrou dos tribunais.

A partir desse momento, seu governo começou a esmorecer e seu ímpeto reformista se apagou com o tempo, o que causou uma virtual paralisia de um Executivo que passou a ser quase “decorativo”, assim como o próprio Temer sentia-se quando ainda era vice de Dilma.

O presidente ficou só, até o ponto em que para as eleições de outubro, vencidas por Bolsonaro, o governante MDB apresentou como candidato o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que manteve Temer e sua impopularidade afastada da sua campanha.

Há dez dias, nos estertores do seu governo, Temer foi denunciado novamente por um decreto que assinou em 2017 e que teria favorecido ilegalmente uma empresa do setor portuário.

As duas denúncias anteriores e esta nova estavam na órbita do Supremo Tribunal Federal (STF), mas uma vez que Temer deixe seu cargo lhe esperarão em tribunais de primeira instância.
Não tenho a menor preocupação com isso”, disse há duas semanas, quando garantiu que sua consciência está “tranquila” e que provará que é inocente com seu próprio escritório de advogados, ao qual se reintegrará após uma vida dedicada à política.
Com informações UOL Noticias

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Explore o Museu Nacional com o Google


O legado do Museu Nacional

"É importante ressaltar que o Museu Nacional, apesar de ter perdido uma parte significativa do acervo, jamais perdeu a capacidade de gerar conhecimento."
Alexander Kellner, Diretor do Museu Nacional

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O que está por vir para o Museu Nacional?

A história do mais antigo museu de história natural do Brasil e os planos do diretor Alexander Kellner para o futuro
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

A Copa que o mundo todo viu

MUNDIAL

A Copa que o mundo todo viu

24.09.2014

Fifa afirma que o Brasil-2014 superou os recordes de audiência. A grande final foi vista por 1 bilhão de pessoas

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A Fifa garantiu que a final da Copa do Mundo de 2014, realizada em 13 de julho, no Maracanã, teve audiência equivalente a 13 mil estádios lotados. A entidade ainda deve anunciar um novo balanço com os números totais do certame
FOTO: REUTERS
A final da Copa do Mundo no Brasil foi vista por mais de 1 bilhão de pessoas no mundo, batendo todos os recordes de um evento internacional da história. Os dados foram divulgados, ontem, em Zurique, pela Fifa, que revelou que a competição foi marcada por superar todos os recordes em termos financeiros, de público e de dimensões.
A entidade admite que ainda não compilou todos os dados em termos de audiência para a Copa. Mas já indicou que os números superaram a edição de 2010, na África do Sul, e baterão um recorde. Só na decisão entre Argentina e Alemanha, no dia 13 de julho, no Maracanã, a audiência foi equivalente a 13 mil estádios lotados.
O torneio superou todas as marcas em países como Alemanha, Holanda, Estados Unidos e Bélgica. Na Alemanha, por exemplo, a final da Copa foi o evento mais visto da história da TV local, com 34,7 milhões de pessoas. Na rede social Facebook, 451 milhões de pessoas usaram o conteúdo social da Fifa durante o Mundial.
Usando números da Fundação Getúlio Vargas, a Fifa declarou ainda que um total de 14 milhões de postos de trabalho foram criados no Brasil nos últimos anos por conta da Copa. Os investimentos feitos no evento geraram aos cofres públicos nacionais US$ 7,2 bilhões em impostos pagos por operadores, empresas e torcedores.
A Fifa teve uma renda recorde na Copa, com um total de US$ 4,5 bilhões para os seus cofres. A entidade, por um acordo, não paga impostos nem no Brasil e nem na Suíça (sede).
Legado
A entidade está reunida nesta semana em Zurique, no primeiro encontro de sua cúpula depois da Copa. Num esforço para defender seu legado no Brasil, indicou que investiu mais de US$ 850 milhões na organização do evento e que gastou mais de R$ 500 milhões apenas em noites de hotel. Os organizadores também pegaram 12 mil voos em dois anos.
A Fifa voltou a lembrar que prometeu US$ 100 milhões para o desenvolvimento do futebol no Brasil e que 14 milhões de postos de trabalho foram criados em quatro anos "por causa da Copa do Mundo".
Apenas no setor de serviços de alimentação dos estádios, a Copa gerou 15 mil empregos, além de 1,2 mil nas lojas. Mais: 17 mil pessoas trabalharam na área de hospitalidade e 29 mil trabalhadores atuaram em serviços terceirizados. No setor do transporte, foram 3,1 mil motoristas empregados.
Dimensões
Numa Copa de todos os recordes, a Fifa ainda apontou que as seleções viajaram 280 mil quilômetros, o equivalente a sete voltas pelo mundo. Dentro da entidade, não são poucos os que dizem que jamais repetirão esse modelo. Apenas entre jogadores e funcionários, foram mais de 18 mil passageiros transportados.
O público total chegou a 3,4 milhões de pessoas nos 64 jogos, com a venda de 3,1 milhões de ingressos. Os norte-americanos foram os turistas estrangeiros que mais viajaram ao Brasil para a competição, com 200 mil fãs.
FONTE: DN

domingo, 13 de julho de 2014

Qual o legado que a Copa do Mundo deixa para a população da Capital?

Diário do Nordeste

Compartilhada publicamente10:00
 
#CopadoMundo

Qual o legado que a Copa do Mundo deixa para a população da Capital?

Veja como esta o andamento das obras que ainda não foram entregues http://svmar.es/tSMaCM

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