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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

'Me sinto a vilã da edição', diz Karol Conká após eliminação com rejeição

A rapper acredita que os erros cometidos no confinamento não foram tão graves a ponto de ser "apredrejada"

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em entrevista à apresentadora Ana Clara Lima, do Gshow, logo após ser eliminada com 99,17% dos votos do BBB 21, Karol Conká admitiu que foi a vilã da edição deste ano do reality. Apesar disso, a rapper acredita que os erros cometidos no confinamento não foram tão graves a ponto de ser "apredrejada".

"Sou pirada mesmo, sou muito intensa e transparente. E tenho cara de pau tanto para fazer brincadeiras como para fazer besteira", disse. Após ter visto algumas cenas sobre sua participação, ela revelou sentir remorso, culpa e vergonha. "Foi me corroendo por dentro", disse.

No entanto, disse que fora do jogo a sua animosidade é menor pois releva mais as situações. No BBB 21, contou que não teve paciência para diversas situações. A rapper afirmou também que tem TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) e é controladora. Na casa do Big Brother, ficou incomodada com a bagunça e até com os cheiros que sentia. Chegou a chorar ao ver uma taça quebrada no chão durante uma festa.

A eliminada da vez contou que vai procurar tratamento para lidar com sua animosidade e negou ser falsa ao abraçar pessoas com quem havia acabado de brigar no reality. "As pessoas não estão acostumadas com essa coisa de morder a assoprar. Eu sou assim", afirmou. Durante a entrevista, Karol viu mensagem de Lucas Penteado nas redes sociais desejando a ela acolhimento e a chance de recomeçar.

"Ai que lindo. Estou me segurando para não chorar, sou vilã", comentou. Sobre o ex-participante do BBB 21, ela contou ter percebido que ele também tem momentos de descontrole, mas não deve ser reduzido a isso, assim como ela própria. Para a rapper, é difícil estar em um confinamento fora de sua bolha até mesmo para quem tem traumas como ela disse ter.

Segundo Karol, o seu jeito de atacar as pessoas é uma defesa pelo fato de ter sido muito desprezada antes de ser famosa. A cantora no papo segurou o choro ao ver a mensagem de Lucas, mas foi às lágrimas quando Ana Clara mostrou um resumo de sua trajetória como artista, no vídeo realizado para apresentá-la como participante do reality.

Karol elogiou Gilberto e Sarah como participantes fortes do programa. "Sinto até orgulho de ter saído em um paredão com ele", disse sobre Gilberto. "Acho que ele é finalista". Também comentou a relação com Bil, com quem viveu momentos de amor e ódio. "Coisa de vilã", ironizou. "Sou a vilãzinha, mas tenho esse lado empático, uma vilã diferenciada".

Em relação a uma de suas principais rivais no jogo, a atriz Carla Diaz, a rapper demonstrou estar arrependida pela confusão causada por ciúmes de Bil. "Se eu pudesse voltar e não ter feito aquilo, estava bom", disse. No final da entrevista, ela pediu para não ser cancelada. "Brasil, não me cancele. Me dê a chance de melhorar, de me tornar uma florzinha".

Karol disse que esse é um bom momento para fazer terapia, o que prometeu providenciar. "Estou arrependida do que fiz, me descancelem, por favor. O mundo não vai evoluir com a gente cancelando todo mundo", concluiu.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/celebridades/1780094/2-me-sinto-a-vila-da-edicao-diz-karol-conka-apos-eliminacao-com-rejeicao

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Senado conclui votação da Previdência com rejeição de destaques

PEC ainda precisa ser votada em segundo turno para promulgação
Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Plenário do Senado acabou de concluir a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera as regras da Previdência no país. Às 15h42, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP) proclamou a rejeição do último destaque, do partido Rede, por 52 votos a 20, e encerrou a sessão.

O Senado ainda precisa aprovar a PEC em segundo turno para que a reforma da Previdência possa ser promulgada. Ontem (1º), Alcolumbre tinha dito que pretende concluir a votação em segundo turno até o próximo dia 10. No entanto, governadores insatisfeitos com a regulamentação da partilha do excedente da cessão onerosa querem adiar a votação para o dia 15.

O destaque da Rede buscava suprimir a idade mínima para aposentadoria especial para profissões com exposição a agentes nocivos à saúde. Em dois dias de sessão, o único destaque aprovado foi o que retirou a restrição do abono salarial apenas para quem ganha até R$ 1.364,63.

Com a derrota, o abono salarial continuará a ser pago aos trabalhadores - com carteira assinada há pelo menos cinco anos - que recebem até dois salários mínimos. A restrição do pagamento do abono salarial geraria economia de R$ 76,2 bilhões ao governo nos próximos dez anos, segundo o Ministério da Economia.

O governo precisava de 49 votos para derrubar o destaque apresentado pelo Cidadania e manter a restrição ao abono salarial, que constava do texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, mas teve sete votos a menos que o necessário. O destaque obteve 42 votos sim (que manteria o texto da Câmara) e 30 votos não (que retiraria o ponto da reforma), mas a maioria foi insuficiente para manter a restrição. 
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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Temer deixa presidência com rejeição recorde e legado de reformas pendentes

Michel Temer
Michel Temer entregará o poder amanhã a Jair Bolsonaro e deixará a política com uma taxa de rejeição histórica e um legado de profundas reformas, mas também com contas pendentes na Justiça.

O governante, de 78 anos, anunciou que neste dia 1º de janeiro, ao passar a faixa presidencial a Bolsonaro, porá fim à sua vida pública, da qual despede-se com uma taxa de aprovação de 9%, a menor da história recente, apesar de quase a ter duplicado nas últimas semanas, nas quais saiu dos 5% que manteve como média.

A taxa de rejeição de sua gestão, também histórica, beira 80%, enquanto quase 10% a considera “regular”.

Mesmo assim, Temer foi durante as últimas décadas um dos políticos mais influentes do país, manteve uma cadeira no Congresso desde 1994, presidiu três vezes a Câmara dos Deputados e liderou o MDB ao longo de 15 anos.

Em 2010 aceitou acompanhar Dilma Rousseff como candidato a vice-presidente, com quem ganhou as eleições daquele ano e as de 2014, mas nesse segundo mandato a relação com a governante se rompeu no meio de um crescente mal-estar social.

Temer formalizou seu divórcio político de Dilma em uma explosiva carta que divulgou no final de 2015, na qual disse sentir-se como um mero “acessório” e um vice-presidente “decorativo”.

O emedebista passou então a engrossar uma oposição que já articulava um processo de cassação contra Dilma por irregularidades fiscais e que conseguiu maioria na Câmara e no Senado para finalmente destituir a primeira presidente do Brasil.

Temer a substituiu interinamente em maio de 2016, quando Dilma sofreu sua primeira derrota no processo de destituição, e de forma definitiva em agosto daquele ano, quando a governante perdeu o cargo.
A maioria parlamentar formada para tirar Dilma se dobrou a favor de Temer, que revelou então sua faceta reformista e sua intenção de “mudar o país”, mesmo que fosse à custa da sua própria imagem.

O então novo presidente impulsionou impopulares reformas que estabeleceram limites para o gasto público para as próximas duas décadas, alterou a legislação trabalhista para satisfazer os empresários e implantou um regime que abre a porta a uma informalização total e a uma consequente precarização do trabalho.

Temer se justificou dizendo que herdou o governo no meio de uma aguda recessão, que entre 2015 e 2016 causou uma queda de quase sete pontos percentuais do PIB, e em que era necessário “modernizar” a legislação e também reduzir o tamanho do Estado, sem valer-se de populismos.
Os atos populistas são irresponsáveis porque produzem um bom efeito (de imagem) amanhã, mas um desastre depois de amanhã”, repetiu várias vezes, para explicar a impopularidade que marcou sua gestão.
Em meados de 2017 preparava-se para consumar sua maior reforma, a da previdência, com a qual buscava recuperar um sistema virtualmente quebrado, mas o enorme apoio que tinha no Congresso se esfumou de um dia para o outro com graves denúncias de corrupção.

O presidente foi denunciado por vínculos fraudulentos com a empresa JBS e se transformou no primeiro governante brasileiro em exercício que foi alvo não de uma, mas de duas denúncias formais por parte da Procuradoria-Geral da República.

No entanto, o mesmo Congresso que já tinha dado as costas ao seu programa de reformas impediu sua perda de imunidade e, pelo menos enquanto estivesse no cargo, lhe livrou dos tribunais.

A partir desse momento, seu governo começou a esmorecer e seu ímpeto reformista se apagou com o tempo, o que causou uma virtual paralisia de um Executivo que passou a ser quase “decorativo”, assim como o próprio Temer sentia-se quando ainda era vice de Dilma.

O presidente ficou só, até o ponto em que para as eleições de outubro, vencidas por Bolsonaro, o governante MDB apresentou como candidato o ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que manteve Temer e sua impopularidade afastada da sua campanha.

Há dez dias, nos estertores do seu governo, Temer foi denunciado novamente por um decreto que assinou em 2017 e que teria favorecido ilegalmente uma empresa do setor portuário.

As duas denúncias anteriores e esta nova estavam na órbita do Supremo Tribunal Federal (STF), mas uma vez que Temer deixe seu cargo lhe esperarão em tribunais de primeira instância.
Não tenho a menor preocupação com isso”, disse há duas semanas, quando garantiu que sua consciência está “tranquila” e que provará que é inocente com seu próprio escritório de advogados, ao qual se reintegrará após uma vida dedicada à política.
Com informações UOL Noticias

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Haddad precisa conseguir 1,5 milhão de votos por dia para vencer a eleição

Para especialistas, só um fato novo de muita repercussão possibilitaria essa reviravolta
(foto: Daniel Ramalho/AFP)
O presidenciável Fernando Haddad (PT) tem testado diferentes estratégias para conseguir os votos que faltam para chegar ao Palácio do Planalto, mas a chance de que ele vire o jogo é baixa, na visão de especialistas. Para ganhar a eleição, o petista precisa reverter a diferença de 15 milhões de votos que o separa de Jair Bolsonaro (PSL), segundo as pesquisas. Isso significa conquistar, pelo menos, 1,5 milhão de votos válidos por dia até domingo, quando os brasileiros irão novamente às urnas — e esses votos têm de sair do total recebido até agora pelo adversário. Pesquisa Ibope divulgada ontem mostra que Haddad tem 43% dos votos válidos (descartados nulos e brancos), o que equivale a 46 milhões de eleitores, caso seja mantida a mesma abstenção do primeiro turno, quando 20,3% não foram às urnas. Está, portanto, 14 pontos atrás de Bolsonaro, que lidera a corrida com 57% — 61 milhões de votos, se usada a mesma métrica.

No primeiro turno, 107 milhões de brasileiros votaram em algum candidato — nulos e brancos não entram na conta, porque são desconsiderados no cálculo final. Se a mesma quantidade escolher um dos dois no domingo, o vencedor precisará de 53,5 milhões de votos para ser eleito. Para Bolsonaro, significa receber mais 4,3 milhões em relação ao que conseguiu no primeiro turno. Para Haddad, 22,2 milhões.   

Mesmo se o petista conquistasse todos os indecisos — 3,1 milhões, segundo a pesquisa Ibope de ontem, mantida a abstenção do primeiro turno —, seria insuficiente para virar. Ele precisaria também tirar votos que hoje são declaradamente de Bolsonaro. Apesar do aumento de 41% para 43% das intenções de voto em Haddad, na comparação com a pesquisa divulgada na semana passada, a missão é difícil, acredita o analista político Murillo de Aragão, da Arko Advice. “Já se admite que possa haver uma subida nos últimos dias. Mas mesmo se, no esforço final, ele conseguir avançar para 45% ou 46%, ainda é improvável que chegue a 50% mais um e ganhe”, avalia. A chance é “muito baixa”, segundo ele, porque as pesquisas mostram um nível de aderência maior a favor de Bolsonaro: 37% dos entrevistados dizem que votam no capitão reformado “com certeza”, contra 31% entre os eleitores do professor.    

Rejeição

Nem o apoio, considerado tardio, de Marina Silva (Rede) e José Maria Eymael (DC), divulgados na última segunda-feira, deve fazer diferença a essa altura. Juntos, eles tiveram 1,1 milhão de votos no primeiro turno, menos do que Haddad precisaria por dia para decolar. Além disso, nem todos os eleitores migram para o candidato do PT — ainda menos este ano, devido ao crescimento do antipetismo. O Ibope divulgou que 41% das pessoas não votariam “de jeito nenhum” em Haddad — uma queda em relação aos 46% da semana passada, mas ainda um pouco maior que a rejeição a Bolsonaro, de 40%. No levantamento anterior, o candidato do PSL era rejeitado por 35% dos eleitores.   
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terça-feira, 9 de maio de 2017

Contra rejeição, governo investe nas mídias sociais

Além de Facebook e Twitter, o Planalto avalia ainda a utilização de outras redes, como Instagram e LinkedIn, com foco em comunicação mais "direta, eficiente e segmentada".

O Palácio do Planalto prepara uma série de ações de comunicação para sexta-feira (12), incluindo o lançamento de uma estratégia digital com foco nas redes sociais, para marcar o primeiro ano do governo Michel Temer e tentar diminuir a rejeição do presidente. Além disso, Temer vai comandar uma reunião ministerial em que todos os titulares das pastas deverão apresentar um balanço de suas ações.
Serão quatro novos canais digitais, com foco, segundo interlocutores do presidente, em comunicação mais "direta, eficiente e segmentada". A distribuição será feita prioritariamente via Facebook e Twitter.
Um deles será focado na rotina do Planalto, com divulgação de agendas do presidente e vídeos de ministros. Outro terá como foco a economia - a ideia é destacar o que o governo considera como "boas notícias" da área. Haverá ainda um terceiro com foco nas ações políticas e o último será concentrado em serviços. Uma equipe foi contratada para a produção de conteúdo e o setor de comunicação foi reforçado.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Após perder processo, Microsoft facilita rejeição a Windows 10

(Foto: Tech Radar)
RENATO SANTINO

Depois de sofrer e perder um processo de US$ 10 mil por uma instalação não autorizada do Windows 10, a Microsoft decidiu ser mais clara e menos agressiva no que tange às janelinhas pop-up com a oferta de atualização grátis. Agora a empresa vai exibir uma opção clara de rejeitar o update.
A nova janela exibirá três opções: “Atualizar agora”; “Escolher horário” e “Rejeitar oferta grátis”; a última opção irá eliminar a atualização de uma vez por todas, como observou a jornalista Mary Jo Foley.
Reprodução
Outra mudança importante: o botão “X” no canto superior direito da janelinha fará a função que deveria fazer desde o princípio. Ele irá fechar a janela sem dar início automático ao processo de atualização como vinha acontecendo anteriormente. O usuário ainda receberá notificações para atualizar depois de algum tempo, no entanto.
A alteração é importante, porque a empresa havia recorrido a uma técnica eticamente condenável. O update era baixado e pré-agendado, e o usuário apenas notificado. Ao clicar no “X”, a empresa entendia que a pessoa estava concordando e aceitando a atualização e dava início ao processo. Para cancelar, era preciso pressionar um botão que não tinha tanto destaque quanto os outros.
“Desde que introduzimos uma nova experiência para o Windows 10, recebemos comentários que alguns de nossos valiosos clientes a consideraram confusa. Trabalhamos baseado em suas reações e, nesta semana, lançaremos uma nova experiência de upgrade com opções claras para atualizar agora, agendar um horário ou rejeitar a oferta grátis. O “X vermelho” no canto superior da caixa de diálogo irá dispensar o lembrete e não iniciará a atualização”, diz a empresa que promete “continuar sendo guiada pelas opiniões do usuário para sempre merecer e manter sua confiança”.  
A nova janela deve evitar novas ações judiciais contra a empresa, mas ela vem em um momento em que seu impacto deve ser pequeno. A oferta de atualização grátis para o Windows 10 vale apenas até 29 de julho, o que significa que falta apenas um mês para o fim. 

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Rejeição de contas não impede diplomação

ANÁLISE DO TSE

Rejeição de contas não impede diplomação

09.12.2014

Ainda que o Tribunal Superior Eleitoral desaprove as contas de campanha de Dilma, ela poderá ser diplomada

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Em 2010, a campanha de Dilma Rousseff também teve o mesmo problema, segundo advogados que falaram à imprensa ontem
FOTO: REUTERS
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O ministro Gilmar Mendes encaminhou o documento das contas de Dilma e do PT à PGE
FOTO: FOLHAPRESS
Brasília. Mesmo se o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acatar o parecer da área técnica e decidir pela desaprovação das contas de campanha do PT, a presidente Dilma Rousseff poderá ser diplomada. A previsão da legislação eleitoral é de sanções como suspensão de repasses do Fundo Partidário no caso de rejeição das contas.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

NÃO DEIXE A REJEIÇÃO ACABAR COM VOCÊ


Nova publicação em Universo Natural

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by José Batista de Carvalho
não deixe a rejeição acabar com vocêÉ claro que a rejeição é desagradável, mas é uma coisa natural. Até pessoas de sucesso já provaram dessa sensação. O que você precisa é saber lidar com ela, sem sentir-se prejudicada, lesada ou estressada. Assim, fica fácil ser feliz.
Como é horrível receber uma negativa, né? E na paquera, então, quando o parceiro nem está aí pra gente… Pois é, todos nós já sentimos rejeição em certo momento e isso é extremamente natural. Ela é desagradável? Sim, claro. Mas precisamos saber lidar com a rejeição. Quer ver?
Como costumamos reagir à rejeição? Geralmente, com raiva, rancor e agressividade. Agora, as piores manifestações são aquelas promessas: “Eu nunca mais vou amar ninguém”, “Nunca mais vou ser sincera”… A rejeição leva as pessoas a negarem muitas coisas a si mesmas. Ou até se fecharem para a felicidade, o que é um grande erro.
Quero ensinar aqui como tratar a rejeição para que ela não magoe nem destrua você. Quando ficamos sensíveis às negativas, nos tornamos impotentes, covardes e nos trancamos. Já quando a gente lida bem com o “não”, tudo à nossa volta flui melhor.
O “não” simplesmente existe. Você mesma, várias vezes, foi obrigada a dizer alguns, especialmente àquelas pessoas que costumam passar dos limites. E você só quer receber “sim”? Ah, então você é uma mimada, toda machucável. E terá uma vida frustrada e pequenina, porque dificilmente vai se jogar nos desafios que se apresentam, na conquista de um espaço melhor no profissional, pessoal ou emocional. Sinto dizer, mas você não tem o menor futuro. Olha, quem não se lança num novo relacionamento tem medo de ser enganada novamente e acha que está se defendendo. Na verdade, não passa de uma tonta que está alimentando a própria fraqueza.
Sabe o que você precisa para encarar a rejeição sem se abalar? Mudar a maneira de ver as coisas. Vamos na inteligência! E inteligência não é cultura, formação, diploma. Mas saber viver a vida. E está dentro de cada um, na atenção de observar as coisas, o que funciona ou não funciona. Só com ela se consegue o melhor resultado.
A felicidade só existe quando a levamos a sério. Saia da ilusão. Acorda! Vamos exercitar a vida na realidade e assim saber lidar com tudo o que vier. Não dá para viver sem esse desafio. As pessoas pensam, agem e fazem aquilo que podem. Nada está totalmente errado. Abrace a realidade e aprenda a lidar com ela. Encarar a rejeição de forma saudável será apenas uma consequência.

Luiz Gasparetto

José Batista de Carvalho | 16/06/2013 às 19:59


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