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terça-feira, 29 de novembro de 2022

Vitória da seleção embala expectativa do hexa entre torcedores no Rio

Cariocas estavam otimistas mas ansiosos durante partida contra Suíça

POR AGÊNCIA BRASIL - Após mais uma vitória da seleção brasileira, torcedores no Rio de Janeiro estavam confiantes no hexa. Há, no entanto, uma preocupação com a ausência da principal estrela da equipe na sequência da competição. Neymar, que ficou fora da partida de hoje (28) contra a Suíça, também já é ausência certa no próximo confronto contra Camarões, na sexta-feira (2). Seu retorno nas oitavas de final ainda é incerto.

Antes mesmo da bola rolar, torcedores que já chegavam para acompanhar a partida nos telões instalados na Fifa Fan Fest de Copacabana demonstravam otimismo. O estudante Enzo Tarcitano apostava em um placar elástico de 3 a 0 e via o time preparado para lidar com a ausência de Neymar. "Claro que preocupa, mas temos time pra ser campeão mesmo assim", dizia.

A técnica de segurança do trabalho Leidiane Rocha também acreditava que o Brasil balançaria as redes três vezes, embora com um gol dos suíços, que daria à partida o resultado final de 3 a 1. Ela, no entanto, espera um breve retorno do Neymar. "Brasil sem ele não é o mesmo time".

Em meio a uma chuva torrencial sobre a capital carioca ainda no meio do primeiro tempo, a confiança foi dando lugar à ansiedade. Mas quando Casemiro estufou as redes aos 38 minutos do segundo tempo, os gritos de gol dos que resistiram encharcados na praia de Copacabana se uniu aos dos torcedores que se preservavam secos em bares e reuniões familiares por toda a cidade.

Após o apito final, ainda que o placar magro de 1 a 0 possa ter frustrado a expectativa dos mais otimistas, o psicólogo Felipe Lyra enumerou pontos positivos da partida. O clima em sua casa, onde ele reuniu amigos para ver o jogo, também transitou entre a ansiedade e o alívio.

"Não foi fácil. Mais difícil que a estreia contra a Sérvia. Pegamos um adversário fechadinho. Mas o Brasil controlou bem, sofreu pouco na defesa mais uma vez. E no fim das contas conseguiu o gol, que era o que mais importava", disse.

Satisfeito e confiante, Felipe lembra que o Brasil se juntou à França como as duas únicas seleções a somarem 6 pontos nos dois primeiros jogos e está se encaminhando para ser o primeiro classificado do Grupo G. "As dificuldades fazem parte de uma Copa do Mundo. E a ausência do Neymar é um problema, claro. Vamos esperar que ele possa voltar para as oitavas", ponderou.

Caso o retorno do jogador não se confirme, o torcedor espera que o Brasil tenha uma formação diferente daquela que iniciou a partida de hoje. Ele elogiou as atuações de Bruno Guimarães e Rodrygo que entraram no segundo tempo. "Vamos ver se o Tite se anima a fazer uma escalação mais ofensiva se o Neymar não voltar".

O professor universitário Roberto de Moraes, por sua vez, ficou mais ressabiado com a atuação da equipe. Ele avalia que Tite não fez a melhor escolha para suprir a ausência de Neymar.

"Achei o time sem criação nenhuma, travado, com gol num lance fortuito. O Tite alterou mal, encheu o time de atacantes, sem ninguém no meio para pensar e criar jogadas. E o jogador com inteligência o suficiente para efetivamente contornar a ausência do Neymar, o Everton Ribeiro, parece ter ido ao Catar só para passear. Vamos ver como será nos próximos jogos, mas do jeito que foi hoje, melhor torcer pela rápida recuperação do tornozelo do Neymar".

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2022-11/vitoria-da-selecao-embala-expectativa-do-hexa-entre-torcedores-no-rio#

sábado, 7 de novembro de 2015

Dinheiro em contas na Suíça não é nada de mais, diz Eduardo Cunha

Deputado é alvo de processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara

Da Redação, com agências (redacao@correio24horas.com.br)

Dinheiro em contas na Suíça não é nada de mais, diz Eduardo Cunha (Foto: EBC)
Mais de um mês depois de vir à tona a informação de que ocultou um patrimônio milionário na Suíça, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), reconheceu em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo sua ligação com as contas suspeitas de terem sido irrigadas com recursos desviados da Petrobras.
Alvo de processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara, ele disse que todo o dinheiro tem origem lícito, fruto de negócios que teria feito antes de entrar na vida pública, entre elas a venda de carne enlatada para o exterior e investimentos em ações. “Não tenho falha nenhuma”, afirma. “Sou inocente”.
Segundo ele, sua atuação no setor privado rendeu lucro entre US$ 2 milhões e US$ 2,5 milhões em dois anos. “[Tem] gente dizendo que tenho bilhão de dólar, que sou milhardário. Se você trabalha 48 meses e consegue obter com operações de lucro este montante, não é nada  de mais. Fazendo a coisa correta, óbvio”.
Sobre o 1,3 milhão de francos suíços que, segundo o Ministério Público, é fruto de desvio da Petrobras e que caiu em uma das suas contas, Cunha diz que desconhecia sua origem, admite que ficou sabendo do depósito em 2012 e que deixou o dinheiro parado todos esses anos, aguardando alguém reclamá-lo.
Cunha tentará convencer seus pares no Conselho de Ética de que não mentiu quando negou à CPI da Petrobras, em março, ter “qualquer tipo de conta” fora do país. Seu argumento é que o dinheiro era movimentado por “trusts”, entidades jurídicas organizadas para administrar seu patrimônio no exterior. Mesmo sendo investidor e beneficiário dos “trusts”, ele diz que não é seu dono.
Enquanto isso,  a Suíça rejeitou recurso impetrado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que visava anular o ato de cooperação que autorizou envio das provas de existência das contas secretas naquele país e torná-las inválidas perante a Justiça brasileira.
Como não há possibilidade de recurso, a decisão enterra a possibilidade do congressista obter, pela via judicial suíça, paralisação do inquérito que corre no STF, em Brasília. A derrota de Cunha ocorreu no Tribunal Penal Federal, instância superior para julgamento de causas envolvendo cooperação internacional em matéria penal.  
No mês passado, o Ministério Público da Suíça confirmou a existência de quatro contas secretas no banco Julius Bär com US$ 2,4 francos suíços (R$ 9,6 milhões), controladas por Cunha e sua mulher, a jornalista Cláudia Cordeiro Cruz.

FONTE: Correio 24 Horas

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Dinheiro na Suíça será repatriado

CONTAS BLOQUEADAS

Dinheiro na Suíça será repatriado

27.11.2014

Justiça estrangeira congelou, em abril, US$ 26 milhões de operadores do esquema da Petrobras

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Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, é um dos investigados por corrupção pela Operação Lava-Jato e teve recursos bloqueados
Lausanne. A Justiça suíça aceitou acelerar a devolução do dinheiro bloqueado em nome do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Só esses recursos superam a soma de todos os repatriamentos de ativos feitos pelo Brasil até hoje. Em reunião entre procuradores brasileiros e suíços, os europeus entregaram novos documentos sobre a movimentação financeira das contas.
Os mais de US$ 26 milhões, cerca de R$ 65 milhões, estão congelados desde abril em cinco contas. O Ministério Público da Suíça investiga os operadores do esquema da Petrobras por lavagem de dinheiro. Não há prazo para esses valores retornarem ao Brasil, em função de trâmites burocráticos.

domingo, 23 de novembro de 2014

Federer conquista primeira Copa Davis para Suíça

TÊNIS

Federer conquista primeira Copa Davis para Suíça

Reuters | 15h20 | 23.11.2014

Suíço vence Richard Gasquet por 3 sets a 0 e garante título com 3 a 1 sobre a França

Suíço
Suíça bate França e conquista Copa Davis pela primeira vez
CORINNE DUBREUIL / SITE OFICIAL DA COPA DAVIS
O tenista Roger Federer teve um desempenho clássico, como nos velhos tempos, e venceuRichard Gasquet por 6/4, 6/2 e 6/2 para dar à Suíça o seu primeiro título da Copa Davis, com a vitória por 3 x 1 sobre a França, neste domingo. 
O campeão de 17 torneios de Grand Slam ignorou problemas físicos nas costas durante o fim de semana e se recuperou da derrota paraGael Monfils, na última sexta-feira, sacramentando a terceira derrota francesa nas suas últimas três finais da competição.
Com Federer intocável no serviço, havia um sentimento de inevitabilidade no ar no estádio Pierre-Mauroy, apesar do apoio de 27.448 pessoas, público recorde na história do tênis, e do bom nível de jogo de Gasquet.

terça-feira, 1 de julho de 2014

O craque da vez: Di María decide, Argentina bate Suíça e sobrevive

Novamente refém de lampejos individuais, hermanos fazem 1 a 0 no fim da prorrogação e avançam. Com passe de Messi, Angel diz "presente" à Copa

Por São Paulo




O craque da vez foi outro. A Argentina voltou a jogar mal, voltou a encontrar dificuldades para superar uma defesa bem postada, voltou a ser refém de lampejos individuais, mas tem craque. Mais que isso, tem craques. E exatamente por ter quem decida quando tudo vai mal, segue viva na Copa do Mundo do Brasil. O relógio já apontava 118 minutos - 13 da prorrogação -, Benaglio fechava o gol da Suíça, mas a bola caiu nos pés dos craques. Dos dois. De Messi para Di María, de Di María para o gol. Injusto ou não com os bravos suíços, o fato é que o placar da Arena Corinthians apontou 1 a 0 para os hermanos nesta terça-feira, e são eles que seguem para as quartas de final.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Suíça vai às urnas e rejeita proposta de salário mínimo de R$ 10 mil

REMUNERAÇÃO

Suíça vai às urnas e rejeita proposta de salário mínimo de R$ 10 mil

Redação Web | 09h22 | 19.05.2014

No Brasil, com o salário mínimo de R$ 724, se paga R$ 3,29 (US$ 1,48) por hora trabalhada. Lá seriam pagos US$ 24,70 pelo mesmo tempo de trabalho


Suiça
Apenas 9% da população economicamente ativa recebe salário mensal inferior a 4 mil francos
FOTO: DIVULGAÇÃO
Os eleitores suíços foram às urnas no último domingo (18) para votar uma proposta de salário mínimo para o país. Caso fosse aprovado, o valor de R$ 9.970 (ou 4 mil francos suíços) seria o maior salário mínimo do mundo.
A proposta foi rejeitada por 76% dos eleitores. De acordo com a BBC, os defensores da proposta, como sindicatos e partidos de esquerda, consideravam a medida necessária para as pessoas terem uma vida digna, mas os críticos argumentam que esse valoraumentaria os custos de produção e o desemprego.
Segundo a BBC de Londres, as pequenas empresas, em especial os agricultores suíços, estavam preocupados em ter que pagar 4 mil francos por mês para os seus empregados. Segundo eles, isso encareceria muito seus produtos e os colocaria fora do mercado.
O valor que havia sido proposto era mais que o dobro da remuneração mínima de Luxemburgo (US$ 10,65 por hora), que atualmente é a maior do mundo. Também figuram como as remunerações mais caras a da França (US$ 10,63 por hora) e da Austrália (US$ 10,21 por hora).
No Brasil, o mínimo mensal de R$ 724 corresponde a R$ 3,29 por hora (US$ 1,48).
Dados do governo da Suíça indicam que apenas 9% da população economicamente ativa, ou seja, 330 mil suíços, recebem salário mensal inferior a 4 mil francos. Os trabalhadores com baixos salários da Suíça, em sua maioria, são mulheres e operam no setor de serviços, em hotéis e restaurantes.
Custo de Vida
"A grande questão na Suíça é o custo de vida, que é muito alto. Estima-se que o mínimo rendimento para uma vida decente no país seja de 3,8 mil francos suíços", explicou, em entrevista à BBC Brasil, o economista brasileiro Guilherme Suedekum, que cursa mestrado em Estudos de Desenvolvimento Econômico no Graduate Institute, em Genebra.
A Suíça é um dos países mais ricos da Europa e do Mundo, e resistiu, sem grandes prejuízos, àcrise econômica que está atingindo a Europa desde 2010. Acredita-se que grande parte do feito deve-se ao setor bancário, o mais lucrativo da Suíça.
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O que foi isso, companheiro?

AMISTOSO NA SUÍÇA

O que foi isso, companheiro?

15.08.2013

Gol contra de Daniel Alves sacramenta derrota da Seleção em seu primeiro jogo após a Copa das Confederações
Mesmo embalada pela conquista do título da Copa das Confederações, a Seleção Brasileira perdeu para a Suíça por 1 a 0, em amistoso disputado nesta quarta-feira, no estádio St. Jakob Park, na Basileia. Sem ter a mesma força mostrada no torneio em que foi campeão em casa, o Brasil acabou sendo derrotado graças a um gol contra do lateral-direito Daniel Alves.

Felipão teve de fazer duas alterações em relação ao jogo anterior da equipe Fotos: Reuters
Foi o primeiro jogo desde que o Brasil foi campeão da Copa das Confederações, com a vitória sobre a Espanha em 30 de junho no Maracanã, mas agora sem o apoio da torcida, tão fundamental para a conquista do título. E foi também o começo da reta final de preparação para a disputa da Copa do Mundo de 2014, quando os brasileiros serão novamente os anfitriões.

Em relação ao time que foi campeão da Copa das Confederações, o técnico Luiz Felipe Scolari fez duas alterações para o amistoso desta quarta. Com dores, o zagueiro David Luiz deu lugar a Dante E o goleiro Julio Cesar, como está sem jogar - tem futuro indefinido no Queens Park Rangers, agora na segunda divisão inglesa -, foi substituído por Jefferson.

Diante da Suíça, o Brasil enfrentou nesta quarta uma equipe famosa pelo seu poder defensivo. Em 15.º lugar no ranking da Fifa, no qual os brasileiros estão na nona posição, os suíços têm a melhor defesa das Eliminatórias Europeias da Copa de 2014, com apenas um gol sofrido em seis rodadas - assim, lideram com folga o grupo, bem perto da vaga no Mundial.

Mesmo contra a forte defesa suíça, o Brasil criou uma grande chance aos 16 minutos, quando Hulk entrou livre na área, após receber um passe de Fred, mas seu chute, de perna direita, foi defendido pelo goleiro. Os suíços responderam no lance seguinte: Shaqiri teve liberdade para chutar da entrada da área e exigiu difícil defesa de Jefferson.

Contra o ´patrimônio´
A Suíça voltou a ameaçar em outro chute de longe aos 26 minutos, desta vez com Xhaka, quando Jefferson deixou a bola escapar e levou um susto. O Brasil teve nova oportunidade aos 37: Neymar cruzou e Paulinho acertou a cabeçada para mandar no travessão. E os suíços quase marcaram aos 42, em outra finalização de fora de Shaqiri defendida pelo goleiro brasileiro.

No começo do segundo tempo, a Suíça abriu o placar. Em cruzamento de Seferovic logo aos dois minutos, Daniel Alves tentou afastar de cabeça e marcou gol contra, mandando a bola no ângulo. A desvantagem deixou o time do Brasil atordoado. Tanto que o goleiro Jefferson deu uma furada feia após um recuo de bola aos seis e Seferovic quase fez 2 a 0 para os suíços.

Com isso, Felipão resolveu começar as substituições na equipe. Colocou Maxwell, Fernando e Jô de uma vez - para as saídas de Marcelo, Luiz Gustavo e Fred -, para, logo depois, substituir Oscar, Hulk e Daniel Alves por Hernanes, Lucas e Jean, respectivamente. Mesmo assim, o Brasil não conseguiu reagir e a Suíça controlou o jogo até o apito final.

Assim, a seleção brasileira somou a segunda derrota em 13 jogos disputados desde que Felipão voltou a ser o treinador - também tinha perdido para a Inglaterra na estreia, além de contabilizar sete vitórias e quatro empates. Agora, o Brasil volta a jogar em setembro - contra a Austrália, no dia 7, em Brasília, e diante de Portugal, no dia 10, em Boston (Estados Unidos).


Felipão vê normalidade na derrota
O técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, não ficou surpreso com a derrota para a Suíça por 1 a 0. Ele ainda disse que a data escolhida para o amistoso não foi a melhor.

"O resultado para mim foi normal. Não tínhamos condições físicas para enfrentar uma seleção que tem treinado normalmente. Esse não foi o melhor momento para um jogo forte como esse", afirmou o técnico após o jogo.

Para o próximo jogo, contra a Austrália, no dia 7 de setembro, Felipão afirmou que o torcedor de Brasília verá outro desempenho. "Os atletas vão estar em melhores condições e vamos desenvolver um jogo melhor". 

FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1304492

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