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quarta-feira, 5 de junho de 2024

Dia do Meio Ambiente destaca ações de enfrentamento à desertificação

Segundo a ONU, degradação do solo já afeta metade da população mundial

POR AGÊNCIA BRASIL Há mais de 40 anos, o ambientalista Nereu Rios dedica sua vida em tempo integral a coletar sementes por onde passa, gerar mudas e, finalmente, contemplar as árvores que fornecerão mais matéria-prima para que o ciclo recomece. Mas nos últimos anos, essa rotina tem mudado desde que o pesquisador de campo percebeu que multiplicar algumas espécies começou a ficar mais difícil.

“No Mato Grosso do Sul, há uns dez anos tenho coletado amostras de pau-ferro [Libidibia ferrea] que dá a vagem, mas não dá a semente”, diz. Nascido em Dourados (MS) e atualmente vivendo em Campo Grande (MS), Nereu se divide entre as mudas do viveiro em que trabalha e os caminhos que percorre por todo o Cerrado para acompanhar de perto a diversidade fruto de seu trabalho. Junto com a mudança das plantas, ele também percebe a mudança no cenário.

“Passando por Olhos D´Água, próximo de Alexânia (GO), eu estava mostrando para o meu filho uns ipês-roxos [Handroanthus impetiginosus] que a gente coletava há uns oito anos e que agora eles estão morrendo, porque virou monocultura margeando a estrada e quando eles pulverizam o milharal sai matando tudo”, destaca.

O pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), André Andrade, explica que para produzir semente, a planta precisa de muita energia, que adquire pela fotossíntese e exige muita água e luz solar, mas com a mudança climática, o ciclo natural sofre um distúrbio. “O que acontece com a mudança climática é que quando a gente tem períodos de estiagem muito grande, combinado com um ano de El Niño, como no final de 2023, tem muito sol, mas falta água, então, a planta para a fotossíntese que precisa, senão ela morre rápido, e como isso não consegue produzir a energia para gerar sementes”, explica.

A advertência também foi reforçada pela Organização das Nações Unidas (ONU), que trouxe como tema para este 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, o enfrentamento à desertificação e o desenvolvimento da resiliência à seca, alinhados com a declarada Década da Restauração de Ecossistemas. No centro da campanha está a frase: “Não podemos retroceder no tempo, mas podemos restaurar florestas, restabelecer os recursos hídricos e trazer o solo de volta. Nós somos a geração que pode fazer as pazes com a terra”. 

Desertificação

De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), bilhões de hectares de terra estão degradados em todo o planeta, o que causa desertificação e mais seca. A organização alerta ainda que isso já afeta metade da população mundial, especialmente comunidades rurais e pequenos agricultores, o que põe em risco metade do Produto Interno Bruto (PIB) global e pode gerar insegurança alimentar em todo o planeta.

Andrade explica que a restauração de ecossistemas é tão importante porque tem se mostrado a solução mais rápida e efetiva para equilibrar tanto o ciclo da água, quanto o ciclo do carbono e evitar que o planeta aqueça ainda mais e que piorem as consequências, como secas e chuvas extremas.

“A restauração de grandes áreas é uma estratégia que a gente consegue fazer agora, em 20, 30 anos é possível investir pesado nisso, para que no futuro a gente alcance a transição de energia, porque existe um limite para o carbono que as florestas conseguem armazenar, existe um limite que a gente vai conseguir segurar essas mudanças a partir da vegetação nativa”, conclui.

Missão de vida

Nereu Rios conhece o Cerrado desde jovem, se criou no campo em uma família de moveleiros e nas proximidades do então chamado arco do desmatamento, mas o convívio com a terra o fez admirar mais uma bela árvore florida do que a madeira tombada. E nessa “missão de vida”, como ele mesmo diz, aprendeu na prática que as escolhas de cada pessoa afetam o clima, a vegetação e até os insetos, que em um ambiente desequilibrado viram pragas.

“Sei que tem o bicho que come a seiva na vagem do pau-ferro e não deixa a semente se desenvolver, mas não é só ele o problema. O angelim-amargo [Andira anthelmia] faz uns quatro anos que eu não consigo coletar e tinha muito, assim como a guavira [Campomanesia adamantium], ano passado deu pouca. As coisas que produziam todos os anos, agora produzem ano sim, ano não, às vezes ficam dois três anos sem produzir”, explica.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-06/dia-do-meio-ambiente-destaca-acoes-de-enfrentamento-desertificacao

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Retirada de água do meio ambiente atinge 4,1 trilhões de m³ em 2020

Dados são do IBGE na pesquisa Contas Econômicas Ambientais

POR AGÊNCIA BRASIL - Em 2020, aproximadamente 4,1 milhões de hectômetros cúbicos (hm³) de água, correspondentes a 4,1 trilhões de metros cúbicos, foram retirados do meio ambiente no Brasil pelas atividades econômicas e pelas famílias para uso próprio e distribuição. Cada hectômetro cúbico equivale a 1 milhão de metros cúbicos.

Desse volume, a atividade econômica eletricidade e gás foi a que mais contribuiu para o volume total de retirada. A explicação é a grande quantidade de água turbinada pelas hidrelétricas e a participação majoritária delas na geração elétrica brasileira. No mesmo ano, a participação da hidroenergia na retirada atingiu 85,1%. No entanto, apesar de o volume de água captado pela atividade ser, em sua maior parte, utilizado, há também o retorno na mesma quantidade e qualidade, o que é chamado de uso não consuntivo.

A retirada total de água inclui a que ocorre para atendimento próprio, como também a captação para fins de distribuição.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na terceira edição da pesquisa Contas Econômicas Ambientais da Água: Brasil - 2018 a 2020, realizada em parceria com a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Conforme o pesquisador responsável pelo levantamento no IBGE, economista Michel Lapip, como a matriz energética brasileira é baseada principalmente em hidroenergia, os volumes de água necessários para gerar energia elétrica são enormes. Para o funcionamento das turbinas, as águas saem das barragens ou do leito do rio e depois da geração de energia retornam aos reservatórios.

“Essa água que passa nas turbinas é considerada água retirada por mais que ela seja devolvida, o que é considerado uso não consultivo. A água retirada é devolvida para o meio ambiente na mesma quantidade, mas não deixa de ser uma retirada”, explicou em entrevista à Agência Brasil.

Ainda em 2020, na atividade esgoto e atividades relacionadas, a retirada representou 0,9% do total. O volume equivale à coleta de água da chuva escoada pelas redes pluviais que, segundo o IBGE, foi registrada com volume igual tanto em retirada quanto em retorno ao meio ambiente. A pesquisa indicou que as famílias foram as que mais usaram água de distribuição (59,4%) e serviços de esgoto (59,8%). No ano, o uso per capita de água pelas famílias ficou em 117,5 litros diários (litros/habitante/dia).

Já o total captado somente nas retiradas de águas superficiais e águas subterrâneas pelas atividades econômicas para uso consuntivo, alcançou 71,2 mil hm³. Nesse caso, a atividade com a maior participação na retirada foi a agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (58,2%).

“Diferentemente da atividade de eletricidade e gás, esse setor tem o consumo da água e não devolve toda para o meio ambiente. Também é o setor que mais consome entre as atividades econômicas. Essa é uma característica recorrente”, disse o economista.

Na sequência ficaram as atividades de captação, tratamento e distribuição de água (27,9%) e de indústrias de transformação e construção (8,4%).Conforme o conceito da ANA, o uso consuntivo é o que retira água do manancial para destinação a áreas como a irrigação, utilização na indústria e o abastecimento humano.

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terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Em seu primeiro dia como presidente, Lula assina 52 decretos e 4 MPs

Lula também revogou outros atos do ex-presidente Jair Bolsonaro

POR AGÊNCIA BRASIL - No primeiro dia de seu terceiro mandato, ontem (1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou quatro Medidas Provisórias (MPs) e 52 decretos presidenciais, com os quais estabelece a estrutura da nova gestão federal e seus 37 ministérios.

MP n° 1.155  garante o pagamento de R$ 600 para mais de 21 milhões de famílias beneficiárias do Auxílio Brasil, que, em breve, voltará a se chamar Bolsa Família. Os R$ 200 a mais que cada família vem recebendo desde junho de 2022 só seriam pagos até o fim de 2022, quando o valor original do benefício (R$ 400) seria restituído, mas o governo federal pretende transformar o adicional em algo permanente.

Com a MP 1.157, ficam estendidas até 28 de fevereiro as isenções de PIS/Pasep e Cofins cobradas da gasolina e do álcool combustível, e até 31 de dezembro deste ano as do óleo diesel e biodiesel.

Já a MP 1.156  extingue a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e transfere suas competências para os ministérios da Saúde e das Cidades. 

Editadas pelos presidentes da República em situações consideradas de relevância e urgência, as Medidas Provisórias são normas com força de lei, ou seja, que produzem efeitos jurídicos tão logo são publicadas no Diário Oficial. Apesar disso, precisam ser posteriormente apreciadas pela Câmara dos Deputados e Senado, que podem rejeitar a proposta, aprová-la na íntegra ou propor alterações ao texto original. O prazo inicial de vigência de uma MP é de 60 dias, podendo ser prorrogada automaticamente por igual período caso não tenha sido votada nas duas Casas - e se não for apreciada em até 45 dias, contados da sua publicação, a MP entra em chamado regime de urgência, paralisando as demais deliberações legislativas.

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sábado, 23 de julho de 2022

O município de Aracoiaba recebeu pontuação máxima no IQM 2020.Conheça o Trabalho da Seuma em Aracoiaba

Respeito ao Meio Ambiente!

POR LUANA MARA ANDRADE - O município de Aracoiaba recebeu pontuação máxima no IQM 2020.

O Índice Municipal de Qualidade do Meio Ambiente – IQM, instituído pelo Decreto n° 29.306, de 5 de junho de 2008, alterado pelo Decreto n° 32.483, de 29 de dezembro de 2017, é um mecanismo que possibilita aos municípios a receber o repasse orçamentário de até 2% da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS (Fonte: SEMA - Secretaria Estadual do Meio Ambiente).

O Governo Municipal de Aracoiaba , por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, desde o início tem priorizado e realizado ações com foco na preservação do meio ambiente.

Maravilha
parabéns
quero agradecer todos os nossos garis pela dedicação e compromisso com o município e o meio ambiente
Agradecer ao gestor municipal dr Thiago campelo Nogueira pela dedicação e responsabilidade com o nosso município de aracoiaba
Agradeço também meu gestor ambiental dr Marcelo Barros pelo excelente trabalho
Selva - "Jailson Lima"

FONTEhttps://www.facebook.com/photo/?fbid=2660872257514205&set=a.1386371081631002

Foto: https://www.facebook.com/photo?fbid=3230831547205503&set=a.1778930192395653

Conheça o Trabalho da Seuma em Aracoiaba: Secretaria do Urbanismo e Meio Ambiente de Aracoiaba

Secretario Jailson Lima
Email: atendimento.seuma@gmail.com
ACESSE: https://www.instagram.com/urbanismomeioambientearacoiaba/

terça-feira, 1 de março de 2022

Plástico corresponde a 48,5% dos itens encontrados no mar do Brasil

22 milhões de toneladas de plástico poluem o meio ambiente a cada ano

POR AGÊNCIA BRASIL - Um diagnóstico feito pelo programa Lixo Fora D’Água, da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), mostrou que os resíduos plásticos correspondem a 48,5% dos materiais que vazam para o mar. Segundo o levantamento, os 15 itens mais encontrados nas análises representam 80,3% dos resíduos que vão parar na costa brasileira.

Depois do plástico, a guimba (ou bituca) de cigarro e o isopor aparecem em segundo e terceiro lugares entre os itens mais encontrados. Os outros 19,7% abrangem artigos como roupas e apetrechos de pesca, entre outros. Todos fazem parte de uma amostra que soma 16.733 itens retirados da areia, da praia e de manguezais.

O levantamento faz parte de um trabalho feito pela Abrelpe desde 2018 em 11 cidades da costa onde vivem 14 milhões de habitantes. O programa iniciou as ações de monitoramento, prevenção e combate ao lixo no mar e nos demais corpos hídricos na cidade de Santos (SP) e atualmente abrange os municípios de Balneário Camboriú (SC), Bertioga (SP), Fortaleza (CE), Ipojuca (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), Manaus (AM), Serra (ES) e municípios da Baía da Ilha Grande, no Rio de Janeiro. 

Metodologia

A metodologia desenvolvida no âmbito do projeto Lixo Fora D’Água também está presente no Caribe, sendo aplicada em cidades da Costa Rica, Colômbia e República Dominicana.

“Cerca de 22 milhões de toneladas de plásticos vazam para o meio ambiente a cada ano em todo o mundo, e em torno de cinco a 12 milhões de toneladas de resíduos plásticos têm os oceanos como destino. Cerca de 80% desse total são oriundos de atividades humanas desenvolvidas no continente, seja no litoral ou em regiões onde correm rios que desaguam em ambientes marinhos, sendo resultado de falhas que ocorrem nos sistemas de limpeza urbana e gestão de resíduos nas áreas urbanas das cidades”, disse o diretor presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho.

CONTINUE LENDO EMhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-03/plastico-corresponde-485-dos-itens-encontrados-no-mar-do-brasil

terça-feira, 23 de junho de 2020

Rodrigo Maia diz país deve dar mais atenção ao meio ambiente

Para o deputado, o tema preocupa investidores estrangeiros
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (23) que o Brasil deveria dar mais atenção ao tema do meio ambiente para não afastar os investidores na retomada da economia após o fim da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Na avaliação do deputado, o tema meio ambiente é, ao lado do debate sobre a democracia e a estabilidade das instituições, uma das preocupações dos investidores internacionais, e pode ter “custo grande na retomada do investimento”.
“A gente não deveria estar discutindo democracia como a gente vem discutindo nas últimas semanas, assim como a gente deveria dar um sinal mais claro com relação ao meio ambiente. Nós sabemos que esse é um ponto importante para muitos investidores”, disse Maia durante a videoconferência promovida pela Câmara de Comércio França-Brasil.
O deputado revelou que tem recebido cartas de investidores estrangeiros preocupados com a condução da política ambiental, e disse que as manifestações de grupos que pedem o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) afetam a credibilidade do do país junto aos investidores.
“É uma agenda [do meio ambiente] que o governo trata de uma outra forma. [O governo] foi eleito para isso. É legítimo. Mas isso pode ter um custo muito grande na retomada do investimento, que é exatamente a credibilidade do Brasil em relação à independência das nossas instituições e o tema do meio ambiente, que são temas certamente muito importantes para aqueles que investem, principalmente para aqueles estão na Europa e nos Estados Unidos”, afirmou.
Maia foi questionado sobre a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da prisão após condenação em segunda instância. Ele disse que pretende votar a proposta em agosto.
“Queria reafirmar meu compromisso de votar a reforma tributária em agosto e também a PEC da Segunda Instância durante o mês de agosto também, que são duas pautas que são de fato importantes para sociedade brasileira", disse Maia, defendendo que a prisão se aplique em todas as esferas do Judiciário, como a trabalhista, penal e tributária.
FONTE: Agência Brasil https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-06/rodrigo-maia-diz-pais-deve-dar-mais-atencao-ao-meio-ambiente

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Manual dita como agir em desastre com óleo, mas governo violou instruções

Publicação restrita à cúpula do Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Marinha e ANP não foi compartilhada com estados e municípios nem tornada pública
Voluntários limpam mancha de óleo em Cabo de Santo
 Agostinho (PE) Foto: Fotoarena / Agência O Globo
POR O GLOBO
RIO E SÃO PAULO - O Ministério do Meio Ambiente tinha em mãos um manual para implementar o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional, o PNC, mas cometeu uma série de violações nos processos listados no documento ao reagir ao derramamento no Nordeste. Se observados, os critérios levariam ao acionamento do plano em 2 de setembro, mas esta medida só ocorreu 41 dias depois, em 11 de outubro.

O Manual do PNC, que foi confeccionado por exigência de um decreto presidencial de 2013, teve sua primeira versão completa em 2018, atrasada, e não chegou a ser publicado oficialmente. Limitada a um círculo restrito da cúpula de MMA, Ibama, Marinha e ANP (Agência Nacional do Petróleo), a obra não foi compartilhada com estados e municípios que atuam na contenção do óleo e não foi distribuída à imprensa.

Analisando o manual, que foi obtido pelo GLOBO, é possível ver ao menos oito violações de procedimento ao comparar a ação do governo com o texto da obra, que tem força legal.

Além de mapear a rede de articulação do governo necessária ao monitoramento da costa para incidentes com óleo, o manual lista os critérios para implementação do PNC, um instrumento para emergência de caráter nacional. Dos 35 critérios listados, há ao menos 18 que se cumpriam ou eram fruto de dúvida no início de outubro, quando o plano ainda não havia sido acionado .

Estas violações de procedimento se somam ao problema gerado em abril pela revogação de dois comitês de reação ao incidente com óleo, exigências do decreto de 2013. Até ontem, o governo não havia ainda anunciado a recomposição desses dois órgãos, essenciais na implementação do plano.

O processo decisório para implementar o plano nacional de contingência para o óleo poderia ter sido iniciado em 30 de agosto, algo que o manual prevê quando “há risco de toque de óleo na costa brasileira”. Naquele dia, quatro praias em Conde (PB), amanheceram oleadas. Em 2 de setembro, o derramamento já era emergência interestadual, com 19 praias oleadas em três estados diferentes, Pernambuco, Sergipe e Paraíba.
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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Bom exemplo! Gari da SLU transforma plástico em objetos para o dia a dia

Gerson de Castro aproveita as horas vagas para criar suas artes e ainda ajudar o meio ambiente
Por SouBH NotíciasO que seria lixo vira arte quando chega às mãos de Gerson de Castro, gari na Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) há 32 anos e artista nas horas vagas. Absolutamente consciente da importância do trabalho que desempenha, tanto dentro como fora da SLU, Gerson alerta que o reaproveitamento do plástico pode causar impacto positivo no meio ambiente. Segundo ele, reaproveitar transforma vidas.

Gerson teve seu primeiro contato com a arte ainda criança, quando morava no interior, em Taquaraçu de Minas. “Com sete anos eu comecei a criar algumas coisas com palha, fazia vários objetos. Sempre trabalhei na roça e isso me ajudou muito a ter habilidade e força com as mãos”, conta o gari que há seis anos descobriu uma grande paixão: usar o plástico descartado por madeireiras em peças de uso diário. 

“Comecei a trabalhar na SLU como capinador de rua, mas já passei por várias áreas aqui dentro.” afirma. Hoje, Castro trabalha no caminhão de coleta de caçamba e aproveita os horários livres para criar suas peças. “Chego bem cedinho, antes de pegar o serviço às 8h da manhã e faço um pouquinho, na hora do almoço também aproveito para criar. Uso meu tempo livre aqui no trabalho e em casa para fabricar minhas peças e faço tudo sozinho”, explica. Ele conta que fazer esse tipo de arte é prazeroso, mas não é muito fácil. 

“Teve até um colega aqui da SLU que gostou tanto dos produtos que pediu para aprender, mas não deu muito certo. “O Zé Francisco, quando viu que não dava muito dinheiro, desistiu”, conta. Fala com ar de quem sabe que a arte tem também o papel de despertar o olhar das pessoas para algo que deveria incomodar. “Sem contar que machuca muito a mão para fazer. Estou acostumado, mas muita gente desiste ainda aprendendo”, explica.
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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Vaticano divulga documento histórico em defesa do meio ambiente

Papa diz que mundo vai ver destruição de ecossistemas se nada for feito.
Pontífice pede modelo de desenvolvimento baseado na sustentabilidade.


CONFIRA O VÍDEO

O vaticano divulgou nesta quinta-feira (18) a encíclica verde -- uma carta do Papa com orientações para a igreja. Pra salvar o planeta, Francisco defende uma mudança radical no modelo econômico e no estilo de vida das pessoas.
O Papa Francisco não é o primeiro a falar em ecologia na igreja. João Paulo II muitas vezes pediu o respeito à natureza. Mas a encíclica “Louvado Seja” é a mais forte defesa do meio ambiente já feita por um pontífice.
O Papa disse que a ação do homem arruinou a terra e, que se nada for feito, o mundo vai assistir à destruição de ecossistemas inteiros ainda neste século. O documento, de 192 páginas, pede um novo modelo de desenvolvimento, uma nova definição de progresso que não se baseie apenas no modelo econômico e tecnológico, mas numa economia sustentável.
“Para não agredir ainda mais a natureza e evitar que os mais pobres paguem um preço alto pelo crescimento”, diz o Papa.
A Encíclica Verde destaca outros pontos. Francisco afirma que combustíveis fósseis precisam ser substituídos com urgência, critica duramente o consumismo em excesso e propõe outro estilo de vida. Lembra que gestos cotidianos podem ser fundamentais, como evitar o uso de plástico e papel, separar o lixo, reduzir o desperdício de comida e o consumo de água. O texto mostra ainda preocupação com novos conflitos, e faz um alerta: guerras possam ser geradas pela falta de bens naturais, como a água. O Papa defende uma agricultura sem transgênicos e o respeito pelos povos primitivos.
O diretor do Centro Potsdam de Estudos Climáticos, que atuou como consultor para Francisco, comentou que o documento reúne base científica e valores éticos e morais. Nem todos concordam. Na Polônia, país de população católica que depende muito do carvão, um jornal conservador considerou a carta antipolonesa.
Instituições que agem em defesa do meio ambiente, como o a WWF e o Greenpeace, comemoraram a encíclica. E pediram que católicos e laicos sigam as orientações de Francisco.
O presidente americano, Barack Obama, elogiou o documento. E diz ter esperança que todos os líderes mundiais reflitam sobre o apelo do papa.
FONTE: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/06/vaticano-divulga-documento-historico-em-defesa-do-meio-ambiente.html

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Mais de 200 livros gratuitos sobre meio ambiente

Postado por:
Olá leitores!
Em tempos de sustentabilidade e preservação do meio ambiente, é sempre bom e prático para nossas vidas conhecer mais sobre o assunto. E um bom jeito de fazer isso é através da leitura.

Por isso, a dica aqui é o portal Eco D (Eco Desenvolvimento), que está disponibilizando mais de 200 livros gratuitos sobre meio ambiente. Qualquer pessoa pode baixar em todo tipo de aparelho como tablet, e-Reader, smartphone ou computador, já que as obras estão no formato PDF.

Por que ler
Livros são fontes riquíssimas de conhecimento, então, mesmo que você, a princípio, não se interesse muito pelo assunto, nunca será uma perda de tempo, mas sim um ganho para sua vida pessoal, profissional e acadêmica. Com a leitura, você poderá argumentar melhor, pensar diferente e consequentemente, escrever melhor também (redações à vista!).

domingo, 22 de março de 2015

Aplicativo mede impacto dos hábitos no consumo da água

MEIO AMBIENTE
Por um aplicativo de celular, o usuário seleciona uma foto de rosto e responde a cinco perguntas referentes aos seus hábitos de consumo de água

Agência Brasil
No Dia Mundial da Água, comemorado neste domingo (22), o Programa Água Brasil lançou a campanha "Sustentabilidade: mergulhe nesta causa", que tem como objetivo conscientizar a população sobre hábitos de consumo. A iniciativa pode ser acessada por meio do endereçohttp://www.diadaaguabb.com.br/.
calor
Programa Água Brasil lança aplicativo para que as pessoas evitem o desperdício (Foto: Arquivo/Agência Brasil)
Por um aplicativo de celular, o usuário seleciona uma foto de rosto e responde a cinco perguntas referentes aos seus hábitos de consumo de água. Ao final, é calculada a porcentagem de água que ele desperdiça e, automaticamente, a foto é modificada para mostrar como a aparência dele ficaria sem essa quantidade de água no organismo.
A proposta do aplicativo é fazer uma alusão ao impacto causado ao planeta pelos maus hábitos de consumo de água e, dessa forma, conscientizar a sociedade a economizar o recurso.
O Programa Água Brasil é uma parceria entre o Banco do Brasil, a WWF-Brasil, a Fundação Banco do Brasil e a Agência Nacional de Águas. A iniciativa dissemina práticas sustentáveis no meio rural e urbano em todo país e promove a conscientização e a mudança de atitude da sociedade com relação à conservação dos rios e das águas.

FONTE: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/aplicativo-mede-impacto-dos-habitos-no-consumo-da-agua/

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Sancionada lei que declara Chico Mendes patrono do meio ambiente no Brasil

Agência Brasil | 08h18 | 16.12.2013

O líder seringueiro, morto há 25 anos, ficou conhecido internacionalmente por sua luta em favor da categoria


A lei que torna Chico Mendes patrono do meio ambiente brasileiro foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada nesta segunda-feira (16) no Diário Oficial da União. O líder seringueiro, morto há 25 anos, ficou conhecido internacionalmente por sua luta em favor da categoria e da proteção daFloresta Amazônica.
Chico Mendes foi assassinado a tiros, no quintal de sua casa, em Xapuri, no Acre, no dia 22 de dezembro de 1988, uma semana depois de completar 44 anos.
Nesta segunda-feira, haverá sessão solene no Congresso Nacional em memória dos 25 anos da morte do líder seringueiro.  O evento ocorrerá às 11h, no plenário do Senado.

FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

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