PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador CÂNCER DE PELE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CÂNCER DE PELE. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Atenção! Saiba como distinguir uma simples pinta de algo mais grave

O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no tratamento do câncer de pele, o mais frequente e letal

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - O câncer de pele é um dos mais frequentes e letais. A 'boa' notícia é que se trata de uma doença que se vê e , por isso, pode ser travada a tempo.

O tipo mais comum de câncer cutâneo é o não melanoma, que inclui o carcinoma basocelular (ou basalioma) e o carcinoma espinocelular. Normalmente, é menos perigoso, mas pode ter um desfecho grave se não for tratados precocemente. Mais letal, o melanoma é um tipo de câncer de pele que tem origem nas células da pele produtoras de pigmento chamadas melanócitos, que se transformam, crescem descontroladamente e invadem os tecidos circundantes.

Mas, afinal, como distinguir uma pinta de algo mais grave? A regra 'ABCDE' é um dos 'truques', de acordo com o médico dermatologista Renato Pazzini, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do quadro clínico dos Hospitais Albert Einstein e Oswaldo Cruz, no Brasil.

  • A – Assimetria – metade do sinal não coincide com a outra metade;
  • B – Borda irregular – as extremidades do sinal são irregulares, sem padrão, abuptos ou mal definidos;
  • C – Cor – a cor do sinal não é uniforme. Pode haver diferentes tonalidades de marrom ou preto, e por vezes avermelhados, azulados ou brancos;
  • D – Diâmetro – o sinal é maior do que seis milímetros – o equivalente à ponta de borracha de um lápis. Contudo, existem melanomas inferiores a 6mm;
  • E – Evolução.

Pazzini lembra ainda que é importante ficar atento a pintas que surgem após os 45 anos. Feridas que não cicatrizam e a alteração da cor de um sinal ou verruga também são de desconfiar. 

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1873400/ateno-saiba-como-distinguir-uma-simples-pinta-de-algo-mais-grave

sábado, 21 de dezembro de 2019

Saiba como produzir vitamina D sem se expor ao câncer de pele

O nutriente é essencial para a boa saúde do corpo e a maneira mais eficaz de obtê-lo é por meio da exposição aos raios solares
DREW DAU/UNSPLASH
A vitamina D é um nutriente sintetizado na pele a partir da exposição à radiação solar ultravioleta B (UVB). O sol é a principal fonte da vitamina para o corpo, pois os alimentos ricos em vitamina D, como peixes e fígado, não fornecem a quantidade diária necessária do nutriente.

Para produzir vitamina D de forma segura, deve-se tomar banho de sol por pelo menos 15 minutos por dia, e o protetor solar não interfere no processo. Para a pele morena ou negra, esse tempo deve ser de 30 minutos a 1 hora: quanto mais escura a pele, mais difícil é a produção de vitamina D.

Melhor horário para tomar sol

O melhor horário para tomar sol acontece quando a sombra do corpo é menor que a própria altura, o que normalmente acontece entre 10h da manhã e 15h da tarde. É importante, entretanto, evitar a exposição prolongada entre às 12h e às 15h, devido ao risco de câncer de pele.

O nível de vitamina D produzido pela pessoa depende de vários fatores, como a região onde mora, a cor da pele, os hábitos alimentares e até o tipo de roupa que ela usa quando está sob os raios solares. Por isso, de maneira geral, indica-se uma exposição de cerca de 25% da superfície corporal ao sol – ficar com os braços e as pernas de fora é o suficiente – em um tempo que varia entre 5 e 15 minutos todos os dias.
LEIA MAIS EM...

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Brasileiros desenvolvem aparelho que identifica câncer de pele usando só o celular

Tecnologia desenvolvida com inteligência artificial pode identificar a doença com mais de 90% de precisão, somente com a análise de fotos tiradas por câmeras comuns
@
O câncer de pele corresponde a 33% de todos os diagnósticos de neoplastia no Brasil. De acordo com levantamento do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a cada ano surgem cerca de 180 mil novos casos no país. Com estes dados em mente, um grupo de pesquisadores desenvolveu um sistema com inteligência artificial que pode detectar a doença por meio de câmeras semelhantes às presentes em smartphones modernos. 
LEIA MAIS EM...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Dezembro Laranja quer conscientizar para prevenção ao câncer de pele

.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) lançou no início do mês a campanha Dezembro Laranja. O objetivo é estimular a população para a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele, o mais comum no Brasil. Em 2018, o tema da campanha é “Se exponha, mas não se queime”. As ações da campanha incluem iluminação de monumentos, iniciativas de conscientização em praias e parques com distribuição de filtro solar, entre outras.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 30% de todos os tumores malignos do Brasil correspondem ao câncer de pele. Para o biênio 2018 a 2019, a estimativa é de 165.580 mil novos casos de câncer de pele não melanoma – uma redução de 10 mil casos em relação ao biênio anterior. A expectativa é que a doença acometa mais homens (85.170 mil) do que mulheres (80.410 mil).

Segundo a SBD, de dezembro deste ano a março de 2019, durante todo o verão, serão promovidas ações e atividades de informação na internet, ruas, praias e parques. As recomendações básicas incluem a adoção de medidas fotoprotetoras, como evitar os horários de maior incidência solar (das 10h às 16h); utilizar chapéus de abas largas, óculos de sol com proteção UV e roupas que cubram boa parte do corpo; procurar locais de sombra e manter hidratação corporal. É necessário ainda usar protetor solar com fator 30 (no mínimo) diariamente, reaplicando a cada duas a três horas ou depois de longos períodos na água.

De acordo com o médico dermatologista da SBD, Curt Treu, existem diferentes tipos da doença que podem se manifestar de formas distintas, sendo os mais comuns denominados carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular (chamados de câncer não melanoma) e o terceiro tipo, o melanoma, que não é o mais incidente, mas é o mais agressivo e letal.

“Se diagnosticado precocemente pode ter uma chance de cura superior a 90%. Mas normalmente o tratamento é cirúrgico, removendo a lesão com uma margem de segurança adequada. Para alguns tipos iniciais e superficiais há outros tratamentos não cirúrgicos, como uma curetagem, uma crioterapia (com nitrogênio líquido), ou fotodinâmica, no qual é usado um medicamento absorvido pelo tumor e em seguida é colocada uma luz específica que queima o tumor”, disse.

Em todos os tipos de câncer de pele a principal causa é a exposição excessiva ao sol. O câncer de pele pode aparecer como uma mancha ou pinta de cor castanha a escura, como um nódulo avermelhado, cor da pele e brilhoso, ou como uma ferida nova que não cicatriza, ou que machuca até mesmo com a passada de uma toalha.

Segundo Treu, existe uma regra, chamada pelos dermatologistas de ABCDE, que ajuda a avaliar se a lesão sinaliza um possível câncer de pele. Quando há assimetria e metade da pinta não combina com a outra metade, com formato e cor diferentes; bordas irregulares, dentadas, com sulcos ou interrupções abruptas na cor; cor diferente em toda pinta, quando muito escuras podem indicar malignidade; diâmetro, quando a lesão cresce rápido e ultrapassa os seis milímetros; e a evolução da pinta em curto período de tempo, normalmente de um a três meses.

“Os fatores genéticos também podem causar o câncer de pele, mas o principal fator é a exposição aos raios ultravioleta. As pessoas muito claras, loiras ou ruivas de olhos claros, são as mais propensas a ter a doença. Também aquelas que tiveram intensa exposição acumulada ao sol, com atividades de trabalho ou recreacionais no sol.”

A SBD alerta ainda para a necessidade de proteção mesmo em dias nublados, além de consultas regulares ao dermatologista. É importante ainda examinar os familiares, porque as lesões podem aparecer em locais impossíveis de ver sozinho.
Com informações Agencia Brasil

terça-feira, 24 de outubro de 2017

O que é Câncer de Pele? Quais os sintomas e como se Proteger

Tire suas dúvidas sobre o câncer de pele. Entenda como a doença ocorre e aprenda a preveni-la corretamente. E ainda, conheça os melhores protetores solares de alta proteção, indicados para quem tem manchas na pele como melasma 
POR RECEITA NATURAL

Sempre que ouvimos ou lemos a palavra câncer, já ficamos um pouco assustados. Afinal, essa é uma das doenças que mais mata no mundo e os meios de tratamento nem sempre são eficazes. No entanto, em relação ao câncer de pele, vale destacar que cerca de 97% dos casos podem ser tratados. Por isso, é muito importante que as pessoas conheçam mais sobre o problema e aprendam a preveni-lo e diagnosticá-lo precocemente.

Entendendo a Doença

O câncer de pele é o câncer mais comum, com 60% de toso os casos. Ele é um tumor formado pela produção anormal e desordenada das células da pele. A forma mais perigosa é conhecida como melanoma, mas representa somente 5% dos casos. Já o tipo mais comum – cerca de 75% dos casos – é o carcinoma basocelular e é bem menos agressivo.
No Brasil, estima-se que 100 mil novos casos da doença ocorram anualmente. 1/3 dessas pessoas tem histórico de câncer de pele na família, segundo o Instituto Nacional do Câncer. Diferentemente dos outros tipos de câncer, o de pele atinge a população mais jovem (entre 20 e 35 anos) e até mesmo crianças e adolescentes.

Causas do Problema

Como vimos, os fatores genéticos são preponderantes para o aparecimentos do câncer de pele, mas existe uma outra causa de grande relevância: a exposição ao sol. Pessoas que tomam muito sol ao longo da vida sem a devida proteção estão bem mais propensas a desenvolver os tumores. Além disso, o fumo pode dobra o risco de câncer de pele, revelando que  a precaução pode ser uma excelente forma de evitar o problema.

Autoexame

As manchas que aparecem em nossa pele são indicativos que algo errado está ocorrendo. Por isso, os dermatologistas aconselham que as pessoas sempre observem pintas, verrugas e sinais. Elas se tornam perigosas quando:
  • mudam de cor;
  • sofrem alterações no tamanho;
  • se tornam desformes;
  • perdem o contorno.

Protetor Solar

LEIA MAIS.......


domingo, 25 de dezembro de 2016

Pesquisa alerta para riscos de câncer de pele

ebc
Médicos recomendam uso de filtro solar para quem vai tomar banho de mar sob sol   Agência Brasil/EBC
As altas temperaturas, típicas do verão brasileiro, exigem medidas e cuidados para combater e prevenir o câncer da pele, o de maior incidência no Brasil e nos demais países. Pesquisa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) aponta que 4,5 milhões de brasileiros já tiveram câncer da pele.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, no ano 2030, serão registrados 27 milhões de casos novos de câncer, 17 milhões de mortes pela doença e 75 milhões de pessoas vivendo com câncer. O maior efeito desse aumento incidirá em países em desenvolvimento. No Brasil, o câncer já é a segunda causa de morte por doenças, atrás apenas das doenças do aparelho circulatório.

A pesquisa aponta, ainda, que mais de 100 milhões de brasileiros se expõem ao sol de forma intencional nas atividades de lazer, 3% dos brasileiros não usam protetor solar no seu dia a dia e 6 milhões de brasileiros adultos não se protegem de forma alguma quando estão na praia, piscina, cachoeira, banho de rio ou lago.

O estudo indica, também, que - dos entrevistados que têm filhos até 15 anos - 20% dessas crianças e adolescentes não se protegem de forma alguma nas atividades de lazer. Se a análise incluir as classes D/E, o percentual sobe para 35%.

Erros aumentam casos da doença

Erros comuns, que as pessoas cometem no cuidado com a pele, aumentam a incidência de câncer. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, não usar filtro solar diariamente, não reaplicar o filtro solar, achar que em dias nublados ou chuvosos não precisa do filtro e usar maquiagens, que contenham filtro e achar que só isso já é o suficiente para se proteger são os erros mais frequentes.

Outros erros apontados são usar filtro solar só no rosto e esquecer do corpo, se expor ao sol e querer se bronzear, fazer bronzeamento artificial e não ir ao dermatologista regularmente.

A recomendação é se proteger do sol, usar o filtro solar diariamente, fazer o autoexame da pele e ir ao dermatologista. Segundo a SBD, “o sol não é um vilão, mas a exposição solar indiscriminada, desprotegida e intermitente pode torná-lo um vilão por ele ser o principal fator de risco para o câncer da pele”.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 14 de março de 2014

Como evitar, manchas, envelhecimento precoce e câncer de pele?

Como evitar, manchas, envelhecimento precoce e câncer de pele?


Bronzeado
Olá meninos e meninas tudo bem?
Bom hoje quero comentar sobre um assunto muito batido, mas que é muito importante para nossa saúde, o sol e os danos que ele pode causar.
O sol em si não é maléfico, o que é maléfico é como nós o usamos. Quem não curte aquele bronze bacana?

Eu adoro, tenho a pele clara e acho lindo uma pele bronzeada, e por várias vezes me deitei ao sol em busca do bronze perfeito, e consegui, mas fiz tudo errado, não tive os cuidados básicos que deveria ter. Bom,  certo é que eu corro riscos, e por isso preciso estar atenta a toda e qualquer manchinha que possa aparecer na minha pele.

Hoje em dia temos várias dicas que nos ajudam a manter a pele saudável, mas temos de levar da teoria para a prática. Ler o que é bom e não praticar não resolve nada.

Então pensando nisso, nos meus erros cometidos na juventude quando eu acreditava  que o sol ia desaparecer   se eu não ficasse de molho nele rsrs, hoje passo dicas que podem evitar grandes males a nossa tão sofrida pele.

Vamos conferir os cuidados com a pele ao sol?

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Sol é Bom, Mas Também Pode Fazer Mal

Neste Artigo:

- Câncer de Pele e Cuidados Durante Exposição ao Sol
- Informações Sobre Filtro Solar
- Veja Outros Artigos Relacionados ao Tema


"Todo muito precisa tomar sol, mas exagerar na dose pode fazer muito mal. O sol pode ter efeito benéfico para os ossos como fonte de vitamina D, e ao mesmo tempo, ser um vilão tendo relação direta com a ocorrência de câncer de pele".

Câncer de Pele e Cuidados Durante Exposição ao Sol

O câncer de pele é bastante encontrado em países tropicais, como o Brasil, e os raios solares em horários inadequados podem trazer um risco maior de câncer, especialmente o mais temível deles, o melanoma. O melanoma é relativamente raro, mas é o mais perigoso entre os tipos de câncer de pele.

A seguir, os principais conselhos para você aproveitar a praia ou piscina de maneira correta:

sábado, 30 de novembro de 2013

Canal do Ensino | Guia de Educação


Olá pessoal! Sabendo que as revisões de conteúdos são sempre bem vindas em épocas de vestibular, o Canal do Ensino em parceria com a Khan Academy em Português elegeu algumas das matérias de Física...

Continue lendo

Oi leitores! A fonética é um ramo muito importante dentro da linguística que tem como principal objetivo estudar a produção e a percepção dos sons da fala humana. Ou seja, tudo que nós lemos produz...

Continue lendo

Oi leitores! Tomar sol traz uma sensação de bem estar enorme e a pele bronzeada parece ser mais saudável. Por conta disso, muita gente acaba esquecendo de algumas regras simples para evitar problemas...

Continue lendo
FONTE:   Canal do Ensino | Guia Gratuito de Educação 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Câncer de pele: sete sinais que justificam uma consulta com o dermatologista

Câncer de pele: sete sinais que justificam uma consulta com o dermatologista

Análise de pintas e manchas na pele pode antecipar o diagnóstico da doença

POR CAROLINA GONÇALVES - PUBLICADO EM 31/07/2013


O câncer de pele do tipo não melanoma é o mais incidente no Brasil, correspondendo a 25% de todos os tumores malignos registrados no país, segundo o Instituto Nacional do Câncer. A maneira mais simples de prevenir o câncer de pele ou identificá-lo em um estágio inicial é visitando o dermatologista. Pequenos sinais ou condições da nossa pele podem denunciar o momento de visitar o profissional. A seguir, listamos essas pistas para que você cuide da pele e afasta de vez o câncer: 
  • mulher com a pele muito clara - Foto Getty Images
  • mulher com sardas no rosto - Foto Getty Images
  • braço com pintas - Foto Getty Images
  • mulher com várias pintas no ombro - Foto Getty Images
  • homem verificando uma pinta no dermatologista - Foto Getty Images
  • mulher se olhando no espelho - Foto Getty Images
  • mulher com a pele vermelha por causa do sol - Foto Getty Images
 
 
1 DE 7
mulher com a pele muito clara - Foto Getty Images

Pele muito clara

Para se bronzear, a pele precisa de células chamadas melanócitos, que são as responsáveis por produzir o pigmento melanina - que por sua vez dá cor à pele. Pessoas de pele clara têm menos melanócitos, e consequentemente irão produzir menos pigmento quando expostas ao sol. "A melanina é o nosso protetor solar natural, e quanto mais o indivíduo a possui, maior a proteção ao se expor ao sol e menos dano ele terá", diz a dermatologista Ranaia Papsukawa, do Hospital Santa Luzia, em Brasília. Dessa forma, aqueles de pele muita clara sofrerão os danos da exposição solar mais facilmente, tendo portanto um risco aumentado tanto para o câncer de pele quando para o aparecimento de manchas e envelhecimento cutâneo. Por isso é importante que pessoas com a pele mais clara e que dificilmente se bronzeia visitem o dermatologista regularmente, ainda que não haja qualquer pinta ou sinal suspeito. 
mulher com sardas no rosto - Foto Getty Images

Sardas no rosto

"As sardas (ou efélides) são características de pessoas de peles muito claras, muitas vezes ruivas e de olhos claros, e devido a isto devem ficar mais atentas", diz a dermatologista Samantha Kelmann, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. Isso não quer dizer que as sardas se tornarão um câncer - as causas da formação de um e de outro são diferentes. No entanto, pessoas com sardas normalmente são mais sensíveis à luz solar, sofrendo um maior risco de desenvolver de lesões solares. 
braço com pintas - Foto Getty Images

Pintas espalhadas pelo corpo

Quem tem muitas pintas ao longo do corpo deve ficar atento. "Pode ser algum tipo de síndrome genética que envolve outros órgãos e os sinais cutâneos, às vezes, são as primeiras manifestações que chamam a atenção para um problema maior", alerta a dermatologista Ranaia. Segundo a dermatologista Samantha, pode ser que as pintas sejam apenas marcas genéticas sem comprometimento clínico, mas de qualquer forma devem ser avaliadas por um profissional. "Isso porque uma das muitas pintas pode passar a sofrer modificações que indiquem um câncer, e a pessoa pode não ficar atenta às mudanças."
mulher com várias pintas no ombro - Foto Getty Images

Pintas que se concentram em uma área

Pessoas que têm uma alta concentração de pintas de determinadas partes do corpo, principalmente áreas de maior exposição solar, como os ombros, devem considerar avaliação médica. ?O acompanhamento se faz necessário devido a maior possibilidade de transformação maligna?, explica a dermatologista Raiana.  
homem verificando uma pinta no dermatologista - Foto Getty Images

Alterações nas pintas

 Os nevos podem ser benignos ou malignos, por isso, precisamos observá-los e monitorá-los. De acordo com a dermatologista Samantha são seguidos os critérios "ABCD" para avaliação de uma pinta:

A: assimetria - lesões assimétricas são mais preocupantes que as regulares
B: bordas - pintas com bordas irregulares merecem mais atenção
C: coloração - se o nevo tiver duas ou mais cores deverá ser observado
D: dimensão da lesão - se houver mais de 6 mm, entram na classificação de lesão a ser monitorada.

"No entanto, não necessariamente uma pinta em relevo e com diversas cores ou contorno irregular será maligna, mas ainda sim deverá ser avaliado por um médico dermatologista", explica Samantha. É importante ficar atento para algumas alterações: se a pinta começar a coçar, crescer, sangrar ou mudar de aparência (ficar mais áspera, mais escura ou clara), pode ser um sinal de malignidade e um motivo forte para procurar seu médico. 
mulher se olhando no espelho - Foto Getty Images

Pele com diferentes tonalidades

Algumas pessoas podem apresentar cores variadas na pele devido à exposição solar. Essa concentração de melanina em determinadas partes do corpo pede atenção e deve ser analisada por um dermatologista. "No entanto, essa diferença de tonalidade pode ser genética e não indicar malignidade", explica a dermatologista Samantha. De um modo geral, é importante que toda a pele seja examinada, seja no consultório médico ou no autoexame em casa. 
mulher com a pele vermelha por causa do sol - Foto Getty Images

Histórico de queimaduras solares

Os danos em nossa pele causados pelo sol no geral são decorrentes da exposição feita na infância, nos primeiros seis anos de vida - por isso, mesmo que você use protetor solar agora, deve considerar visitar um dermatologista se no passado tomava sol de maneira desprotegida. Histórico de intensa exposição solar e queimaduras com formação de bolhas de água na pele na infância e adolescência merecem atenção redobrada.  

FONTE:
http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/16618-cancer-de-pele-sete-sinais-que-justificam-uma-consulta-com-o-dermatologista?utm_source=news_mv&utm_medium=saude&utm_campaign=1294595

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK