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terça-feira, 9 de março de 2021

Pandemia de Covid-19 aumenta problemas de visão em crianças

Por Olhar Digital Além de ser responsável por mais de 2,5 milhões de mortes no mundo todo, a pandemia de Covid-19 tem desencadeado um crescimento nos problemas de visão em crianças — mesmo que de forma indireta. Especialistas têm observado uma alta de casos de miopia entre os mais jovens. O motivo? O uso excessivo de smartphones, tablets e TVs no confinamento. Continue Lendo...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

'Me sinto a vilã da edição', diz Karol Conká após eliminação com rejeição

A rapper acredita que os erros cometidos no confinamento não foram tão graves a ponto de ser "apredrejada"

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em entrevista à apresentadora Ana Clara Lima, do Gshow, logo após ser eliminada com 99,17% dos votos do BBB 21, Karol Conká admitiu que foi a vilã da edição deste ano do reality. Apesar disso, a rapper acredita que os erros cometidos no confinamento não foram tão graves a ponto de ser "apredrejada".

"Sou pirada mesmo, sou muito intensa e transparente. E tenho cara de pau tanto para fazer brincadeiras como para fazer besteira", disse. Após ter visto algumas cenas sobre sua participação, ela revelou sentir remorso, culpa e vergonha. "Foi me corroendo por dentro", disse.

No entanto, disse que fora do jogo a sua animosidade é menor pois releva mais as situações. No BBB 21, contou que não teve paciência para diversas situações. A rapper afirmou também que tem TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) e é controladora. Na casa do Big Brother, ficou incomodada com a bagunça e até com os cheiros que sentia. Chegou a chorar ao ver uma taça quebrada no chão durante uma festa.

A eliminada da vez contou que vai procurar tratamento para lidar com sua animosidade e negou ser falsa ao abraçar pessoas com quem havia acabado de brigar no reality. "As pessoas não estão acostumadas com essa coisa de morder a assoprar. Eu sou assim", afirmou. Durante a entrevista, Karol viu mensagem de Lucas Penteado nas redes sociais desejando a ela acolhimento e a chance de recomeçar.

"Ai que lindo. Estou me segurando para não chorar, sou vilã", comentou. Sobre o ex-participante do BBB 21, ela contou ter percebido que ele também tem momentos de descontrole, mas não deve ser reduzido a isso, assim como ela própria. Para a rapper, é difícil estar em um confinamento fora de sua bolha até mesmo para quem tem traumas como ela disse ter.

Segundo Karol, o seu jeito de atacar as pessoas é uma defesa pelo fato de ter sido muito desprezada antes de ser famosa. A cantora no papo segurou o choro ao ver a mensagem de Lucas, mas foi às lágrimas quando Ana Clara mostrou um resumo de sua trajetória como artista, no vídeo realizado para apresentá-la como participante do reality.

Karol elogiou Gilberto e Sarah como participantes fortes do programa. "Sinto até orgulho de ter saído em um paredão com ele", disse sobre Gilberto. "Acho que ele é finalista". Também comentou a relação com Bil, com quem viveu momentos de amor e ódio. "Coisa de vilã", ironizou. "Sou a vilãzinha, mas tenho esse lado empático, uma vilã diferenciada".

Em relação a uma de suas principais rivais no jogo, a atriz Carla Diaz, a rapper demonstrou estar arrependida pela confusão causada por ciúmes de Bil. "Se eu pudesse voltar e não ter feito aquilo, estava bom", disse. No final da entrevista, ela pediu para não ser cancelada. "Brasil, não me cancele. Me dê a chance de melhorar, de me tornar uma florzinha".

Karol disse que esse é um bom momento para fazer terapia, o que prometeu providenciar. "Estou arrependida do que fiz, me descancelem, por favor. O mundo não vai evoluir com a gente cancelando todo mundo", concluiu.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/celebridades/1780094/2-me-sinto-a-vila-da-edicao-diz-karol-conka-apos-eliminacao-com-rejeicao

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Aproveitando o confinamento para falar de sexo

Em evento virtual, médica e donos de empresas de brinquedos eróticos lamentam o tabu que envolve a sexualidade madura
Sexualidade madura: em evento virtual, médica e donos
de empresas de brinquedos eróticos lamentaram o tabu que
envolve o tema — Foto: Ri Butov por Pixabay
POR G1
A vantagem do mundo virtual é ter podido participar de um seminário sobre longevidade em Londres. O encontro, chamado “Longevity Leaders”, ocorreu de 19 a 22 de maio, apoiado num tripé de discussões relacionadas ao envelhecimento: ciência, bem-estar e riscos. Sexo inclusive. Esse painel reuniu a médica Louise Newson, que ano passado lançou o livro “Menopause manual” (“Manual da menopausa”), um best-seller na Amazon, e dois representantes da indústria de brinquedos eróticos: Adam Lewis e Samantha Evans. Para a doutora Louise, a pandemia “é uma boa oportunidade para refletir sobre o bem-estar e explorar o próprio corpo, deixando de se envergonhar”.

A afirmação vem da constatação da perda de autoestima que as mulheres enfrentam depois da menopausa. “Os sintomas da menopausa são físicos e psicológicos e as mulheres se sentem desconfortáveis com seu corpo. Cerca de 75% apresentam ressecamento vaginal, mas ficam constrangidas de falar sobre o assunto e se retraem, abrindo mão de explorar sua sexualidade. É uma pena, porque esse é um problema que pode ser contornado, evitando que o sexo seja doloroso. A pós-menopausa poderia ser um período libertador”, analisou a médica, acrescentando que as mudanças de humor nessa fase levam muitas pacientes a serem diagnosticadas com depressão: “elas passam a tomar antidepressivos, que afetam negativamente a libido, quando poderiam se beneficiar, com a devida supervisão médica, com a reposição hormonal, já que o tratamento tem que ser personalizado”.

LEIA MAIS EM:
https://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/2020/05/24/aproveitando-o-confinamento-para-falar-de-sexo.ghtml

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Mês da masturbação ganha novos sentidos durante o confinamento

Diretora e produtora sueca de filmes eróticos, Lust viu o movimento em suas plataformas online de filmes adultos crescer 30% desde o início da pandemia
© Shutterstock
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Maio foi proclamado o mês da masturbação em 1995 em homenagem à médica Joycelyn Elders, a primeira secretária de saúde negra dos EUA.

Demitida em dezembro de 1994 pelo então presidente Bill Clinton depois de defender a inclusão da masturbação na educação sexual escolar, Elders escancarou um velho tabu, que a pandemia parece agora desempacotar.

Vinte e cinco anos depois, maio é o mês em que boa parte do mundo ocidental está em isolamento social devido ao novo coronavírus, e a masturbação vive seus dias de glória: ganhou o apelo pouco sutil da quarentena e a recomendação de organizações médicas e governamentais.

"Um evento sem precedentes como uma pandemia deve afetar profundamente a maneira como pensamos sobre intimidade. E deve influenciar, no longo prazo, a maneira como nos tocamos, amamos os outros e transamos", avalia Erika Lust.

Diretora e produtora sueca de filmes eróticos, Lust viu o movimento em suas plataformas online de filmes adultos crescer 30% desde o início da pandemia.

"Isoladas, as pessoas estão procurando formas de entretenimento, e o autoprazer pode ajudar a aliviar parte das tensões que estamos vivendo com a pandemia, além de também aumentar nossa autoconfiança", diz. "Pesquisas sugerem que a masturbação traz bem-estar, e ainda por cima pode melhorar o sistema imunológico", diz ela.

Há nisso certo exagero. Um estudo alemão de 2004 já apontou maior presença de células de defesa em homens durante excitação sexual e orgasmo, mas especialistas garantem que isso não significa que o sistema imunológico esteja mais ativo ou vigilante por causa da masturbação.

O que autoridades médicas vêm propondo desde o início da pandemia é que a masturbação pode, sim, proteger indivíduos da Covid-19 -mas simplesmente porque os mantém longe de outras pessoas que podem estar contaminadas, mesmo sem saber.

A própria Organização Mundial da Saúde (OMS), que décadas atrás identificava a masturbação como um transtorno da sexualidade em sua Classificação Internacional de Doenças (CID), agora sugere a prática como o tipo de sexo mais seguro possível em face do alastramento da Covid-19.

Autoridades da Colômbia e da cidade de Nova York também sugeriram em documentos oficiais que a masturbação é mais segura que o sexo presencial compartilhado.

"As recomendações de prevenção à disseminação do vírus já aboliram o beijo na boca e restringiram o repertório de casais que não têm segurança total sobre a ausência do vírus no outro", explica a psiquiatra Carmita Abdo, professora da USP e coordenadora do Programa de Estudos da Sexualidade (Prosex) do Hospital das Clínicas.

"Quem mora sozinho acabou ficando restrito à masturbação ou ao sexo virtual, que nada mais é do que uma masturbação com vídeo, o que amplia a participação de sentidos como a visão e a audição", explica ela. "Com isso, a masturbação, que há 40 anos era vilã, mudou de categoria e passou a ser recomendada."

O sexo presencial e compartilhado oferece riscos evidentes, a partir do contato com a saliva de uma pessoa contaminada.

Já se sabe que o coronavírus está presente nas fezes da pessoa infectada, mas não há essa confirmação em relação ao sêmen e aos fluídos vaginais -ainda que um estudo preliminar e de amostragem reduzida tenha apontado para a presenta do novo vírus no esperma de doentes por Covid-19.

Abdo, no entanto, ressalta que a masturbação só apresenta risco zero quando mãos e brinquedos sexuais que entrarem em contato com mucosas da vagina, do pênis e do ânus estiverem adequadamente higienizados.

Para Lust, as pessoas estão usando esse período de confinamento como uma oportunidade de explorar novas formas de viver seus desejos. "Práticas como camming [exibicionismo via webcams] ou sexting [mensagens de conteúdo sexual] se tornarão mais comuns. E aposto que elas não vão diminuir quando a emergência médica acabar", aposta a cineasta sueca, que durante a quarentena dirigiu seu primeiro filme pornô a distância.

"Sex and Love in the Time of Quarantine" (sexo e amor nos tempos da quarentena) teve quatro sets de filmagem: a sala de um casal em Barcelona, o sofá de uma atriz em Los Angeles, o quarto de um ator em Nova York e a cama de um casal na Flórida. Combinadas as instruções, eles mesmos se filmaram e mandaram as gravações para Lust e sua equipe editarem.

Lust se notabilizou por criar filmes pornôs ditos feministas, com enredos menos banais, pessoas de corpos normais em cenas que parecem menos forçadas e nas quais a mulher tem tanto protagonismo e atenção quanto o homem.

"Eu tive de reinventar meu jeito de dirigir filmes durante a quarentena. E, diante das circunstâncias, estamos implementando esse tipo de processo para os próximos projetos até que seja seguro para todos voltarmos a gravar em sets de filmagens", explica, sem saber quando isso deve acontecer.

Para respeitar o espírito do tempo de pandemia, dois dos personagens do filme de Lust estão sozinhos em suas casas e, diante das câmeras, seguem o script recomendado pelas autoridades médicas e se masturbam.

"Ainda que muitos países estejam deixando seus regimes mais restritivos de isolamento social, acho que a masturbação vai permanecer por um bom tempo como o tipo mais seguro de sexo que podemos ter", opina ela.

Abdo, coordenadora do Prosex, explica que, mesmo antes da pandemia, já havíamos entrado numa era em que o sexo virtual -leia-se a masturbação com companhia a distância, na maior parte das vezes- vinha ganhando espaço.

"O sexo virtual já vinha aumentando e não é algo novo para muitas pessoas. Quando o isolamento social passar, é algo que deve, em alguma medida, ficar -assim como o home office, a faxina da própria casa e outros hábitos da pandemia", explica a psiquiatra.

"Trata-se de uma prática altamente conveniente: é fácil, é confortável, é barato", pontua Abdo. "E o virtual requer que você agrade apenas a você mesmo e no seu ritmo -enquanto o sexo presencial pede que você se integre e componha com o outro", diz.

"Minha dúvida é se, no final do isolamento, as pessoas vão preferir estar com o outro e se adaptar a ele, ou vão concluir que é muito mais econômico e objetivo resolver seu desejo com o sexo virtual", questiona. "Acho que parte da resposta depende do tempo que durar essa fase de isolamento."
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

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terça-feira, 21 de abril de 2020

Aumento do consumo de álcool preocupa no período de confinamento

Especialistas criam serviço on-line de atendimento durante a pandemia
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POR AGÊNCIA BRASIL
O aumento do consumo de álcool durante o período de isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus é preocupante, alertou, em entrevista à Agência Brasil, a presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Renata Brasil Araújo.
Ela esclarece que, inicialmente, a bebida parece trazer euforia, mas que, depois, diminui a ativação do freio do cérebro, chamado de lobo pré-frontal. As pessoas ficam com efeitos de mais sedação, mas um efeito colateral é o aumento da impulsividade. E ficando sem freio, pode ocorrer um aumento de violência doméstica e de feminicídio, porque a pessoa está trancada em casa.
“Como essa parte do freio do cérebro não está funcionando muito bem, a pessoa fica mais impulsiva, mais intolerante. Se houver intervenção de alguém da família no sentido de parar de beber, isso por si só já gera um descontentamento e uma reação”, advertiu a presidente da Abead.
Há uma semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) também manifestou a sua preocupação. “O álcool não protege contra a covid-19, o acesso deve ser restrito durante o confinamento” é o título de um artigo que a entidade publicou em seu endereço oficial na internet.
Renata Brasil Araújo destacou que o crescimento do consumo de álcool doméstico acontece em um momento de isolamento, quando o acesso ao tratamento de dependências químicas está mais difícil. Além disso, segundo ela, algumas pessoas que aumentaram o consumo da bebida durante a reclusão podem manter esse hábito pós-quarentena e, a longo prazo, isso pode vir a se transformar em uma dependência, que tem um componente biopsicossocial.
“Aquelas pessoas que já têm uma vulnerabilidade biológica e uma predisposição genética para o alcoolismo, junto com uma capacidade emocional mais frágil estão mais suscetíveis a seguirem bebendo após a quarentena e se transformarem em dependentes do álcool, sim”, analisou.

Atendimento on-line

Preocupada com o crescimento do consumo do álcool no país, a Abead lançou a campanha #sejaluz, para mostrar coisas positivas na internet, como os botecos virtuais, e orientando a respeito dos cuidados não apenas com o álcool, mas com o tabaco e outras drogas nessa fase de quarentena. “Porque é algo que a gente, provavelmente, vai pagar um custo para isso” acrescenta Renata Brasil Araújo.

sábado, 18 de abril de 2020

Confinamento pode estimular leitura, afirmam especialistas

Hábito é excelente oportunidade para aproximar pais e filhos
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O confinamento doméstico imposto pela pandemia do novo coronavírus é uma excelente oportunidade para aproximar pais e filhos em torno da leitura. Esta é visão de especialistas ouvidos pela Agência Brasil pela passagem do Dia Nacional do Livro Infantil, comemorado hoje (18).

A data lembra o nascimento dos escritores Hans Christian Andersen e de Monteiro Lobato, respectivamente. Estórias e personagens do escritor dinamarquês e do escritor brasileiro permitiram a diversas gerações de crianças abrir as portas da imaginação, conhecer o mundo, partilhar experiências, estimular o senso crítico e até superar adversidades, como a de ter de ficar em casa, em distanciamento social, para evitar a propagação uma doença que pode ser fatal.

“Quem lê amplia o olhar, torna-se mais tolerante ao perceber na visão do outro formas de alargar a sua própria visão das coisas. Quem lê, escreve melhor, consegue ter uma percepção mais crítica de tudo”, diz a escritora Alessandra Roscoe, que também desenvolve em Brasília o Projeto Uniduniler para incentivo à leitura, de mulheres grávidas a idosos.

O livro pode ser uma ótima distração para os dias de covid-19, recomenda Sandra Araújo, poetisa e doutora em literaturas de língua portuguesa. “A atividade de leitura pode ser enriquecedora inclusive para preenchimento do tempo, que pode ficar ocioso. Quando contamos estórias, conversando, todo mundo fica encantado”, afirma Sandra.

Para Dianne Melo, fonoaudióloga e especialista em linguagem, o encantamento das letras pode ser uma terapia muito oportuna contra o estresse do presente. “Em um momento como este, em que somos bombardeados com notícias sobre a pandemia, [é bom] ter acesso a livros que nos permitem entrar em contato com outras realidades, fantasias, personagens, elaborar algumas situações e até mesmo nos conectar com outras formas de ver o mundo.”

Livro e afeto

Dianne Melo é coordenadora de Engajamento Social e Leitura do Itaú Social, que desenvolve com voluntários projetos de leitura para crianças de até 6 anos em pré-escolas de redes públicas. “É maravilhoso ler para as crianças. A carinha delas prestando atenção às histórias não tem preço”, conta Catarina Tomiko Yamaguchi, leitora voluntária em escolas nos bairros do Braz, Mooca e Bom Retiro (na região da Luz, em São Paulo).

“É interessante como as crianças se identificam com as histórias que você vai lá contar”, complementa José Fernandes Alves Santos, que é voluntário no mesmo projeto e periodicamente visita escolas no Jabaquara. Catarina e José Fernandes  sentem-se emocionalmente recompensados pela atividade de ler livros para pequenos nas escolas.

A leitura cativa e provoca afeição entre quem conta  e quem ouve estórias. “Quando o adulto lê em casa, geralmente pega a criança no colo, fica bem perto, lê para a criança dormir. Ele fica muito perto da criança e com a atenção voltada para ela. Isso é o que a criança mais deseja: a atenção dos pais para ela”,ressalta Norma Lúcia Neris de Queiroz, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília.

A fonoaudióloga Dianne Melo destaca também a oportunidade dos pais de usufruir desse momento, conhecendo melhor a criança, identificando seus gostos, medos e aflições.

“Ler com as crianças é um ato de afeto. A leitura abre as portas da imaginação, estmula a linguagem e a expressão próprias da criança e, no caso da leitura partilhada, em família, é também uma forma de se estabelecer um vínculo”, testemunha Alessandra Roscoe, mãe de três filhos com diferentes idades.

“Aqui em casa, até jogos são criados a partir das leituras. Inventamos personagens e enredos que um começa e outro termina”, diz.

Leitura e internet

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