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sábado, 20 de abril de 2019

Origem do Ovo de Páscoa

Difícil achar alguém que não goste de Ovo de Páscoa e para quem quiser saber de onde veio, aqui temos a história completa desta gostosura de chocolate!
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Tradição deliciosa
É difícil conhecer alguém que não ame se esbaldar nos ovos de Páscoa durante essa época, mas você já pensou por que diacho a gente faz chocolate em formato de ovo? Vem com a gente e descubra a história por trás dessa deliciosa tradição!


Páscoa

Que a Páscoa simboliza a ressurreição de Cristo todo mundo já sabe, e que ela serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da vida e do sacrifício daquele que fundou uma das maiores religiões do mundo, também.
Mas você já parou para pensar de onde vem toda a comemoração? O hábito de se presentear as pessoas com ovos de chocolate?
Eis que agora respondemos essas perguntas para você. Confira!

Começo

Tudo começou na China, no dia 15 de abril, na Festa da Primavera. Os chineses embrulhavam os ovos naturais com cascas de cebola e os cozinhavam com beterraba. Após o cozimento, os ovos ganhavam desenhos mosqueados na casca, um belo ornamento para ser oferecido como presente. Esse costume alcançou o Egito, sendo adotado pelos cristãos, que consagraram esse hábito como lembrança da ressurreição de Cristo. Mas foi somente no século XVIII, que a Igreja Católica adotou-o oficialmente como o símbolo da Páscoa.

Chocolate

Mas afinal, quando foi que o ovo de chocolate realmente surgiu? 
Foram os culinaristas franceses que tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate, como uma forma atraente e deliciosa.

Substituição

Então os ovos naturais foram substituídos pelos famosos e atuais ovos de chocolate. E para isso, existem duas histórias diferentes. A primeira conta que que a Igreja Católica proibia, durante a Quaresma, a alimentação que incluísse ovos, carne e derivados de leite. Já a segunda, afirma que na Idade Média, a bênção de ovos, durante a missa, antes de entregá-los aos fiéis era bastante comum.

Final Feliz

Por fim, todos acabam se divertindo e engordando alguns quilinhos na Páscoa. Além de celebrarmos a ressurreição de Cristo, praticamos mais ainda o amor, o carinho e a comunhão.

Pedreiro mantém intacta a tradição da queima do Judas em Fortaleza

Com 17 anos de experiência na confecção de bonecos para a Semana Santa, o “José do Judas” garante a renda familiar e preserva uma manifestação secular
Trabalho garante parte da renda da família / Helene Santos
São as recentes e fartas chuvas de abril no chão cearense o atual interesse de um sujeito dado ao trabalho braçal. Vandercleiton da Silva Costa, 41 anos, encara o céu nublado e reage aos primeiros pingos de chuva. Corre para proteger os bonecos de Judas expostos no cruzamento das avenidas Raul Barbosa e Murilo Borges. Na fronteira entre o Lagamar e a Aerolândia, a humilde construção serve de oficina e depósito. É a base temporária para o “José do Judas” manter uma tradição com quase três décadas de existência naquela região. 

Primeiro é necessário estabelecer uma correção de dados básica. Vandercleiton herdou do antigo patrão, o “Zé do Judas” original, os macetes da construção dos bonecos. Com a desistência do antigo dono pela função, o ajudante assumiu a nomenclatura, levantou a cabeça e tocou a bola para frente. “Eu sou o José”, afirma convicto. A pequena mudança no nome também vem acompanhada de outras constatações pontuais. Era o nome do pai, resgata. “É abençoado, né. Tá na bíblia, é de Deus”, se conforta o ambulante.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Na Islândia, a tradição do Natal é trocar livros

A leitura tem papel fundamental na
cultura islandesa. | Foto: Katerha/Flickr
Por Canal do Ensino
Olá leitores,
E se os presentes de natal fossem apenas livros? Essa é uma tradição na Islândia. O país tem o costume de comemorar o natal com troca de livros. Além de evitar o consumismo exacerbado, a prática incentiva a leitura e promove a cultura.
Chamada também de “Terra do Gelo”, a Islândia está localizada no hemisfério norte, o que significa que a estação do natal é o inverno. O frio é um incentivo extra para que as famílias passem a noite de natal trocando e lendo seus novos livros, enquanto estão aquecidos dentro de suas casas.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Renta Fan cede à pressão de Denílson e chora ao vivo no 'Jogo Aberto'

Zoeira entre a apresentadora e o comentarista virou tradição a cada nova derrota do Inter

© Reprodução/Band
Logo após a derrota do Internacional para o Corinthians, na noite desta segunda-feira, o comentarista Denílson foi às redes sociais iniciar a zoeira com a colega Renata Fan, apresentadora do "Jogo Aberto", da Band, e colorada fanática.

Com o programa no ar, nesta terça, Renata não conseguiu resistir à pressão de Denílson e caiu no choro após muita gozação, que incluiu fantasma da Série B, caixão colorado e "rebaixômetro", com a contagem regressiva para o rebaixamento.
''Gente, eu só vou falar uma coisa: É humilhante. Por quê? Podia chegar aqui hoje e falar: foi um pênalti inexistente, indevido, o Inter perdeu por causa da arbitragem, o que na verdade representa 10% da coisa, porque o Inter não jogou em momento algum pra ganhar. Sabendo que o resultado era necessário, entrou em campo e não deu um, um chute a gol no primeiro tempo, nenhum'', esbravejou.
Notícias ao Minuto

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Cuscuz com tudo: tradição ganha sabores como amendoim e salmão

BAZAR

Prato típico do Nordeste, a massa cozida de fubá de milho ganha novos sabores, como camarão e chocolate

Uma das comidas mais marcantes do Nordeste brasileiro - quem diria? - veio do Marrocos. “O couscous, nome do prato no Norte da África, é feito com sêmola de trigo e é típico daquela região mediterrânea”, conta Odilon Castro, professor do curso de Gastronomia da Ufba.
De acordo com o pesquisador, o alimento chegou à Península Ibérica no Século 8, época da invasão árabe à Europa. Depois de 700 anos,  atravessou o Oceano Atlântico junto com os navegadores portugueses. Como não havia trigo na América, eles se viraram com o que tinha: farinhas de milho e aipim (tapioca).
Outra diferença entre nossa versão e a árabe é o preparo. Enquanto o marroquino é feito em panela comum - e o híbrido paulista é assado no forno - a mágica do nordestino acontece no cuscuzeiro. “Cozinhar o cuscuz no vapor é uma criação brasileira para a qual foi inventado o cuscuzeiro”, diz Odilon.
Mas por que o dito brasileiro faz mais sucesso no Nordeste do que em outros lugares do país? “Não há certeza, mas desconfio da questão econômica. É bem mais barato”, opina Odilon.
A nutricionista Ana Leiro concorda com o professor. “Um saco de milharina rende cuscuz para oito pessoas. E custa menos do que quatro pães”, compara Ana.
Segundo a profissional, o prato é também nutricionalmente mais vantajoso. “Ele não tem glúten e possui menos calorias. Dá para reduzir ou até zerar a quantidade de sal, para evitar hipertensão. E ainda tem bastante vitamina A”, explica ela.
E o que não pode faltar para o cuscuz ficar uma delícia? Para Odilon, boa manteiga. Especialmente se for de garrafa. “Você pode também misturar um pouco de beiju na massa, para aumentar a liga”, aconselha o professor.
Ana alerta para os excessos: “Só não pode comer manteiga com cuscuz. Varie o sabor cobrindo com um ovo frito na água. Ou queijo branco e banana da terra na massa”.
Para quem quer a praticidade de achar o cuscuz pronto e com variedade de recheios, demos um rolé pela cidade atrás de lugares especializados na iguaria. Confira.
Sel Cuscuzeria - Mata a fome de passagem

Passa Anel - Recheado com queijo minas e goiabada, tipo o hit Romeu e Julieta. Preço: R$ 9,90. (Fotos: Alex Dantas/Divulgação)
A advogada e filósofa Selenide da Silva, 45, sempre sonhou ter um café. Mas queria algo diferente. E gosta de comer cuscuz desde a infância (quem não, né minha gente?). No fim de 2013, viu uma loja vazia no térreo do prédio de consultórios do Hospital da Bahia, na Pituba, e decidiu que seria ali. O que diferenciaria o seu estabelecimento dos demais em Salvador? O carro-chefe, o cuscuz. “Ainda mais nessa época em que as pessoas têm buscado tanto alimentos sem glúten nem lactose”, pontua a dona da Sel Cuscuzeria.

Três Três Passará - Recheado com camarões e coberto com bobó de camarão. Preço: R$ 24,90. “O cuscuz que lembra almoço combina melhor com suco cítrico ou refrigerante do que com cafezinho”, indica Sel.
Ao entrar na lojinha, com três mesas, um balcão e lugar para 10 pessoas, dá para notar logo os lustres, feitos com cuscuzeiros. No cardápio, mais de 45 sabores com nomes de brincadeiras clássicas. Entre o mais barato, Pulando Corda (manteiga e ovo, R$ 7,50), e o mais caro, Brincar de Médico (salmão, R$ 24,90), há opções que passam por carne de fumeiro, chocolate, amendoim e bacalhau. O sucesso é tanto, que ela vende cerca de 200 unidades por dia, já comprou a loja ao lado e até março planeja triplicar a capacidade de atendimento.

Boca de Forno - Recheado com carne de charque acebolada e coberto com manteiga de garrafa. Preço: R$ 9,90. “Nas duas lojas dá para variar a massa de milho, trocando-a pela de inhame, tapioca, banana-da-terra ou batata-doce, por um adicional de R$ 3”, diz Sel, que pretende ampliar ainda as opções com abóbora e fruta-pão.
VAI LÁ - Avenida Prof. Magalhães Neto, 1.541, Centro Médico Hospital da Bahia, ala A, loja 4. Funciona de segunda a sábado, das 7h30 às 21h. Aceita débito, crédito e Visa-Vale. Telefone: 71 3341-8729.
Rancho do cuscuz - Para curtir com calma

Nata do Rancho - Recheado com carne de sol desfiada com nata e coberto com manteiga de garrafa. Preço: R$ 13,90.
Quatro meses depois de criar a Sel Cuscuzeria, a empresária resolveu comprar o Rancho do Cuscuz, que já existia há mais de um ano. “Os cardápios têm muitas semelhanças, mas há pratos exclusivos do Rancho, como o Cuscujé (vatapá, salada e moqueca de camarão, servido na tigela de barro, R$ 16,90). A maior diferença é mesmo a pegada do local. Enquanto a Sel é lugar de passagem, mais apertadinho, a loja do Costa Azul é um pouco mais ampla e está na beira da rua.

Petit do Rancho - Recheado com chocolate ao leite, servido com sorvete de creme e calda de morango. Preço: R$ 13.
Aos domingos, tem bufê de café da manhã. Na mesa, além de pães, bolos, frutas e frios à vontade, cuscuzes de todo o cardápio. Exceto Cuscujé, Petit do Rancho e Camarão. Custa R$ 25 por pessoa.

Cabra Macho - Recheado com calabresa, frango, carne de sol, bacon e banana frita, coberto com requeijão cremoso e regado a manteiga de garrafa. Preço: R$ 14.
VAI LÁ: Rua Arthur de Azevedo Machado, 1.485, Edifício Vila de Napoli, loja 03, Costa Azul. 
Funciona todos os dias a partir das 7h30. De segunda a sexta fecha às 21h. Nos sábados às 17h30 e domingos às 11h30. Aceita cartões de débito, crédito e Visa-Vale. Tel: 71 3015-9995.

FONTE:
CORREIO

domingo, 4 de janeiro de 2015

Reza do santo mantém tradição na região

FIM DE ANO

Reza do santo mantém tradição na região

04.01.2015

Apesar da manutenção do hábito, sobretudo na zona rural, tem diminuído o número de tiradores de reza

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Uma das mais tradicionais casas da região, a Fundação Casa Grande, todos os anos celebra a renovação do Coração de Jesus tradicionalmente
FOTOS: ELISÂNGELA SANTOS
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Normalmente, num lugar de destaque da sala, com outras imagens e o oratório, são colocadas fotos dos donos da casa, além dos santos de proteção
Nova Olinda. A "reza do santo" é uma das mais festejadas no mês de dezembro no Cariri, em função das festividades religiosas do Natal, além da proximidade da entrada do novo ano. A renovação do coração de Jesus passou a ser fortalecida desde o Padre Cícero no Nordeste.
Mesmo com a prática ainda corrente no Cariri, principalmente em residências da zona rural, essa cultura tem diminuído por conta da pouca quantidade dos tiradores de reza.
A entronização do coração de Jesus é a confirmação do sacramento durante o casamento e a bênção do lar. O quadro da imagem do coração de Jesus é colocado solenemente em um lugar central da casa. Normalmente num lugar de destaque da sala, com outras imagens e o oratório. Muitos deles também contam com as fotos dos donos da casa, além dos santos de proteção.
O Padre Cícero chegou a trazer uma imagem do coração de Jesus da Europa. O quadro hoje se encontra no Museu Vivo, no Horto. Todos os anos, no casarão centenário, acontece a renovação. Atualmente, são poucos os novos rezadores, segundo Damião Felipe, conhecido por Ligeirinho, que há 20 anos segue a missão. Os meses de dezembro e maio são aqueles nos quais mais ele se desloca para renovações nas residências. Há dias em que chega a tirar mais de cinco rezas. Não recebe pagamento por isso.
A prática é tão importante para os rezadores que, em Juazeiro do Norte, há dois anos, houve uma formalização, por meio de certificados entregues a alguns tiradores de reza, pela Secretaria de Cultura e Romaria. O reconhecimento faz referência à renovação do Sagrado Coração de Jesus, costume deixado pelo sacerdote e os zeladores do apostolado da oração.
Foram cadastrados pela secretaria 58 rezadores na Cidade. No próximo mês de março, haverá um encontro. A meta é proporcionar a preservação dessa tradição religiosa, presente mais fortemente no sertão nordestino. Para a secretária de Cultura, Marli Bezerra, há alguns tiradores de reza mais velhos, como Dorinha do Horto, dentre outros.
Damião Felipe desde os 20 anos realiza renovações. Todos os meses, de todas as partes de Juazeiro, é requisitado. São, em média, 20 rezas a cada mês, com exceção dos mais concorridos. "Cada rezador tem a sua particularidade. Gosto no estilo antigo, com os benditos", diz ele.
Ligeirinho inicia a renovação com a invocação ao espírito santo, súplica do Coração de Jesus, ato de consagração, e depois a consagração da família, consideração final ao coração de Jesus e o bendito. "Não tiro terço e não leio a Bíblia", completa. Uma das poucas referências ao livro sagrado está na parábola de Zaqueu. Para ele, o Evangelho já é o dia a dia que a família vive. Para o rezador, a renovação representa um ritual de proteção à casa.
Uma das mais tradicionais casas da região, que se tornou o Memorial do Homem Kariri, a Fundação Casa Grande, todos os anos celebra a renovação do Coração de Jesus nos moldes tradicionais. O altar está posto e as flores são renovadas para receber as saudações. A casa começa alguns dias antes a ser preparada para a reza. Esse ritual segue nas moradas do sertão nordestino. É uma festa junto com a renovação do coração de Jesus.
Damião diz que a tradição não tem sido tão fortalecida como antes. As religiosas mais idosas, que tiravam a reza em vários locais de Juazeiro, hoje são em menor número.
Preservação
Para a secretária Marli Bezerra, é importante que o ritual seja preservado, com os cânticos que o próprio Padre Cícero ensinava às pessoas, sem que tenha de substituir por uma missa ou partes desse ritual com os evangelhos. Desde o ano passado que o próprio Município adotou uma renovação da administração, no último dia dos festejos alusivos ao nascimento do Padre Cícero, comemorado em março. Há a pretensão de se criar, neste ano, o Dia do Rezador no Município.
Marli Bezerra destaca a importância de se preservar essa tradição em meio à tecnologia e os novos costumes da sociedade atual. Ela diz que muitos valores relacionados à religiosidade, principalmente ao catolicismo sertanejo têm se distanciado no tempo e se perdido ao longo das gerações. "É um patrimônio imaterial que tem se diluído e precisamos preservar trazendo esses costumes".
Mais informações:
Memorial Padre Cícero
Praça do Cinquentenário
Juazeiro do Norte
Telefone (88) 3511-4040
Elisângela Santos
Repórter


FONTE:
DN

sábado, 2 de agosto de 2014

Festa do Município de Aracoiaba! Tradição! Eu estarei lá!


Festa do Município de Aracoiaba! Tradição! Eu estarei lá! 

R$ 20,00
Lembrando aos amigos q parte da renda será doada ao Hospital de Aracoiaba.
Vamos contudo galera...

terça-feira, 22 de julho de 2014

Juazeiro do Norte festeja 103 anos com fé e tradição

Juazeiro do Norte festeja 103 anos com fé e tradição

22.07.2014

Cidade reconhecida pela religiosidade também tem sido marcada pelo desenvolvimento econômico e social


juazeiro
Pequenas estruturas foram transformadas com o tempo
FOTOS: ELIZÂNGELA SANTOS
Juazeiro do Norte. O município que se tornou referência para o desenvolvimento regional completa hoje 103 anos. As comemorações de aniversário de Juazeiro do Norte foram iniciadas no último dia 18. As festividades foram abertas com missa em ação de graças, na Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores. Foram realizadas competições, inaugurações municipais, exposições e missa dos 80 anos do Padre Cícero, no último dia 20, às 6 horas, com mais de 20 mil romeiros na praça do Socorro. O sacerdote é o maior benfeitor e fundador da terra que passou a ser 'Capital da Fé', reconhecida por decreto estadual, por sua grande tradição de romarias, principalmente em louvor ao padre que se tornou um dos maiores fenômenos da fé popular do Brasil.
A programação oficial das comemorações do aniversário da cidade segue durante o dia de hoje, com a alvorada festiva, Corrida Padre Cícero, hasteamento das bandeiras, na Praça Dirceu de Figueiredo, inaugurações e almoço no Restaurante Popular aberto ao público.
Juazeiro tem se destacado pelas fanfarras, que se apresentam a partir das 16 horas, durante festival, atraindo grande público. A via de acesso ao Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, a Avenida Virgílio Távora com a Avenida Manoel Coelho, é inaugurada. Além disso, será apresentada a peça de Teatro 'A Serva', na Praça Padre Cícero, e um show de encerramento com o cantor Amado Batista, com show pirotécnico, no Parque de Eventos.

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