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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

CTNBio aprova biossegurança de vacina contra a dengue

O imunizante será fabricado pela empresa Takeda Pharma

POR AGÊNCIA  BRASIL - A Comissão Técnica Nacional em Biossegurança (CTNBio) aprovou esta semana a segurança da vacina contra a dengue da empresa Takeda Pharma. De acordo com a Lei Geral de Biossegurança, cabe à comissão avaliar a segurança ao meio ambiente, a animais e humanos de produtos e tecnologias que contenham organismos geneticamente modificados.

A aprovação aconteceu após dois anos de discussão. Durante a análise, a CTNBio encomendou estudos que demonstraram a segurança do produto no Brasil, onde há maior prevalência do mosquito Aedes aegypti. Após a apresentação dos resultados, a comissão concluiu sobre a biossegurança e determinou que sejam monitorados os efeitos do uso da vacina no país.

De acordo com a CTNBio, as análises de eficácia e uso da vacina, agora, serão feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-02/ctnbio-aprova-biosseguranca-de-vacina-contra-dengue

domingo, 22 de março de 2020

Essa é uma convocação. O Brasil precisa que você entre para o combate. Faça a sua parte e elimine os focos do mosquito todos os dias. Saiba mais em...

Combate ao Aedes Aegypti: prevenção e controle da Dengue, Chikungunya e Zika
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O Ministério da Saúde convoca a população brasileira a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré, o Aedes Aegypti.

O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano.

Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Faça a sua parte. #CombateAedes

DENUNCIE FOCOS DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI:  Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros. Faça sua parte!

FONTE: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/combate-ao-aedes

@twitter do ministério da saúde

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Wolbachia: Campo Grande (MS) terá mosquitos que combatem a dengue

O estado é o segundo do país a participar da estratégia do Ministério da Saúde, que utiliza uma bactéria para reduzir a capacidade do mosquito Aedes aegypti de transmitir o vírus da dengue, zika e chikungunya
Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assinou nesta segunda-feira (17), em Campo Grande (MS), documento que formaliza a participação do município no “Método Wolbachia”. A estratégia inovadora é do Ministério da Saúde e consiste em infectar o mosquito Aedes aegypti com uma bactéria chamada wolbachia, que reduz a capacidade de o mosquito transmitir a dengue, zika e chikungunya. Para apoiar o projeto, cerca de 2.500 profissionais de saúde, entre agentes de endemias e agentes comunitários de saúde, estão sendo capacitados entre os dias 17 e 18 de fevereiro e vão atuar nas ações de vigilância, incluindo a mobilização da população nesta nova estratégia.

“A Wolbachia é uma tecnologia do SUS. Os primeiros testes foram realizados em Niterói (RJ) e, após os bons resultados, decidimos expandir para outras regiões de diferentes biomas, como Campo Grande. O Ministério da Saúde tem aportado recursos e mudou sua linha de pesquisa. Agora as pesquisas financiadas partem dos problemas que afetam a população e o SUS, a exemplo de soluções para doenças como dengue, malária e leishmaniose”, destacou o ministro Luiz Henrique Mandetta.

A assinatura do Termo de Cooperação entre o Ministério da Saúde, Fiocruz e secretarias de saúde de Mato Grosso do Sul e de Campo Grande ocorre durante a abertura do “Encontro Estadual de Vigilância em Saúde: integração, vigilância e Atenção Primária”, promovido pela Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul. A ideia é apresentar e discutir, neste espaço, ações de imunização, vigilância das arboviroses, tuberculose e o Método Wolbachia, com a participação da equipe do World Mosquito Program (WMP), da Fiocruz, responsável pelo projeto, desde a produção de ovos dos insetos até a preparação para liberação nos locais em que o projeto acontece.

Ainda em Campo Grande, o ministro Mandetta entrega 80 equipamentos (monitores de sinais vitais e desfibriladores) para atendimento à população em unidades de saúde de 42 municípios do estado.
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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Brasil registra segundo maior número de mortes por dengue em 21 anos

Até o dia 7 de dezembro, já haviam sido confirmadas 754 mortes por dengue.
© Reuters
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com novo avanço da dengue, o ano de 2019 registrou o segundo maior número de mortes pela doença desde 1998, ano de início da série histórica. Dados do Ministério da Saúde apontam que, até o dia 7 de dezembro, já haviam sido confirmadas 754 mortes por dengue.

Na prática, o total fica abaixo apenas do registrado em 2015, quando houve uma das piores epidemias da doença, com 986 mortes.

O número, porém, ainda pode crescer, já que o balanço não contabiliza o ano fechado. Até o dia 7, também havia 221 mortes suspeitas pela doença ainda em investigação.

Os dados retratam o impacto do novo avanço da dengue ocorrido em 2019, após dois anos com baixo número de registros.

Ao todo, de janeiro até o início de dezembro, o ministério contabilizava 1.527.119 casos prováveis da doença. 

É o segundo maior número desde que esses registros passaram a ser contabilizados, em 1990. A comparação do total de casos foi noticiada pelo jornal O Globo.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Mosquitos do ‘bem’ combatem a dengue

Método inovador utiliza uma bactéria para reduzir a capacidade do Aedes aegypti de transmitir o vírus da dengue, zika e chikungunya
Foto: Erasmo Salomão / ASCOM MS
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, participa nesta segunda-feira (2), da liberação dos chamados mosquitos do “bem” em Niterói (RJ). A tecnologia já se mostrou promissora no combate às doenças transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika e chikungunya). Nos primeiros resultados, os insetos infectados com a bactéria Wolbachia reduziram em 75% os casos de chikungunya, em 33 bairros da região. A tecnologia inibe a transmissão de doenças que atingem o ser humano. A ação acontece na Clínica Comunitária da Família, Dr. Antônio Peçanha, em Niterói.

Também participam da ação, o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira; a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade; a secretária municipal de Saúde de Niterói, Maria Célia; e o pesquisador da Fiocruz e líder do World Mosquito Program no Brasil, Luciano Moreira.

Nesta etapa, o conjunto de bairros contemplados são Fonseca, Engenhoca, Cubango, Santana e São Lourenço, todos em Niterói. Após a soltura dos mosquitos, o ministro da Saúde visita o laboratório World Mosquito Program (WMP), da Fiocruz, onde são desenvolvidas todas as fases de produção dos insetos, desde a produção de ovos até a preparação para liberação nos locais em que o projeto acontece.

A metodologia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. A Wolbachia é uma bactéria intracelular que, quando presente nos mosquitos, impede que os vírus da dengue, zika e chikungunya se desenvolvam dentro destes insetos. Não há qualquer modificação genética, nem da bactéria, nem do mosquito. A Wolbachia está naturalmente presente na maioria dos insetos, mas não é encontrada nos mosquitos Aedes aegypti.

Até o momento, o método Wolbachia já foi aplicado em 28 bairros do Rio de Janeiro e 33 de Niterói, beneficiando 1,3 milhão de pessoas. Também faz parte do projeto a realização de ações prévias de engajamento e comunicação junto às comunidades locais e profissionais de saúde sobre a segurança do método e seu impacto no ecossistema. Esse processo de mobilização já se iniciou em Campo Grande (MS), Petrolina (PE) e Belo Horizonte (MG), sendo que a soltura dos mosquitos será iniciada nas três localidades no próximo ano, com o apoio do Ministério da Saúde.

Além dos três estados, está programada uma nova expansão do Wolbachia em 2020 para: Fortaleza/CE, Foz do Iguaçu/PR e Manaus/AM. Somente em 2019, o Ministério da Saúde investiu R$ 21,7 milhões na tecnologia.

As liberações dos mosquitos são realizadas semanalmente, durante 16 semanas, em grupos de bairros. Durante o monitoramento, é verificada a necessidade de realizar novas solturas pontuais. Em áreas onde é possível trafegar, a Fiocruz utiliza veículo para realizar a ação. Em áreas onde não é possível, as liberações são feitas por agentes das prefeituras.
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terça-feira, 25 de junho de 2019

Casos de dengue no país sobem 708%

Casos de dengue no país sobem 708%
Divulgação
Os casos confirmados de dengue no Brasil aumentaram 708% em 2019. De acordo com relatório apresentado pelo Ministério da Saúde, foram 596.381 registros confirmados da doença até 8 de junho deste ano, diante de 73.819 casos no mesmo período de 2018. O número de óbitos pela doença subiu 163%, de 139 para 366.

Em 2019, até 8 de junho, foram registrados 1.127.244 casos prováveis (que ainda aguardam confirmação) um aumento 560,6% em comparação com intervalo igual no ano passado, quando foram anotados 170.628. Levando em conta os casos prováveis, a região Sudeste apresenta o maior índice: 920,5 casos por 100 mil habitantes.

As causas do aumento

De acordo com o Ministério da Saúde, o aumento de casos pode ser explicado por uma associação de fatores, como alto volume de chuvas e altas temperaturas, grande número de pessoas suscetíveis – uma vez que nos dois últimos anos houve baixa ocorrência da doença em toda a região das Américas – e a mudança no sorotipo predominante.

Neste ano, predomina o sorotipo 2 da dengue, o que não ocorreu nos últimos anos, quando os sorotipos 1 e 4 circulavam com mais intensidade.

Ainda segundo a pasta, historicamente, há um pico de casos entre abril e maio e espera-se que o número de novos registros seja decrescente a partir de agora.

As ações de prevenção e combate ao mosquito, realizadas pelo ministério em conjunto com estados e municípios, são permanentes e tratadas como prioridade pelo governo federal.

Como saber se estou com dengue?

De acordo com o médico David Braga Junior, nos primeiros dias é impossível diferenciar a dengue de uma gripe. A pessoa tem dores no corpo, mal estar geral e indisposição.

Mas logo aparecem os sintomas específicos da dengue, como diarreia, dor abdominal e manchas no corpo. Em caso de suspeita de dengue, a pessoa deve tomar bastante líquido, suspender medicações como analgésico do grupo do AAS e procurar o centro de saúde ou, se aparecerem pontos vermelhos no corpo, um  pronto-socorro.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

EUA se soma a vários países ao autorizar vacina contra dengue

Estados Unidos aprovou primeira vacina contra dengue,
 transmitida pelos mosquitos aedes aegypti - AFP/Arquivos
Os Estados Unidos aprovaram a primeira vacina Dengvaxia contra a dengue, fabricada pelo grupo francês Sanofi e autorizada em vários países, embora tenha acabado de ser proibida nas Filipinas.

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos nos EUA, aprovou a venda da vacina na quarta-feira para crianças de 9 a 16 anos que contraíram o vírus e vivem em territórios expostos, como Porto Rico, no Caribe.

A União Europeia aprovou essa vacina em dezembro, mas também apenas para pessoas que já foram infectadas pelo vírus. Ao contrário dos americanos, os europeus autorizaram a vacinação para pessoas de até 45 anos de idade.

No final de 2017, o laboratório francês percebeu que, quando a vacina era administrada a crianças que nunca haviam sido infectadas pela doença, ela poderia causar sintomas semelhantes aos da infecção por dengue, com graves consequências que poderiam levar à morte.

As Filipinas foram um dos primeiros países que, em 2016, a aprovar a Dengvaxia e lançaram uma enorme campanha de vacinação destinada a crianças em idade escolar, que foi completamente interrompida no ano seguinte.

Manila decidiu processar criminalmente os responsáveis da Sanofi por “negligência que levou à morte”, de dez crianças.

Atualmente, um total de 19 países e a União Europeia autorizaram a vacina contra essa doença transmitida por mosquitos Aedes aegypti.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Casos de dengue crescem 224% em 2019, diz Ministério da Saúde

Número de casos registrados chegou a 229 mil nos primeiros meses do ano. Número de mortes também aumentou.
Dengue
Os casos de dengue cresceram 224% em 2019, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (25) durante um balanço sobre os casos da doença no Brasil entre dezembro de 2018 e março de 2019.
Foram registrados 229.064 casos nas primeiras 11 semanas de 2019 (até 16 de março). No mesmo período de 2018 foram registrados 62,9 mil.

Os estados do Acre, Tocantins, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul foram os que registraram aumento do número de casos da doença. Estes estados tem taxa de incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes, com destaque para o Tocantins com incidência de 602,9 casos/100 mil habitantes.

Também houve um aumento de 67% no número de mortes pela doença passando de 37 para 62 mortes. O estado de São Paulo, que registrou 31 óbitos, é o que registrou o maior número de mortes pela doença no país.

Zika e chikungunya

Também houve um aumento no número de casos de zika registrados no período. Foram 2.062 casos da doença. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 1.908 casos prováveis. Em 2019, não foram registradas mortes pela zika.

Já a chikungunya registrou uma queda de 44% no número de casos. Em 2019, foram registrados 12.942 casos no país, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil hab. Em 2018, foram 23.484 casos. Também não foram registradas mortes pela doença em 2019.

domingo, 10 de junho de 2018

Ceará tem 19 cidades com risco de surto de dengue, zika e chikungunya

O Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) indica que 19 dos 184 municípios cearenses (10,3%) apresentaram um alto índice de infestação, com risco de surto para dengue, zika e chikungunya.

Esses municípios têm índice de infestação predial (IIP) acima de 4%, o que representa risco de surto das três doenças. O LIRAa indica ainda alerta para surto em outros 64 municípios (34,8) entre eles, está Fortaleza. Nestas cidades, o Índice de Infestação Predial (IPP) está entre 1% e 3,9%.
O índice de infestação predial (IIP) com taxas inferiores a 1% são consideradas satisfatórias. De 1% a 3,9%, há situação de alerta. Quando a taxa é igual ou maior a 4%, há risco de surto de doenças transmitidas pelo Aedes, segundo o Ministério da Saúde.
“O resultado do levantamento indica que é necessário dar mais atenção nas ações de combate ao mosquito. A prevenção não pode ser interrompida”, alerta o Ministério da Saúde.

Casos no Ceará

De acordo com Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), com registros até 2 de junho, foram confirmados 2.444 casos das três doenças: dengue, zika e chikungunya. Foram 1.605 casos de dengue, 15 de dengue grave, que resultou em nove mortes; 22 casos de zika, dos quais três em gestantes; e 802 casos de chikungunya. As três doenças têm o mosquito Aedes aegypti como vetor.
Segundo o Ministério da Saúde, para 2018, a previsão é que o orçamento de vigilância em saúde para os estados chegue a R$ 1,9 bilhão. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya. O recurso é repassado mensalmente a estados e municípios.

Cidades com risco de infestação

Pereiro, Crateús, Pacoti, Boa Viagem, Aracoiaba, Quixadá, Baturité, Parambu, Chaval, Farias Brito, São Luís do Curu, Itatira, Viçosa do Ceará, Ererê, Itapiúna, Canindé, Quixeramobim, Capistrano e Campos Sales.

Cidades em situação de alerta

Icó, Barreira, Granja, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Pindoretama, Reriutaba, São Gonçalo do Amarante, Senador Sá, Tabuleiro do Norte, Baixio, Cedro, Guaiúba, Ipaumirim, Itapagé, Redenção, Saboeiro, Salitre, Assaré, Barroquinha, Fortaleza, Pedra Branca, Uruburetama, Horizonte, Ipu, Monsenhor Tabosa, Pacatuba, Ararendá, Hidrolândia, Jucás, Tejuçuoca, Maracanaú, Ipaporanga, Pacajus, Solonópole, Caririaçu, Granjeiro, Ocara, Pentecoste, Marco, Varjota, Martinópole, Mulungu, Alto Santo, Itaitinga, Moraújo, Caridade, Maranguape, Novo Oriente, Tianguá, Mucambo, Tauá, Caucaia, Acarape, Senador Pompeu, Barbalha, Choró, Chorozinho, Jaguaretama, Milhã, Altaneira, Catarina, Ibicuitinga e Crato.
Com informação do G1

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Cai número de casos suspeitos de zika, dengue e chikungunya em 2017


Cai número de casos suspeitos de zika, dengue e chikungunya em 2017 (Foto: AFP)

Mesmo com a redução de casos, a dengue está presente em todos os Estados do País

O número de casos de dengue, zika e chikungunya no Brasil caíram de forma expressiva em relação ao ano passado. Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (8) indicam que até dia 15 de abril foram contabilizadas 113.381 infecções suspeitas por dengue - 90% a menos do que o registrado no mesmo período de 2016. A queda de registros de chikungunya também foi significativa: 68%. O anúncio aponta redução de 135.030 casos suspeitos para 43.010. Já a zika teve uma queda de 45% de casos em relação ao mesmo período, chegando a 7.911 suspeitas neste ano.
O diretor do departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, João Paulo Toledo, afirmou que a maior atenção neste ano é para o aumento de casos de chikungunya no Tocantins, Rio Grande do Norte e Roraima. Apesar da elevação, o número ainda não caracteriza epidemia. 

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Casos confirmados de dengue, chikungunya e zika no CE em 2017 chegam a 1.328

Acúmulo de água parada é o principal cenário
 para infestação do Aedes. ( Foto: Honório Barbosa )
Além das arboviroses, a Secretaria de Saúde investiga 8 suspeitas de microcefalia

O número de casos confirmados de dengue, chikungunya e zika no Ceará em 2017 já chega a 1.328. Os dados mais recentes foram divulgados pela Secretaria de Saúde (Sesa) nesta sexta­feira (24). Além das arboviroses citadas, a Sesa investiga 8 casos suspeitos de microcefalia.

Dengue 

Conforme os dados analisados pela Secretaria, em 2017 o Ceará vem apresentando um número de casos notificados de dengue dentro do esperado para o período, com exceção da 5ª semana do ano, que apresentou pico de notificações com registro de 1.238 casos, representando 21,5% do total de casos notificados, até o momento.

Neste ano, foram notificados 5.747 casos de dengue, destes, 803 casos (13,9%) foram confirmados, uma redução de 68,6% em relação aos 2.591 casos confirmados até 8ª semana de 2016. 

Na análise de incidência de casos notificados de dengue por município, destacam­se Alto Santo, Brejo Santo, Guaramiranga e Iracema com incidências acima de 300 casos por 100 mil hab. Até a presente data, não há registro de óbitos confirmados.

Chikungunya 

Em 2017, até meados de fevereiro, foram notificados 3.385 casos, destes, 518 (15,3%) confirmados. Os casos confirmados concentraram­se na faixa etária entre 20 e 59 anos (64,6%) e o sexo feminino (56,3%) foi predominante. Sobre a taxa de incidência dos casos suspeitos de chikungunya, destacam­se os municípios de Aracoiaba, Baturité, Independência e Pentecoste. 

Em 2016, foram confirmados 26 óbitos pela febre. Já em 2017, há registro de um óbito suspeito no município de Fortaleza.


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FONTE: Diário do Nordeste

domingo, 26 de junho de 2016

Instituto Butantan começa a testar vacina contra a dengue em todo o país


vacina

Os testes da terceira e última etapa da vacina contra a dengue, que já vinham sendo feitos desde fevereiro com 1,2 mil voluntários recrutados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), começaram a ser realizados também, nessa quinta-feira (23), com 1,2 mil voluntários na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), no interior paulista.
O Hospital das Clínicas e a Famerp são dois dos 14 centros de estudo credenciados pelo Instituto Butantan – que desenvolve a vacina -, onde serão feitos os testes da terceira etapa do projeto. Esta fase envolverá 17 mil pessoas em 13 cidades, nas cinco regiões do país. Na próxima semana, segundo o instituto, um centro em Manaus (AM) e outro em Boa Vista (RO) também darão início aos trabalhos.
A última etapa da pesquisa servirá para comprovar a eficácia da vacina. Do total de voluntários, dois terços receberão a vacina e um terço receberá placebo, que é uma substância com as mesmas características da vacina, mas sem os vírus, ou seja, sem efeito. Ninguém – nem a equipe médica e nem o voluntário – saberá quem vai receber a vacina e quem receberá o placebo. O objetivo é descobrir, a partir dos exames do material coletado desses voluntários, se quem tomou a vacina ficou protegido e se quem tomou o placebo contraiu a doença.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Grávidas e lactantes não poderão tomar vacina contra a dengue, diz Anvisa


gestantes vacinação

Após a aprovação da vacina contra a dengue no Brasil, o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ivo Buscaresky, e Daniela Cerqueira, da gerência de produtos biológicos do órgão, disseram, em entrevista coletiva, que a rede pública de saúde terá prioridade para o uso da vacina, que ainda não tem preços definidos – o prazo para determinação do valor é de 90 dias, e, após esse período, começarão as discussões sobre financiamento e comercialização.
Além disso, a Anvisa esclareceu que a imunização só é efetiva se as três doses da vacina forem tomadas, em intervalos de seis meses. Grávidas, mães que amamentam e fenilcetonúricos não podem tomar a vacina, que somente oferece proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue, e não para as outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como zika e chikungunya.
A vacina contra as doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta segunda-feira (28/12). A autorização, publicada no Diário Oficial da União, permite o fabricante Sanofi Pasteur a comercializar a vacina Dengvaxia contra quatro tipos da dengue (DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4). No início deste mês, o México e as Filipinas também aprovaram o uso do medicamento.
A vacina levou 20 anos para ser elaborada. Participaram dos testes mais de 40 mil pessoas pelo mundo — sendo que 29 mil tomaram o medicamento —, de 15 países, incluindo o Brasil. O estudo sobre a eficácia do remédio foi publicado no The New England Journal of Medicine, em julho deste ano.
O medicamento apresenta um índice de proteção de cerca de 66%. O grupo brasileiro teve uma resposta maior aos testes, mas a média foi influenciada por um grupo da Tailândia que não reagiu bem ao antídoto. Nas pesquisas, constatou-se que a vacina preveniu a hospitalização em 80% dos casos e diminuiu em 93% a ocorrência da dengue hemorrágica. O Brasil registrou mais de 1,5 milhão de casos de dengue até o final de novembro, com mais de 800 mortes.
Com informações do Correio Braziliense

FONTE:
http://www.cearaagora.com.br/site/2015/12/gravidas-e-lactantes-nao-poderao-tomar-vacina-contra-a-dengue-diz-anvisa/

sábado, 12 de dezembro de 2015

Aprenda a fazer repelente que afasta mosquito da dengue e zika

Receitas de repelentes caseiros são ótimas opções para se proteger contra os mosquitos, por conta de aromas fortes, sem substâncias tóxicas



LIFESTYLE DICA


Durante os surtos de doenças graves transmitidas por mosquitos, a procura por repelentes aumenta tanto que algumas marcas somem das prateleiras de farmácias e mercados. Além diso, a OMS e o Ministério da Saúde alertam para o uso de repelentes que contenham substâncias como DEET ou Icaridina acima de 20% para adultos, e de 10% para crianças com mais de 2 meses de vida.

Pensando nisso, o site Tua Saúde, sugere uma receita de repelente caseiro que é ótima opção para se proteger contra os mosquitos, por conta de aromas fortes, mas que não contém substâncias tóxicas que possam prejudicar o organismo, sendo assim seguro para adultos e gestantes.
O repelente deve ser aplicado no corpo, especialmente quando há epidemias de dengue, zika e chikungunya, porque eles previnem a picada do mosquito Aedes Aegypti que transmite estas doenças. Aprenda:
Repelente seguro para adultos e gestantes
Um excelente repelente caseiro para o mosquito da dengue, que pode ser usado por adolescentes e adultos, incluindo as mulheres grávidas é o de cravo-da-índia, muito utilizado por pescadores, porque o cravo da índia é rico em óleo essencial e em eugenol, uma propriedade inseticida que afasta mosquitos, moscas e formigas.
Ingredientes:
500 ml de álcool de cereais
10 g de cravo-da-índia
100 ml de óleo de amêndoas, mineral ou outro qualquer
Modo de preparo:
Coloque o álcool e o cravo da índia num frasco escuro com tampa ao abrigo da luz por 4 dias. Mexa esta mistura 2 vezes por dia, de manha e à noite. Coe e junte o óleo corporal, agitando ligeiramente. Coloque o repelente num recipiente spray e aplique na pele diariamente.
Como usar repelente caseiro: 
Pulverize o repelente caseiro em toda região do corpo exposta ao mosquito, como braços, rosto e pernas, e reaplique o repelente sempre que praticar esporte, suar, ou molhar-se. O tempo de duração do repelente na pele é de 3 horas, após este período ele deve ser reaplicado em toda a pele sujeita à picadas.
Outra orientação importante é pulverizar este repelente também por cima das roupas porque o ferrão do mosquito pode atravessar tecidos muito finos, chegando a pele.
Aplicar esta loção nas superfícies que costumam ter formigas também é uma ótima forma de afastá-las. Mas, se as formigas costumam ficar no açúcar, o que se pode fazer é colocar algumas unidades de cravo da índia dentro do açucareiro.
FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/166517/aprenda-a-fazer-repelente-que-afasta-mosquito-da-dengue-e-zika

sábado, 28 de novembro de 2015

Dos 184 municípios cearenses 92% registraram dengue em 2015


dengue1

De acordo com o boletim divulgado nesta sexta-feira (27) pela Secretaria da Saúde do Estado 92% dos municípios cearenses registraram casos de dengue nesse ano. 

Considerando que a Organização Mundial da Saúde classifica situação epidêmica quando há a partir de 300 casos da doença para cada 100 mil habitantes, 75 cidades atingiram o nível epidêmico.

O recorde de casos no Ceará foi registrado em 2011, quando foram registrados 56.818 casos. O ano de 2015 está em segundo lugar no ranking negativo com 53.396. Neste ano a doença já matou 63 pessoas, o maior número de óbitos por dengue.
Segundo a Secretaria da Saúde, além de Fortaleza, as cidades com nível epidêmico de dengue são: Alcântaras, Aracoiaba, Aracati, Aquiraz, Arneiroz, Barbalha, Barro, Barroquinha, Beberibe, Brejo Santo, Boa Viagem, Canindé, Capistrano, Catarina, Caucaia, Coreaú, Crato, Crateús, Eusébio, Farias Brito, Frecheirinha, Guaraciaba do Norte, Hidrolândia, Horizonte, Iguatu, Ipaumirim, Ipu, Ipueiras, Itaitinga, Itapiúna, Itapipoca, Jaguaribara, Jati, Jardim, Jucás, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Maranguape, Mauriti, Meruoca, Miraíma, Milagres, Milhã, Mombaça, Mucambo, Nova Russas, Novo Oriente, Ocara, Palmácia, Palhano, Paracuru, Pacoti, Pentecoste, Piquet Carneiro, Pires Ferreira, Poranga, Porteiras, Quixeré, Reriutaba, Russas, São Gonçalo do Amarante, Santana do Cariri, São Luis do Curu, Sobral, Tabuleiro do Norte, Tamboril, Tianguá, Tauá, Trairi, Tururu, Umari, Umirim, Varjota e Várzea Alegre.

FONTE: Ceará Agora

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Baturité e sete municípios em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika

Postado por 
ARACOIABA NEWS


O Ministério da Saúde apresentou, na manhã de hoje, o resultado do Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa). Conforme o boletim, o Ceará tem oito municípios em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e zika. São eles: Baturité, Canindé, Coreaú, Ipaumirim, Massapê, Parambu, Tauá e Viçosa do Ceará. Significa que mais de 4% das casas visitadas nestas cidades apresentaram larvas do mosquito.

Já os municípios em situação de alerta somaram nove: Caucaia, Cedro, Guaiúba, Horizonte, Itapipoca, Maranguape, Pacatuba, Pires Ferreira e São Benedito. Outros 18 estão com situação satisfatória, entre eles Fortaleza, com índice de 0,9. 
Realizado em outubro e novembro, o LIRAa teve adesão recorde para este período do ano, com 1.792 cidades participantes - aumento de 22% se comparado ao mesmo período de 2014. A pesquisa é um instrumento fundamental para o controle do Aedes aegypti. Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de depósito onde as larvas foram encontradas.

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terça-feira, 28 de julho de 2015

Vacina contra a dengue mostra maior eficácia em maiores de 9 anos


A vacinação contra a gripe comum será feita até o dia 21 de maio

Artigo publicado nessa segunda-feira (27) na revistaNew England Journal of Medicine mostra que a vacina contra a dengue, do laboratório francês Sanofi Pasteur, tem maior eficácia em pessoas maiores de 9 anos. Como o imunizante foi testado em pessoas de até 60 anos, este é o limite da indicação do produto.
O imunizante, de forma geral, mostrou eficácia de 60,8% contra os quatro sorotipos da doença,  taxa de redução de hospitalização de 80,3% e diminuição de 95,5% de casos graves da dengue. Uma vez aprovada, a imunização será feita em três doses, com intervalos de seis meses.
A vacina aguarda registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde março, quando a Sanofi entrou com pedido, mas a agência reguladora não deu prazo para o fim da análise do pedido. Segundo Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur, até o final do ano o laboratório espera conseguir o registro da vacina em 20 países. O levantamento publicado hoje é uma junção dos estudos feitos na América Latina e na Ásia.
Ela disse que o laboratório analisou a população acima e abaixo de 9 anos e avaliou que a eficácia da vacina, acima dessa faixa de idade, contra os quatro sorotipos foi 66%, a eficácia contra casos graves continua altíssima, de 93%, e a proteção contra hospitalizações fica em 80,8%, “um resultado superbom”, segundo Sheila.
Nas pesquisas feitas na Ásia, os resultados mostram que a eficácia da vacina entre crianças de 2 a 5 anos é de 33%, considerada baixa pelo laboratório. Na publicação de hoje, a empresa ainda mostrou que houve mais hospitalizações no público asiático com menos de 9 anos. “Vamos avaliar se esses resultados são porque os anticorpos caem mais rápido ou porque o sistema imunológico das crianças ainda é imaturo”, ressalvou ela.
O valor do produto deve ser determinado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, caso o registro seja concedido. O desenvolvimento da vacina durou 20 anos. A Sanofi Pasteur foi o primeiro laboratório do mundo a pedir o registro da vacina.
agencia brasil

FONTE: Ceará Agora

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nível epidêmico de dengue já atinge 44 municípios do Ceará, diz boletim

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Sobe para 44 o número de cidades do Ceará com nível epidêmico de dengue, segundo boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (17) pela Secretaria da Saúde do Ceará. Conforme a Organização Mundial de Saúde, é considerado epidêmico quando há mais de 300 casos para cada 100 mil habitantes.
Controle
Para controlar a proliferação do mosquito que transmite a dengue e a febre Chikungunya, a orientação dos especialistas é manter os quintais sempre limpos, recolher, eliminar ou guardar longe da chuva todo objeto que possa acumular água, como pneus velhos, latas, recipientes plásticos, tampas de garrafas, copos descartáveis e até cascas de ovos. O lixo doméstico deve ser acondicionado em sacos plásticos e descartado adequadamente, em depósitos fechados.

Depois da chuva, é recomendado fazer a vistoria no quintal e na casa para eliminar a água acumulada sobre lajes, calhas, tanques, pratinhos de vasos de planta. Baldes, potes, quartinhas, bacias, camburões e outros recipientes que guardam a água de beber e para outros usos domésticos, assim como a caixa d'água, devem ser mantidos limpos e fechados para evitar o risco de proliferação do mosquito.
Infográfico detalha como a dengue age no corpo (Foto: G1)


FONTE:
http://ultimahoraaracoiaba.blogspot.com.br/2015/07/nivel-epidemico-de-dengue-ja-atinge-44.html


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