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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Fundação do Câncer lança campanha nacional #VacinarSalvaVidas

Objetivo é prevenir o câncer de colo de útero na fase adulta

POR AGÊNCIA BRASIL - A Fundação do Câncer lançou hoje (3) a campanha nacional #VacinarSalvaVidas, com o objetivo de conscientizar e mobilizar os pais sobre a importância da vacinação de crianças e jovens de 9 anos a 14 anos de idade contra o HPV, para prevenir o câncer de colo de útero na fase adulta. A vacina é gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS). O esquema vacinal é de três doses, com intervalos de dois a seis meses.

O médico Luiz Augusto Maltoni, diretor executivo da Fundação do Câncer, destacou em entrevista à Agência Brasil que a vacina contra o HPV é preconizada para meninas entre 9 e 14 anos de idade e meninos entre 11 e 14 anos de idade. “Exatamente na idade pré-início da atividade sexual, porque é onde a gente vai ter oportunidade de fazer com que eles desenvolvam imunidade contra o vírus do HPV e, em especial, os subtipos que mais causam o câncer, que são o 16 e o 18. A vacina é eficaz na proteção. Portanto, a gente vai estar protegendo essas crianças, quando adultas, em especial as meninas, de desenvolverem o câncer de colo de útero”. 

Maltoni disse que esse tipo de câncer, no Brasil, é o terceiro principal câncer na mulher, depois do de mama e colorretal. Está excluído aí o câncer de pele, que é o primeiro para homens e mulheres, mas que tem tratamento simples na maioria dos casos.

Infecções

Existem, pelo menos, 13 tipos de HPV que apresentam maior risco ou possibilidade de gerar infecções persistentes, estando associados a lesões precursoras de câncer. Os subtipos do vírus HPV de alto risco oncogênico, o 16 e o 18, estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero, informou a Fundação do Câncer. 

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Sexo entre mulheres transmite HIV/AIDS e DSTs?

POR HYPESCIENCE
Quando se trata de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), parece haver muita informação para casais heterossexuais, e em alguns casos para casais homossexuais masculinos também.
No entanto, um grupo normalmente é “esquecido”: as lésbicas. Grande parte dos artigos, campanhas e estudos são direcionais ao universo dos homens, sendo raro encontrar orientações para mulheres que fazem sexo entre si.

Fica a dúvida: sexo entre mulheres transmite DSTs?

Sim. As lésbicas e bissexuais estão em risco de doenças sexualmente transmissíveis. A transmissão pode ocorrer através de:
  • Contato pele a pele;
  • Contato de mucosa (por exemplo, boca a vagina);
  • Fluidos vaginais;
  • Sangue menstrual;
  • Compartilhamento de brinquedos sexuais.
Algumas DSTs são mais comuns e podem ser passadas facilmente de mulher para mulher (como a vaginose bacteriana). Outras são muito menos propensas a serem transmitidas de mulher para mulher através do sexo (como o HIV).

As mais comuns e como tratá-las

Um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo em 2012 descobriu que 33,8% das lésbicas tinham um desequilíbrio da flora vaginal chamado vaginose bacteriana, que causa corrimento. Fungos, tricomoníase e HPV também apareceram nos exames.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Cigarro, álcool e HPV aumentam risco de câncer de cabeça e pescoço

POR CEARÁ AGORA
A prevenção ao tabaco, a bebidas alcoólicas e ao papilomavírus (HPV) faz parte do alerta do julho verde, mês em que são reforçadas as campanhas contra o câncer de cabeça e pescoço. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que mais de 10 mil pessoas tenham morrido de câncer de laringe e cavidade bucal em 2015, de acordo com o levantamento mais recente.
Os tumores do câncer de cabeça e pescoço manifestam-se em lesões na boca, na faringe, na laringe e na tireoide. Não são classificados nessa modalidade de câncer os tumores no cérebro e nos olhos. Segundo Luiz Paulo Kowalski, diretor do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia do Hospital A.C. Camargo, a automedicação e a falta de diagnóstico correto fazem com que de 70% a 80% dos pacientes cheguem ao médico com a doença em estado avançado.
Os sintomas do câncer incluem lesões brancas ou vermelhas, feridas, caroços, incômodo para engolir, rouquidão, dor e desconforto, com duração maior que duas semanas. “São sintomas que se confundem com doenças comuns. No caso da doença comum, em duas semanas os sintomas desaparecem, com ou sem tratamento. O câncer vai se tornando cada vez pior, os sintomas só se agravam. Aí deve despertar a atenção, 15 dias é o ponto chave”, esclarece o médico.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Meninos também serão vacinados contra HPV a partir de 2017

Por Agência Brasil
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
Brasília - A partir do ano que vem,
meninos de 12 a 13 anos
também sersão imunizados
contra o HPV
Marcelo
Camargo/Agência Brasil

A partir de janeiro de 2017, a rede pública de saúde vai passar a oferecer a vacina contra o HPV para meninos de 12 a 13 anos como parte do Calendário Nacional de Vacinação. A faixa etária, de acordo com o Ministério da Saúde, será ampliada gradativamente até 2020, período em que serão incluídos meninos de 9 a 13 anos.

A expectativa da pasta é imunizar mais de 3,6 milhões de meninos em 2017, além de 99,5 mil crianças e jovens de 9 a 26 anos que vivem com HIV/aids no Brasil. Serão adquiriras, ao todo, 6 milhões de doses ao custo de R$ 288,4 milhões.

Segundo o governo federal, o Brasil será o primeiro país da América Latina e o sétimo no mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunização. Estados Unidos, Austrália, Áustria, Israel, Porto Rico e Panamá já fazem a distribuição da dose para adolescentes do sexo masculino.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Ter vários parceiros pode ser benéfico, para as mulheres

Mulheres que têm relações com vários parceiros estão menos propensas a ter câncer bucal relacionado com o vírus do papiloma humano.

LIFESTYLE SEXUALIDADE
Ter relações sexuais com vários parceiros reduz o risco de câncer bucal relacionado com o vírus do papiloma humano (HPV).

A conclusão é de uma investigação lrealizada por cientistas norte-americanos que constataram que as mulheres que já tiveram vários parceiros construíram uma resposta imunitária mais robusta ao HPV bucal, que afeta a pele e tecidos húmidos do organismo.
“Comparativamente às mulheres, os homens têm maior probabilidade de ser infectados com HPV bucal”, transmitiu Gypsyamber D'Souza, citado pelo Mirror, na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS).
O estudo permitiu concluir ainda que os homens têm mais dificuldades em remover o vírus do organismo, uma vez infectados.
Note-se que os maiores fatores de risco para contrair o vírus do papiloma humano, uma doença sexualmente transmissível, são o consumo de cigarros e álcool.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Vacina contra HPV para adolescentes passa a ter apenas duas doses


vacinação

A vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) vai passar a ter apenas duas doses, em vez de três, para meninas entre 9 e 11 anos. Esta é uma das mudanças anunciadas pelo Ministério da Saúde no calendário de vacinação da rede pública, que já estão valendo.
Segundo a pasta, estudos recentes mostram que a resposta de anticorpos com duas doses não é inferior à aplicação de três. Já as mulheres entre 9 e 26 anos que têm HIV devem continuar recebendo o esquema de três doses da vacina contra o HPV.
Para os bebês, a principal diferença será a redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia, que a partir de agora será aplicada em duas doses, aos 2 e 4 meses, seguida de reforço preferencialmente aos 12 meses, mas que poderá ser tomado até os 4 anos.
Já a vacina contra a poliomielite, aplicada aos seis meses, deixa de ser oral e passa a ser injetável. A partir de agora, a criança recebe as três primeiras doses do esquema – aos dois, quatro e seis meses de vida – com a vacina inativada poliomielite (VIP), de forma injetável. Já a vacina oral poliomielite (VOP) continua sendo administrada como reforço aos 15 meses, quatro anos e anualmente durante a campanha nacional, para crianças de um a quatro anos.
Também houve mudança na vacina meningocócica C, que protege as crianças contra meningite C. O reforço, que anteriormente era aplicado aos 15 meses, passa a ser aplicado preferencialmente aos 12 meses, mas pode ser feito até os 4 anos. As primeiras doses da meningocócica continuam sendo feitas aos 3 e 5 meses.
Atualmente, o Programa Nacional de Imunizações distribui cerca de 300 milhões de imunobiológicos anualmente, dentre vacinas e soros, além de oferecer à população todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional de Vacinação.
agencia brasil



FONTE: Ceará Agora

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Meninas de 12 e 13 anos têm até dezembro para receber a vacina contra o HPV

IMUNIZAÇÃO

Meninas de 12 e 13 anos têm até dezembro para receber a vacina contra o HPV

Agência Brasil | 07h36 | 25.11.2014

O Ministro da Saúde Arthur Chioro reforçou que não existe proteção sem a segunda dose

Arthur Chioro
Segundo o Ministro da Saúde Arthur Chioro, sem a segunda dose da vacina não existe proteção
FOTO: ELZA FIUZA/AGÊNCIA BRASIL
Meninas na faixa etária de 12 e 13 anos têm até o fim do mês de dezembro para receber a vacina contra o HPV. A partir de 1º de janeiro de 2015, essa imunização só estará disponível na rede pública para meninas de 9 a 11 anos, e em 2016, só meninas de 9 anos terão acesso à vacina. Segundo o Ministro da Saúde, Arthur Chioro, essa é a idade preconizada pelaOrganização Mundial da Saúde.
Em 2014, a vacina passou a fazer parte do calendário de imunização, portanto, mesmo as meninas de 11 a 13 anos que ainda não tomaram a primeira dose poderão procurar um posto. “A menina que fez 11 anos vai ao posto, recebe a primeira dose, seis meses depois, a segunda, cinco anos depois, recebe a dose de reforço”, explicou Chioro, em entrevista à Agência Brasil.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Ceará recebe´ra quase R$ 1,7 milhão para combater sarampo, gripe e HPV

Diário do Nordeste

Compartilhada publicamente11:25
 
Ceará receberá quase R$ 1,7 milhão para combater sarampo, gripe e HPV. O Ceará deve receber R$ 1.690.573,20, o 8º maior investimento entre os estadoshttp://svmar.es/8rrmdn

sábado, 15 de março de 2014

HPV - Papiloma Vírus

O HPV (papilomavírus humano), nome genérico de um grupo de vírus que engloba mais de cem tipos diferentes, pode provocar a formação de verrugas na pele, e nas regiões oral (lábios, boca, cordas vocais, etc.), anal, genital e da uretra. As lesões genitais podem ser de alto risco, porque são precursoras de tumores malignos, especialmente do câncer do colo do útero e do pênis, e de baixo risco (não relacionadas ao aparecimento de câncer).
Transmissão do Papiloma Vírus Humano (HPV)
A transmissão se dá predominantemente por via sexual, mas existe a possibilidade de transmissão vertical (mãe/feto), de auto-inoculação e de inoculação através de objetos que alberguem o HPV.
Diagnóstico
As características anatômicas dos órgãos sexuais masculinos permitem que as lesões sejam mais facilmente reconhecíveis. Nas mulheres, porém, elas podem espalhar-se por todo o trato genital e alcançar o colo do útero, uma vez que, na maior parte dos casos, só são diagnosticáveis por exames especializados, como o de Papanicolaou (teste de rotina para controle ginecológico), a colposcopia e outros mais sofisticados como hibridização in situ, PCR (reação da cadeia de polimerase) e captura híbrida.
Sintomas
A infecção causada pelo HPV pode ser assintomática ou provocar o aparecimento de verrugas com aspecto parecido ao de uma pequena couve-flor na pele e nas mucosas. Se a alteração nos genitais for discreta, será percebida apenas através de exames específicos. Se forem mais graves, as células infectadas pelo vírus podem perder os controles naturais sobre o processo de multiplicação, invadir os tecidos vizinhos e formar um tumor maligno como o câncer do colo do útero e do pênis.
Tratamento
O vírus do HPV pode ser eliminado espontaneamente, sem que a pessoa sequer saiba que estava infectada. Uma vez feito o diagnóstico, porém, o tratamento pode ser clínico (com medicamentos) ou cirúrgico: cauterização química, eletrocauterização, crioterapia, laser ou cirurgia convencional em casos de câncer instalado.
Recomendações
* Lembre-se que o uso do preservativo é medida indispensável de saúde e higiene não só contra a infecção pelo HPV, mas como prevenção para todas as outras doenças sexualmente transmissíveis;
* Saiba que o HPV pode ser transmitido na prática de sexo oral;
* Vida sexual mais livre e multiplicidade de parceiros implicam eventuais riscos que exigem maiores cuidados preventivos;
* Informe seu parceiro/a se o resultado de seu exame para HPV for positivo. Ambos precisam de tratamento;
* Parto normal não é indicado para gestantes portadoras do HPV com lesões genitais em atividade;
* Consulte regularmente o ginecologista e faça os exames prescritos a partir do início da vida sexual. Não se descuide. Diagnóstico e tratamento precoce sempre contam pontos a favor do paciente.



FONTE: https://groups.google.com/forum/#!topic/turmadobafometro/-kJxYteJz7I

quinta-feira, 6 de março de 2014

Vacinação contra HPV começa dia 10 nas escolas


Começa na segunda-feira, depois do Carnaval, dia 10 de março, a vacinação de meninas de 11 a 13 anos contra o HPV, nas escolas públicas e privadas do Estado. No Ceará, a população a ser vacinada é de 257.345 adolescentes. Para atingir a meta de imunização, o Ministério da Saúde enviou 270.220 doses da vacina papilovírus humano quadrivalente para a Secretaria da Saúde do Estado, que já iniciou a distribuição com os municípios. As secretarias municipais de Saúde e Educação estão organizando com as escolas a estratégia de vacinação. A vacina estará disponível nos postos da rede pública durante todo o ano, como parte da rotina de imunização.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Vacinação contra o HPV começa na próxima semana

VACINA

Vacinação contra o HPV começa na próxima semana

Agência Brasil | 14h49 | 03.03.2014

Meninas de 9 e 10 anos devem ser imunizadas

Vacina de HPV
Nas escolas do Distrito Federal, as estudantes já recebem a vacina
AGÊNCIA BRASIL
O Ministério da Saúde inicia na próxima segunda-feira (10) a vacinação contra o papiloma vírus humano (HPV), principal causador do câncer de colo de útero. Meninas de 11 a 13 anos devem ser imunizadas em três momentos distintos, sendo a segunda dose aplicada seis meses após a primeira. A terceira deve ocorrer cinco anos depois.
Em entrevista à Agência Brasil, o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou que a pasta está orientando estados e municípios a aplicar a primeira dose nas próprias escolas. Segundo ele, países como Austrália e Reino Unido adotaram a estratégia e obtiveram altos índices de cobertura vacinal. “Adolescente não é um público que frequenta postos de saúde. Mas, a partir da segunda dose, é preciso procurar uma unidade de saúde”.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Vacinação contra vírus HPV no Ceará, em meninas entre 11 e 13 anos, começa em março

Por: verdinha às 14:50 de 22/01/2014
Foto: Kid Júnior/ Diário do Nordeste
Foto: Kid Júnior/ Diário do Nordeste
O governo federal, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), vai disponibilizar vacina contra o o papiloma vírus humano(HPV) em todo o Ceará.
A vacinação acontece a partir do dia 10 de março em todos os municípios do Estado. O público-alvo da campanha em 2014 são meninas entre 11 e 13 anos de idade e tem como objetivo a prevenção do câncer do colo de útero.
A Secretaria Estadual de Saúde do Ceará (Sesa) informou que a 1ª dose, entre 10 de março e 10 de abril, será aplicada nas escolas públicas e privadas.
Já a 2ª dose da vacina HPV será aplicada nos postos de saúde, entre os dias 1º e 12 de dezembro. A 3ª dose também está disponível nos unidades básicas de saúde, mas apenas 60 meses após a primeira dose.
Em 2015, o público-alvo serão meninas entre 9 e 11 anos e, em 2016, a ação ficará restrita às garotas de 9 anos.
O vírus do HPV é uma doença sexualmente transmissível e está ligada ao surgimento de verrugas genitais e câncer de colo de útero.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Sete vacinas que os adultos precisam tomar

Sete vacinas que os adultos precisam tomar

Sarampo, pneumonia e outras doenças prejudicam a imunidade mesmo na idade adulta

POR FERNANDO MENEZES - ATUALIZADO EM 05/06/2012


Na hora de cuidar da própria saúde, muitos adultos negligenciam as campanhas de vacinação. Em todas as fases de nossa vida, porém, estamos suscetíveis a infecções por vírus e bactérias que, se não tratadas, podem causar muitos problemas.

As doenças crônicas que se manifestam mais na vida adulta são fortes indicadores de que o individuo precisa se vacinar. "As pessoas que estão em grupos de risco, como as pessoas com mais de 60 anos ou aquelas que têm doenças crônicas, devem sempre estar informadas sobre a vacinação", diz o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.

Existem vacinas tanto para bactérias como para vírus. "No primeiro caso, a vacinação é feita para controlar surtos epidemiológicos e, para o caso dos vírus, a imunização normalmente dura a vida toda, sendo necessárias apenas algumas doses de reforço para garantir que a doença não vai mais voltar", diz Paulo Olzon. Confira sete tipos que merecem estar na sua carteira de vacinação.
  • Vacina contra tétano - Foto: Getty Images
  • Homem com sarampo - Foto: Getty Images
  • Imagem de fígado no corpo humano - Foto: Getty Images
  • Homem tossindo com pneumonia - Foto: Getty Images
  • Mosquito da febre amarela é o mesmo da dengue - Foto: Getty Images
  • Pessoa com febre, um dos sintomas da gripe - Foto: Getty Images
  • Vacina contra HPV não dispensa o uso de camisinha - Foto: Getty Images
 
 
DE 7
Vacina contra tétano - Foto: Getty Images

Vacina dupla tipo adulto - para difteria e tétano

A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração.

A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano.

A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. Então confira a sua carteira de vacinação para certificar-se se a vacinação está em ordem. Depois delas, o reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado.  
Homem com sarampo - Foto: Getty Images

Vacina Tríplice-viral - para sarampo, caxumba e rubéola

Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem.

Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas.

Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome causa surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento.

O adulto deve tomar a tríplice-viral se ainda não tiver recebido as duas doses recomendadas para a imunização completa quando era criança e se tiver nascido depois de 1960. O Ministério da Saúde considera que as pessoas que nasceram antes dessa data já tiveram essas doenças e estão imunizados, ou já foram vacinados anteriormente.

Mesmo que todos com essas características devam ser vacinados, as mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto.  
Imagem de fígado no corpo humano - Foto: Getty Images

Vacina contra a hepatite B

Hepatite B é transmitida pelo sangue, e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose. "A imunização contra essa doença é importante, pois ela pode causar problemas sérios, como câncer no fígado", diz Paulo Olzon.

De acordo com o especialista, há algumas décadas, o tipo B da hepatite era o mais encontrado, já que ela pode ser transmitida através da relação sexual e as pessoas não tomavam cuidado com a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Depois de uma campanha de vacinação e imunização, e da classificação da hepatite C pelos médicos, ela não pode ser vista como epidemia, mas ainda é preciso tomar cuidado com essa doença.

Até os 24 anos, todas as pessoas podem tomar a vacina contra hepatite B, gratuitamente, em qualquer posto de saúde. A aplicação da vacina também continua de graça, quando o adulto faz parte de um grupo de risco. "Pessoas que tenham contato com sangue, como profissionais de saúde, podólogos, manicures, tatuadores e bombeiros, ou que tenham relacionamentos íntimos com portador da doença são as mais expostas a essa doença", diz o especialista. Fora isso, qualquer adulto pode encontrar a vacina em clínicas particulares. 
Homem tossindo com pneumonia - Foto: Getty Images

Pneumo 23 - Pneumonia

O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. "Pessoas com essa idade não podem deixar de tomar a vacina pneumo 23", diz Paulo Olzon.

pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo, devem tomar essa vacina sempre que há uma campanha de vacinação.

Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. É preciso ir a um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais, em locais como o Hospital das Clínicas e a Unifesp.
Mosquito da febre amarela é o mesmo da dengue - Foto: Getty Images

Vacina contra a febre amarela

A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias. "Se a febre amarela não for tratada, pode levar a morte", explica o especialista.

Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para uma dessas regiões precisa ser vacinado pelo menos dez dias antes da viagem. No Brasil, as áreas de risco são: zonas rurais no Norte e no Centro-Oeste do país e alguns municípios dos Estados do Maranhão, do Piauí, da Bahia, de Minas Gerais, de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Mesmo que os efeitos colaterais mais sérios sejam muito raros, a vacina contra febre amarela deve ficar restrita aqueles indivíduos que moram ou irão viajar para algum lugar de risco. "Nesse sentido, a preocupação dos médicos está relacionada ao risco de reação alérgica grave ou anafilática, que pode levar a morte os pacientes propensos", explica o infectologista Paulo Olzon. 
Pessoa com febre, um dos sintomas da gripe - Foto: Getty Images

Vacina contra o influenza (gripe)

A vacina contra gripe deve estar na rotina de quem está com mais de 60 anos. "Muitas pessoas deixam de tomá-la com medo da reação que ela pode causar, mas isso é um mito, já que a suposta reação do corpo não tem nada a ver com a vacina, e sim com a própria gripe", diz o especialista. "Isso porque o vírus da gripe fica semanas em nosso corpo sem se manifestar e a proteção da vacina não é imediata como as pessoas imaginam."

A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. "Os idosos que não querem esperar até a campanha anual de vacinação contra a gripe podem tomar a vacina em clínicas particulares em todas as épocas do ano", diz Paulo Olzon.  
Vacina contra HPV não dispensa o uso de camisinha - Foto: Getty Images

HPV

A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano - o HPV. Segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos de HPV são registrados por ano no Brasil. O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele.

Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. "A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda", afirma o ginecologista Amadeu Carvalho Júnior, da Amhpla Cooperativa de Assistência Médica.

A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos - em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação. "O HPV possui mais de 100 tipos diferentes e a vacina protege apenas de alguns deles", explica o ginecologista Amadeu.  

FONTE:
http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/12814-sete-vacinas-que-os-adultos-precisam-tomar?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=6268158#.UhuUgdK1GGk

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