PROCURANDO POR ALGO?

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Sexo entre mulheres transmite HIV/AIDS e DSTs?

POR HYPESCIENCE
Quando se trata de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), parece haver muita informação para casais heterossexuais, e em alguns casos para casais homossexuais masculinos também.
No entanto, um grupo normalmente é “esquecido”: as lésbicas. Grande parte dos artigos, campanhas e estudos são direcionais ao universo dos homens, sendo raro encontrar orientações para mulheres que fazem sexo entre si.

Fica a dúvida: sexo entre mulheres transmite DSTs?

Sim. As lésbicas e bissexuais estão em risco de doenças sexualmente transmissíveis. A transmissão pode ocorrer através de:
  • Contato pele a pele;
  • Contato de mucosa (por exemplo, boca a vagina);
  • Fluidos vaginais;
  • Sangue menstrual;
  • Compartilhamento de brinquedos sexuais.
Algumas DSTs são mais comuns e podem ser passadas facilmente de mulher para mulher (como a vaginose bacteriana). Outras são muito menos propensas a serem transmitidas de mulher para mulher através do sexo (como o HIV).

As mais comuns e como tratá-las

Um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo em 2012 descobriu que 33,8% das lésbicas tinham um desequilíbrio da flora vaginal chamado vaginose bacteriana, que causa corrimento. Fungos, tricomoníase e HPV também apareceram nos exames.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Conheça a versão lésbica do hit Deu Onda, feita por rapper paulista

O refrão do proibidão, “meu pau te ama”, foi trocado por “minha xota te ama”, “minha língua te ama” e “meu grelo te ama”

Por Correio 24 Horas - Uma das músicas mais bombadas deste Verão, o hit Deu Onda, de MC G15, ganhou uma versão lésbica. A nova letra continua combinando declaração de amor com ousadia, só que a abordagem agora é do ponto de vista de duas mulheres. O famoso refrão da versão proibidona, “meu pau te ama”, foi trocado por outras três afirmações: “minha xota te ama”, “minha língua te ama” e também “meu grelo te ama”.
Ouça: aqui
Quem assina a nova versão é a rapper e DJ paulistana Luana Hansen. Tudo começou nas festas em que ela faz discotecagem, em São Paulo. “Eu baixava o som e cantava o novo refrão no microfone e a galera comemorava”, conta em entrevista ao HuffPost Brasil.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Casal de lésbicas denuncia homofobia no CCBB Rio; instituição afasta funcionária

Um casal de lésbicas denunciou ter sido vítima de preconceito dentro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro na última sexta-feira (30). Em uma rede social, em uma postagem que já teve mais de 34 mil curtidas, uma delas contou que estava com a namorada, em uma sala recreativa, quando foi alvo de insulto homofóbico.

Por volta das 20h, um homem que parecia ser namorado de uma das funcionárias do CCBB, segundo uma das vítimas, escreveu em um quadro destinado a intervenções do público de uma exposição a frase “Fora, Lésbica”. O episódio ocorreu depois delas terem desfeito uma frase de baixo calão deixado pelo mesmo homem no espaço, que é destinado a crianças.

Antes de ir embora, o casal tentou deixar uma reclamação no CCBB, mas foi impedido pelo autor dos insultos. Ele arrancou o papel das mãos de uma delas e tapou o buraco da caixa destinada a receber as opiniões de frequentadores do centro cultural. “O tempo inteiro que escrevia a reclamação ele ficou a menos de um metro de mim rasgando os papéis da caixa. Todos presenciaram a cena e nada fizeram mesmo quando pedimos alguma intervenção”, contou.
Funcionários do CCBB Rio posam ao lado de frase contra a homofobia após denúncia de casal de mulheres Divulgação/CCBB Rio

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A Vida de Bofinho

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Trata de situações vividas diariamente por bofinhos. 

Gravei do celular, resolução não muito boa hahaha. Mas deu pra passar o recado. Se vocês se interessarem pelo canal os próximos serão melhores.

Vídeo sobre o post: Vida de bofinho

Endereço do blog: http://somoslesbicasedai.blogspot.com/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Vídeo flagra reação de lésbicas ao tocarem um pênis pela primeira vez

Um vídeo engraçado mostrou a reação de três lésbicas que tocaram um pênis pela primeira vez durante um experimento social.
O voluntário tocado chama-se Aleks Malczewsk, e também é gay, e as outras envolvidas na frente da câmera são Daylynn, Arielle e Bria.
Durante o clipe, Bria afirma que aquele é, definitivamente, o momento em que mais esteve nervosa na vida. “Oh, é muito mais suave do que eu pensei que seria”, disse ela. Ela ainda relata parecer um Play-Doh, massa que pode ser modelável.
Daylynn apenas olha para cima e ri de Aleks, enquanto Arielle explora a região.
Vídeo flagra reação de lésbicas ao tocarem um pênis pela primeira vez
Vídeo compartilhado no YouTube por BriaAndChrissy mostrou a reação de três lésbicas que tocaram um pênis pela primeira vez durante um experimento social.
Ao final do experimento todas relataram não sentir pressa para repetir o feito. O vídeo foi compartilhado recentemente no YouTube por uma dupla chamada “BriaAndChrissy” e foi visto milhões de vezes.
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FONTE: Gadoo

sexta-feira, 10 de julho de 2015

"Foi muito chocante", diz Regina Duarte sobre repercussão de personagem

Atriz interpreta uma lésbica no folhetim das seis

Redação iBahia

A atriz Regina Duarte esteve no 'Encontro' desta quinta-feira (09) e confessou ter ficado chocada com a repercussão que seu personagem teve na novela 'Sete Vidas'. No folhetim, ela interpreta Esther, uma senhora que foi casada durante anos com uma outra mulher.
"Foi muito chocante para mim, no início, quando foi divulgado que eu seria casada com uma outra mulher durante 18 anos. As pessoas só falavam nisso. Nesse ponto de vista foi extremamente chocante. A gente não apresenta um amigo dizendo 'olha, vou apresentar um amigo e ele é homossexual'. Você diria 'ele é estudante, adora cinema'. A questão da opção sexual (sic), quando entra primeiro, me sinto aflita porque demonstra preconceito", explicou.
Regina contou também que aprendeu bastante com o personagem, que encerra o ciclo com a trama nesta sexta-feira (10): "Eu aprendo muito com as minhas personagens e essa é uma que está me ensinando, assim como a Raquel, as Helenas. Fale a verdade. A verdade é difícil, mas é na hora, porque depois ela lhe dará uma vida de tranquilidade. Um personagem que está me ensinando muito. Fala, cara, e entrega para Deus".
Foto: Isabella Pinheiro/Gshow
Fonte: CORREIO 24 HORAS

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Estudante lésbica estrangula amiga até a morte após a convencer ter relação íntima como experiência

Uma lésbica apaixonada por sua amiga a estrangulou até a morte após convencer a colega a ter relação íntima como uma “experiência”.
Jessica Ewing, de 24 anos, e Samanata Shrestha, de 21, ambas estudantes de biologia na Virgínia, EUA, eram boas amigas.
Contudo, em um episódio elas haviam trocado um beijo. Para Samanata tratou-se apenas de uma curiosidade, mas para Jessica foi mais que isso. A última possuía um namorado, Scott, que inclusive sabia do episódio, e Jessica era lésbica e apaixonada pela amiga.
Após ser convidada para um jantar na casa da colega, Jessica alimentava a expectativa de ir para a cama com ela, no entanto, chegando ao local, ela percebeu que, em contrapartida, Samanata não estava produzida para uma noite especial, o que desapontou a pretendente.
Estudante lésbica estrangula amiga até a morte após a convencer ter relação íntima como experiência
Lésbica Jessica Ewing (esquerda) estrangulou a amiga Samanata Shrestha (Direita), por quem era apaixonada, até a morte, após terem relação que significou experiência para vítima.
Mesmo assim, após o jantar, elas foram ao ato íntimo, mas após ele acontecer, as duas discutiram, já que o fato, para Samanata, havia se tratado apenas de uma experiência.
Em um acesso de raiva, Jessica estrangulou a “amada” até a morte, além de deixar lesões na cabeça e no corpo da vítima. Em seguida, ela pôs o corpo da amiga em um saco de dormir, deixando na parte de trás de seu carro.
No entanto, quando foi para uma aula de estudo da bíblia, Jessica admitiu a um amigo que havia matado alguém. Juntos eles telefonaram aos pais da assassina e ela também confessou a eles.
O corpo de Samanata foi encontrado abandonado no carro, ainda nu. Jessica foi presa no mesmo dia.
No tribunal, ela foi condenada há 80 anos por homicídio em primeiro grau e cinco anos por transportar e esconder um corpo. Ela terá que cumprir 45 anos de pena antes de tentar ser libertada.
Fonte: Mirror
Fonte: GADOO

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

"Em Família": Personagem lésbica irá se inspirar em Daniela Mercury

Cantora baiana se casou com a jornalista Malu Verçosa há alguns meses

Por Fabrício Falcheti
http://natelinha.ne10.uol.com.br/imagem/noticia/55e1fc25792435cca069f08bebfdaba9.jpgReprodução
Conforme já noticiado pelo NaTelinha, na novela "Em Família" as personagens Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müler) terão um envolvimento lésbico.

O autor Manoel Carlos confirmou que poderá escrever uma cena de beijo gay entre elas caso a história peça isso. Mas enquanto não se decide, segundo informações do jornal "Extra", ele já roteirizou uma sequência em que Clara fala de Daniela Mercury, que no ano passado se casou com a jornalista Malu Verçosa e virou defensora da causa.

“Tem uma cena no capítulo 27 ou 28, em que Clara, lendo uma revista, vê Daniela Mercury. Então, ela diz: 'Ai, tomara que eu consiga vencer essa minha resistência. Santa Daniela, me ajude'", contou Maneco.

Daniela Mercury ficou animada por se tornar referência para o novelista. “Impossível não ficarmos lisonjeadas. Isso acaba refletindo a realidade, porque recebemos muitos depoimentos de mulheres, de todas as idades, que se inspiraram na nossa atitude para fazer o mesmo, se libertar de preconceitos. Então, só posso desejar que a personagem de Giovanna incorpore essa coragem e avance”, afirmou a cantora.

"Em Família" vai ao ar na faixa das 21h da Globo.
 
FONTE:
http://natelinha.ne10.uol.com.br/novelas/2014/02/05/em-familia-personagem-lesbica-ira-se-inspirar-em-daniela-mercury-71035.php

domingo, 22 de setembro de 2013

Diferença entre ser bofinho e ser transexual

Postado por 

Diferença entre ser bofinho e ser transexual






       Oi meninas, faz um tempo que eu quero abordar esse tema, e sinceramente acho muito importante para pessoas que tem uma certa confusão mental em relação a transexualidade e meninas que parecem meninos, mas querem continuar se identificando como mulheres. Fico muito feliz do mundo estar evoluindo, mesmo sendo esses passos curtos ainda. É preciso trabalhar a informação e quebrar muitos preconceitos.

       Como já expliquei aqui no blog, bofinhos são aquelas meninas que gostam de usar roupa masculina, perfume masculino e assumem um jeito de ser mais para o lado masculino, só que mesmo assim continuam com várias características femininas e não sentem necessidade de mudar isso.

        A pessoa que é transexual, ela não se identifica com o corpo que possui, é como se estivesse aprisionado num corpo que não corresponde a suas atitudes mentais. É necessário que o trans faça um tratamento com psicólogo antes de fazer a cirurgia de mudança de sexo. E na minha opinião acho isso muito importante. 

       Eu sou bofinho, sou mulher, sou homossexual e antes de tudo isso sou um ser humano. Infelizmente, o preconceito que mais me incomoda vem dos próprios homossexuais. Aqueles que estão presos a padrões da sociedade e mesmo passando por preconceito todos os dias, não aprendem a respeitar as diferenças. 

      Meninas espero que esse post ajude muitas pessoas. 



Um beijo para todas as leitoras e leitores do Blog.


Tem perguntas pra mim? Façam aqui: http://ask.fm/roseleluiza


FONTE:
http://somoslesbicasedai.blogspot.com.br/

domingo, 11 de agosto de 2013

Lei que exclui lésbicas de reprodução assistida cria polêmica na Espanha

Lei que exclui lésbicas de reprodução assistida cria polêmica na Espanha

Agência Brasil | 10h48 | 11.08.2013

Texto agora segue para o Conselho de Ministros e dependerá da sanção do rei


Grupos em defesa dos direitos dos homossexuais e feministas na Espanha protestam contra um projeto de lei que impede lésbicas de usar o sistema público de saúde para tratamentos de reprodução assistida. O texto do projeto de lei define a esterilidade como a "ausência de consecução de gravidez após 12 meses de relações sexuais com coito vaginal sem uso de métodos contraceptivos".
Se transformada em lei, a normativa deixaria sem atendimento pelo sistema público as mulheres que pretendem ser mães mas não querem ter envolvimento sexual com um homem para a geração de filhos. Também são critérios para ter acesso ao financiamento público a idade do paciente (a mulher deve ter no máximo 40 anos e o homem, 50 anos) e não ter se submetido antes à esterilização voluntária.
A norma foi aprovada pelo Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde, ainda que a proposta tenha sido rejeitada por quatro das dezessete comunidades autônomas da Espanha. O texto agora segue para o Conselho de Ministros e dependerá da sanção do rei para se tornar um decreto real, passando a ser adotado em todo o país.
Na prática, algumas regiões da Espanha, como a Comunidade Valenciana e a Catalunha, há dois anos já aplicam essas restrições a mulheres que vivem sozinhas ou a lésbicas que tentam o tratamento na rede pública.

FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=364469

domingo, 31 de março de 2013

O QUE SÃO LÉSBICAS?


O QUE SÃO LÉSBICAS?

Uma lésbica é uma mulher homossexual, uma mulher que tem atração sexual, física e afetiva por outra mulher. As lésbicas sentem desejos sexuais por outras mulheres, têm romances e relações sexuais com outras mulheres. Não existe uma causa definida para o lesbianismo, assim como não se tem uma causa definida para qualquer tipo de orientação sexual. O lesbianismo sofreu algumas mudanças ao longo dos tempos, ainda que as alterações sejam consideradas mínimas. Antes, era impensável ver duas mulheres na rua a demonstrar o seu amor e hoje, esse cenário já é permitido embora as pessoas continuem a virar a cara em sinal de repulsa. As normas da sociedade não foram concebidas a pensar nestas realidades, daí que seja difícil para as pessoas aceitarem-na. Ao se discutir o lesbianismo, deve-se manter em mente o fato de que as lésbicas, tal como outros grupos, ainda são alvo de muita discriminação. Esta discriminação geralmente começa no próprio lar, depois se estende à escola e, subseqüentemente, ao trabalho.
Atração erótica por indivíduos do próprio sexo. Pode ser episódica (sobretudo na puberdade e na adolescência, em contextos de educação unissexual), preponderante (coincidindo com heterossexualidade) ou permanente. Hoje, considera-se como desvio funcional ainda não totalmente explicado. A Igreja acolhe com delicadeza e prudência as pessoas homossexuais (homens ou mulheres), procurando ajudá-las a vencer as suas tendências desviantes, pela prática da castidade e por tratamentos adequados. Mas, por motivos prudenciais, não aceita candidatos homossexuais ao sacramento da Ordem. Quanto aos actos homossexuais (sodomia, lesbianismo), que radicam no vício capital da luxúria, a tradição cristã consideram-nos intrinsecamente depravados e desordenados, especialmente quando incidem sobre crianças. Em algumas zonas dos Estados Unidos existiam determinados arranjos que permitiam conviver a duas mulheres sem depender de um homem, sendo o mais conhecido o dos casais de Boston.
Com a chegada do século XX surgiram as primeiras organizações que lutavam pelos direitos das lesbianas, como Heterodoxy, sendo criada em 1955 “Daughters of Bilitis”, a primeira organização exclusivamente lésbica. Sigmund Freud, médico vienense, no início de nosso século, vislumbrou a homossexualidade como resultado de conflitos havidos durante o desenvolvimento psicossexual, tentando explicar o homossexualismo masculino como resultado de exagerada ligação edipiana com a mãe. Entendia o mestre que, nessa hipótese, na puberdade, muitos jovens, num processo inconsciente, ante a incapacidade de renunciar à genitora como objeto sexual, chega a identificar-se com ela, tendendo a “transformar-se” nela e a procurar objetos a que possa manifestar afeição, carinho e amor, e de que possa cuidar na forma como foi querido e cuidado. Referentemente ao lesbianismo, Freud entendia que, depois da fase fálica, a mulher sentir-se-ia impelida a trocar o clitóris pela vagina como órgão sexual e a mudar, igualmente, o objeto do seu amor, quer dizer, trocar a mãe pelo pai. Nessa difícil, para não dizer crítica, dupla passagem, que exige um enorme esforço psíquico, viria a jovem a identificar-se com o pai ou com a mãe virilizada e regredir a uma virilidade inconfundível com a fase fálica infantil. Para tudo funcionar normalmente tem que se passar a fase do respeito para a aceitação, do "virar a cara" para o olharem frente. O caminho para o amor pode estar em qualquer lado, e optar por um relacionamento com alguém do mesmo sexo é uma decisão individual, que as restantes pessoas devem aceitar e respeitar sem críticas ou comentários menos dignos. Este sim é o verdadeiro progresso para a nossa condição social e para a evolução da humanidade.

Fontes de matéria:
FONTE: http://www.variedades1.com/2012/04/o-que-sao-lesbicas.html


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O que assistir?


O que assistir?

Bom, como todo mundo sabe, The L Word não tem chances de voltar =/
É uma pena, pois o seriado era incrível.
E, apesar de assistirmos vários filmes do tema, acompanhar uma série é algo bem mais interessante.
Então, com a falta de opção do que assistir, encontramos outras séries Lésbicas que são tão boas (ou melhores) que TLW.
Abaixo, uma pequena lista com sinopse e fotos. Divirtam-se!


THE REAL L WORD
Assim como em The L Word, a maioria delas é rica e bem sucedida. Além do fato de todas mulheres serem gays. Essa é uma questão que sempre deixou muito á desejar, afinal, não é bem assim (nem perto disso). The Real L Word é o novo show de Ilene Chaiken, a responsável pela criação do maior seriado lésbico que já existiu, The L Word. Por isso, existem algumas semelhanças. A série centra-se nas vidas de uma série de mulheres lésbicas e bissexuais que vivem no bairro em Los Angeles. Infelizmente, a série ainda não tem continuação.



LIP SERVICE
Particularmente posso dizer que AMEI essa série. Já começa com a diferença que elas são pessoas normais, que precisam trabalhar (algumas estão até sem emprego) para ganhar a vida. Assim como TRLW, a série não continua, e ficamos sem saber o desfecho da história. A história se passa em Glasgow, na Escócia e tem como base as experiências da autora e de suas amigas, transpostas para a TV com o objetivo de explorar os diferentes aspectos da intimidade homossexual de jovens mulheres. Série profunda e que prendeu minha atenção.



ANYONE BUT ME
Essa se trata de uma webserie, com websódios que possuem, em sua maioria, 10 minutos de duração. A história gira em torno de duas jovens: Vivian e Aster, que acabam sendo separadas pois Vivian não tem outra alternativa a não ser deixar a cidade com seu pai depois dos problemas de saúde surgidos após o 11 de setembro tê-lo feito se aposentar. Esse novo drama divertido e relevante fala para todas as idades e corações seguindo a jornada de 6 jovens e os adultos que tentam entendê-los.



Estamos à procura de mais séries. Se souberem de mais alguma, indiquem! =D
Assim que sobrar mais um tempinho, vamos tentar postar aqui alguns filmes que gostamos e valem à pena serem indicados. Continuem acompanhando o blog que amanhã tem surpresa no ar hehe ^^
Bjins da Flá


FONTE: http://segredosdeumalesbica.blogspot.com.br/

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Será que é impossível ser feliz sozinho?


Será que é impossível ser feliz sozinho?



          Oi meninas, tenho pensado em muitas coisas ultimamente, e resolvi escrever sobre essa reflexão: Tom Jobim já dizia: “Fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho.”

         Até concordo que o amor é fundamental em nossas vidas. Mas, para mim a palavra impossível tem um peso maior. Eu acredito que existam pessoas que conseguem a felicidade sem estar em um relacionamento. Isso é muito cultural, aprendemos que precisamos de outra pessoa para nos sentir completos, mas não é uma verdade absoluta.

       Muita gente só se sente realizado quando encontra um amor. Amar é muito bom e isso é incontestável, mas eu pessoalmente não consigo ver como única forma para se sentir feliz.

    Se você se sente sozinha faça coisas que você gosta. Preencha seu tempo com coisas que te acrescentem: Estude, saia de casa, conheça gente nova, veja bons filmes e se entregue a sua felicidade individual. Porque só quando aprendemos a gostar de nós mesmos é que conseguimos que outra pessoa se aproxime e passe a gostar da gente também.

      Bom meninas, espero a opinião de vocês nos comentários. Sigam o blog, eu amo ter vocês aqui.  Até a próxima.




FONTE: http://somoslesbicasedai.blogspot.com.br/

domingo, 9 de dezembro de 2012

Namoro: O que não fazer?


Namoro: O que não fazer?



        Oi meninas, dezembro chegou e com ele se aproxima o final de mais um ciclo das nossas vidas. A postagem de hoje surgiu de umas brincadeiras com uma prima minha. Ela sempre fala que eu deveria escrever um livro com o título: "O que não fazer em um relacionamento". Óbvio, que ela fala isso me zuando pelos meus relacionamentos que fracassaram.

      Resolvi fazer um post sobre isso utilizando da minha experiência de vida. Vou enumerar 5 dicas valiosas:


1. Não faça a pegajosa: Mulher, não seja daquelas namoradas que ligam 10 vezes no dia, que manda SMS a cada 20 minutos. Exageros a parte, é sério, isso estraga muitos namoros. Não que você deva ser uma namorada ausente, ligar 2 vezes no dia já tá ótimo. De preferência pra desejar um bom dia, e a outra ligação a noite pra perguntar como foi o dia dela e desejar boa noite.

2. Não faça tudo do jeito dela: Genteee, taí uma coisa que faz a pessoa achar que pode comandar a sua vida e quando ela cansar vai te meter o pé bonito. Então, faça só o que for possível. Não desmarque eventos pra sair no dia que ela quer. Lembre-se que relacionamento é uma troca, se imponha quando for preciso.


3. Não abandone seus amigos: Legal neh, sair com a namorada. Fazer tudo com ela. Mas, e seus amigos? Ah, eram eles que saíam com você quando estava solteira. Hum, e também foram eles que te ouviram quando estava naquela deprê neh? Mas, agora você tá bem, tá namorando e a importância de ter eles por perto parece ter diminuído. ERROOOOOOOOOOO! Minha querida, quando a fulana resolver te dar as contas são eles que vão ficar do seu lado, apesar de você ter sido uma FDP com eles. Então, quando estiver namorando, saia com ela e com seus amigos. Namorada boa é aquela que sai junto. Faz um esforço pra aguentar seus amigos, ou até vira amiga deles também.

4. Não banque a apaixonada na rede social: É triste, mas a felicidade demonstrada demais atrai inveja. E isso tem uma negatividade avassaladora. Se preserve, quem tem que saber da sua vida amorosa é você e ela. Então nada de encher o mural dela com declarações e nem o seu. ok? Dicoooona essa.

5. Não demonstre que está de quatro por ela: Pessoas gostam do que não tem. Tenso, mas é um fato. Faça coisas românticas sim, mas não todos os dias. Demonstre que sempre há a possibilidade de te perder. Afinal, você é uma mulher incrível.  Porque se ela começar a perceber que você não poderia viver sem ela. Ela relaxa, pois você já ta conquistada. CUIDADO! É nesse momento que rola traição porque muitas pessoas adoram aquela adrenalina de aventuras. Se liguem.



Meninas, espero que tenham gostado do post desse mês! Sigam o blog  =) 

Novidade: Agora eu faço parte da equipe SAPALÉSBICA. Ganhei uma coluna chamada Habitando o brejo. Vou aproveitar e deixar um beijo pra gata Lú Vieira que me convidou para escrever no blog dela.



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FONTE: http://somoslesbicasedai.blogspot.com.br/2012/12/namoro-o-que-nao-fazer.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+SomosLsbicasEDa+(SOMOS+L%C3%89SBICAS+E+DA%C3%8D+?)

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O QUE SÃO LÉSBICAS?


O QUE SÃO LÉSBICAS?

Uma lésbica é uma mulher homossexual, uma mulher que tem atração sexual, física e afetiva por outra mulher. As lésbicas sentem desejos sexuais por outras mulheres, têm romances e relações sexuais com outras mulheres. Não existe uma causa definida para o lesbianismo, assim como não se tem uma causa definida para qualquer tipo de orientação sexual. O lesbianismo sofreu algumas mudanças ao longo dos tempos, ainda que as alterações sejam consideradas mínimas. Antes, era impensável ver duas mulheres na rua a demonstrar o seu amor e hoje, esse cenário já é permitido embora as pessoas continuem a virar a cara em sinal de repulsa. As normas da sociedade não foram concebidas a pensar nestas realidades, daí que seja difícil para as pessoas aceitarem-na. Ao se discutir o lesbianismo, deve-se manter em mente o fato de que as lésbicas, tal como outros grupos, ainda são alvo de muita discriminação. Esta discriminação geralmente começa no próprio lar, depois se estende à escola e, subseqüentemente, ao trabalho.
Atração erótica por indivíduos do próprio sexo. Pode ser episódica (sobretudo na puberdade e na adolescência, em contextos de educação unissexual), preponderante (coincidindo com heterossexualidade) ou permanente. Hoje, considera-se como desvio funcional ainda não totalmente explicado. A Igreja acolhe com delicadeza e prudência as pessoas homossexuais (homens ou mulheres), procurando ajudá-las a vencer as suas tendências desviantes, pela prática da castidade e por tratamentos adequados. Mas, por motivos prudenciais, não aceita candidatos homossexuais ao sacramento da Ordem. Quanto aos actos homossexuais (sodomia, lesbianismo), que radicam no vício capital da luxúria, a tradição cristã consideram-nos intrinsecamente depravados e desordenados, especialmente quando incidem sobre crianças. Em algumas zonas dos Estados Unidos existiam determinados arranjos que permitiam conviver a duas mulheres sem depender de um homem, sendo o mais conhecido o dos casais de Boston.
Com a chegada do século XX surgiram as primeiras organizações que lutavam pelos direitos das lesbianas, como Heterodoxy, sendo criada em 1955 “Daughters of Bilitis”, a primeira organização exclusivamente lésbica. Sigmund Freud, médico vienense, no início de nosso século, vislumbrou a homossexualidade como resultado de conflitos havidos durante o desenvolvimento psicossexual, tentando explicar o homossexualismo masculino como resultado de exagerada ligação edipiana com a mãe. Entendia o mestre que, nessa hipótese, na puberdade, muitos jovens, num processo inconsciente, ante a incapacidade de renunciar à genitora como objeto sexual, chega a identificar-se com ela, tendendo a “transformar-se” nela e a procurar objetos a que possa manifestar afeição, carinho e amor, e de que possa cuidar na forma como foi querido e cuidado. Referentemente ao lesbianismo, Freud entendia que, depois da fase fálica, a mulher sentir-se-ia impelida a trocar o clitóris pela vagina como órgão sexual e a mudar, igualmente, o objeto do seu amor, quer dizer, trocar a mãe pelo pai. Nessa difícil, para não dizer crítica, dupla passagem, que exige um enorme esforço psíquico, viria a jovem a identificar-se com o pai ou com a mãe virilizada e regredir a uma virilidade inconfundível com a fase fálica infantil. Para tudo funcionar normalmente tem que se passar a fase do respeito para a aceitação, do "virar a cara" para o olhar em frente. O caminho para o amor pode estar em qualquer lado, e optar por um relacionamento com alguém do mesmo sexo é uma decisão individual, que as restantes pessoas devem aceitar e respeitar sem críticas ou comentários menos dignos. Este sim é o verdadeiro progresso para a nossa condição social e para a evolução da humanidade.

Fontes de matéria:


Read more at http://www.variedades1.com/2012/04/o-que-sao-lesbicas.html#iDtYgo3kgpHauRxk.99 


FONTE: http://www.variedades1.com/2012/04/o-que-sao-lesbicas.html


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Ser lésbica e o desafio do mercado de trabalho

Ser lésbica e o desafio do mercado de trabalho
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Olá mulheres maravilhosas que aqui visitam. Nosso assunto de hoje é muito importante. O mercado de trabalho nos dias atuais não está fácil para ninguém. É preciso qualificação e bons contatos para encontrar espaço. Existem vários tipos de pessoas nesse meio e entre elas claro, pessoas preconceituosas.

Eu já senti esse preconceito, não diretamente. Mas, no olhar e na maneira de tratamento já deu para perceber. Principalmente para moça bofinho ou para um rapaz “pintoso” é sempre mais complicado.

Infelizmente, a discriminação ainda existe com o sujeito que é diferente dos padrões estabelecidos pela sociedade. Eu escolhi uma área bastante ligada ao tradicional e a imagem: “ O Direito”. Sempre soube que não seria fácil para mim que tenho esse jeito super masculino e que isso poderia me causar um pouco de desconforto, mas aceitei o desafio e esse ano me formo e estou preparada para encarar o que for preciso.

Talvez, algumas de vocês já tenham passado por alguma situação de desconforto no trabalho por preconceito e por isso resolvi trazer essa discussão para o nosso Blog. Meninas, procurem  sempre ser o melhor que vocês conseguirem, se destaquem, conquistem seu espaço e sejam realizadas profissionalmente. Não deixem se abater por ninguém e mostrem que vocês podem sim ser grandes profissionais.

Para finalizar,  eu quero dizer que estou muito feliz pelo crescimento do blog, fiz ele para vocês se expressarem. Colocando aqui um pouco da minha vida espero estar acrescentando algo na vida de vocês. Portanto, muito obrigada.

Sigam e comentem os posts é muito importante o retorno de vocês.

Me encontrem nas redes sociais

Beijo a todas e até a próxima!


FONTE: 
http://somoslesbicasedai.blogspot.com.br/2012/03/ser-lesbica-e-o-desafio-do-mercado-de.html

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Libido (ou Cheiro de Pizza)

A internet tem dessas coisas: provocar minha libido, instigar minha imaginação e meu sexo, como quem brinca com o desejo do outro deitado num divã do analista. Depois, sufoco-me em um espasmo de gozo conseguido sozinha no quarto, enquanto todos dormem e as lembranças do ciberespaço tomam corpo.
Mas, agora, o sol ainda não se foi e as portas na casa de família permanecem abertas. A moralidade perdida nos pensamentos disfarçados pelo rosto que, cedo, aprendeu a fingir deve ser respeitada. E os dedos ágeis, mas frustrados, perdem-se nas teclas do computador enquanto a noite não chega.
Há uma moça. Morena clara, sobrancelhas grossas, sorriso de menina. Ela fala de suas fantasias com a inocência maliciosa das ninfetas. Desperta meu desejo, mas me comporto. Quero mantê-la por perto e temo assustá-la com minha vontade de possuí-la.
Ela come pizza com guaraná, “mussarela sem tomate”. Fala da pizza, saboreia se lambuza e me acende. Penso em sua boca, seus seios, seu sexo. A pizza vira um convite na minha imaginação. Mas, ela nada sabe e eu apenas sorrio com o canto da boca, pensando, sonhando, guardando para noite as lembranças dessa conversa pelo computador.
As mulheres despertam meu desejo quando dentro da tela virtual. No dia-a-dia, passam despercebidas como fantoches representando seus papéis nesse mundo de robôs. Eu na minha personagem também sigo reservada. A prudência e o medo de me revelar diante do preconceito social são meus vigias carrascos. Por isso fujo para dentro da tela, vou ao encontro do meu desejo como quem busca por água quando a sede aperta.
E são tantos os braços, as pernas, seios, barrigas, bocas e olhos desfilando pela tela; sem pele, sem cheiro, sem gosto… Mesmo assim, a libido desperta.
A tarde continua seu curso e a ideia fixa na moça da pizza faz surgir essas linhas que não esgotam o desejo. Pelo contrário, torna-o mais intenso. E o rosto é traído por uma língua que molha os lábios. Ninguém percebe.
A família ao lado não imagina o que se passa e a moça ao computador continua segura em seu mundo de fantasias. Mesmo assim, não quer arriscar. Ela respira fundo e se levanta. A escrita já não controla seu desejo, mas o sol teima em não ir embora…
Toma uma atitude. Ao telefone pede pizza com guaraná: “uma mussarela sem tomate”.




Hannah Abraão é visceral. Exposta, liberta sentidos em um universo de fantasias. Nas palavras, um desejo latente. Sedução.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

FETICHE I E II

Fetiche I...


Particularmente sempre tive a fantasia de transar no carro. Minha tara era muito bem elaborada e imaginada, cheia de detalhes tesudos que precisavam de muita coragem para por esta fantasia em prática. Me Imaginava com alguma garota ( as vezes com mais de uma) sempre muito gostosas, claro! Eu dirigia e comia ela com os olhos até algum lugar não muito reservado, apenas pouco frequentado, não importando se fosse dia ou noite. Então nós começávamos se pegando pra valer, ou com delicadeza em um beijo bem demorado sem língua, eu afastava o assento do motorista e a menina subia no meu colo, ela usava saia e estava sem calcinha, o cheiro maravilho do tesão dela me invadia e eu começava a meter sem preliminares na buceta gostosa dela e suas costas se esfregavam e se machucavam no volante, mas não doía porque ela queria mais e mais... Talvez mais tarde doesse, mas qualquer sacrifício teria valido a pena. Mesmo tendo o nosso carro há alguns meses, eu e Flávia ainda não tínhamos “inaugurado” devidamente o carro. Em uma sexta à noite Flávia me convidou para dar uma volta. Saímos e ela me levou até um lugar alto daqui da cidade, não o mais alto, porém com uma bela visão noturna. A semana que tinha se passado nós havíamos brigado muito, sempre por motivos estúpidos e na sexta não tinha sido diferente, brigamos mais uma vez. Já saímos de casa discutindo, mas tudo passou quando estávamos no alto do morro e pensando em sexo. Automaticamente meu corpo relaxou e eu estava esperando os orgasmos que viriam. Flávia estacionou no final da rua, tinham umas três casas na rua toda, mas todas elas estavam com as luzes acesas e na primeira casa uma pessoa saiu e veio ver quem estava passando de carro. Insisti em transar ali mesmo, mas teria sido muita falta de sensatez e saímos de lá procurando outro lugar para estacionar. De repente lembrei-me de uma rua que seria perfeita para nossas intenções: ambiente residencial, rio tranquilo aos fundos da rua arborizada e pouco iluminada. A noite estava quente, eu usava um short de dormir e uma blusa simples, estava sem sutiã. Flávia tinha chegado pouco antes do trabalho usava calça jeans e blusa. Ela parou o carro perto do rio e tirou a calça, eu já estava reclinando meu assento e tirava minha blusa revelando meus seios pequenos à meia luz do poste logo adiante. Flávia veio para o meu assento, deitou-se como pode e abriu as pernas, puxou a minha mão para sua buceta e a comi com movimentos circulares, metendo gostoso como eu sempre quis. Não demorou muito e o vidro começou a ficar embaçado, as vezes eu batia a coxa no freio de mão ou batia o pé no painel, mas não consegui me desconcentrar de Flávia que estava muito cheirosa e molhada, provavelmente estava em seus dias férteis pois sua lubrificação era muito intensa e gostosa. Aquela situação apertada e quente me fez gozar logo só esfregando minha buceta na coxa dela. Tive que continuar metendo nela mais alguns minutos e com bastante esforço, meus orgasmos me deixam exausta, até que ela finalmente sussurrou como de costume para mim: “assim... vai continua... assim Clara...”
Olhei meus dedos sob a meia luz, estavam brancos de gozo e lubrificação e tão cheirosos que me consumiram por completo. Flávia voltou para o assento de motorista e dirigiu até em casa. Só de calcinha e sutiã... 

Fetiche II


Quando chegamos à garagem pedi um beijo. Aquele beijo me ascendeu novamente então puxei a mão de Flávia para minha calcinha e puxei-a para o lado. Os dedos de Flávia facilmente penetraram minha vagina, senti-os largos e compridos e quis mais. Mais que o habitual, já que minha namorada sempre me comeu enfiando só a metade dos dedos, desta vez (e ultimamente) eu queria mais, então ela me fodeu toda com os dedos até onde entravam em mim. Sentia que o meu orgasmo estava próximo, mas cada vez que eu estava quase gozando o orgasmo passava, a tensão de estar na garagem de casa em uma rua cheia de vizinhos me deixava mais tensa do que transar naquela rua que não era minha e foi assim umas três vezes até que finalmente pedi que ela me fodesse mais forte e gozei. Meu gozo foi intenso, especialmente nesta noite queria sentir os dedos fortes dela, entrando e saindo com brutalidade de minha vagina.
Em casa, na cama, estávamos assistindo televisão e conversando quando começamos a nos beijar novamente. Minha bucetinha queria sentir aqueles dedos maravilhosos e delicados mais uma vez. Não há regras entre nós, só o mais frequente: eu ativa, ela passiva. Mas há dias em que sinto um desejo enorme de dar para a Flávia, está em mim, está em nós mulheres, às vezes preciso ser comida. No primeiro beijo já lhe pedi que me acariciasse novamente. Conforme ia massageando meu grelo seus dedos entravam um pouquinho e logo já estavam dentro de mim, entrando e saindo, me fazendo revirar os olhos.
Suas unhas, que estão sempre compridas, me arranhavam e me cortavam levemente fazendo com que meu sangue e meu gozo se misturassem. O cheiro adocicado do sangue era divino e a foda que a Flávia estava me proporcionando também. Queria sentir no fundo, queria que ela me tocasse o mais profundo que alcançasse, em movimentos circulares... Circular, circular... assim, mais, mais... não pára...! Ahhhhhhhhhhhhh... Eu te amo Flávia. 

FONTE:  http://segredosdeumalesbica.blogspot.com/2011/10/fetiche-i.html

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GLBTT - GAY, LESBICAS, BISEXUAIS, TRAVESTIS E TRANSEXY

terça-feira, 18 de outubro de 2011

E quando a amizade se torna amor?

E quando a amizade se torna amor?


Meninas que saudades de escrever para vocês, mas hoje surgiu um tema que eu tinha que dividir com minhas leitoras. Então vamos lá. kkk'

Viver na "Lesbolândia" não é nada fácil, Naum ém? Passamos por tantas situações que são assuntos para uns 100.000 posts. Hoje resolvi trazer pra cá um assunto que eu já passei. Sabe aquela amiga? Sim, essa mesmo!Gata pacas, gente boa, inteligente, gosta das mesmas coisas que você e ela é sempre o seu assunto preferido com os demais amigos.CUIDADO!!! Você pode estar afinzaça dela e todo mundo vê menos você.

Bom, é uma situação difícil, porque rola aquele medo de estragar uma amizade maravilhosa, mas um conselho que eu dou é sempre agir pensando nas consequências. Se essa mulher vale a pena, é tudo de bom, é tudo o que você deseja? Por que não lutar por ela? Coloque na balança a amizade e o amor e veja qual pesa mais. Se conseguir equilibrar os dois maravilha. Evite sofrer, a medida que amadurecemos vamos vendo que sofremos porque deixamos a energia ruim tomar conta e podemos combater isso com muito força de vontade e um belo de um sorriso no rosto. hahaha'

Então, meninas é isso aí.

Beijos para todas as minhas amadas leitoras e seguidoras. Quem ainda não segue o blog peço que siga é bom ter vocês aqui.


Fuii e até o próximo post.

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