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sábado, 23 de maio de 2026

Álcool é o único vilão? 5 ameaças escondidas para a saúde do fígado

Especialistas alertam que sedentarismo, excesso de açúcar, diabetes e até medicamentos podem causar danos graves ao fígado. Saiba quais hábitos aumentam os riscos e veja os alimentos que ajudam a proteger o órgão

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Quando se fala em problemas no fígado, o consumo excessivo de álcool costuma ser apontado como o principal vilão. No entanto, especialistas alertam que vários outros hábitos do dia a dia também podem comprometer seriamente a saúde do órgão, muitas vezes de forma silenciosa.

Segundo a especialista Sonal Saxena, em entrevista ao site HealthShots, a doença hepática gordurosa já afeta quase quatro em cada dez adultos, tornando essencial entender os fatores de risco que vão além do álcool.

“O fígado pode ser danificado por diferentes fatores ligados ao estilo de vida e à saúde metabólica, muitas vezes sem sintomas aparentes”, explicou a especialista.

Veja os principais riscos para o fígado além do álcool:

Alimentação rica em açúcar e ultraprocessados

Dietas com excesso de carboidratos refinados, açúcar e gorduras ruins estão entre as principais causas de danos ao fígado.

“O excesso de calorias é convertido em gordura, que fica armazenada no fígado”, afirmou Sonal Saxena.

Refrigerantes, frituras, salgadinhos industrializados e doces aumentam a inflamação e sobrecarregam o funcionamento do órgão ao longo do tempo.

Sedentarismo

A falta de atividade física também é um importante fator de risco para doenças hepáticas, especialmente quando associada ao ganho de peso e ao acúmulo de gordura abdominal.

“O excesso de gordura na região abdominal contribui diretamente para o acúmulo de gordura nas células do fígado”, explicou.

Segundo a especialista, exercícios físicos regulares ajudam a melhorar a sensibilidade à insulina e reduzem a gordura acumulada no órgão.

Diabetes e síndrome metabólica

Diabetes tipo 2, resistência à insulina, colesterol alto e pressão alta fazem parte da chamada síndrome metabólica, considerada uma das principais causas de lesão hepática.

“Quando o açúcar no sangue permanece elevado por muito tempo, o fígado transforma o excesso de glicose em gordura. Com o passar do tempo, isso provoca inflamação e formação de cicatrizes”, alertou.

Hepatites virais

As hepatites B e C continuam entre as causas mais graves de doenças no fígado.

“As infecções podem danificar o órgão silenciosamente durante anos, sem apresentar sintomas”, destacou Saxena.

Por isso, exames preventivos e vacinação são fundamentais para reduzir os riscos.

Uso excessivo de medicamentos e toxinas

O consumo exagerado de certos medicamentos, principalmente analgésicos, além da exposição a substâncias tóxicas e até suplementos naturais, também pode prejudicar o fígado.

“O fígado processa tudo o que consumimos. A exposição excessiva a substâncias nocivas pode sobrecarregar o órgão”, afirmou.

Alimentos que ajudam a proteger o fígado

Especialistas ouvidos pelo site EatingWell também listaram alimentos que ajudam a preservar a saúde hepática e podem reduzir o risco de doenças no futuro.

“O fígado é um dos órgãos metabolicamente mais ativos do corpo humano. Ele desempenha mais de 500 funções, incluindo desintoxicação, metabolismo de nutrientes e produção de bile”, explicou a nutricionista Ella Davar.

Confira os alimentos mais indicados para proteger o fígado:

Brócolis e couve-flor

Vegetais crucíferos são ricos em antioxidantes e compostos que ajudam na desintoxicação do organismo.

Segundo os especialistas, substâncias como sulforafano e glucosinolatos estimulam enzimas responsáveis pela limpeza do fígado e podem ajudar na prevenção de doenças hepáticas.

Verduras de folhas verdes

Espinafre, couve e rúcula são ricos em fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes.

“O consumo frequente desses vegetais está associado a menores riscos de doenças no fígado”, apontam os especialistas.

Alho

O alho contém compostos ricos em enxofre, importantes para os processos naturais de desintoxicação do organismo.

“O enxofre ajuda o corpo a transformar toxinas em substâncias que podem ser eliminadas com segurança”, explicou Ella Davar.

Azeite de oliva

O azeite é considerado um aliado da saúde hepática por ser rico em gorduras monoinsaturadas.

Segundo a nutricionista Susie Polgreen, esse tipo de gordura está associado à redução do risco de diversas doenças, especialmente entre pessoas que seguem a dieta mediterrânea.

Chá verde

O chá verde e o matcha são ricos em antioxidantes que ajudam a proteger o fígado.

Além de fornecer energia por conta da cafeína, a bebida contém catequinas, compostos associados à melhora da saúde hepática e à redução de inflamações no organismo.

FONTE: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/2383785/alcool-e-o-unico-vilao-5-ameacas-escondidas-para-a-saude-do-figado

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Especialistas recomendam cuidado com festas de fim de ano

 Saiba o que fazer para reduzir os riscos ao máximo

POR AGÊNCIA BRASIL - Natal e ano-novo são sinônimos de festa, reunião familiar com mesa farta, abraços e conversas longas madrugada adentro. Mas, com a pandemia do novo coronavírus que atingiu o mundo inteiro, e ainda faz vítimas todos os dias, esse momento tradicional pode custar caro. Especialistas não recomendam reuniões neste período, ao mesmo tempo em que sabem que muita gente não deixará essa tradição de lado. Por isso, saiba o que fazer para reduzir ao máximo os riscos de ir a uma celebração de fim de ano e sair de lá contaminado pela covid-19.

Máscara, álcool e distanciamento

Infectologistas ouvidos pela Agência Brasil foram taxativos: apenas um meio de proteção não é eficaz. Então, não adianta usar máscara e não higienizar as mãos com frequência. Tampouco resolve tomar essas providências mas sair abraçando, apertando mãos e se aglomerando em rodas de conversa.

“A pessoa deve tentar restringir o risco de infecção, saindo o menos possível. Manter a máscara e retirar apenas na hora de se alimentar. Todas as estratégias são falhas, mas a soma delas ajuda, diminui o risco”, afirma Joana D'arc Gonçalves, médica infectologista e professora de medicina do UniCeub, em Brasília.

Ela também ressalta a importância de manter distância das outras pessoas e não compartilhar objetos como copos e talheres. Joana D'arc vai além e recomenda que dias antes da festa de natal ou réveillon, caso seja possível, a pessoa faça o teste RT-PCR, que identifica a presença do vírus no organismo e confirma a covid-19.

De acordo com os especialistas, a maioria das pessoas tem transmitido o vírus sem sequer apresentar sintomas. Por isso, estar assintomático no dia da festa não garante que a pessoa esteja sem o vírus no organismo.

Sem abraços na virada do ano

O próximo ano já chegará exigindo um esforço de todos. Quando o relógio marcar 0h do dia 1º de janeiro de 2021, evite dar o tradicional abraço de feliz ano-novo. “O contato próximo, de abraçar, beijar e apertar as mãos, deve ser evitado”, diz Marcus Antônio Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

“Porque a gente sabe que esse vírus se propaga por gotículas respiratórias, secreções. E abraçando outras pessoas, colocando a mão no rosto delas, ou mesmo no seu rosto, você tem a possibilidade de transmitir o vírus”, completa Cyrillo. “Este momento é sofrido, mas a gente não recomenda”, acrescenta Joana D'arc.

Ambientes abertos e arejados

A Organização Mundial da Saúde (OMS) não se posicionou em relação às festas de Natal e ano-novo, apenas deu diretrizes para que os órgãos sanitários, como o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Brasil, orientem os governos locais sobre como a população deve se prevenir.

Em meio às recomendações e protocolos, não há meias-palavras: reuniões devem ser evitadas. “A OMS não recomenda aglomeração. E quando você fala em celebração, você fala em aglomeração. Aqui no Brasil a gente está relaxando demais e podemos ter consequências ruins”, afirma a infectologista.

Caso a reunião da família no fim do ano seja inevitável, os anfitriões devem promover ambiente o mais seguro possível para os convidados. A festa deve acontecer, se possível, ao ar livre. No quintal ou na varanda de casa, por exemplo. Nesses ambientes bem arejados, o vento tende a levar o vírus para longe. Outra possibilidade é um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas.

“Em lugares fechados existem condições de umidade, temperatura, de matéria orgânica onde o vírus pode se depositar. Ao ar livre essas condições são menos propícias para o vírus se multiplicar ou ser transmitido para alguém. Mas se você estiver em um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas, a chance diminui”, explica Cyrillo.

Para Joana D'arc e Cyrillo, o número de convidados não é tão importante quanto as medidas de segurança. Ou seja, é mais seguro estar em uma festa com muita gente, mas todas se prevenindo em um espaço adequado, do que em uma festa com dez pessoas, sem máscara, sem ventilação e sem cuidados prévios.

Embora pareça uma obviedade, não custa reforçar: em caso de sintomas do novo coronavírus, como tosse, dor de cabeça, nariz  escorrendo, dor de garganta, febre, diarreia, é melhor evitar as festas. O cuidado também vale para pessoas do grupo de risco, como idosos, diabéticos, obesos ou portadores de doença imunossupressora.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-12/especialistas-recomendam-cuidado-com-festas-de-fim-de-ano

domingo, 14 de junho de 2020

Opas lança pesquisa sobre consumo de álcool durante pandemia

Organização quer entender comportamentos sociais durante isolamento
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A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) lançou neste mês uma pesquisa sobre o consumo de álcool da população durante o período da pandemia de covid-19. A organização busca entender como está o comportamento da atividade social no distanciamento social. 
Pessoas maiores de 18 anos e que moram nos países da América Latina ou do Caribe podem acessar o formulário da pesquisa, que é confidencial. Segundo a Opas, o número de telefone e o endereço do IP não serão rastreados. Além das questões sobre a frequência do consumo de bebidas alcoólicas durante o isolamento, o usuário também pode responder a perguntas sobre o impacto da pandemia no emprego, renda e no comportamento pessoal. 
De acordo com a organização, a pesquisa vai ajudar a planejar soluções para as consequências das medidas para conter a disseminação do novo coronavírus. 

FONTE: Agência Brasil
https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-06/opas-lanca-pesquisa-sobre-consumo-de-alcool-durante-pandemia

terça-feira, 21 de abril de 2020

Aumento do consumo de álcool preocupa no período de confinamento

Especialistas criam serviço on-line de atendimento durante a pandemia
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POR AGÊNCIA BRASIL
O aumento do consumo de álcool durante o período de isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus é preocupante, alertou, em entrevista à Agência Brasil, a presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Renata Brasil Araújo.
Ela esclarece que, inicialmente, a bebida parece trazer euforia, mas que, depois, diminui a ativação do freio do cérebro, chamado de lobo pré-frontal. As pessoas ficam com efeitos de mais sedação, mas um efeito colateral é o aumento da impulsividade. E ficando sem freio, pode ocorrer um aumento de violência doméstica e de feminicídio, porque a pessoa está trancada em casa.
“Como essa parte do freio do cérebro não está funcionando muito bem, a pessoa fica mais impulsiva, mais intolerante. Se houver intervenção de alguém da família no sentido de parar de beber, isso por si só já gera um descontentamento e uma reação”, advertiu a presidente da Abead.
Há uma semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) também manifestou a sua preocupação. “O álcool não protege contra a covid-19, o acesso deve ser restrito durante o confinamento” é o título de um artigo que a entidade publicou em seu endereço oficial na internet.
Renata Brasil Araújo destacou que o crescimento do consumo de álcool doméstico acontece em um momento de isolamento, quando o acesso ao tratamento de dependências químicas está mais difícil. Além disso, segundo ela, algumas pessoas que aumentaram o consumo da bebida durante a reclusão podem manter esse hábito pós-quarentena e, a longo prazo, isso pode vir a se transformar em uma dependência, que tem um componente biopsicossocial.
“Aquelas pessoas que já têm uma vulnerabilidade biológica e uma predisposição genética para o alcoolismo, junto com uma capacidade emocional mais frágil estão mais suscetíveis a seguirem bebendo após a quarentena e se transformarem em dependentes do álcool, sim”, analisou.

Atendimento on-line

Preocupada com o crescimento do consumo do álcool no país, a Abead lançou a campanha #sejaluz, para mostrar coisas positivas na internet, como os botecos virtuais, e orientando a respeito dos cuidados não apenas com o álcool, mas com o tabaco e outras drogas nessa fase de quarentena. “Porque é algo que a gente, provavelmente, vai pagar um custo para isso” acrescenta Renata Brasil Araújo.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Mito ou fato: Beber álcool anula o efeito do antibiótico?

Muitas pessoas ficam com dúvidas sobre beber álcool quando se está medicado... Mas então, pode ou não?
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A ideia generalizada é de que quando se está tomando medicação, sobretudo algum tipo de antibiótico, a ingestão de álcool pode anular o efeito do comprimido - mas, será que é mesmo assim? De acordo com informações do hospital português Lusíadas não é de fato verdade que o consumo de álcool impacta no efeito dos antibióticos, nem anula a sua ação terapêutica.

No entanto, o hospital alerta que sim o álcool pode de algum modo reduzir o período de tempo que o antibiótico permanece no organismo e na corrente sanguínea em níveis considerados eficazes para combater vírus ou doenças para que foi prescrito. 

Por outras palavras as bebidas alcoólicas podem "diminuir a semivida da substância, através do aumento da diurese (aumento da produção de urina), uma vez que o álcool inibe o hormônio antidiurético".

Adicionalmente, o álcool pode competir, a nível do fígado, com a eliminação dos antibióticos, aumentando a sua toxicidade bem como a dos antibióticos e de outras substâncias.

O hospital aponta ainda que de acordo com o conhecimento científico atual, não existe uma resposta concreta para a pergunta 'posso beber e tomar antibióticos?' Ou seja, para a maioria dos doentes e para a maioria das classes de antibióticos, não há qualquer problema em ingerir moderadamente bebidas alcoólicas durante a ingestão de antibióticos.

Tratando-se somente de uma questão de bom senso. A própria Associação Médica Britânica (BMA), não impõe qualquer restrição à associação do álcool com a maioria dos antibióticos.

As exceções

Ainda assim, existem alguns antibióticos que não podem jamais ser tomados juntamente com álcool. São eles Metronidazol, Tinidazol e cefotetan/cefoxitina e o Bactrim (Sulfametoxazol+Trimetoprim).

Se tiver dúvidas sobre o tipo de medicação que está tomando neste momento e o impacto do efeito do álcool, não hesite em consultar um médico ou farmacêutico. 

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Pesquisa revela que homens que bebem são mais atraentes e conseguem mais mulheres

Pesquisa revela que homens que bebem são mais atraentes e conseguem mais mulheres
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Cientistas da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos, divulgaram o resultado de uma pesquisa que vem causando grande polêmica, pois eles afirmam que segundo estudos realizados, homens que bebem podem conquistar as mulheres bem mais fácil do que aqueles que não bebem.

O estudo foi baseado em um ‘traço evolutivo’, mostrando que a bebida acaba sendo uma demonstração de força nos homens e saúde também, fazendo com que isso atraísse mais as mulheres.

Ainda de acordo com as previsões baseadas na teoria da evolução, quem bebe mais é porque não tem problema de saúde e isto passaria uma imagem positiva para as possíveis parceiras.

Vale lembrar que a revista Alcohol and Alcoholism, também já divulgou um estudo a respeito e mostrou que, tanto os homens como também as mulheres, acabariam ficando mais atraentes depois que ingerissem um pouco de bebida alcoólica. No caso deste estudo, o resultado deixa claro que é apenas uma pequena quantidade de bebida e jamais ficar embriagado.

O que justificaria tal afirmação seria o fato de que bebendo na medida certa os músculos da face ficam menos tensos e há uma maior circulação de sangue na região do rosto, o que acabaria criando a ideia de que as bochechas estão coradas e saudáveis. 

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Qual a bebida alcoólica que emagrece e melhora o humor?

Pretende emagrecer, mas sem qualquer esforço? Aparentemente beber uns shots de tequila pode ajudá-lo a dizer adeus àqueles quilos a mais
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É  um fato que beber álcool contribui para o aumento de peso e que é o ‘inimigo’ número um de qualquer dieta de restrição calórica, mas segundo um estudo norte-americano, conduzido pela American Chemical Society, paradoxalmente os efeitos da tequila no corpo são de fato surpreendentes.

Para efeitos daquela pesquisa, os cientistas analisaram a bebida alcoólica e o seu composto vegetal denominado de agave.

Os dados apurados constataram que aquela substância é um adoçante natural e que por sua vez não aumenta os níveis de açúcar no sangue.

“Acreditamos que o agave é um adoçante natural, altamente solúvel, com um baixo índice glicémico, e com um sabor neutro, mas o mais importante é que ele não é metabolizado pelo organismo humano”, afirmou a médica e cientista Mercedes G. López à publicação britânica The Independent.

Essa notícia é ótima s para quem está de dieta – já que os alimentos de teor glicémico reduzido atenuam a fome e promovem a sensação de saciedade. Nesse sentido a tequila pode ajudar a comer menos, já que o deixa cheio por mais tempo.

Apesar das pesquisas ainda estarem no início, os cientistas já realizaram vários testes em roedores e concluíram que os ratos aos quais foi administrada uma dieta à base de agave tinham menos apetite, comparativamente aos outros bichos que não foram alimentados com aquela substância.

Os investigadores concluíram ainda que os roedores apresentavam níveis mais diminutos de açúcar no sangue.

Ainda precisa de mais motivos para dizer que sim àquele shot de tequila?

A bebida é vegan e não contém glúten. Adicionalmente a tequila blanco é 100% feita à base de agave, e aparentemente não dá qualquer tipo de ressaca no dia seguinte. É a pureza desta bebida alcoólica que evita que se sinta completamente ‘destruído’, enquanto que outras bebidas contêm uma mistura de vários tipos de açúcar e de xarope de milho.

Alguns acreditam ainda que um ou dois shots melhoram o humor a longo prazo (e não apenas no momento da diversão).

Ao contrário de outras bebidas, os cientistas acreditam também que a tequila é um estimulante ao invés de um depressor.

Mas vale sempre a dica: beba com moderação.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Cigarro, álcool e HPV aumentam risco de câncer de cabeça e pescoço

POR CEARÁ AGORA
A prevenção ao tabaco, a bebidas alcoólicas e ao papilomavírus (HPV) faz parte do alerta do julho verde, mês em que são reforçadas as campanhas contra o câncer de cabeça e pescoço. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que mais de 10 mil pessoas tenham morrido de câncer de laringe e cavidade bucal em 2015, de acordo com o levantamento mais recente.
Os tumores do câncer de cabeça e pescoço manifestam-se em lesões na boca, na faringe, na laringe e na tireoide. Não são classificados nessa modalidade de câncer os tumores no cérebro e nos olhos. Segundo Luiz Paulo Kowalski, diretor do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia do Hospital A.C. Camargo, a automedicação e a falta de diagnóstico correto fazem com que de 70% a 80% dos pacientes cheguem ao médico com a doença em estado avançado.
Os sintomas do câncer incluem lesões brancas ou vermelhas, feridas, caroços, incômodo para engolir, rouquidão, dor e desconforto, com duração maior que duas semanas. “São sintomas que se confundem com doenças comuns. No caso da doença comum, em duas semanas os sintomas desaparecem, com ou sem tratamento. O câncer vai se tornando cada vez pior, os sintomas só se agravam. Aí deve despertar a atenção, 15 dias é o ponto chave”, esclarece o médico.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Cresce número de pessoas que dirigem após consumir álcool

© Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

Ministro da Saúde chamou a atenção para a expansão do problema entre mulheres

Depois de um breve período de queda, a associação entre álcool e direção voltou a aumentar no País. Pesquisa feita por telefone pelo Ministério da Saúde em capitais brasileiras mostra que 12,9% dos homens e 2,5% das mulheres admitem dirigir depois de consumir bebidas alcoólicas. Em 2013, um ano depois da criação da Lei Seca, os índices entre o público masculino haviam caído para 9,4% e das mulheres, para 1,6%.

"É preciso verificar se a tendência de aumento se confirma. Mas talvez o número possa indicar a necessidade de maior monitoramento da lei", afirmou a coordenadora geral de alimentação e nutrição Michele Lessa.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, observou que o brasileiro está bebendo mais. Um estudo do sistema de vigilância do ministério, Vigitel, revela que, ano passado, duas em cada 10 pessoas entrevistadas admitiram a ingestão excessiva de bebida alcoólica.
Para mulheres, isso significa o consumo de quatro doses ou mais de bebidas por vez. No caso de homens, o excesso é caracterizado pelo consumo de 5 doses ou mais. Em 2006, o consumo excessivo era indicado por 15,7% dos entrevistados.
O aumento ocorre em ambos os sexos. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, no entanto, chamou a atenção para a expansão do problema entre mulheres. Em 2006, 7,8% referiam consumo abusivo de bebida alcoólica. Esse porcentual agora é de 12,1%. "É um aumento de 50%. Não é desprezível. Mostra que as mulheres estão mais na cervejinha", disse Barros. Entre o público masculino, o consumo abusivo passou de 25% para 27,3%.
Barros afirmou ser necessário reforçar as campanhas de prevenção contra o que ele define como "vícios tolerados pela sociedade." "A gente precisa insistir nisso. A campanha contra o tabagismo foi muito eficiente ao longo do tempo, se reduziu muito o número de fumantes. A de álcool não", comparou.
FONTE

sexta-feira, 24 de março de 2017

Cientistas identificam 4 tipos de bêbados; veja se você se encaixa em algum deles

Existem 4 tipos de bêbados, qual você é?

Os resultados confirmam a percepção social de que pessoas diferentes respondem de maneiras distintas à intoxicação por álcool.
 Noite de bebedeira com amigos. O tímido fica supersimpático, o boa praça se torna ainda mais extrovertido, outro nem se altera apesar de vários drinques a mais e o esquentado de sempre está prestes a arrumar uma briga.
 Parece familiar?
Certamente você consegue associar nomes verdadeiros e histórias curiosas a esses personagens do imaginário coletivo, mas agora um grupo de pesquisadores de psicologia da Universidade do Missouri, em Columbia (EUA), acaba de elaborar uma classificação que descreve, com base científica, os diferentes tipos de bêbados.

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