PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador trans. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trans. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Adolescente trans ganha na Justiça o direito de mudar nome e gênero em documentos, no Ceará: 'coração está batendo muito forte'

Lara Mendes Magalhães, de 16 anos, compreendeu desde os 12 anos que a própria identidade não correspondia ao sexo biológico com o qual foi designada ao nascer. O processo foi acompanhado pelo Núcleo de Direitos Humanos e Ações Coletivas da Defensoria Pública Geral do estado.

POR G1 CEUma adolescente transexual de 16 anos ganhou na Justiça o direito de mudar o próprio registro civil, alterando nome e gênero, no Ceará. A decisão judicial aconteceu no dia 20 deste mês, após o processo ser acompanhado pelo Núcleo de Direitos Humanos e Ações Coletivas (NDHAC) da Defensoria Pública Geral do estado (DPCE).

Lara Mendes Magalhães Torres foi designada com o sexo biológico masculino ao nascer, mas aos 12 anos compreendeu que se identificava com o gênero feminino. Ela, então, informou à família sobre a não conformidade com o gênero designado no nascimento. Em junho deste ano, acompanhada dos pais, ela ingressou com ação de retificação do registro civil, a primeira feita pelo NDHAC.

“Agora, com a mudança no meu registro, vou poder tirar novos documentos e não vou precisar ficar dando explicação de que o menino no documento sou eu. Vou poder, finalmente, ser reconhecida como uma pessoa do gênero feminino. O coração está batendo muito forte”, disse a adolescente.

CONTINUE LENDO EMhttps://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2021/10/26/adolescente-trans-ganha-na-justica-o-direito-de-mudar-nome-e-genero-em-documentos-no-ceara-coracao-esta-batendo-muito-forte.ghtml

Lara Mendes Magalhães Torres, de 16 anos, e os pais; todos moradores de Fortaleza. — Foto: DPCE/Reprodução

terça-feira, 27 de abril de 2021

'Quem era contra hoje está do meu lado', diz Tifanny, 1ª atleta trans de vôlei

A atleta estreou em dezembro de 2017 e foi alvo de muitas críticas dentro e fora da quadra

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - Tifanny Abreu, de 36 anos, primeira atleta trans a jogar na Superliga Feminina de Vôlei, estreou em dezembro de 2017 e foi alvo de muitas críticas dentro e fora da quadra. Aos poucos, foi conquistando seu espaço e bloqueando preconceitos. O debate ainda é quente no meio esportivo, mas a jogadora deu mais um passo importante em sua carreira: ela se tornou estrela global em uma campanha internacional de sua patrocinadora sobre inclusão e diversidade no esporte.

Nesta entrevista ao Estadão, ela contou como tem sido essa fase em sua carreira e espera abrir as portas para outras atletas trans no futuro.

Você terminou a temporada nacional no vôlei jogando bem e agora está de férias. Está podendo relaxar um pouco?

Agora é a hora de recuperar o corpo e a mente porque a próxima temporada promete. Tomara que a pandemia já tenha passado para podermos ter o torcedor mais perto da gente. Adoro tirar foto, abraçar torcedor. Recebo tanta pedrada, e quando recebo carinho, quero retribuir.

Quando você se tornou a primeira atleta trans no vôlei nacional, você sofreu muito com a polêmica que se criou. Como está isso agora?

No início foi uma tempestade em copo d'água. Muitas pessoas pensam que era só ser trans e que poderia jogar. Mas precisa ter laudos, fazer a hormonização corporal, e sofri bastante. Depois de quatro anos, as pessoas começaram a estudar e viram que as mulheres trans não têm vantagem em cima das mulheres cis. Quem era contra hoje está a favor e do meu lado. A história do esporte mostra isso, pois teve a primeira vez de um atleta negro, a primeira mulher, a primeira trans...

Algumas jogadoras brasileiras se posicionaram contra a sua presença naquele momento. Como está isso agora?

CONTINUE LENDO...

terça-feira, 6 de agosto de 2019

'Vitórias de todas nós trans', diz primeira modelo transgênero da Victoria's Secret

Modelo se diz grata a Deus pela oportunidade. 'Estamos num momento onde temos conquistado mais espaço, estamos fazendo pequenas grandes mudanças', afirma.
Valentina Sampaio é a primeira modelo transgênero
 a participar de uma campanha da marca de lingerie
 americana 
mundialmente famosa
— Foto: Gabriel de Moura/ Divulgação 
O anúncio da cearense Valentina Sampaio como a primeira transgênero a participar de uma campanha publicitária da Victoria's Secret foi, para a própria modelo, um momento de celebração. "Eu me sinto muito honrada e feliz! São vitórias de todas nós trans", comemora.

Em junho, a cearense natural de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza, posou em Nova York para uma campanha da grife de lingerie pelas lentes do fotógrafo Sebastian Kim. Um feito histórico, já que é a primeira vez que uma modelo trans estampa uma campanha da marca internacional.

Inspirada pela mãe, com quem conta ter aprendido a não desistir, Valentina diz sentir-se grata a Deus pela oportunidade. Ela se define como uma mulher persistente e que luta pela causa. "Estamos num momento onde temos conquistado mais espaço, estamos fazendo pequenas grandes mudanças", afirma.

Com a rotina dividida entre Milão, Paris, Nova York e São Paulo, Valentina tenta manter, na imprevisibilidade dos dias, os cuidados com a saúde.

"Procuro praticar exercícios todos os dias e me alimentar de forma saudável, para estar sempre cheia de energia, porque essa vida de avião em avião demanda bastante!", descreve. Da terra natal, onde esteve pela última vez em março, Valentina revela sentir falta, especialmente, das praias e do caju, fruto típico dessa época do ano no Ceará.

Se o cotidiano de Valentina ainda é cheio de surpresas por conta do trabalho, campanhas de moda e desfiles, o futuro da modelo, contudo, já está desenhado nos sonhos dela: "No futuro, eu me imagino com minha família, feliz e em um mundo mais justo".'Tenho orgulho dela, sim'
LEIA MAIS EM...

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Cirurgia inédita usa pele de tilápia na reconstrução vaginal de mulher trans na Unicamp

Procedimento realizado em Campinas (SP) em parceria com a Universidade Federal do Ceará reparou fechamento do canal vaginal da paciente após redesignação sexual.
Técnica para uso da pele de tilápia foi desenvolvida
 no Ceará — Foto: Viktor Braga/UFC
Um procedimento inédito realizado na Unicamp, em Campinas (SP), com técnica desenvolvida no Ceará, usou a pele de tilápia para reconstrução vaginal de uma mulher trans que apresentou fechamento do canal após a cirurgia de redesignação sexual. A técnica substituiu a do enxerto com parte do intestino, mais invasiva, demorada e com período de recuperação maior.

De acordo com o professor Leonardo Bezerra, da Universidade Federal do Ceará (UFC), responsável por criar o método e aplicação da pele de tilápia em procedimentos ginecológicos, a cirurgia realizada nesta terça-feira (23), no Caism, durou três horas, cerca de um terço do tempo do tratamento convencional, e foi um sucesso.

"A paciente está muito bem, já caminha e urina normalmente", explica.

No Ceará, cirurgias de reconstrução vaginal com a pele de tilápia já foram realizadas em mulheres com síndrome de Rokitansky, agenesia vaginal ou câncer pélvico.
LEIA MAIS EM...

domingo, 4 de março de 2018

Trans consideram vitória decisão do STF sobre mudança no registro civil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu essa semana que pessoas transexuais e transgêneros têm o direito de alterar nomes e sexo no registro civil sem a necessidade de realizar cirurgia de redesignação sexual e apresentar laudo médico pericial. A maioria da Corte também decidiu que não é mais preciso ter uma autorização judicial para fazer a mudança, ou seja, os processos de retificação do registro civil vão ocorrer por via administrativa, sem a necessidade de judicialização.

A decisão ocorreu no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4275, encerrado na sessão plenária dessa quinta-feira (1º). A ação havia sido ajuizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o STF desse interpretação conforme a Constituição Federal ao Artigo 58 da Lei 6.015/1973, que dispõe sobre os registros públicos. Todos os ministros do Supremo reconheceram o direito de alteração do registro mesmo sem cirurgia de mudança de sexo, e a maioria entendeu que não é necessária autorização judicial.

domingo, 14 de janeiro de 2018

‘Tenho uma força de mulher forte. Nada mais’, desabafa jogadora trans

Tiffany, do Vôlei Bauru, diz que não leva vantagem sobre adversárias pelo fato de ter nascido homem
© Marcelo Ferrazoli / Vôlei Bauru
Tiffany é a primeira atleta transexual a atuar na Superliga feminina, a elite do vôlei brasileiro, e isso a colocou no meio de uma polêmica. Na última semana, algumas adversárias se queixaram do desempenho da jogadora do Bauru, afirmando que ela levava vantagem sobre as outras meninas. Mas neste domingo (14), em entrevista à TV Globo, Tiffany desabafou.

“Sinceramente, se eu tivesse a força que eu tinha antes, tivesse o voleibol que eu tinha antes, realmente não teria coragem de estar aqui. Eu ia machucar uma pessoa. Mas, hoje eu posso atacar o forte que for que eu não machuco ninguém do outro lado. Porque eu tenho uma força de mulher forte. Nada mais que isso. O resto meu é só talento que Deus me deu e ninguém pode tirar”, se defendeu a jogadora, que estreou pelo Bauru no dia 10 de dezembro de 2017.

LEIA TAMBÉM: Bauru terá a primeira transexual da Superliga feminina de vôlei

Em cinco jogos disputados, Tiffany marcou 115 pontos, com uma média de 23 por partida. Tandara, que defende o Osasco e a seleção brasileira, era antes de Tiffany a maior pontuadora da Superliga, com média de 20 pontos por duelo.

“É de encher os olhos sim, com certeza, pela atitude, pelo trabalho, mas deixo na mão dos especialistas”, disse Tandara, segundo o Globoesporte.com.

O comitê olímpico internacional nem chega a exigir cirurgia de mudança de sexo. Mas para um ser humano nascido homem jogar entre as mulheres, é preciso ter um nível de testosterona abaixo de 10 nanomols por litro de sangue. Tiffany tem 0,2 nanomol, o que a coloca dentro da regra.

Já Aline, jogadora do Brasília que enfrentou Tiffany na semana passada, pondera.
“O ataque dela é forte sim, é pesado, mas a Tandara também ataca pesado, ataca forte. Ela também erra, também larga. Ela se sobressai? Sobressai sim. Mas eu não achei tudo isso que todo mundo fala. Ela recebe noventa bolas por jogo, é normal ela fazer trinta pontos. Vamos ver os confrontos contra os times grandes, contra o Rio, contra o Praia. Porque daqui a pouco esses times vão começar também a parar o ataque dela”, disse.
A goiana Tiffany, atualmente com 33 anos, nasceu Rodrigo Pereira de Abreu e já havia disputado as edições masculinas da Superliga A e B no Brasil e outros campeonatos masculinos nas ligas da Indonésia, Portugal, Espanha, França, Holanda e Bélgica antes de fazer a transição de gênero, concluída quando defendia um clube da segunda divisão belga. E, no início de 2017, recebeu permissão da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) para competir em ligas femininas, tendo disputado a temporada pelo Golem Palmi, time da segunda divisão da Velha Bota. Em dezembro do ano passado, ela foi autorizada a jogar a Superliga do Brasil.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Thammy fica de cueca durante cenas quentes com a namorada em peça teatral

Foto: Thyago Andrade/Brazilnews
Em 'T.R.A.N.S – Terapia de Relacionamento Amorosos Neuróticos Sexuais', ator vive um surfista incentivado a buscar autoconhecimento
POR CORREIO 24 HORAS
O ator Thammy Miranda estreou seu mais novo trabalho e voltou a dar o que falar. No papel de Rafael, em “T.R.A.N.S – Terapia de Relacionamento Amorosos Neuróticos Sexuais”, ele protagonizou cenas quentes com a namorada, a atriz Andressa Ferreira, e chegou a ficar só de cueca no teatro.
A apresentação ocorreu na noite desta segunda-feira (29), durante a 5ª edição da Mostra de Teatro Tiradentes em Cena, em Minas Gerais. Neste ano, o evento abordou o tema da tolerância.
O filho transexual de Gretchen interpreta um surfista que não estuda e não trabalha, e é influenciado por Jéssica (Andressa Ferreira), a procurar uma analista para se autoconhecer.
Veja algumas fotos da apresentação.
Foto: Thyago Andrade/Brazilnews

sexta-feira, 18 de março de 2016

Italiano pode pegar 16 anos por matar trans brasileira

Daniel Savini assassinou Lucas Martins dos Santos a facadas


Agência ANSA

A Promotoria de Bérgamo, no norte da Itália, pediu uma pena de 16 anos de prisão para Daniel Savini (31), acusado de ter assassinado a transexual brasileira Lucas Martins dos Santos (21), morta a facadas na casa onde o suspeito vivia com a família.    
O crime ocorreu na madrugada de 14 de fevereiro de 2015, em Villa d'Adda, cidadezinha situada na província de Bérgamo. Lucas era conhecida como "Luna" e havia sido levada por Savini para sua residência, onde fumaram crack, mas não mantiveram relações sexuais.    
Segundo o acusado, a trans brasileira começou a pedir mais dinheiro do que havia sido combinado, mas ele não tinha. Então, Luna pegou uma faca e ameaçou o italiano. Ainda de acordo com seu relato, ele desarmou a vítima com um golpe de caratê e a agrediu repetidas vezes, até acertá-la com uma faca.    
O próprio Savini chamou a emergência, sustentando inicialmente que a brasileira havia invadido sua casa para atacá-lo. Mais tarde, o acusado confessou o crime, pelo qual pode ser condenado a 16 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado (crueldade e motivo fútil).    
A autópsia mostrou que a trans tinha dezenas de feridas causadas por "armas de corte" na cabeça, no pescoço, no tórax e nas costas. Além disso, a perícia apontou que Savini usou três tipos de facas de cozinha com lâminas diferentes e até um bastão de lareira.  
As mãos de Luna também tinham cortes, o que indica que ela tentou se defender dos ataques. Ao fugir, foi atingida nas costas, caindo de barriga para baixo. A sentença deve ser anunciada na próxima segunda-feira (21).
FONTE: Jornal do Brasil

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Unilab - Alunos pressionam pela nomeação de professora travesti como reitora no CE

Alunos de uma universidade pública do Ceará lançaram uma campanha para que uma professora travesti seja nomeada reitora da instituição.
O movimento "Luma Lá", iniciado no final de dezembro por estudantes da Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira) pede para que o novo ministro da Educação, Cid Gomes (Pros), nomeie a professora Luma Andrade para o cargo.
Luma é conhecida como a primeira travesti do Brasil a fazer um doutorado. Ela defendeu em 2012 uma tese em educação na UFC (Universidade Federal do Ceará) sobre travestis nas escolas.
Jarbas Oliveira/Folhapress
A professora trans Luma Andrade, cotada por estudantes para ser reitora no Ceará
A professora trans Luma Andrade, cotada por estudantes para ser reitora no Ceará
O cargo de reitor na universidade está vago desde o dia 1º de janeiro porque a ex-reitora Nilma Lino Gomes assumiu a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República.
Nilma foi a primeira negra a se tornar reitora de uma universidade brasileira. Caso seja escolhida, Luma será a primeira travesti reitora do país.
A Unilab, em Redenção (a 66 km de Fortaleza), é uma autarquia vinculada à pasta ocupada desde 1º de janeiro por Cid Gomes, ex-governador do Ceará.
Cabe ao ministro da Educação escolher o reitor, que não precisa ser necessariamente docente da instituição. Antes de assumir a pasta, Cid foi governador do Ceará (2007-14).
Segundo o estudante Kaio Lemos, 35, que cursa bacharelado em humanidades e integra o centro acadêmico da faculdade, o movimento de alunos já enviou um apelo por carta a Cid Gomes, quando ele ainda era governador, pela nomeação da professora.
"Se ela tem capacidade acadêmica, não tem nenhum problema para ela como travesti ser reitora", afirma.
"Nós já tivemos muitos nomes de homens importantes na história, de reitores, de presidentes. Essa escolha vai muito além, condiz com a questão da diversidade sexual", defende o estudante.
Segundo ele, o movimento gerou resistência de um grupo pequeno, "de oito a dez alunos". "Mas isso é natural."
Luma afirmou que foi pega de surpresa pela campanha e que recebeu a iniciativa como "um presente". "Não foi uma afirmação minha. Fiquei muito feliz porque a campanha veio do grupo mais forte de estudantes da universidade e eles confiaram no meu trabalho", diz.
Segundo ela, a campanha foi vista como uma afronta por muitas pessoas de dentro da Unilab. "Em todos os espaços temos pessoas conservadoras. É um espaço de disputa, uma relação de poder, e existem pessoas que querem essa função e que tinham certeza de que iriam ocupar esse espaço. De repente, surge o nome de uma travesti e isso veio da comunidade de estudantes, então foi um surpresa para todos."
Cid Gomes ainda não definiu quem será o novo reitor da Unilab.
A assessoria do Ministério da Educação afirmou que a equipe de Cid Gomes ainda está sendo montada e que não há uma data para a nomeação do novo reitor da Unilab.

Fonte: 

Fonte: 

.................................................................................................

Universidade no Ceará pode nomear primeira reitora trans do Brasil

Após nomear Nilma Lino Gomes como a primeira reitora negra de uma universidade federal brasileira, a Universidade Federal de Integração da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) pode quebrar outro paradigm: ter a primeira reitora travesti do país.
Luma Nogueira de Andrade, Doutora em Educação pela UFC (Universidade Federal do Ceará), mestra em Desenvolvimento e Meio Ambiente, é a primeira professora universitária travesti do país. E pode ir além. Isso porque com a saída de Nilma, que assumirá a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Luma é a principal indicada para ocupar o cargo na reitoria.
Reprodução© Fornecido por Catraca Livre Reprodução
Apoiada pelos estudantes da instituição, a possível nomeação da docente é endossada pelo movimento “Queremos Luma Lá”. Realizada desde dezembro do ano passado, a campanha deve ser encaminhada ao ministro da educação, Cid Gomes, que definirá o nome do novo reitor.
Ligada à luta dos movimentos sociais, a escolha da professora confirmaria a natureza pioneira da universidade, ao cumprir um papel de empoderamento das minorias marginalizadas historicamente no país.

Leia Mais

Não são valores sociais que vão me definir como mulher
Antes de tudo, uma lutadora
Conhecida como uma das maiores especialistas nos estudos de Gênero e Sexualidade do Brasil, Luma é pesquisadora do Núcleo de Políticas de Gênero da Unilab.
Recentemente recebeu apoio de diversos intelectuais e ativistas de diferentes lugares do mundo, como a filósofa Marie Hélene Bourcier, da Université du Lille na França, de Miriam Pilar Grossi, filósofa feminista brasileira, de Felipe Bruno Fernandos, intelectual, professor da UFBA e pesquisador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos das Mulheres-NEIM, naquela universidade, da antropóloga Rosana Pinheiro-Machado, colunista da Carta Capital e professora de antropologia em Oxford- Reino Unido, além de Renan Quinalha, da Comissão Nacional da Verdade. A campanha deve ganhar força com manifestações dos alunos da universidade nos próximos dias.
FONTE: MSN

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK