PROCURANDO POR ALGO?

sábado, 26 de março de 2016

Encontro de filiação do PDT – O Brasil e o Ceara que a gente quer.

Ministro das Comunicações André Figueredo.
Ministro das Comunicações André Figueredo
Aconteceu na manhã desta quinta-feira (24), em Baturité o encontro regional de filiação do PDT – 12. O local escolhido para o evento, foi o auditório do INSA (Instituto Nossa Senhora Auxiliadora).

Presentes lideranças de várias cidades do Maciço de Baturité filiados ao partido. O presidente do partido em Baturité é o pré-candidato a prefeito Assis Arruda, que recepcionou os correligionários.

Presentes o Prefeito de Capistrano Claudio Saraiva, Prefeito de Redenção Bandeira, Wauston de Itapiúna, Ivan Neto prefeito de Aratuba, Savinho de Mulungu. Presentes também representantes de Aracoiaba outras cidades vizinhas e lideres de comunidades de Baturité.

Presidentes do PDT Estadual e municipal André Figueredo e Assis Arruda.
Presidentes do PDT Estadual e municipal André Figueredo e Assis Arruda
Presentes também o presidente da Assembléia do Estado, o deputado Zezinho Albuquerque bem como o presidente do PDT estadual o Deputado e Ministro das Comunicações André Figueredo.


O Ministro fez um discurso de boas vindas aos novos membros do partido. Em sua fala destacou o crescimento do partido em toda região sempre defendendo o trabalho e o desenvolvimento do Estado e dos municípios. o Deputado fez questão de afirmar que o PDT não aceitará nenhum golpe contra a democracia. “Não aceitamos que a democracia tão jovem no Brasil, sofra um golpe, precisamos ficar alertas”, ressaltou o Ministro. E continua, ” Vivemos um clima de pessimismo grande, diariamente quando ligamos a TV, só escutamos noticiais ruins, mas não é porque não tenhamos noticias boas é porque a grande imprensa somente quer mostrar as noticias ruins, isso é muito ruim para o Pais”.
Defendeu a responsabilidade dos políticos para que essa crise não se acrave mais ainda.

Fidelidade Em Tudo


Foto do perfil de MENSAGENS QUE EDIFICAM

Dia: 26 de Março de 2016

Meditação: E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus. (Colossenses 3:17)

Pensamento: O trabalho diário tem um valor eterno quando é feito para Deus.

Leitura: Colossenses 3:12-17.

Mensagem:
Fidelidade Em Tudo

            Com as abundantes chuvas de março, uma das pontes principais de uma cidade próxima desmoronou matando 13 pessoas que por ela trafegavam. Nas semanas que se seguiram, foi difícil não pensar naquela tragédia sempre que tinha que atravessar uma ponte.
            Algum tempo mais tarde, estava assistindo a um episódio de uma série na TV a cabo, sobre “trabalho sujo”, quando vi o apresentador falar com um pintor industrial, cujo trabalho o apresentador tentava executar em lugar dele. Ele disse: “Na verdade, não há mérito algum nisso que você faz”. O pintor concordou e disse: “Não, mas é um trabalho que também precisa ser feito”.
            O profissional continuou: “Veja, aquele homem pinta a parte interna das torres de uma ponte de metal. O trabalho passa desapercebido e é feito para assegurar que o aço da magnífica estrutura suspensa não enferruje de dentro para fora, comprometendo a durabilidade da estrutura metálica. A maioria das 12 mil pessoas que trafegam por essa ponte todos os dias, não sabe que depende do trabalho fiel e bem feito de trabalhadores como este pintor”.
            Deus também vê nossa fidelidade nas coisas que fazemos. Embora achemos que nossas obras, grandes ou pequenas, às vezes passem despercebidas, elas são observadas por Deus. E Ele se importa (Colossenses 3:17).
            QUALQUER QUE SEJA NOSSA TAREFA, HOJE A FAREMOS “EM NOME DO SENHOR JESUS”.

FONTE:
Cindy Hess Kasper
Pão Diário – Ministério RBC
MENSAGENS QUE EDIFICAM

Bolinho de bacalhau da Vovó

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Modo de Preparo:

  • Dessalgar o bacalhau, cozinhá-lo e desfiar, reserve o para esfriar
  • Cozinhe as batatas e amasse-as, faça um purê, espere esfriar
  • Em seguida misture o purê com o bacalhau desfiado, acrescente os outros ingredientes, (salsa e cebolinha, alho, azeite e a farinha de rosca), sempre misturando bem
  • Prove o sal, se for necessário coloque um pouco para temperar
  • Faça bolinhas e frite-as em óleo bem quente
  • Informações Adicionais
  • Obs.: Nunca coloque cebola, o bolinho abrirá.


Ingredientes

  • 1,5 kg de bacalhau
  • 1,5 kg de batata
  • 1 gema
  • Bastante salsa e cebolinha (picados)
  • 1 dente de alho amassado
  • 2 colheres de sopa de farinha de mesa
  • 5 colheres de sopa de azeite
  • Sal

FONTE:
http://www.aguanaboca.org/receita/bolinho-de-bacalhau-da-vovo/

Governo só tem dinheiro para tapar buracos nas rodovias até agosto


estradas

CEARÁ AGORA

Depois de ser obrigado a paralisar obras de pavimentação e duplicação de estradas em todo o País por causa da falta de recursos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) se vê agora sem condições de cumprir sua missão básica: garantir a manutenção das rodovias que já existem. O estrangulamento financeiro do órgão abriu um rombo de R$ 1,2 bilhão na verba anual necessária para executar os serviços de reparo e conservação das estradas. Trata-se de um terço do dinheiro usado para cobrir os 55 mil quilômetros da malha federal. Sem esse recurso, o Dnit só tem condições de pagar a manutenção das rodovias até agosto. Depois disso, será obrigado a paralisar os serviços.
O esvaziamento da autarquia que sempre ostentou um dos maiores caixas do orçamento federal decorre não apenas do aperto nas contas públicas neste ano, mas também do pagamento de dívidas que o órgão acumulou de anos anteriores. Em 2016, o Dnit recebeu autorização para gastar R$ 6,5 bilhões, mesmo volume que teve no ano passado e praticamente metade do que chegou a contar entre os anos de 2010 e 2014. Ocorre que mais de 40% do dinheiro que entrou neste ano foi usado para pagar contas antigas, dando fim a uma pilha de centenas de contratos que já armazenavam cerca de três meses de atraso.
Para zerar esse passivo, o Dnit desembolsou R$ 2,7 bilhões do que recebeu. “Hoje não temos mais nenhum dos nossos mil contratos, tudo foi quitado, mas essa situação de fato limitou nossa capacidade de execução de outros serviços”, diz o diretor-geral do Dnit, Valter Silveira.
Após o pagamento das dívidas, sobraram R$ 3,8 bilhões. Seria o suficiente para dar a manutenção das estradas federais ao longo de todo o ano, não fosse a lista de emendas impositivas apresentadas pelos parlamentares, que encheu o órgão de “obras prioritárias” em suas cidades e sugou mais R$ 1,5 bilhão do caixa. Passada a régua, restaram R$ 2,3 bilhões para o órgão tocar os serviços de conservação e restauração básica. “Se pudéssemos, usaríamos parte desses recursos na manutenção, que é a nossa prioridade, mas temos que cumprir o que determinam as emendas”, afirma Casimiro.
O Ministério do Planejamento, diz a diretoria do Dnit, se comprometeu em recompor o orçamento do Dnit em pelo menos R$ 2,7 bilhões, parcela relativa ao pagamento de dívida. Para evitar que novos atrasos se acumulem neste ano, a autarquia decidiu dilatar o prazo de obras que já estão em andamento. “Vamos controlar os contratos e segurar um pouco o ritmo das execuções. Não queremos chegar em 2017 com o passivo que tínhamos este ano.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão Conteúdo

A Ressurreição do Senhor!


As cordas, os açoites, os espinhos, os cravos, a pedra rolada para fechar o sepulcro — tudo isto de nada valeu, senão para dar maior realce à força
com a qual Jesus saiu triunfante da sepultura. 

A constância com que se sucedem os vários tempos do Calendário Litúrgico, perene em contraste com os rumos dos acontecimentos históricos, tanto na esfera social como na política e financeira, é uma demonstração da grandeza da Igreja, sobranceira ao ondular das humanas vicissitudes.
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Jesus é a Luz que venceu as trevas e
triunfou sobre o pecado!
Mas esta superioridade não significa distância ou insensibilidade. Em cada fase do Ano Litúrgico, a Santa Igreja se inclina sobre seus filhos e os estimula à prática de determinadas virtudes, sobretudo aquelas que eles mais tendem a esquecer. Assim, nos dias da Quaresma, de modo especial no Tríduo Pascal, procura ela reacender em nós o senso da abnegação, da dor, do espírito de renúncia, enquanto no mundo tantos procuram fugir de todo e qualquer sofrimento.
Em seguida, a Santa Igreja comemora o triunfo final de nosso Salvador. O júbilo da Páscoa nos conduz à esperança, mesmo em meio às aflições e tristezas hodiernas, pois Cristo ressuscitado venceu definitivamente o pecado e a morte, esmagou o demônio e reina por todos os séculos, como Senhor soberano do universo.
Jesus amava a glória da Cidade Santa
Para termos ideia do grau do triunfo de Cristo em sua Ressurreição, precisamos levar em conta o abandono e a tragédia da Paixão. E quando meditamos nesses fatos, constatamos como tudo na vida de nosso Redentor é cheio de significado e de insondável profundidade.
No episódio da Agonia no Horto das Oliveiras, por exemplo, Ele deixa a cidade de Jerusalém e Se dirige “para além da torrente do Cedron” (Jo 18, 1). Esta saída de Jerusalém parecia um evento da vida comum, seguida logo de um retorno, como tantas vezes acontecera. Nessa noite, porém, tratava-se de uma definitiva separação.
Esta cidade tão amada pelo Homem-Deus foi alvo de um pungente lamento: “Jerusalém, Jerusalém! Tu matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes Eu quis reunir teus filhos como a galinha reúne os pintainhos debaixo das asas, mas tu não quiseste!” (Lc 13, 34).
Jesus amava a glória da Cidade Santa com suas altas muralhas, seu altaneiro Templo e seus habitantes. Por esta razão, ali ensinou com especial empenho, empregando todos os meios possíveis para convertê-los. Mas, como a todos os profetas, também a Ele recusaram. Não prestaram ouvidos às suaves e divinas palavras saídas de seus adoráveis lábios. Por isso Ele abandonava, naquela tenebrosa noite, a cidade amaldiçoada.
Odiaram a Jesus por ser Ele o sumo Bem
Parecia uma noite como outra qualquer. Tudo estava como sempre na aparência. A atmosfera de despreocupação reinava em toda parte. As casas eram cenários de animadas conversas. Ninguém pensava em Jesus, apesar de sua divina sabedoria. Tudo estava tão bem... por que iriam lembrar-se d’Ele?
Assim, ninguém percebeu quando Ele saiu da cidade. E se alguém O tivesse visto passar, mais provavelmente O olharia com indiferença. Aqueles homens, que haviam sido objeto de tanto amor e bondade, não sentiam necessidade de Jesus. Preferiam ter como mestres os sumos sacerdotes, dos quais Anás e Caifás eram as figuras proeminentes. Com “mestres” desse jaez, poderiam continuar a levar sua vida dissoluta, acalmando depois a consciência com um sacrifício oferecido no Templo...
Em tais circunstâncias, Jesus não era bem-vindo: falando de temas como o juízo ou o inferno, Ele mexia a fundo nas almas dos habitantes de Jerusalém, desejosos de seguir as modas vigentes. Muitas vezes o Messias os deixava numa situação desconfortável. Com argumentos impossíveis de serem refutados, Ele os increpava por sua hipocrisia em querer conciliar a Religião com seus costumes mundanos. Além disto, confirmava seu divino ensinamento com numerosos e incontestáveis milagres.
Em resumo, para aqueles judeus transviados, Jesus vinha perturbar a paz. Não “a tranquilidade da ordem” — como Santo Agostinho define a verdadeira paz —, mas a estagnação na desordem, ou seja, a possibilidade de viverem afastados de Deus sem os remorsos da consciência.
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Maria contemplou Jesus pendente da
Cruz  — reduzido a uma só chaga
“desde a planta dos pés até 
o alto da cabeça” (Is 1, 6)
Este é o motivo pelo qual Cristo suscitou tanto ódio. Não O odiavam por algum defeito ou mal, impossível de haver no Homem-Deus, mas por ser Ele o sumo Bem. Profundo mistério da iniquidade humana! E esse ódio cresceu a ponto resultar numa estrepitosa explosão. Através do suborno e do falso testemunho, seus inimigos conseguiram aquilo que não haviam logrado pela difamação. Como desfecho final, satanás penetrou no coração do mais asqueroso dos homens, levando-o a, por meio de um beijo, entregar aos esbirros o Mestre, do qual recebeu um derradeiro convite à conversão, manifestado por esta suave censura: “Judas, com um ósculo trais o Filho do Homem?” (Lc 22, 48).
Essa inqualificável revolta, movida em grande parte por aqueles que foram os mais beneficiados pelo Salvador, causou como supremo resultado o deicídio, o maior crime da História.
Só Maria conservou íntegra a Fé
Depois da morte de Jesus, José de Arimateia e Nicodemos baixaram da Cruz seu sacrossanto Corpo, envolveram-no em finos tecidos com aromas e o depositaram num sepulcro novo, no qual ninguém ainda fora sepultado (cf. Jo 19, 40-42).
Vendo a sepultura lacrada e guardada por soldados, até os mais fiéis de seus discípulos julgaram estar tudo acabado. Deles se apoderou uma perturbação cheia de abatimento, temor e desânimo. Naquela terrível hora, esqueceram-se de que Jesus mesmo havia predito sua Ressurreição. A confiança e a certeza da vitória haviam desaparecido. Com sua apoucada fé, nada viam a não ser a tragédia e a derrota.
Maria Santíssima, pelo contrário, deu-nos magnífico exemplo de tranquila certeza no poder de Jesus Cristo, de uma tranquilidade cheia de espírito sobrenatural. Naquele momento, quando tudo parecia perdido, Ela sozinha conservou integra a Fé.
Ela contemplou pendente da Cruz — reduzido a uma só chaga “desde a planta dos pés até o alto da cabeça” (Is 1, 6) — aquele adorável Corpo que antes da Paixão resplandecia de uma perfeição absoluta. Viu verter de seu lado, aberto pela lança do soldado, a última gota de sangue misturado com água. Constatou com seus próprios olhos a morte e presenciou o sepultamento. Contudo, permaneceu serena como durante toda a sua vida, sem duvidar um instante sequer: Jesus ressuscitará!
O episódio que fundamenta toda a Religião Católica
Os Evangelhos registram quatro passagens nas quais nosso Salvador faz com toda clareza aos Apóstolos esta previsão: o Filho do Homem será rejeitado pelos anciãos, escribas e sumos sacerdotes, padecerá muitos tormentos, morrerá, mas ao terceiro dia ressuscitará (cf. Mt 16, 2; 20, 19; Mc 8, 31; Lc 9, 22). Cumpriu-se plenamente esta divina profecia. E até mesmo na fixação do prazo — “ao terceiro dia” —, vemos fulgurar sua infinita perfeição.
Conforme nos ensina São Tomás, 1 convinha que a Ressurreição de Jesus ocorresse ao terceiro dia, ou seja, após uma permanência no sepulcro durante um prazo prudencial. Por um lado, para confirmar nossa Fé na sua divindade, era preciso que Ele ressuscitasse logo. Por outro lado, se a Ressurreição se desse logo após a morte, poderiam alguns levantar dúvidas sobre se Ele teria morrido de fato. Assim, “para mostrar a excelência do poder de Cristo, foi conveniente que Ele ressuscitasse no terceiro dia”.2 Inclusive neste detalhe, parece bem claro o objetivo de Deus Pai: dar a seu Divino Filho a maior glória possível.
A Religião Católica se fundamenta na autenticidade da Ressurreição do Homem-Deus. Ensina-nos o Apóstolo: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa Fé” (I Cor 15, 14. Isto é para nós motivo de grande esperança, pois, vendo Cristo ressuscitado — cabeça do Corpo Místico, do qual todos somos membros —, esperamos também nós ressuscitar um dia como Ele.
Maria foi a primeira pessoa a contemplar Cristo ressuscitado
Quando lemos nos Evangelhos o relato da Ressurreição, das aparições e dos prodígios operados por Ele com seu corpo glorioso, salta do fundo de nossos corações uma questão: nenhum dos evangelistas relata uma aparição de Cristo ressuscitado à sua Mãe Santíssima; ter-Se-ia Ele esquecido, justo naquele momento, d’Aquela que foi a única a conservar a fé na sua Ressurreição? Decerto, não. De acordo com a tradição cristã unânime, foi Ela a primeira pessoa a contemplar seu Filho ressuscitado. Provavelmente os evangelistas tenham considerado supérfluo narrar o fato, por ser algo muito evidente.
Isto afirma o destacado teólogo dominicano José Maria Lagrange: “A piedade dos filhos da Igreja tem por certo que Cristo ressuscitado apareceu primeiro à sua Santíssima Mãe. Ela O alimentou com seu leite, guiou durante sua infância, por assim dizer, O apresentou ao mundo nas Bodas de Caná, e não tornou a aparecer senão aos pés da Cruz. Mas Jesus consagrou só a Ela e a São José trinta anos de sua vida oculta: como não dedicaria só a Ela o primeiro instante de sua vida oculta em Deus? Não havia interesse em divulgar esse dado nos Evangelhos; Maria pertence a uma ordem transcendente, na qual está associada, como Mãe, à paternidade do Pai, em relação a Jesus. Submetamo-nos à disposição do Espírito Santo, deixando esta primeira aparição de Jesus às almas contemplativas”. 3
Portas fechadas não são barreiras para um corpo glorioso
Causa admiração também o modo como Nosso Senhor penetrou na sala fechada e Se apresentou aos Apóstolos (cf. Lc 24, 36-43). Explica-nos o Doutor Angélico: “Não por milagre, mas por sua condição gloriosa entrou na sala onde estavam seus discípulos, apesar de estarem as portas trancadas, ocupando assim ao mesmo tempo o mesmo lugar com outro corpo”. E acrescenta pouco adiante, citando Santo Agostinho: “Portas trancadas não foram obstáculo à grandeza de um corpo no qual estava presente a divindade; e, de fato, pôde entrar pelas portas não abertas aquele corpo que, ao nascer, deixou inviolada a virgindade de sua Mãe”.4
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Jesus reduziu a nada os vínculos da 
morte e saiu triunfante da sepultura!
Além do aspecto teológico, este fato tem um aspecto simbólico. Assim como não há paredes materiais capazes de impedir a passagem de Nosso Senhor, pois Ele as transpõe sem destruir, não há barreiras que detenham a ação da graça nas almas. É a graça que abre para nós o caminho da virtude, tornando possível na Terra a verdadeira felicidade, a qual não nasce do pecado, mas do equilíbrio, da austeridade e da santidade.
São Tomé viu e acreditou
Muito se tem comentado, talvez até com algum exagero, sobre a relutância de São Tomé em crer na Ressurreição de Jesus. Por toda parte, porém, nos deparamos com exemplos de uma incredulidade muito mais radical do que a sua. De fato, ao ouvir dos Apóstolos a notícia dessa Ressurreição, teve uma reação categórica: não creria se não visse e tocasse em suas chagas. Quando, porém, o Mestre apareceu pela segunda vez, estando ele presente, viu e acreditou talvez antes mesmo de tocar.
Não deixa de ser providencial o fato de ter havido um Apóstolo com fé vacilante: sua exigência de provas concretas serve de esteio para as almas de pouca fé, que houve e haverá semper et ubique. São Tomé viu e acreditou. Quantos há hoje em dia que veem e não creem?
Uma glória exclusiva do Filho de Deus
Analisando a vida de Jesus — desde seu nascimento até sua Ascensão aos Céus — nada encontramos que não excite a mais extraordinária admiração. Tudo nela nos leva a este altíssimo sentimento. Por isso mesmo — embora objeto do ódio criminoso dos fariseus —, Nosso Senhor foi também muito amado.
Prova eloquente desse amor dão as multidões que O seguiam e por vezes O comprimiam a ponto de ser necessário tomar medidas para protegê-Lo. Mais ainda o fato de milhares de pessoas O seguirem deserto adentro, sem a menor preocupação com a alimentação, tão encantadas estavam com suas palavras. E, como corolário, a sua entrada triunfal em Jerusalém, precedido e seguido por uma entusiástica multidão aclamando: “Hosana ao filho de Davi!” (Mt 21, 9).
Nessas manifestações de amor, há uma forma particular de glória. Essa glória, o Filho de Deus encarnado a teve em proporções que nenhuma criatura recebeu antes, nem receberá nos séculos futuros.
A única glória autêntica
Os homens de outrora compreendiam os admiráveis valores morais contidos neste curto vocábulo. Movidos pelo desejo da glória, grandes personagens da História fizeram os mais desmedidos esforços. Mas esta palavra perdeu hoje muito de seu significado. Para alguns, a glória consiste em ser bem visto pelos outros, em proceder de acordo com a moda e o espírito do mundo; para outros, em ter uma grande fortuna, em ser famoso a qualquer título. A esses tais, bem se pode aplicar o dito do Apóstolo: “seu Deus é o próprio ventre” (cf. Fl 3, 19).
Ora, a verdadeira glória não consiste na posse dos bens materiais, menos ainda em gozar de um efêmero e balofo prestígio junto aos homens, os quais se estimam uns aos outros de acordo com seus egoísticos interesses. Ao contrário, ela é a imagem da única glória autêntica: a glória de Deus no mais alto dos Céus.
O esplendor desta Luz inaugurou uma magnífica aurora
Esta é a glória conquistada por Nosso Senhor Jesus Cristo na sua Ressurreição. As cordas com as quais O amarraram, os açoites, os espinhos, os cravos, a lançada do soldado romano, a pedra rolada para fechar o sepulcro — tudo isto de nada valeu, senão para dar maior realce à força com a qual Ele reduziu a nada os vínculos da morte e saiu triunfante da sepultura guardada por homens armados. Nada conseguiu retê-Lo.
Ele é a Luz que venceu as trevas, triunfou sobre o pecado. Sua vitória acarretou a fundação de uma nova ordem baseada na Fé, e será a causa do advento do Reino de Cristo sobre a Terra. Essa Luz continuará fulgurante por todos os séculos.
* * * *
O silêncio do Evangelho em relação a Nossa Senhora
Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o túmulo” (Mt 28, 1).
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Eram três Marias. Onde se encontra a terceira? Nossa Senhora onde está? Vê-se que tão grande era sua dor, seu recolhimento e sua esperança, que Ela pairava por cima de todas as circunstâncias e de todas as providências concretas, mesmo as mais augustas, até as que mais diziam respeito ao Corpo de seu Divino Filho. Ela estava recolhida, fora e acima de todos os acontecimentos. Por isso, as outras A serviam e faziam por Ela, por mediação d’Ela, por instigação d’Ela, pelas ordens d’Ela, aquilo que Ela mesma quisera fazer.
Devemos imaginar Nossa Senhora num estado excelso de recolhimento, no qual se concentravam toda a dor, todo o júbilo, toda a esperança da Igreja, para serem depois distribuídos para todos os fiéis ao longo de todos os tempos. Por esse motivo, Aquela que, depois de Jesus Cristo, é o centro da Ressurreição — pois sobre Ela todas as alegrias e glórias da Ressurreição convergiram de Nosso Senhor como sobre um foco central —, d’Ela não se diz sequer uma palavra, porque Ela é superior a todo louvor, a toda referência, a qualquer menção. Ela paira acima de tudo.
Cabe-nos apenas pensar nisso e continuar reverentes a narração. Porque na soleira da porta do quarto onde Se encontrava a Virgem Maria não penetrou o cronista do Evangelho, e também nós não somos dignos de penetrar. 

         Resta-nos somente, do lado de fora, sentir esse perfume da devoção de Nossa Senhora, nos enlevarmos e passarmos adiante. Esta é a razão do silêncio deste trecho do Evangelho a respeito de Nossa Senhora. (CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio. Palestra. São Paulo, 5 abr. 1969). (Pe. Leandro Cesar Ribeiro, EP; Revista Arautos do Evangelho, Abril/2014, n. 148, p. 28 à 33)
Ressurreição do Senhor


FONTE: 
http://www.arautos.org/especial/58009/a-luz-venceu-as-trevas-.html

Ovos de Páscoa

Ovos de Pascoa

Numa manhã de Ressurreição, apreciando a beleza ou o sabor de um Ovo de Páscoa, poucos são aqueles que têm ideia de seu significado ou de sua história. Poucos conhecem os 
caminhos que ele percorreu até chegar onde chegou hoje: já não se sabe dizer se o  Ovo  de Páscoa é uma joia de delícias ou uma delícia em forma de joia.



De uma coisa pode-se ter certeza: aquele ovo usado desde os primeiros tempos e que se tornou conhecido também como Ovo de Páscoa, só pode ter sido gestado e aprimorado em beleza e sabor no seio de uma cultura que caminhava rumo a uma civilização nascida da Paixão e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Origem, história e lendas
A origem dos ovos usados em comemorações é antiga e cheia de lendas, constantemente ligadas a aspectos religiosos.
Sempre foi comum a prática de se pintar ovos cozidos, decorá-los com desenhos e figuras e presenteá-los em ocasiões especiais.

Em grande parte dos países isto ainda é um costume comum, em outros, porém, esta prática passou por mudanças e adaptações: os ovos naturais são substituídos por ovos dos mais diversos materiais.
Na Ucrânia, por exemplo, antes da era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos da natureza. Eles chegam a ser uma manifestação artística especial conhecida como pysanka.
Com a aceitação do cristianismo em 988, os ovos ucranianos decorados continuaram tendo importante participação nos rituais religiosos da Igreja Católica. Foram adaptados para representar a Páscoa e a Ressurreição de Cristo.
Os ovos na Quaresma e Páscoa
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Notícias da tradição do uso do ovo em comemorações entre os cristãos nos levam até ao século IV e tem estreita vinculação com a Quaresma.
Nessa época era proibido o consumo de ovos durante o período penitencial dos quarenta dias. Desse modo, acumulava-se uma grande quantidade deles nas dispensas familiares.
Para evitar o desperdício, eles eram doados às crianças.
A partir da Quinta-Feira Santa, precedidos pelos coroinhas da Paróquia, meninos e meninas apareciam para recolhê-los de casa em casa. No domingo de Páscoa a enorme quantidade de ovos recolhidos era transformada em omeletes e logo saboreados por toda a população.

Ovos decorados e bentos
Os ovos de Páscoa são uma tradição secular dentro do cristianismo. No século XII existia já, em numerosos países da Europa, o costume de os fiéis, no dia de Páscoa, se presentearem mutuamente com ovos naturais que tinham sido bentos na Igreja.
Na região da Alsácia, na França, por exemplo, por volta do ano de 1215 já era difundido o hábito de, na Páscoa, presentear osovos_pascoa1.jpgamigos com ovos.
Por volta do século XVI, surgiu um aperfeiçoamento. Alguém teve a ideia de furar o ovo, e substituir seu conteúdo natural por uma "surpresa" que, conforme a categoria da pessoa presenteada, poderia ser constituída de perfumes, minúsculos objetos decorativos e até joias.
No século XVIII, o Rei Luís XIV mandava benzer no dia de Páscoa grandes cestas de ovos dourados, que ele mesmo distribuía ao pessoal da Corte.
Aparecem os ovos de chocolate
O surgimento do ovo de chocolate na Páscoa se deu a partir do Séc. XVIII, em substituição aos ovos duros e pintados que eram escondidos nas ruas e nos jardins para serem "caçados" pelas crianças.
Foi por essa época, na França, que se passou a esvaziar os ovos naturais e recheá-los. Os Pâtissiers franceses os recheavam com chocolate, marzipã ou uma mistura dos mais diversos ingredientes. E ainda os pintavam artisticamente por fora: sem dúvida, umaovo-de-pascoa.jpg descoberta fabulosa dos confeiteiros franceses.
Desde o final do século XIX, quase todos os ovos de Páscoa não são mais involucrados na casca do ovo de galinha. Eles são feitos totalmente de chocolate e são de variados tamanhos. Alguns são bem grandes, outros são mais discretos, menores. Independente de seus tamanhos, todos fazem a alegria de crianças... e adultos em todo o mundo.
Ovos: joias de fascinante beleza
Em matéria de ovo de Páscoa, o auge do requinte foi atingido na Rússia, já nos anos finais do século XIX.
A Páscoa era uma data muito especial na Rússia dos czares: todos se cumprimentavam, se beijavam e diziam "Cristo ressuscitou". Recebiam, então, a resposta: "Verdadeiramente, Cristo ressuscitou".
Em seguida eram trocados presentes que, quase sempre, eram ovos naturais belamente coloridos, uma tradição entre os povos eslavos que se espalhou pela Europa.
Por ocasião da Páscoa de 1885, o czar Alexandre III decidiu oferecer à czarina, não um simples ovo natural decorado artisticamente, mas um ovo feito de ouro.
A execução foi encomendada ao melhor joalheiro de São Petersburgo: Peter Karl Fabergé. No domingo da Ressurreição, a czarina recebeu das mãos do czar uma joia de fascinante beleza, feita toda em ouro, prata, esmalte e rubis.
A partir daí, em todos os anos, o czar fazia uma nova encomenda e Fabergé se esmerava em superar a beleza e originalidade da jóia que havia feito no ano anterior.
Foi desse modo que se formou a fabulosa coleção de 56 ovos de Páscoa originária da Casa Imperial russa, famosa no mundo inteiro.fABERGE.jpgCada um desses "ovos" é uma autêntica obra de arte, própria a provocar um regalo não só para os olhos, mas, sobretudo, para a alma.
Causa alegria saber que o costume dos ovos de Páscoa - nascido, dentro da Santa Igreja Católica, a partir de uma banal necessidade doméstica - adquiriu uma conotação religiosa, espalhou-se pelo mundo e atingiu por fim esse requinte de arte e civilização.
Ovos: do povo, para os nobres e para a Igreja
Os chineses e egípcios e povos da bacia do Mediterrâneo também tinham o hábito de presentear com ovos em comemorações de estações do ano. Geralmente eram os comuns e baratos ovos de galinha que, para serem coloridos eram cozidos com beterraba.
Os ovos nem sempre eram para serem comidos. Constituíam eles presentes que simbolizavam o início da vida. A tradição de homenagear a chegada da primavera com a distribuição de ovos continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa.
A distribuição de ovos decorados em certas solenidades era mais comum no meio do povo mais simples, mais sem recursos.  Aderindo a esse costume popular, os nobres e personalidades importantes o enriqueceram de uma característica cultural: os ovos passaram a ser ornados com cenas pintadas, não poucas vezes, por futuras celebridades do mundo artístico.
Houve reis que costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus súditos com o ovos feitos de ouro. Na Inglaterra do século X, o rei Eduardo I (900-924), costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas.Fabergé - Czarevich 1912.jpgSéculos mais tarde, Luís XIV, da França, os enviava, pintados e decorados, como presente pascais.
A Igreja no século XVIII, passou a adotar o ovo como um dos símbolos da ressurreição de Cristo. Milhares de ovos coloridos começaram a ser bentos e distribuídos aos fiéis.
O que tem a ver o ovo com Cristo e a Ressurreição?
Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da Redenção da humanidade e se rejubilem com as conquistas do Divino Salvador sobre o demônio, o mundo e a carne.
Muitos não conseguem entender bem qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com Ovos de Páscoa. Para responder a essa pergunta, precisamos recuar um pouco na história. Voltar à época anterior a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Em várias das antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observava-se o costume de presentear-se mutuamente com ovos. E, geralmente, isso acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera: estação que prenuncia e celebra a volta da vida na natureza.
Por isso mesmo, os ovos a serem presenteados nessa ocasião eram pintados com gravuras que lembravam algum tipo de vegetal ou outro elemento natural ligado à vida.
Estes costumes atravessaram a Antiguidade mantendo-se vivos em populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média.cesta de ovos.jpgA entrada deste uso para as festividades e comemorações cristãs aconteceu, sobretudo depois do Concilio de Nicéia, realizado no ano 325 da era Cristã.
Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de expandir a cristandade, ampliando zelosamente o número de fiéis.
Desde que não ferisse a doutrina, a moral e os bons costumes e ainda mais, não fosse fonte tendenciosa para a volta às práticas pagãs, algumas antigas tradições e símbolos religiosos poderiam ser perfeitamente incorporados, por meio de adaptações, a outros eventos, festas e comemorações que estavam de acordo com o pensamento, doutrina e práticas cristãs.
Sem prejuízo para a fé católica, a tradição de presentear ovos poderia ser aplicada, por exemplo, na Páscoa que, no pensamento cristão, é a celebração da Ressurreição de Cristo e sua vitória sobre a morte e com a esperança de uma vida nova.
Foi nessa fase da história que surgiram pinturas de imagens de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Nossa Senhora nos ovos que seriam distribuídos por ocasião da Páscoa.
O ovo é símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, ele contém uma vida que surge repentinamente de seu interior. E este é o sentido para a Páscoa, após a morte, veio a passagem para a ressurreição e a vida.
Cristo deixou o interior do sepulcro com vida, venceu a morte. Destruiu o Templo e o reconstruiu em três dias.
Aqui estão notícias da origem, história e significado dos "ovos de Páscoa": um costume adaptado e aceito nos países de origem cristã. (JG)
Fontes:
Revista Arautos do Evangelho, Abril/2005, n. 40, p. 35
http://www.novomilenio.inf.br/festas/pascoa3.htm
http://www.fashionbubbles.com/festas-tematicas/a-historia-do-ovo-e-outros-simbolos-da-pascoa/

FONTE:
http://www.arautos.org/especial/25490/tracos-da-origem-dos-ovos-de-pascoa.html

História dos Ovos de Páscoa

Você sabe porque se dão ovos de chocolate na Páscoa? É uma tradição que começou com a Igreja Católica no século IV. Vem da tradição de não comer carne na quaresma.




CONFIRA AQUI

Chá de Erva Doce (Chás)

As propriedades da erva doce são muitas além de ser extremamente saborosa. O chá costuma ser usado contra cólicas de bebês, em casos de tosses e bronquite, em problemas digestivos, calmante entre diversos outros. Aqui aprenderemos como fazer um chá de erva doce, funcho ou anis.
A erva doce é uma daquelas plantas que acabam tendo variações, por ser da mesma família e portanto é bom saber os nomes científicos, mas apesar de diferentes, elas são bastante similares. O funcho, tem o nome científico Foeniculum vulgare Mill; sinônimo de Anethum foeniculum e ainda existe também a Pimpinella anisum L. Mas, basicamente é tudo igual.

Receita de Chá de Erva Doce

Erva Doce
Erva Doce

Você vai precisar de:

  • 1 colher de chá de erva-doce
  • 1 colher de chá  de açúcar demerara (um açúcar integral, parecido com o açúcar mascavo)
  • 1 xícara de chá de água.

Modo de Preparo:

Ferva a erva doce na água por cerca de cinco minutos. Feito isso, coe e adoce o chá.

Saiba Mais

O chá de erva doce é comumente usado para acalmar bebês com cólicas e fazê-los dormir mais facilmente. Existe até produtos no mercado derivados do funcho que são usados na chupeta (bico) de recém nascidos, como a Funchicórea. Este pó foi proibido pela Anvisa durante um tempo por causa da chicória, ou ruibarbo, mas acabou voltando ao mercado.
É importante salientar que tudo que for dado ao bebê tem que ter conhecimento do pediatra, principalmente por causa do uso do açúcar.
Entre os muitos benefícios da erva-doce estão a melhora na digestão, melhora a sensação de barriga inchada e estufamento e serve para alívio dos gases.
Os folatos presentes na erva doce são indicados no caso de pressão alta, e o potássio presente também ajuda a baixar a pressão.
Para as mães que estão em fase de amamentação é considerado que o chá de erva doce estimula a produção de leite. O chá de erva doce é considerado bem inofensivo e também é indicado para as grávidas. As mulheres durante a gravidez devem apenas ficar atentas aos chás com cafeína e com canela, pois podem estimular aborto.
O chá de erva doce é calmante, mas ainda sim estimula a digestão, tem quem use o chá de erva doce com gengibre para emagrecer, pois associa o efeito termogênico de um com o digestivo do outro.

FONTE: Receita Natural

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