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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Saiba quem são os suspeitos pelos assassinatos em 'O Sétimo Guardião'

O delegado Machado, o mendigo Feliciano e a esotérica Milú foram algumas das vítimas do assassino!
© Divulgação / TV Globo
Em sua reta final, a novela 'O Sétimo Guardião' está deixando o público intrigado com os mistérios que cercam alguns personagens. Agora, o autor Aguinaldo Silva, decidiu divulgar uma lista de suspeitos que podem ser o assassinato em série dos protetores da fonte milagrosa.

Primeiro, o delegado Machado (Milhem Cortaz) foi deixado morto dentro da delegacia, após ter seu fetiche desmascarado para toda Serro Azul, apenas com um bilhete dizendo: “Faltam seis”, como uma espécie de aviso e contagem regressiva para o que viria em seguida.

Depois, a vítima foi o mendigo Feliciano (Leopoldo Pacheco), que foi encontrado em frente a uma igreja, em seguida, foi a esotérica Milu (Zezé Polessa) que teve o seu corpo deixado em uma cabana abandonada.

Ainda há quatro pessoas na mira do assassino em série e sete prováveis suspeitos por todas as mortes em O Sétimo Guardião. De acordo com o próprio autor, cada um tem seus motivos para matar. Sendo assim, para Aguinaldo Silva, os sete suspeitos são:

– Valentina (Lília Cabral)– Olavo (Tony Ramos)– Eurico (Dan Stulbach)– Laura (Yanna Lavigne)– Sampaio (Marcello Novaes)– Judith (Isabela Garcia)– Mirtes (Elizabeth Savalla)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

A intrigante história do homem que pagou pelo próprio assassinato; vídeo

Homem paga pela sua própria morte ao dar dinheiro à esposa
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Um crime bárbaro fez Geraldo Jamil Siman Moreira de 51 anos, perder sua vida recentemente. O homem não sabia, mas acabou pagando pela sua própria morte ao dar dinheiro a esposa, Danielle Reis de Souza Siman de 36 anos. A mulher de Geraldo tinha um amante e parece ter premeditado o crime. Após convencer o amante, Danielle acabou sendo acusada como mandante da morte do marido.

O crime aconteceu em Cuiabá e chocou a população. Danielle inventou histórias para seu amante, Gabriel Brito Gabiato Pires de 18 anos. A mulher disse que era espancada por Geraldo e que os filhos do casal foram feitos após o homem estuprá-la. Isso fez com que Gabriel ficasse furioso.

O romance dos dois começou quando Gabriel tinha apenas 17 anos. O jovem então decidiu tirar a vida do marido de Danielle, após a mulher inventar mais uma história envolvendo Geraldo. Ela disse que o marido havia trancado-a dentro do quarto. Danielle ainda inventou que Geraldo tinha pego o seu celular.

“Ela falava que não tinha nada com o marido dela, que o primeiro filho foi fruto de estupro e o segundo porque ela bebeu e nem sabia que eles tinham transado. Falava para o Gabriel que ela era vítima de violência doméstica, que ele agredia muito ela, que ele ameaçava, que deixava ela presa no quarto, essas coisas todas”, disse a delegada Eliane de Moraes, responsável pelas investigações do caso.

Depois disso Gabriel decidiu matar Geraldo e pediu dinheiro à Danielle. Os dois juntaram R$ 11 mil e utilizaram quase metade desse valor para contratar alguém para matar o comerciante. A mulher até viajou no dia marcado para Geraldo morrer para evitar suspeitas em relação ao crime, porém, somente no dia seguinte a sua viagem é que o homem foi morto.

“No interrogatório dela, ela falou que falava para ele que não poderia se separar do marido, porque eles tinham um contrato, que ela tinha que pagar R$ 150 mil se eles se separassem, mais os cartões dele, que ela ia ficar com essa dívida, por isso ela não podia se separar dele. E isso tudo era uma invenção dela para o Gabriel, mas ele achava que era verdade”, contou a delegada.

“Mas em nenhum momento foi enfática de tirar isso da cabeça dele, porque se ela quisesse, ela poderia fazer isso, porque ela tinha total domínio sobre o rapaz, ela poderia falar para ele: ‘não vou ficar com você se você matar, você vai matar o pai dos meus filhos’, e de alguma forma tirar da cabeça dele, mas ela não fez nada nesse sentido”, afirmou a delegada.

Como mostra o vídeo, o comerciante foi morto com dois tiros disparados à queima roupa por um assassino contratado pelo amante. Geraldo perdeu a vida no último (17) de janeiro após sua própria mulher planejar o seu assassinato. Depois que as autoridades descobriram a ligação de Danielle e de Gabriel com o crime, os dois foram presos.

“E ela foi juntando dinheiro que o marido dava e do que desviava da contabilidade que fazia para ele das coisas que ele vendia”, afirmou a delegada.

CONFIRA O VÍDEO: Homem é morto com tiros na cabeça na porta de casa em Cuiabá

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Ex diz à polícia que teve relação sexual com dançarina antes do assassinato

Segundo delegado, Anderson disse que assistiu filme com Ana Carolina.
Porteiro de prédio e outras testemunhas serão ouvidas na tarde desta sexta.


Do G1 São Paulo

Anderson Leitão confessou ter matado Ana Carolina Vieira (Foto: Glauco Araújo/G1)
Anderson Leitão confessou ter matado Ana Carolina Vieira (Foto: Glauco Araújo/G1)
Anderson Rodrigues Leitão, que confessou ter matado a ex-namorada Ana Carolina Vieira no apartamento em que ela vivia na Zona Sul de São Paulo, contou em depoimento à polícia que teve relação sexual com a vítima pouco antes de assassiná-la, segundo o delegado Carlos Cesar Rodrigues, do 95º Distrito Policial, responsável pela investigação do caso.
O delegado disse ainda que o ex-namorado afirmou ter visto um filme com a dançarina e comido juntos antes de uma discussão que teria terminado com a morte da jovem. O delegado espera receber o laudo do exame necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) deve ser expedido até segunda-feira (9).
Ana Carolina foi encontrada morta na manhã desta quarta-feira (4) no apartamento em que morava na Rua Vergueiro, no Sacomã, na Zona Sul de São Paulo. O corpo foi achado após os zeladores sentirem um cheiro forte vindo do apartamento. Eles tocaram a campainha, notaram que a porta estava aberta, entraram e encontraram o corpo na cama do quarto, coberto.
A Polícia Civil pediu, nesta sexta-feira (6), um levantamento à Polícia Militar para apurar se Ana Carolina alguma vez havia acionado o 190, telefone de emergência da PM, por conta do ex-namorado. Caso a PM identifique alguma chamada do tipo, o delegado Carlos Cesar Rodrigues, do 95º Distrito Policial, responsável pela investigação do caso, disse que vai solicitar o aúdio do telefonema.
Ainda nesta sexta, o delegado afirmou que devem depor o irmão e uma prima de Ana Carolina. Além deles, Rodrigues quer ouvir o porteiro do condomínio e vizinhos da dançarina para apurar se algum deles ouviu algo diferente, que chamasse a atenção, durante os três dias em que Anderson permaneceu no apartamento da ex. Com isto, a princípio, a polícia ficará apenas no aguardo do laudo do IML para concluir o inquérito.
Nos registros da Polícia Civil, não há nenhum boletim de ocorrência feito pela dançarina contra ele. A investigação quer saber, então, se em algum momento ela chamou a PM devido a uma briga ou discussão com Anderson, mas que acabou contornada na hora, sem avançar para um registro oficial na delegacia.
Anderson confessou à polícia ter matado a bailarina por ciúmes. Preso no 95º Distrito Policial (Cohab Heliópolis), na capital paulista, Anderson disse que estrangulou a ex-namorada e contou ainda que tomou veneno de rato para morrer abraçado com ela.
Ao G1, ele disse que depois de estrangular a vítima, afirmou que a maquiou, deu banho no corpo dela e usou incenso para esconder o mau cheiro (veja no vídeo abaixo).
"Estrangulei com minhas próprias mãos. Comprei chumbinho, veneno de rato, porque eu queria morrer abraçado com ela. Fiquei com ela morta dois dias", disse Anderson.
Segundo ele, o casal teve uma discussão na segunda-feira. "Ela foi pra cozinha e disse pra eu não mexer no celular dela. Eu mexi e vi umas fotos, umas mensagens de Whatsapp e não gostei. Fiquei com ciúmes".
Tráfico e violência doméstica
Anderson já havia sido condenado por tráfico de drogas em Santa Catarina e respondia a termo circunstanciado por violência doméstica em Fortaleza, no Ceará.
Segundo o delegado, ele foi condenado a cinco anos e 10 meses em setembro deste ano pelo crime de tráfico, mas apelou e respondia em liberdade. Anderson disse em depoimento que foi detido porque traficou lança-perfume. O termo circunstanciado por violência doméstica foi registrado em 2013, por outra mulher.
Com Anderson, no momento da prisão, foram apreendidos R$ 800, US$ 700 e 80 libras. Testemunhas disseram que esse dinheiro pertencia a Ana Carolina. Ele alega que a quantia lhe pertencia.
Uma amiga da dançarina afirmou que mais do que por ciúmes, o crime teria sido motivado porque Anderson Rodrigues Leitão era "totalmente bancado" pela vítima e não aceitaria "perder a boa vida que tinha". "Ela proporcionava isso a ele", disse a amiga, que não quis se identificar.
Corpo
O delegado disse ainda que o corpo já foi liberado pelo Instituto Médico-Legal. De acordo com ele, o corpo da dançarina foi encontrado em estado de decomposição avançado e não deverá ser levado para Fortaleza, como era desejo da família, porque não suportaria a pressão atmosférica imprimida durante o transporte aéreo.
Folha com duas fotos de Anderson que a vítima deixou na portaria do prédio indicando que ele estava proibido de entrar no local (Foto: Glauco Araújo/G1)Folha com duas fotos de Anderson que a vítima deixou na portaria do prédio indicando que ele estava proibido de entrar no local (Foto: Glauco Araújo/G1)
Mensagem de Whatsapp trocada por Ana Carolina com a família sobre a presença de Anderson na porta do prédio (Foto: Glauco Araújo/G1)Mensagem de Whatsapp trocada por Ana Carolina com a família sobre a presença de Anderson na porta do prédio (Foto: Glauco Araújo/G1)
Prédio onde aconteceu crime, na Zona Sul de São Paulo (Foto: Glauco Araújo/G1)Prédio onde aconteceu crime, na Zona Sul de São Paulo (Foto: Glauco Araújo/G1)






FONTE: G1

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