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segunda-feira, 19 de abril de 2021

Butantan recebe insumo e fabricará mais 5 milhões de vacinas CoronaVac

Laboratório chinês enviou 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo

Por Agência Brasil - O Instituto Butantan recebeu hoje (19) insumos para a fabricação de mais 5 milhões de doses da vacina contra a covid-19. Os 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA) foram enviados pelo laboratório chinês Sinovac, de Pequim, na última sexta-feira (16). O material foi transportado por um avião da companhia aérea Turkish Airlines, que fez escala em Istambul, na Turquia, e em Dakar, no Senegal, antes de desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos hoje.

O Butantan já entregou 40,7 milhões de doses da vacina CoronaVac para serem aplicadas em todo o Brasil pelo Programa Nacional de Imunizações. Até o fim deste mês, a instituição deve finalizar o primeiro contrato firmado com o Ministério da Saúde para disponibilização de 46 milhões de doses.

Em São Paulo, segundo o último balanço do governo estadual, já foram aplicadas 8,8 milhões de doses, sendo 2,9 milhões da segunda dose, o que fecha o ciclo de imunização.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-04/butantan-recebe-insumo-e-fabricara-mais-5-milhoes-de-vacinas-coronavac

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Laboratório brasileiro desenvolve teste de Covid-19 mais rápido e acessível

Além de identificar se o paciente já pegou ou não o vírus, o exame deve conseguir, em breve, identificar se a pessoa está transmitindo a doença
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Desde que a pandemia de Covid-19 chegou ao Brasil, a falta de testes e seu preço elevado têm prejudicado o combate à doença no país. Agora, porém, o Grupo Fleury desenvolveu um novo exame, mais acessível e rápido que o tradicional RT-PCR, que pode resolver esse problema. Além de identificar se o paciente já pegou ou não o vírus, o teste deve conseguir, em breve, identificar se a pessoa está transmitindo a doença.

LEIA MAIS EM: 
https://olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/laboratorio-brasileiro-desenvolve-teste-de-covid-19-mais-rapido-e-acessivel/101315

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Vacina para covid-19 mostra resultado promissor

Ações do laboratório americano dispararam com o anúncio
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O laboratório americano Moderna informou nesta segunda-feira (18) que sua vacina experimental contra a covid-19 mostrou potencial em um estudo de estágio inicial, já que produziu anticorpos neutralizadores do vírus semelhantes àqueles encontrados em pacientes recuperados, o que fez o preço das ações dispararem cerca de 25%.

A vacina da empresa está na vanguarda dos esforços de desenvolvimento de um tratamento para o vírus de disseminação veloz e, na semana passada, recebeu o selo de "aprovação rápida" da agência de saúde dos Estados Unidos para que a revisão regulatória seja acelerada. A Moderna espera iniciar um estudo de estágio final mais amplo em julho.

Atualmente não existem tratamentos ou vacinas aprovados para a covid-19, causada pelo novo coronavírus, e especialistas preveem que uma vacina segura e eficiente pode demorar de 12 a 18 meses.
Oito pacientes que receberam a vacina da Moderna mostraram níveis de anticorpos similares àqueles de pessoas que se recuperaram da covid-19, segundo resultados iniciais do estudo feito pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA.
Todos os 45 participantes do estudo receberam três doses diferentes da vacina, e a Moderna disse que viu um aumento de dependência da dose na imunogenicidade, a capacidade de provocar uma reação imune no corpo.
"Essas são descobertas significativas, mas é um ensaio clínico de estágio inicial que incluiu apenas oito pessoas. Foi projetado para a segurança. Não para a eficácia", disse Amesh Adalja, especialista em doenças infecciosas do Johns Hopkins Center for Health Security, que não estava envolvido no estudo.
Os dados iniciais oferecem um vislumbre de esperança para uma vacina entre as mais avançadas em desenvolvimento.
Adalja disse que muitas falhas podem ocorrer entre agora e o momento em que a vacina for testada quanto à eficácia em milhares de pessoas. "O que vemos é encorajador", disse ele.

Maximizando doses

"No contexto de uma pandemia, esperamos que a demanda exceda em muito a oferta e, quanto menor a dose, mais pessoas esperamos poder proteger", disse o médico chefe Tal Zaks.
Em abril, o governo dos EUA fez uma aposta na Moderna, apoiando sua vacina com US$ 483 milhões da Autoridade Biomédica de Pesquisa e Desenvolvimento Avançado (Barda), parte do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS).
A empresa disse que o avanço permitirá fornecer milhões de doses por mês em 2020 e, com investimentos adicionais, dezenas de milhões por mês em 2021, se a vacina for bem-sucedida.
"Estamos investindo para intensificar a fabricação para que possamos maximizar o número de doses que conseguimos produzir para ajudar a proteger tantas pessoas quanto pudermos da Sars-CoV-2", disse o executivo-chefe da Moderna, Stéphane Bancel.
A empresa assinou contratos com a farmacêutica suíça Lonza Group e com o governo dos EUA para produzir em grande quantidade a vacina, que se mostrou segura e bem tolerada no estudo de estágio inicial.
Um participante do teste teve vermelhidão no local da injeção, o que foi caracterizado como um efeito de "grau 3". Não foi relatado nenhum efeito colateral grave, segundo a empresa.
As ações da Moderna subiram 240% no espaço de 12 meses encerrado na última sexta-feira (15).

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Cientista brasileira cria “caneta” que detecta câncer durante cirurgia

A química é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos
REPRODUÇÃO/UNIVERSIDADE DO TEXAS
Uma cientista brasileira de 33 anos desenvolveu uma espécie de caneta capaz de detectar células tumorais em poucos segundos. Livia Schiavinato Eberlin é formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e, apesar da pouca idade, já é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos.

Foi lá que, há quatro anos, ela iniciou os estudos de um dispositivo capaz de extrair moléculas de tecido humano e apontar, no material analisado, a presença de células cancerosas A tecnologia está em estudo, mas já teve resultados promissores ao ser usada na análise de 800 amostras de tecido humano.

A pesquisadora, que já mora há dez anos nos EUA, para onde se mudou para fazer doutorado, está no Brasil nesta semana para apresentar os achados da pesquisa no congresso Next Frontiers to Cure Cancer, promovido anualmente pelo A.C. Camargo Cancer Center na cidade de São Paulo.

Nos Estados Unidos, Livia ganhou destaque na comunidade científica ao ser uma das personalidades selecionadas em 2018 para receber a renomada bolsa da Fundação MacArthur, conhecida como “bolsa dos gênios” e destinada a profissionais com atuação destacada e criativa em sua área. O prêmio, no valor de U$ 625 mil (cerca de R$ 2,5 milhões), é de uso livre pelo bolsista.

A pesquisadora explicou que a caneta, batizada de MacSpec Pen, tem como principal objetivo certificar, durante uma cirurgia oncológica, que todo o tecido tumoral foi removido do corpo do paciente. Isso porque nem sempre é possível visualizar a olho nu o limite entre a lesão cancerosa e o tecido saudável. “Muitas vezes o tecido é retirado e analisado por um patologista ainda durante a cirurgia para confirmar se todo o tumor está sendo retirado, mas esse processo leva de 30 a 40 minutos e, enquanto isso, o paciente fica lá, exposto à anestesia e a outros riscos cirúrgicos”, explica Livia.

POR METRÓPOLES

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Especialistas dos EUA que investigam zika criticam laboratórios do Brasil

A equipe visitou ao longo destes dias centros de atendimento e analisou as linhas de investigação que estão em curso em Pernambuco



BRASIL AMERICANOS


Integrantes do Centro de Controle de Doenças (CDC) que vieram ao Brasil para colaborar com as investigações da epidemia de nascimentos de bebês com microcefalia criticaram as condições dos laboratórios públicos do País. No encerramento de uma visita de quatro dias, técnicos fizeram elogios à equipe técnica, mas disseram estar penalizados com as condições dos laboratórios nos Estados. "Num país tão grande, é uma pena", comentou um dos participantes do grupo.

A equipe visitou ao longo destes dias centros de atendimento e analisou as linhas de investigação que estão em curso em Pernambuco, Estado que concentra 646 dos 1.248 casos suspeitos da má-formação no Brasil.
Diante do aumento de casos suspeitos, o Instituto Evandro Chagas (IEC), referência para esse tipo de pesquisa, está sobrecarregado. O atraso na liberação de resultados é visto como uma ameaça à agilidade na avaliação da epidemia e a até mesmo a definição dos rumos a tomar. A ideia do governo é ampliar os centros credenciados para fazer as análises. Já está definida a realização de cursos de capacitação para equipes de outros laboratórios e a compra de insumos necessários para fazer os testes de identificação do zika, vírus que é associado ao aumento súbito do número de nascimentos de bebês com a má-formação.
O vírus chegou ao Brasil este ano, espalhou-se por 18 Estados e provocou epidemias no Nordeste. Meses depois do aumento de casos em adultos, vigilâncias sanitárias começaram a identificar um aumento de casos de bebês com microcefalia, uma má-formação até então considerada rara que, em 90% dos casos, leva à deficiência mental, problemas de audição, locomoção e visão na mesma região onde foram registrados os surtos.
Logo se levantou a suspeita de uma ligação entre o surto de zika e os nascimentos de bebês com microcefalia. A relação foi comprovada no sábado passado, depois que o IEC comprovou a presença de traços do vírus no material coletado de uma criança, nascida no Ceará.
Ao contrário do que ocorre com a dengue, não há kits de diagnósticos para o zika. A confirmação da infecção é feita por meio de um exame mais trabalhoso, caro e demorado, o RT-PCR, que procura identificar material genético do vírus no sangue ou em tecidos. Justamente por isso, o diagnóstico até hoje para casos na população em geral era feito por meio de sintomas clínicos. Apenas uma amostra dos casos é encaminhada para avaliação.
Nesta quinta, 3, a secretária-executiva de Vigilância em Saúde de Pernambuco, Luciana Albuquerque, afirmou que há possibilidade de o Laboratório Central de Pernambuco (Lacen) participar dessa nova rede.
O esforço para dar mais agilidade na análise dos casos teve início com a mudança nos critérios para classificação da microcefalia. A nova regra é mais restrita, algo que, na prática, vai reduzir a quantidade de casos novos suspeitos e, com isso, a demanda para investigação. A medida começou em Pernambuco e deve se estender para todo o Brasil. A equipe técnica do governo afirma que o critério agora adotado é o mesmo da Organização Mundial da Saúde.
FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/163997/especialistas-dos-eua-que-investigam-zika-criticam-laboratorios-do-brasil

sábado, 31 de janeiro de 2015

Itapiúna: Polícia Civil desativa laboratório de drogas


O laboratório de fabricação de crack funcionava no município de Itapiúna, na Área Integrada de Segurança 13 (AIS 13) do Ceará. De acordo com o delegado Dionísio Amaral, titular da DMM, os policiais chegaram ao local após investigações apontarem o município como sendo a origem de entorpecentes que são comercializados em Maracanaú.

Uma operação realizada pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por meio da Delegacia Metropolitana de Maracanaú (DMM), resultou, na quarta-feira (28), na descoberta de um laboratório de drogas e na prisão de um homem por tráfico no interior do Estado.

No laboratório, que funcionava em uma fazenda situada na Zona Rural de Itapiúna, os policiais apreenderam quatro quilos de crack, cerca de nove quilos de mineíta – pó branco utilizado para o desdobramento da cocaína e fabricação do crack –, uma balança de precisão, uma prensa hidráulica, além de formas plásticas com restos de crack.

Emanoel dos Santos que estava na fazenda e foi preso em flagrante. O infrator, que responde por porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e homicídio, era o responsável pelo espaço. Ele foi conduzido à Metropolitana de Maracanaú, onde confessou a propriedade do material e acabou autuado em flagrante por tráfico e associação para o tráfico de drogas.

Ainda segundo o delegado Dionísio, Emanoel era alvo de investigações da DMM por envolvimento com o tráfico de drogas em Maracanaú. O homem era responsável por dois laboratórios de drogas que foram fechados pela Polícia em 2014, no distrito da Pajuçara.

FONTE:
http://www.itapiuna.com/2015/01/itapiuna-policia-civil-desativa.html

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Pronto Análise - Laboratório de Análises Clínicas

Pronto Análise - Laboratório de Análises Clínicas - Aracoiaba/Ceará



Contato: (85) 3337 1639

O Laboratório Pronto Analise é sinônimo de qualidade. estamos iniciando nosso atendimento com o objetivo de oferecer aos clientes, de Aracoiaba e Maciço de Baturité, m atendimento qualificado em uma estrutura completa com o que existe de mais moderno em atendimento laboratorial, eficiência nos exames, alta confiabilidade e precisão. Tudo isso para proporcionar tranquilidade, confiança e segurança para os nossos clientes.

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  • Parasitologia Clinica;
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  • Teste de Paternidade;
  • Teste de Gravidez;
  • Citopatológico Vaginal;
  • Micologia;
  • Biópsias em geral;
  • PAAF (órgãos moles e não moles)

Atendimento Pediátrico
Dispomos de um ambiente desenvolvido especialmente para crianças, nossos profissionais especializados em atendimento infantil recebem nossos clientes para deixá-los mais a vontade.

Resultados de Exame via internet
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Nossa Estrutura

Montamos um espaço totalmente novo, com duas salas de coleta adulta, uma sala pediátrica temática, consultório médico e uma ampla recepção com ambiente totalmente climatizado.
Nossa estrutura técnico-operacional com equipamentos modernos e automatizados garantem rapidez, precisão e confiabilidade nas análises.

Venha nos visitar!!
Estamos localizados próximo ao Hospital Santa Isabel de Aracoiaba, atrás do INSS.

Horário de Funcionamento:
Segunda à Sexta-feira - 7h às 17h
Sábado - 7h às 12h

FONTE:



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