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domingo, 22 de março de 2020

Essa é uma convocação. O Brasil precisa que você entre para o combate. Faça a sua parte e elimine os focos do mosquito todos os dias. Saiba mais em...

Combate ao Aedes Aegypti: prevenção e controle da Dengue, Chikungunya e Zika
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O Ministério da Saúde convoca a população brasileira a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré, o Aedes Aegypti.

O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano.

Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Faça a sua parte. #CombateAedes

DENUNCIE FOCOS DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI:  Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros. Faça sua parte!

FONTE: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/combate-ao-aedes

@twitter do ministério da saúde

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Wolbachia: Campo Grande (MS) terá mosquitos que combatem a dengue

O estado é o segundo do país a participar da estratégia do Ministério da Saúde, que utiliza uma bactéria para reduzir a capacidade do mosquito Aedes aegypti de transmitir o vírus da dengue, zika e chikungunya
Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinou nesta segunda-feira (17), em Campo Grande (MS), documento que formaliza a participação do município no “Método Wolbachia”. A estratégia inovadora é do Ministério da Saúde e consiste em infectar o mosquito Aedes aegypti com uma bactéria chamada wolbachia, que reduz a capacidade de o mosquito transmitir a dengue, zika e chikungunya. Para apoiar o projeto, cerca de 2.500 profissionais de saúde, entre agentes de endemias e agentes comunitários de saúde, estão sendo capacitados entre os dias 17 e 18 de fevereiro e vão atuar nas ações de vigilância, incluindo a mobilização da população nesta nova estratégia.

“A Wolbachia é uma tecnologia do SUS. Os primeiros testes foram realizados em Niterói (RJ) e, após os bons resultados, decidimos expandir para outras regiões de diferentes biomas, como Campo Grande. O Ministério da Saúde tem aportado recursos e mudou sua linha de pesquisa. Agora as pesquisas financiadas partem dos problemas que afetam a população e o SUS, a exemplo de soluções para doenças como dengue, malária e leishmaniose”, destacou o ministro Luiz Henrique Mandetta.

A assinatura do Termo de Cooperação entre o Ministério da Saúde, Fiocruz e secretarias de saúde de Mato Grosso do Sul e de Campo Grande ocorre durante a abertura do “Encontro Estadual de Vigilância em Saúde: integração, vigilância e Atenção Primária”, promovido pela Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul. A ideia é apresentar e discutir, neste espaço, ações de imunização, vigilância das arboviroses, tuberculose e o Método Wolbachia, com a participação da equipe do World Mosquito Program (WMP), da Fiocruz, responsável pelo projeto, desde a produção de ovos dos insetos até a preparação para liberação nos locais em que o projeto acontece.

Ainda em Campo Grande, o ministro Mandetta entrega 80 equipamentos (monitores de sinais vitais e desfibriladores) para atendimento à população em unidades de saúde de 42 municípios do estado.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Estudo descarta novo surto de Zika

A pesquisa estima que o Zika atingiu seu potencial máximo de contaminação em apenas um ano e essa proteção imune “coletiva” seria suficiente para conter um novo surto
Doença é transmitida pelo Aedes Aegypti
(Foto: Divulgação)
Um estudo do grupo do Laboratório de Pesquisa em Infectologia (LAPI) da UFBA, em colaboração com universidades e laboratórios europeus, demonstrou, através de modelagem matemática e pesquisas de campo, que a possibilidade de um surto de Zika similar ao episódio de 2015 a 2016 é altamente improvável em futuro próximo.

A pesquisa estima que o Zika atingiu seu potencial máximo de contaminação em apenas um ano e essa proteção imune “coletiva” seria suficiente para conter o surto e impedir que aconteça novamente até que a população atual tenha sido substituída por novos nascimentos ou pela migração.
“Devido à taxa altíssima de infecção no período de um ano, e de acordo com modelo matemático desenvolvido em colaboração com uma equipe do Reino Unido, podemos afirmar que a possibilidade de um novo surto é muito pequena. Muitas pessoas já adquiriram imunidade com o primeiro surto”, diz o professor de Infectologia da Faculdade de Medicina Carlos Brites, coordenador da pesquisa que resultou em um artigo publicado na terça-feira, 14 de novembro, na mBio, periódico científico da Sociedade Americana de Microbiologia.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Dia Mundial da Saúde: governo intensifica combate ao Aedes aegypti

Mosquito Aedes aegypti é combatido por
ações do Ministério da SaúdeArquivo/Agência Brasil
No Dia Mundial da Saúde, celebrado hoje (7), o governo federal mobiliza os profissionais da saúde no combate ao mosquito Aedes aegypti. As ações acontecem nas 41.688 Unidades Básicas de Saúde do país, com vistoria para identificar criadouros e orientações à população no combate ao mosquito transmissor da dengue, Zika e chikungunya.

A medida faz parte da campanha Sexta-Feira Sem Mosquito, organizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com os conselhos nacionais de Secretários de Saúde e de Secretários Municipais de Saúde. A meta é que a população reserve um dia na semana para combater os focos do mosquito, vistoriando casas, ambientes de trabalho e escolas.

Segundo o ministério, medidas simples podem evitar a proliferação do mosquito, como fazer o descarte correto do lixo, tampar depósitos de água e limpar com buchas as laterais e bordas dos vasos de plantas.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a mobilização é questão de hábito. “Se cada cidadão fizer a sua parte, evitando água parada e descoberta em locais que possam servir de criadouros, juntos estaremos realizando um grande mutirão semanal de limpeza em todo o país”, afirmou Barros, em nota.

Queda no número de casos
Segundo o ministério, as ações de combate resultaram na queda do número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Em 2017, até 25 de março, foram notificados 90.281 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 90% em relação ao mesmo período de 2016 (947.130). Também houve queda no número de óbitos. A redução foi de 97%, passando de 411 em 2016 para 11 em 2017.

Em relação à chikungunya, a queda do número de casos foi de 73%. Até 11 de março, houve 26.856 casos da doença. No ano passado, foram 101.633 casos, no mesmo período.

Até 25 de março deste ano, o Ministério da Saúde registrou 4.894 casos de Zika em todo o país, uma redução de 97% em relação a 2016 (142.664 casos). A análise da taxa de casos prováveis mostra uma baixa incidência em todas as regiões geográficas até o momento. Em relação às gestantes, foram anotados 727 casos prováveis. Não houve registro de óbitos por Zika em 2017.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Hoje é o dia nacional de combate ao mosquito Aedes Aegypti

Por Educadora

Hoje acontece em todo o país uma importante mobilização contra o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, vírus Zika e febre chikungunya. Por conta da chegada do verão, estação em que os mosquitos se reproduzem mais facilmente, o Ministério da Saúde propôs que todos os Estados e municípios façam ações relacionadas ao tema.
A ideia da mobilização, conforme o ministério, é dedicar todas as sextas-feiras para verificação de possíveis focos do mosquito. A ação foi convocada na terça-feira pelo ministro Ricardo Barros, em uma videoconferência com os secretários de saúde dos Estados.
Em Dois Vizinhos também está sendo realizada uma importante mobilização para o combate ao Aedes.
Segundo Cleverson Alessio da Silva, da Vigilância Sanitária o municipioestá com um índice de infestação em 0,2. O recomendado pelo Ministério da Saúde é entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 0 melhor. Entre 1,0 e 3,9 estão em alerta; e acima de 3,9 são considerados municípios em risco de epidemia.
Na região, os municípios de Nova Prata do Iguaçu, Ampére, Pérola do Oeste, Realeza e Bela Vista da Caroba, estão em situação de alerta para epidemias.


CUIDADOS

Todos devem contribuir no controle da dengue, eliminando os criadouros do Aedes aegypti, da seguinte maneira:
cobrindo ou furando pneus;
usando areia grossa em pratos de vasos de flores;
ensacando e jogando no lixo vasilhames que possam acumular água;
virando de boca para baixo garrafas vazias;
tampando as caixas de água, etc.



Fonte: EducadoraDV

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Projeto testa uso de energia nuclear no controle do Aedes aegypti

Mosquitos machos, esterilizados com radiação gama, estão sendo liberados no ambiente para competir com os selvagens no acasalamento

TECH SAÚDE
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

O uso de energia nuclear no combate ao mosquito Aedes aegypti é tema de uma pesquisa realizada pela Fiocruz Pernambuco e pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Fernando de Noronha. Mosquitos machos, esterilizados com radiação gama, estão sendo liberados no ambiente para competir com os selvagens no acasalamento.

Ao vencerem essa disputa, eles passam espermatozóides inviáveis, que são utilizados pelas fêmeas durante todo o seu processo de postura dos ovos, sem gerar novas larvas do inseto. Como a fêmea do mosquito costuma ficar disponível para acasalar apenas uma vez ao longo de sua vida, o cruzamento com machos estéreis acaba impedindo sua reprodução. A partir do uso dessa tecnologia, é esperada uma diminuição da densidade populacional do Aedes.
A iniciativa, segundo o Portal Brasil, utiliza uma subpopulação de mosquitos da própria ilha, buscando preservar suas características genéticas, que já estão adaptadas às condições ambientais do local. A etapa atual está centrada na liberação dos mosquitos em quatro pontos da Vila da Praia da Conceição. De dezembro até a primeira quinzena de fevereiro foram realizadas nove liberações, cada uma com três mil machos estéreis.
A coordenadora do projeto, a pesquisadora da Fiocruz PE Alice Varjal, explica que o impacto da medida será avaliado pela quantidade de ovos inviáveis que serão coletados. Será medida a fecundidade (quantidade de ovos colocados) e a fertilidade (viabilidade dos ovos).
As avaliações começam a ser realizadas a partir do final de fevereiro, para verificar se a redução de cerca de 70% da viabilidade dos ovos, observada em laboratório, também se confirmará em campo.
Iniciado em 2013, o projeto já tem como produtos a formação de recursos humanos em mestrado (já finalizado) e doutorado (em andamento).

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Militares participam do Dia D contra o Aedes aegypti

ASSISTA


O Governo federal confirmou nesta quinta-feira, 11, em Brasília (DF), a 3ª morte pelo vírus da zika em adultos no país. O Ministério da Defesa anunciou que neste sábado, 13, 220 mil militares das Forças Armadas vão participar do Dia Nacional de Mobilização para combater o mosquito Aedes aegypti.
Reportagem de Elisa Ventura e Bartolomeu Silva
FONTE: 
http://noticias.cancaonova.com/militares-participam-do-dia-d-contra-o-aedes-aegypti/

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Dilma participa no Rio das ações contra o Aedes aegypti

 (Foto: Henrique Coelho / G1)
(Foto: Henrique Coelho / G1)
A presidente Dilma Rousseff acompanha, neste sábado (13), em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro, as ações do Dia Nacional de Mobilização contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chinkungunya e do zika vírus, associado a casos de microcefalia de bebês.
A presidente visitou a comunidade Zeppelin, próximo à Base Aérea de Santa Cruz, com o objetivo de orientar a população sobre os procedimentos necessários para evitar focos de proliferação do mosquito e participou da distribuição de material informativo. Ela está acompanhada do governador Luiz Fernando Pezão, do prefeito Eduardo Paes, ambos do PMDB, e de agentes de saúde.
Trajando uma camiseta e um boné brancos da campanha, cujo lema é “Zika Zero”, Dilma circulou pelas ruas do bairro, cumprimentando moradores e visitando casas.

Marinha
Militares da Marinha do Brasil iniciaram, na manhã deste sábado (13), um mutirão de combate ao mosquito aedes aegypt no centro do Rio, como parte do Dia Nacional de Mobilização Zika Zero.
Grupos de marinheiros uniformizados distribuem panfletos em lanchonetes, bancas de jornal e para as pessoas que circulam pelo local, inclusive aos foliões fantasiados que seguem para os blocos de carnaval.
A campanha foi lançada na sexta-feira (12). O Rio vai receber a maior parte deste contingente, com 71 mil militares.
Os marinheiros dividem espaço com os 200 mil foliões que assistem ao desfile do Bloco das Poderosas, da funkeira Anitta, que se apresenta na Avenida Primeiro de Março, no centro do Rio. O material distribuído traz orientações e dicas de como eliminar o mosquito.
Além do centro, os militares e agentes de saúde também fizeram mobilizações em bairros como Santa Cruz, Campo Grande, Méier e Tijuca. As Forças Armadas estão responsáveis pelas ações nos domicílios em 32 dos 92 municípios do Rio.
Fonte: Estadão Conteúdo

FONTE: Ceará Agora

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Aedes aegypti: conheça a história do mosquito no Brasil

De acordo com o Instituto Oswaldo Cruz, o Aedes aegypti foi descrito cientificamente pela primeira vez em 1762



BRASIL PERIGO


Aedes aegypti – mosquito transmissor de doenças como a dengue, a febre amarela, a febre chikungunya e o vírus Zika – é originário do Egito, na África, e vem se espalhando pelas regiões tropicais e subtropicais do planeta desde o século 16. No Brasil, segundo pesquisadores, o vetor chegou ainda no período colonial. “O mosquito veio nos navios com os escravos", explica a pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Margareth Capurro.

De acordo com o Instituto Oswaldo Cruz, o Aedes aegypti foi descrito cientificamente pela primeira vez em 1762, quando foi denominado Culex aegypti. O nome definitivo veio em 1818, após a descrição do gênero Aedes. Em território nacional, desde o início do século 20, o mosquito já era considerado um problema. À época, no entanto, a principal preocupação era a transmissão da febre amarela. “Na campanha contra a febre, o Aedes aegypti foi erradicado do Brasil usando inseticida químico", lembra a pesquisadora.
Porém, não demorou muito para o mosquito voltar e se espalhar pelo extenso território brasileiro. Em meados dos anos de 1980, o Aedes aegypti foi reintroduzido no país, por meio de espécies que vieram principalmente de Cingapura. Hoje, conforme estudiosos, falar em erradicação é algo improvável. “O fato de usarmos muitos inseticidas químicos fez com que sejam selecionados os mosquitos mais resistentes. A resistência atual desses vetores é muito grande. Justamente por isso, tende-se a diminuir ao máximo o uso de inseticida químico”, esclarece Capurro.
Segundo o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) – que se baseia em dados dos meses de outubro e novembro de 2015 e acumula informações de 1.792 cidades –, um total de 199 municípios brasileiros estão em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e vírus Zika devido à presença significativa do Aedes aegypti. A classificação, feita com base em dados reunidos pelo Ministério da Saúde, leva em conta o fato de que em mais de 4% das casas visitadas nesses locais foram encontradas larvas do mosquito.
Confira a situação do seu município:
Em situação um pouco menos crítica – com 1% a 3,9% dos imóveis com foco do mosquito –, o ministério identificou um total de 665 municípios brasileiros em alerta. Outros 928 foram considerados com índices satisfatórios – já que nessas localidades menos de 1% das residências apresentaram larvas do mosquito.
O levantamento identificou ainda a presença do mosquito Aedes albopictus em 261 municípios. Esse vetor também pode transmitir a chikungunya e o vírus Zika. "O Zika acabou se afinando muito bem aos dois tipos de aedes", explica Caio Freiro, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP.
Entre as 18 capitais que o Ministério da Saúde recebeu informações sobre a presença do Aedes aegypti, apenas Rio Branco (AC) está em situação de risco. Outras sete são classificadas como “em alerta” e dez com “índices satisfatórios”. Com informações da Agência Brasil.
FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/166289/aedes-aegypti-conheca-a-historia-do-mosquito-no-brasil

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Vacina reduz 95% dos casos graves

COMBATE À DENGUE

Vacina reduz 95% dos casos graves

04.11.2014
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O principal vetor de transmissão da dengue é o mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais
FOTO: REUTERS
São Paulo. A nova vacina contra a dengue, que já passou por todas as fases de estudos e testes, mostrou redução de 95,5% das formas graves da doença, inclusive a do tipo hemorrágica, na etapa de testes no Brasil e na América Latina. Até a primeira semana de outubro pelo menos 377 pessoas morreram em decorrência da dengue no País.
A vacina, desenvolvida pelo Laboratório Sanofi Pasteur, é a primeira contra o vírus da dengue concluída no mundo. O produto demonstrou proteção de 60,8% contra os quatro tipos da doença. Ou seja: a cada 100 pessoas imunizadas, 60,8 não contraem a doença; e entre as que contraem, 95,5 em cada grupo de 100 não terão as formas graves da dengue.
"Isso significa que praticamente não vamos mais ter casos graves da doença", avaliou Sheila Homsani, gerente médica da Divisão de Vacinas do laboratório, ressaltando que a imunização também vai reduzir as internações decorrentes da dengue.

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