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sábado, 10 de dezembro de 2022

Como a pornografia se tornou um vício na internet

Com a chegada da web nos anos 90, psicólogos começaram a discutir os vícios que surgiam com a rede mundial de computadores

POR OLHAR DIGITAL - Em meio aos debates nos fóruns da internet e nas redes sociais sobre vícios, é possível que você já tenha visto discussões envolvendo a pornografia. Esse é um exemplo de vício que pode ser relacionado à chegada da web no final dos anos 90.

A noção de vício em pornografia na internet não estava no mainstream e era considerada um sintoma de uma condição clínica. No entanto, um estudo, realizado pela Dra. Kimberly Young, avaliou e diagnosticou o vício na web. Especialista no assunto, ela fundou o Center for Internet Addiction, no estado da Pensilvânia, EUA.

Continue Lendo em: https://olhardigital.com.br/2022/12/08/internet-e-redes-sociais/como-a-pornografia-se-tornou-um-vicio-na-internet/

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Quase 25% dos brasileiros acessa pornografia no trabalho, diz estudo

Prática faz com que PCs e smartphones corporativos tornem-se mais vulneráveis a ataques e golpes virtuais.
(Foto: Reprodução)
Um estudo feito em parceria entre a empresa de segurança Kaspersky Lab e a consultoria de pesquisa de mercado chilena CORPA, indicou que quase ¼ dos homens brasileiros (24%) admite acessar conteúdo pornográfico no trabalho. Nesse quesito, nós ficamos atrás apenas dos peruanos (26%), mas a frente de mexicanos, argentinos (ambos com 19%), chilenos (14%) e colombianos (12%). No total, 19% do público masculino latino-americano admitem ver conteúdo adulto em seus computadores corporativos.

A prática acaba tornando usuários e empresas vulneráveis a ataques de cibercriminosos. De acordo com o estudo publicado no início de 2018, 17% dos usuários chilenos infectados por malware para celular em 2017 sofreram ataques usando temas pornográficos. Também foi visto que os trojans bancários disfarçados de players de vídeo pornô estão em segundo lugar entre os tipos mais difundidos de malware dirigido por pornografia, seguido por malware com acesso root e ransomware. O último, em muitos casos, usa táticas de scarware: um programa malicioso que bloqueia a tela e exibe uma mensagem que indica que o conteúdo ilegal foi detectado e, portanto, o dispositivo foi bloqueado. Para desbloqueá-lo, a vítima deve pagar por um resgate.

Além de olhar por conteúdo sexual no trabalho, os homens são os que mais realizam compras online no trabalho. Em média, 42% deles o fazem, principalmente os jovens entre 25 e 34 anos. Em contrapartida, as mulheres entre 18 e 24 anos de idade são as que menos compram pela internet no horário do expediente.

E-mail é a grande porta de entrada

A pesquisa aponta que o e-mail pessoal pode ser considerado a principal porta de entrada para invasões de PCs e smartphones nas empresas.  Cerca de 73% dos trabalhadores latino-americanos – homens e mulheres – declaram ler seu correio eletrônico no escritório e 49% afirmam que verificam e postam em suas redes sociais. Destes, 40% não vêem grandes inconvenientes e usam como justificativa o fato de passarem a maior parte do dia no trabalho.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Projeto de lei que cria programa infância sem pornografia é aprovado na CMFor.

Vereadora Priscila Costa (PRTB)
Aprovado em discussão única projeto de lei n. 507/18 que estabelece critérios para implantação do infância sem pornografia nas escolas municipais de Fortaleza. A proposta foi apresentada pela Vereadora Priscila Costa (PRTB).
O projeto tem como base orientações já em vigor: “Incumbe à família criar e educar seus filhos, crianças ou adolescentes, em consonância com o art. 229 da Constituição Federal e art. 1.634 do Código Civil.”
Segundo a parlamentar é dever da gestão municipal cuidar das crianças respeitando sua inocência, integridade mental e promovendo educação básica de qualidade.
A matéria segue para análise do Poder Executivo.


Fábio Tajra
Gestor em Marketing/Técnico Legislativo
olharmunicipal.blogspot.com
Leia a Bíblia.
85/99740.2850

domingo, 24 de junho de 2018

Vaticano condena padre a 5 anos de prisão por posse e distribuição de pornografia infantil

POR CEARÁ AGORA - O tribunal do Vaticano condenou neste sábado (23) um padre, ex-assessor na embaixada do Vaticano em Washington, a 5 anos de prisão por posse e distribuição de pornografia infantil.
O monsenhor Carlo Alberto Capella admitiu ter visto as imagens durante o que chamou de um período de “fragilidade” e crise interior desencadeano por sua transferência para trabalhar como núncio apostólico (embaixador da Santa Sé) na embaixada do Vaticano em Washington.

O presidente do tribunal, Giuseppe Dalla Torre, leu o veredicto após dois dias de julgamento que terminou com Capella apelando para uma sentença de perdão. Ele disse que o episódio foi apenas um obstáculo de uma vocação sacerdotal que ele amava e gostaria de continuar seguindo.

Dalla Torre disse que Capella continuava acessando esse tipo de material mesmo depois de ter sido chamado de volta ao Vaticano em agosto de 2017.

Naquele mês, o Departamento de Estado americano havia alertado diplomaticamente, em 21 de agosto, o Vaticano sobre uma possível violação das leis sobre imagens de pornografia infantil por um membro de seu corpo diplomático em Washington.

As informações fornecidas pelos Estados Unidos foram transmitidas ao promotor do tribunal do Vaticano, que abriu uma investigação e pediu colaboração internacional para obter informações sobre o caso.

No final de dezembro de 2016, o prelado teria baixado material pornográfico infantil de dentro de uma igreja na cidade de Windsor, em Ontário, no Canadá.

O papa Francisco aprovou em 2013 uma nova legislação sobre abuso sexual de menores e pornografia que envolve penas de até 12 anos de prisão.
Com informação do Jornal O Globo

terça-feira, 15 de maio de 2018

Porque os homens assistem tanta pornografia

Por O Loxa - O rapaz chega em casa depois de fazer uma série de coisas em sua vida pessoal, podendo ser fruto do trabalho, estudo ou simplesmente curtindo a vida e eis que, na privacidade do seu quarto, senta em frente ao computador e existe uma grande possibilidade desse jovem acessar algum site de conteúdo erótico.

Fato raro? Não. Para alguns isso é quase instintivo. Ah, e as comprometidas, não se enganem, isso não é privilégio de solteiros, até mesmo os companheiros mais fiéis, vez ou outra irão acessar esses sites. Se não abertamente, será escondidinho, na calada da noite, nas viagens E não há nada que possam fazer. Uma grande parte (generalizar é sempre leviano) da homarada de plantão curte assistir um pornô de vez em quando e a net só veio democratizar um pouco o acesso.

Mas aqui vai a notícia boa: Quem disse que isso vai influenciar negativamente na conduta sexual deles com as mulheres?

Vamos pensar um pouquinho? Algumas mulheres acreditam que se o seu homem tem conhecimento ou é freqüentador assíduo de canais pornográficos, isso pode influenciar no relacionamento do casal. Aimeodeos! Quequéesse pornô com mulheres amputadas Será que meu marido vai me picotar inteira? Que horror! Eu mesmo já tive contato com pessoas que acreditavam arduamente nisso, não com pensamentos tão drásticos quanto o anterior, mas Falando como homem, posso dizer com todo conhecimento de causa (ou vocês achavam que eu diria que nunca vi um filme pornô?) que em momento algum o meu desejo (aka.: tesão) pela pessoa que estava ao meu lado foi influenciado (ou, pelo menos, não negativamente).

Como os nossos pais?
A verdade é que acho que parte da criação dos homens de hoje, que foram jovens e/ou meninos nas últimas décadas do século passado, ainda receberam de seus pais uma criação que nos remete aos nossos avós e bisavós. O estereótipo do machão pegador ainda é o modelo mais comum por aí. Sabe o pensamento: Prendam as suas cabritas, pois o meu bode está solto? Pois é Grande parte dos homens que circula por aí, mesmo os que tentam fugir deste padrão, ainda teve uma base de formação bem machista.

E seguindo este raciocínio (meio retrógrado, confesso) o homem que nunca pensou na possibilidade de manter duas ou mais vidas amorosas que atire a primeira fita pornográfica. Todos os homens (ok, há exceções, mas) em algum momento da sua vida tiveram dois ou mais relacionamentos simultâneos e isso é até visto com bons olhos pelos outros homens da nossa família. Se não abertamente, de forma tácita. Fazer o que?

No entanto, para os que tem sorte, chega o momento em que encontramos uma pessoa que seja realmente companheira e com ela compartilhamos todos aqueles sentimentos clichês (que não vou descrever para que ninguém tenha que fazer uso de insulina). E então o que fazer? Vamos nos abster de toda a vida boêmia? Com tanta mulher no mundo quer dizer que de agora em diante eu terei que comer só a minha? Ok, eu a amo, mas É como dizer a uma criança que não pode comer todos os doces que quiser, só depois de deixar ela provar. Maldade!

A fantasia como combustível
Para muitos homens que acreditam na monogamia (e eu me incluo neste meio), é nesse ponto que buscamos um subterfúgio para continuar nessa vida, sem a macula da traição propriamente dita. E é nessa hora que as mulheres vão querer me matar, alvejar e coisas do gênero. Pelo menos algumas das que eu convivo. Mas uma coisa é certa: não é porque o seu namorado/marido/whatever assiste vídeos de cropofilia que o rapaz vai querer praticar. Ou por assistir vídeos com fisting que ele vá querer fazer com você, entende? 

Ok, pode até querer, mas Certos baratos (os mais doidos principalmente) só funcionam com consensualidade. E a verdade é que nem tudo que fantasiamos realizamos de fato. A fantasia faz parte da sexualidade humana, se todos praticássemos um décimo do que fantasiamos, nem sei.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Qual é a diferença entre pornografia e erotismo?

BLOG DO PARCEIRO: Qual é a diferença entre pornografia e erotismo?

“Tenho duas dúvidas em uma. De onde vem a palavra pornografia? E qual a diferença entre pornografia e erotismo?” (Isaías Marques)
A primeira resposta à consulta de Isaías é simples. A segunda, infinitamente complicada.
Pornografia é um termo que nos chegou em fins do século XIX (dicionarizado pela primeira vez em 1899 por Cândido de Figueiredo, segundo a datação do Houaiss) do francêspornographie.
Esta palavra tinha nascido cerca de um século antes, em torno de 1800, inicialmente com um sentido sisudo: estudo (de saúde pública) sobre a prostituição. Foi em meados do século XIX que passou a ser empregada para designar a arte, em especial aquela produzida na antiguidade – a princípio a pintura –, que retratava temas obscenos.
A raiz do termo francês estava plantada no grego, língua que tinha palavras como pórne, “prostituta”, e pórnos, “que se prostitui”, além de pornographos, “autor de escritos sobre a prostituição”. Prostíbulo era porneion.
Todos esses termos traziam embutida a ideia de comércio, de compra e venda. Há etimologistas que, cavando mais fundo, veem neles a raiz indo-europeia per, “vender”, a mesma que está presente no latim pretium, “preço”.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Vídeo de pornografia gay em site do CQC circula nas redes sociais



Até o início da tarde desta sexta-feira (12), os filmes ainda estavam disponíveis para quem quisesse assistir
Sempre quando acontecem postagens indevidas ou até erros em sites de notícias, a culpa sempre vai para o estagiário. A bola da vez é um vídeo de um link de uma página do extinto "CQC - Custe o Que Custar". Nele, cenas pra lá de picantes de pornografia gay. As imagens ganharam as redes sociais nas últimas horas e está circulando na internet.

A questão é que ninguém sabe como o vídeo foi parar lá na página, que também há filmes das produtoras Randy Blue e Next Door Studios, entre outros. Segundo informações do RD1, até o início da tarde desta sexta-feira (12), os filmes ainda estavam disponíveis para quem quisesse assistir. A Band ainda não se pronunciou sobre o caso.

FONTE


quarta-feira, 2 de março de 2016

Estudo: pornografia ativa o cérebro tanto quanto uma droga

Universidade de Cambridge monitorou 19 homens enquanto eles assistiam a filmes de sexo

Reprodução YouTube
LIFESTYLE VÍCIOPOR NOTÍCIAS AO MINUTO
Um vício que pode custar relacionamentos. Embora muitas pessoas digam sofrer desse mal, especialistas não admitem "vício em pornô". De acordo com publicação do site UOL, as compulsões relacionadas ao sexo não está listado, por exemplo, no Manual de Diagnóstico e Estatística, a "bíblia da psiquiatria" publicada pela Associação Americana de Psiquiatria.
No entanto um estudo da Universidade de Cambridge (Reino Unido), por exemplo, pesquisadores monitoraram 19 homens enquanto eles assistiam a filmes pornográficos. E notaram que foram ativados nos cérebros dos voluntários os mesmos pontos de "recompensa" acionados quando um viciado vê sua droga favorita.
Desabafo
O caso mais recente que levantou o debate sobre a questão é do ator americano e famoso por sua participação em produções de comédia, Terry Crews. Ele criou, nas redes sociais, uma série intitulada "Dirty Little Secrets" (algo como "Segredinhos sujos"). A produção que vem sido assistida por milhões de pessoas, e levanta o questionamento se de fato a pornografia vicia.
O material contém o relato por sua compulsão por pornografia e desabafos de que o vício quase lhe custou o relacionamento com sua mulher, a cantora gospel Rebecca King-Crews, de quem chegou a ficar temporariamente separado. A série trata-se de um relato franco sobre sua compulsão por pornografia, que segundo o próprio, começou aos 12 anos de idade.
Confira os vídeos da série aqui.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Existe um país onde ver pornografia no trabalho não é ilegal

Decisão é de um tribunal da Itália após um funcionário ser despedido por assistir vídeos pornográficos na empresa onde trabalha



MUNDO TRIBUNAL


A Fiat quis despedir um funcionário porque ele foi apanhado, na fábrica da marca em Palermo, Itália, assistindo pornografia durante a hora de almoço.

O funcionário recorreu da decisão, garantindo que aquele ato em nada afetou a sua produtividade no trabalho. O tribunal deu razão ao funcionário.
De acordo com o site italiano Live Sicilia, o tribunal determinou que assistir a filmes pornográficos no local de trabalho durante a pausa para o almoço não é ofensivo, nem razão para despedimento.
No entanto, a mesma sorte não têm os funcionários que queiram aproveitar as suas horas de almoço para fumar maconha, pois o tribunal considera que esta é razão para um despedimento.
FONTE: Notícias ao Minuto

domingo, 11 de outubro de 2015

Acreditar no vício em pornografia causa problemas mentais

Afinal, o mal não está em ser viciado em pornografia, mas sim em acreditar que se é viciado em pornografia



LIFESTYLE ESTUDO


A pornografia voltou a ser tema central na ciência e desta vez não é, de todo, considerada culpada por possíveis problemas psicológicos.

Segundo uma investigação da Universidade Case Western Reserve, o mal não está em ser viciado em pornografia, mas sim em acreditar que se é viciado em pornografia.
A sensação de que se é viciado em pornografia é a principal causa de angustia psicológica, ao contrário de teorias já divulgadas.
Publicado esta semana na revista Psychology of Addictive Behaviors, o estudo liderado por Joshua B. Grubbs teve por base a análise do uso deste tipo de conteúdos por parte de dois mil adultos. Além deste comportamento, foram ainda analisados os níveis de ansiedade e depressão, de forma a se compreender se estavam ou não relacionados com o hábito de ver conteúdos pornográficos.
E o resultado foi surpreendente. Não é quantidade de pornografia que se vê que importa, é sim a forma como se encara este hábito. Diz o estudo que as pessoas que acreditavam ser viciadas em pornografia foram as que, de facto, apresentaram mais tendência para pensamentos depressivos, para sentir ansiedade e também raiva.
http://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/145818/acreditar-no-vicio-em-pornografia-causa-problemas-mentais

terça-feira, 28 de abril de 2015

Pornô vigilante: rastreamento de dados coloca em risco privacidade de consumidores de pornografia na web


De nada adianta colocar o navegador em modo privado ou limpar o histórico: ferramentas de monitoramento nos sites coletam dados sobre seus hábitos digitais e podem saber - e divulgar - que tipo de pornografia você assiste
Corretores de dados, programas de monitoramento, aplicativos de propaganda: você assiste pornô e o pornô assiste você
Trinta milhões de norte-americanos assistem pornografia regularmente, de acordo com o Wall Street Journal. Esse número é muito maior do que a quantidade de pornógrafos assumidos, mesmo em pesquisas anônimas: em 2013, apenas 12% dos entrevistados admitiram assistir pornografia online. Mas graças à onipresente vigilância digital e à identificação de navegadores, os mentirosos nos Estados Unidos não poderão controlar o sigilo de seus hábitos pornográficos. Os consumidores de pornografia de todo o mundo estão sendo vigiados, e se o engenheiro de software Brett Thomas estiver certo, seria muito fácil tirá-los do armário, junto com uma lista de todos os vídeos que eles já assistiram.
Thomas, que mora em São Francisco, um dia tomou umas cervejas com um membro da indústria de entretenimento adulto digital. Naturalmente, em algum momento a conversa tomou um rumo econômico. Embora o profissional tenha insistido que coletar e vender os dados pessoais dos visitantes de sites eróticos não era uma prática comum no ramo, Thomas não se convenceu.
"Se você estiver assistindo pornografia online em 2015, mesmo escondido, é bom se acostumar com a ideia de que em algum momento o seu histórico pornô pode ser revelado publicamente, e com seu nome embaixo", escreveu Thomas em seu blog, em um post intitulado “A Pornografia Online Pode Originar o Próximo Grande Escândalo de Privacidade”.
A justificativa de Thomas era mais ou menos esta: seu navegador (Chrome, Safari etc) tem uma configuração única, e transmite informações que podem ser utilizadas para te identificar enquanto você navega pela internet. Você está basicamente deixando "pegadas", como Thomas as chama (outros preferem "impressões digitais"), por todos os sites que visita. Assim, resta apenas ligar uma pegada a outra — um expert poderia identificar os mesmos sinais em visitas ao Facebook e ao site do jornal The New York Times quanto ao Pornhub e ao XVideos.
LEIA MAIS

FONTE:
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/samuel/40251/Porno+vigilante+rastreamento+de+dados+coloca+em+risco+privacidade+de+consumidores+de+pornografia+na+web.shtml&SyAxxOu==

sábado, 5 de julho de 2014

Qual é a diferença entre pornografia e erotismo?


‘Eros e Psiquê’ (1817), de Jacques-Louis David
 “Tenho duas dúvidas em uma. De onde vem a palavra pornografia? E qual a diferença entre pornografia e erotismo?” (Isaías Marques)

A primeira resposta à consulta de Isaías é simples. A segunda, infinitamente complicada.
Pornografia é um termo que nos chegou em fins do século XIX (dicionarizado pela primeira vez em 1899 por Cândido de Figueiredo, segundo a datação do Houaiss) do francêspornographie.
Esta palavra tinha nascido cerca de um século antes, em torno de 1800, inicialmente com um sentido sisudo: estudo (de saúde pública) sobre a prostituição. Foi em meados do século XIX que passou a ser empregada para designar a arte, em especial aquela produzida na antiguidade – a princípio a pintura –, que retratava temas obscenos.
A raiz do termo francês estava plantada no grego, língua que tinha palavras como pórne, “prostituta”, e pórnos, “que se prostitui”, além de pornographos, “autor de escritos sobre a prostituição”. Prostíbulo era porneion.
Todos esses termos traziam embutida a ideia de comércio, de compra e venda. Há etimologistas que, cavando mais fundo, veem neles a raiz indo-europeia per, “vender”, a mesma que está presente no latim pretium, “preço”.
Curiosamente, o vocabulário do latim clássico (conforme registrado pelo referencial dicionário Saraiva) não tinha nenhuma palavra derivada de pórne. Em seu lugar havia prostituta, também um vocábulo de origem comercial, que em seu sentido literal queria dizer “(mercadoria) exposta”.
No verbete pornography, o dicionário etimológico de Douglas Harper oferece um roteiro sucinto da expansão semântica que levou a pornografia a se tornar o que é hoje: em 1859 o termo já era empregado (de forma crítica) em referência a certos romances franceses da época; no início do século XX, chegou às artes visuais contemporâneas.
Quanto ao erotismo, trata-se de uma palavra que também tem origem grega: erotikós, que fez escala no latim eroticus antes de desembarcar aqui ainda no século XVI, significava “que tem amor, paixão ou desejo intenso”.
Termo derivado de Eros, deus grego do amor (Cupido na mitologia romana), nunca teve a carga negativa das palavras derivadas de porné. Também se referia ao desejo sexual, mas aquele ligado ao amor e não ao comércio.
Assim chegamos à segunda dúvida de Isaías. No campo da indústria cultural, que é aquele em que tais palavras conservam grande relevância no mundo contemporâneo, nunca será pacífica a fronteira entre o erotismo e a pornografia. O senso comum costuma traçá-la nas cenas de sexo explícito, que esta teria e aquele não, mas o critério é enganoso: se o erótico também pode ser explícito, nem sempre o pornográfico o é.
Como princípio, pode-se dizer que é erótico um filme, livro ou pintura que dê a seu tema um tratamento artístico (a arte aqui cumpre o mesmo papel que o amor cumpria na distinção original), enquanto a pornografia está interessada apenas em excitar o freguês – e em ganhar dinheiro com isso.
Ocorre, claro, que todo tipo de complicação moral e estética entra em cena na hora de separar uma coisa da outra. O que é erótico para um pode ser – e frequentemente é – pornográfico para outro.

FONTE: VEJA

Pornografia: Realidade, Perigos e Libertação



por Rev. Augustus Nicodemus, Paulo Brasil, Samuel Vitalino

O Que É Pornografia?
Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que defini-la. De forma geral, podemos dizer que pornografia é a representação da nudez e do comportamento sexual humano com o objetivo de produzir excitamento sexual. Esta representação é feita através de imagens animadas (filmes, vídeos, computador), fotografias, desenhos, textos escritos ou falados. A pornografia explora o sexo, tratando os seres humanos como coisas e, em particular, as mulheres como objetos sexuais.
A palavra pornografia vem do grego e significa literalmente "escrever sobre prostituta". Com o tempo, passou a referir-se a qualquer material, escrito ou gráfico, de conteúdo sexual. O termo é usado hoje de forma negativa. A indústria pornográfica que produz filmes, revistas, vídeos e sites na Internet, prefere usar outros termos, como "material adulto". Esta manobra é um eufemismo que visa retirar deste sórdido comércio a pecha negativa que ele possui.
É importante, porém, fazer uma distinção entre erotismo e pornografia. Existe um erotismo saudável, que consiste na exploração da sexualidade dentro do casamento. O livro de Provérbios nos traz um exemplo disto:

sexta-feira, 21 de março de 2014

Mulheres contam mitos sexuais que aprenderam com pornografia

Mulheres contam mitos sexuais que aprenderam com pornografia

21 de Março 2014 as 21:54









A pornografia pode dar impressões erradas sobre o que é o sexo no mundo real: os corpos esculturais e bronzeados, as posições acrobáticas e o prazer que leva homens e mulheres a um estado de loucura são apenas alguns deles. Por isso, o Huffington Post organizou uma lista de 11 coisas que as mulheres aprenderam com a pornografia, mas descobriram que eram apenas mitos quando tiveram suas próprias experiências sexuais. Veja:

Corpos anormais: elas pensavam que teriam que fazer cirurgia estética nos lábios vaginais e sentiam vergonha de ficarem nuas em frente ao parceiro porque se viam como aberrações em comparação às estrelas do cinema pornô.
Tudo se concentra no prazer masculino: elas pensavam que fazer sexo era como dar prazer ao homem e fingir um orgasmo. Elas também aprenderam com a pornografia que era normal o homem não se importar com o prazer da mulher.
Ser sexy é incrivelmente específico: as mulheres pensavam que, para ser sexy, era preciso fazer coisas como uma dança ou até um strip-tease. Mas descobriram que cada mulher é sensual do seu próprio jeito.
Homens não gostam de mulheres com pelos: elas pensavam que os parceiros esperavam que a região íntima da mulher estivesse sempre sem qualquer pelo.
Chegar ao orgasmo é fácil: os filmes deixaram a impressão de que chegar ao clímax era muito mais fácil do que elas descobriram na prática. Por conta disso, chegaram a pensar que tinham algum problema, já que, na pornografia, o orgasmo é quase instantâneo.
Os homens só acham atraentes as mulheres saradas: descobriram que os corpos perfeitos são menos comuns e frequentes na realidade.
Todos os pênis são circuncidados e têm 20 cm: a variedade é muito maior do que o mostrado na pornografia.
Posições sexuais extremas são agradáveis para o casal: elas descobriram que a maioria delas não é nada confortável e que a melhor coisa é o contato de pele com o parceiro.
É preciso fazer tudo que as atrizes pornôs fazem para agradar o parceiro: com o tempo, descobriram que não precisam deixar o homem ejacular no rosto delas se não quiserem. Ou forçar gemidos só para agradar o parceiro.
Homens estão sempre dispostos ao sexo: elas achavam que o parceiro sempre estaria pronto para uma noite excitante, mas descobriram que nem sempre eles conseguem ter ereção de uma hora para outra.
Sexo entre duas mulheres só acontece para homens assistirem: elas pensavam que relações sexuais lésbicas envolviam mulheres sensuais à espera de um homem para assisti-las.

FONTE: MEIO NORTE

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Procuradoria denuncia Google por atrapalhar investigação de pornografia

Folhapress | 17h35 | 25.02.2014

O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) denunciou o Google por considerar que a empresa prejudicou as suas investigações sobre pornografia infantil na internet no Brasil. A denúncia ocorre quase seis anos depois do TAC (Termo de Ajuste de Conduta) firmado entre Google e Ministério Público como resultado da CPI da pedofilia. 
 
O Google Brasil afirma que ainda não foi formalmente intimado, razão pela qual não pode se pronunciar sobre este caso específico. A empresa também diz que colabora com as autoridades brasileiras em investigações contra a pornografia infantil e cumpre "à risca todas as ordens judiciais que estão ao seu alcance, inclusive dentro do TAC". 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Vicio em pornografia e disfuncao eretil

Vicio em pornografia e disfuncao eretil






“Tem disfunção eretil e é viciado em pornografia?”


Aqui fica mais um pedido de ajuda de uma leitora do nosso BLOG.
Aproveite e dê o seu apoio através de um comentário!

Estes testemunhos são reais e poderão ajudá-l@ a compreender também os seus problemas...
PARTILHE AS SUAS EXPERIÊNCIAS ... AJUDE OS OUTROS !!!

(Nota: alguns destes pedidos serão publicados na Revista ANA de forma anónima)


“Boa tarde Dr. Fernando, 

tenho 33 anos e o meu namorado tem 38. Ele tem disfunção erétil, diagnosticada por um andrologista do HSM. Há uns tempos descobri que ele vê filmes pornográficos no computador... Confrontei-o e ele admitiu que tinha este vício. 

É possível ser-se viciado em pornografia? Estará este vício relacionado com a disfunção? 

Temos uma vida sexual cheia de imaginação, ele não perde a criatividade e sinto-me muito realizada com a vida sexual que tenho com o meu companheiro. Mas fiquei com esta dúvida. 

Se me pudesse ajudar a esclarecer, agradecia 

Obrigada e até breve”

R.P. – Lisboa

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Google bloqueia pornografia e se defende de censurar conteúdo adulto

Lázaro DaréPara o TechTudo


Parece que as imagens explícitas estão sumindo aos poucos do Google Imagens. Quem desejou procurar conteúdo pornográfico, não encontrou muita coisa. A empresa alterou o formato de buscas para esse tipo de pesquisa e ficou mais difícil ver, por engano ou não, fotos adultas no website.
Já seguiu o @TechTudo_oficial no Instagram?
Página de buscas do Google bloqueia conteúdo adulto (Foto: Reprodução/CNET)Página de buscas do Google bloqueia conteúdo adulto (Foto: Reprodução/CNET)
Um representante do Google tentou amenizar a repercussão: “Nós não queremos censurar qualquer conteúdo adulto e queremos mostrar aos usuários exatamente o que eles estão procurando. Nós só não pretendemos exibir resultados sexualmente explícitos ao menos que a pessoa procure especificamente por eles. Você poderá encontrar a imagem que deseja pesquisando por termos mais ‘pesados’, sem ter que mudar nenhuma configuração padrão.”
Em outras palavras, se o filtro de busca não está bloqueando esse tipo de pesquisa, você pode encontrar os resultados desejados acrescentando alguma palavra ou expressão mais explícita. Porém, isso desagradou muitos usuários. Um internauta indignado publicou a mensagem: “O que é isso? Comunismo? TRAGAM DE VOLTA O PORNÔ!”. O Google diz que a mudança, implementada na última quarta-feira (12), simplesmente traz as definições de busca que já são usadas para os vídeos, por exemplo.
Tem alguma dúvida sobre o Google? Comente no Fórum do TechTudo!
Via CNet


FONTE: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2012/12/google-bloqueia-pornografia-e-se-defende-de-censurar-conteudo-adulto.html


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