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domingo, 16 de junho de 2019

Entrevista com a Escritora Eliane de Lacerda Corrêa....

Eliana de Lacerda / Dibulgação
Eliane é a nossa entrevistada de hoje,nascida em volta Redonda no Rio de Janeiro,já publicou sete livros,entre eles o HABEAS CORPUS.  Além de escritora Eliana também é blogueira.  se você quiser conhecer o blog da Eliane e dá uma abraço nela clique no link:
Eliana De Lacerda


RAPIDINHA NO DIVÃ... CONHECENDO A BLOGUEIRA
DIVÃ:Nome- Eliane de Lacerda Corrêa
DIVÃ:Nome artístico- Elyane Lacerdda
DIVÃ:Data do nascimento- maio

DIVÃ: Qual o seu time:
E. L Sou Flamenguista , mas não assisto a nenhum jogo e nem sei o nome dos jogadores

DIVÃ:Natural de...
E.L Sou Natural de Volta Redonda/RJ-cidade onde vivo atualmente

AGORA VAMOS AO CARA A CARA MESMO!...

DIVÃ: Porque resolveu criar o blog?
A criação do Blog aconteceu, quando me aposentei e resolvi ativar esse meu lado da Escrita
Temática do Blog-Literatura (Divulgação de meus trabalhos)

DIVÃ:Pensou em desativa-lo?
E.L Não, nunca pensei em desativar meu blog, apesar de muitas vezes me sentir meio desanimada com relação ao movimento de leitores, mas não desisto fácil de nada na minha vida, sou muito determinada!

DIVÃ: Porque escolheu esse nome para o blog? Se inspirou em algum blog?
E.L O blog carrega meu nome, não procurei me espelhar em nenhum outro blog, gosto de ser criativa e autêntica

DIVÃ: Além de blogueira você também é escritora,fale um  pouco sobre os seus trabalhos.
E L. Sim, posso dizer que agora assumi a profissão de escritora, tenho 7 livros já editados :Além das Palavras, Sensações Vizinhas, Entre Infinitos, Poemas do Acaso, Emoções Selvagens, Tecendo a Vida, Habeas Corpus.

Divã:Como foi o seu primeiro contato com a literatura?
E.L Comecei a escrever aos 13 anos de idade, durante as aulas escrevia poemas. Comecei a me destacar na escola, os professores me elogiavam demais nas redações  Eu comprava cadernos para poemas e depois meus professores corrigiam. Mas antes dessa idade tocava violão e fazia composições de músicas aos 11 anos mais ou menos.
Amo a escrita e todos os meus livros me encantam, mas o próximo sempre será melhor ...penso dessa forma!!!

DIVÃ:Fale um pouco sobre Eliane
E. L Sou uma pessoa descontraída, gosto de estar com os amigos numa cafeteria, ouvindo música, falando sobre cultura, ou simplesmente rindo muito e conversando sobre banalidades. Aprendi a viver o “hoje”! Estou sempre atenta à moda, dicas de beleza, saúde, pratico atividade física regularmente, para manter o equilíbrio entre a mente e o corpo, procuro estar sempre antenada com as notícias mundiais, aprecio o programa “Sarau”, “ Globo News Literatura” e “ Estúdio i” com a jornalista Maria Beltrão. O ato de escrever surgiu em minha vida, quando estava com treze anos de idade e morava no Rio de Janeiro, onde era muito elogiada pelos professores de Redação dos colégios Mallet Soares e Zaccaria. Meus autores preferidos sempre foram :Fernando Pessoa, Clarice Lispector, Rubem Fonseca, Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles. Lembro-me , que escrevi vários cadernos de poesias durante as aulas, que eram cansativas e monótonas!(coisa de adolescente ) Ocupo a cadeira de número 11 na Academia Volta-Redondense de Letras e a cadeira de número 08 na Academia de Artes,Ciências e Letras do Brasil. Amei assistir aos filmes:Matrix, Avatar e Divã. Sou formada em Letras e Pós Graduada em Língua Portuguesa e Docência do Ensino Superior. Escrever flui para mim, com o sangue que corre em minhas veias!Gosto de desafios, de voar com as águias. Sou amante do Sol.

DIVÃ:Como foi a escolha do título?
E.L Geralmente os títulos nascem de um poema, que julgo ser FORTE!

DIVÃ: Qual será seu próximo livro?
E. L Meu oitavo livro será lançado no segundo semestre, “Eu e Outras”, esse é o título!

DIVÃ: De onde vem as inspirações para as histórias?
E. L Inspiro-me na vida, nas observações que faço ao meu redor!
Quando escrevi meu primeiro livro foi ideia de um amigo jornalista da região, Ubirajara Ramos, e fizemos um livro de ouro, com vendas antecipadas, na época era muito caro e difícil fazer um livro como escritor independente.

DIVÃ: Quando descobriu que queria seguir a carreira de escritora?
E. L Logo que me aposentei, resolvi determinar para minha vida, que escreveria um livro por ano, pois hoje temos mais opções e podemos fazer poucos exemplares, de acordo com a demanda!
Desta forma, tenho escrito um livro por ano, quando lanço um livro, tenho outro na metade ou quase na metade!
Não sou ícone, apenas escrevo porque amo as palavras, mas tento fazer o melhor que posso!

DIVÃ:Quando se é escritor,você tem muitos contatos com leitores que admiram seu trabalho, mas sabemos também que há muitas críticas negativas,devido a exposição ao qual o autor esta sujeito.

Você já foi vítima de críticas negativas? Como reagiu?
E. L.Não me aborreço com críticas, pois são sempre construtivas e nos ajudam a crescer na Literatura!

DIVÃ: O que não pode faltar na  mesa da escritora Eliane Lacerda?
E. L.Na minha mesa de escritora não pode faltar canetas, muitas canetas, cadernos, papéis, notebook, luz , música e muita inspiração e amor à arte!

DIVÃ: Qual seus escritores favoritos?
E.L.Meus escritores preferidos:Fernando  Pessoa, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade,Martha Medeiros, Rubem Fonseca, Lya Luft e muitos outros...

DIVÃ: As editoras estão deixando um pouco de lado os escritores internacionais e abrindo espaço para a publicação de livros nacionais. você atribuí isso ao interesse crescente dos leitores brasileiros pelos livros nacionais,ou acredita que há um outro responsável?
E. L: Precisamos abrir as portas para os novos escritores, pois o Sol nasceu para todos!

DIVÃ: Dica para quem quer começar a escrever:
E. L  Crie uma rotina de trabalho, estabeleça horário para a Literatura e cumpra!
Compre um caderno pequeno e caneta, deixa na bolsa ou mochila,e basta observar a vida.....faça as anotações e depois desenvolva seu texto!
Sucesso a todos!

DIVÃ: Considerações finais
Agradeço muito pelo convite de estar no Divã com vc, querida amiga Célia!

Estou sempre disposta a ajudar, podem me procurar pelo email ou face!
Bjos

DIVÃ:Mais uma vez eu quero agradecer a você Eliane,por ter se deitado aqui no DIVÃ revelando as verdades mais secreta de sua carreira de escritora.Você comentarista e visitantes quiserem participar e só deixar aqui nos comentarios que também deseja participar. Não se esquecendo de seu e-mail e profissão.
POR NO DIVÃ COM CÉLIA LIMA
http://nodivacomcelialima.blogspot.com/2016/03/entrevista-com-escritora-eliane-de.html

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Ame



POSTADO POR 


Ame,
enquanto o fogo arde,
o coração dispara
e a pele arrepia profundamente.
Ame,
porque o dia não promete nada,
e a noite, com certeza,
não comprometerá ninguém,
é tempo de sentir...
Ame,
ainda que, sozinha,
sem reciprocidade,
seu canto fale mais alto,
e balance o sentimento
de alguém calado.
Ame
sempre,
sem gritos nem gemidos,
sem ansiedade...
serena e distraída.
tome todo o amor alheio
e navegue pelo oceano da vida.
Siga
seu caminho,
sem lembranças,
fazendo de seu momento
o eterno... o ilimitado!
Ame
sempre,
a qualquer hora,
qualquer dia...
sem receio,
entregue-se...
e, calada em seu mundo,
grite com grande euforia:
-Amo esse gosto de amora
                                              em nossas bocas!...

domingo, 6 de março de 2016

Devo negar


Devo negar
O palpitar incessante no peito
Quando o vejo pelas ruas
                                                         Nas tardes de outono...
Devo negar
O brilho nos olhos
Quando encontram os seus tão selvagens...
Devo negar
Que em seus braços
Sou mulher atrevida e desejada...
Devo sempre negar
                                                         O copo de cerveja...
As mordidas no ombro...
As lambidas na barriga...
As mãos que deslizam em minhas coxas sedentas...
                                                     O suor que borbulha em nossos corpos nus...
As línguas fervilhantes
Que se enlaçam... entrelaçam...e se soltam
Provocando intenso prazer...
Devo negar
O ar que respiro...
O sol que brilha...
A lua que inspira os poetas...
O mar que invade os sonhos...
De negar, mas sinto loucamente ...



FONTE: Eliane de Lacerda

sábado, 12 de dezembro de 2015

Decolando sem Pânico



Postado por 

“Voar voar, subir subir ir por onde for
Descer até o céu cair ou mudar de cor
Anjos de gás, asas de ilusão
E um sonho audaz feito um balão
No ar no ar eu sou assim brilho do farol
Além do mais amar no fim simplesmente sol” (Guilherme Arantes)


Superei meus limites, enfrentando meus medos, minhas neuroses, minha solidão disfarçada. Quando entrei naquele ônibus e fui em direção à adolescência, tive mesmo a sensação de entrar no túnel do tempo e reencontrar meus amigos, meus pais, minha vida tão turbulenta, onde passei por grandes conflitos existenciais. Não demonstrei insegurança a ninguém, apenas respirava fundo sempre que algo ou alguém me amedrontava!
Na hora de pegar o táxi credenciado para o aeroporto foi mais complicado; entrar e acreditar que o motorista era um “Homem do Bem”, pois os noticiários só divulgam tragédias e a violência é algo muito comum em todos os telejornais, como sou "antenada" e gosto de estar a par dos acontecimentos mundiais, quando me confronto com situações como essas, crio dentro de mim um monstro que tenta me sabotar o tempo todo!
Chegando no “Tom Jobim”, entrei mais tranquila e fiz meu check-in sem nenhum problema, a tecnologia me agrada muito, estou sempre disposta a enfrentar desafios tecnológicos, acho meio alucinante e me atrai!
Despachei minha mala e fui direto tomar uma café com pão de queijo, que delícia!
Procurei meu portão de embarque e logo foi feita a chamada dos tripulantes da Gol com destino a Pernambuco! Caminhei pela passarela, não havia mais opção de volta, teria que entrar na aeronave e mais uma vez enfrentar o medo de decolar, estar nas nuvens, de perder o chão por completo, o que é maravilhoso quando é por uma boa noite de Amor!!!!! Nada como perder o chão ao lado de um homem interessante, inteligente, carinhoso e cheio de gás!
Segui os conselhos de um amigo e comecei a observar as pessoas; suas roupas, cabelos, gestos. Passei a olhar para a janela e admirar a natureza tão selvagem e excitante!
Lembrava sempre da respiração de relaxamento. Observei um homem que estava muito elegante de terno, e solicitava sempre uma cerveja à comissária de bordo, acredito que tenha tomado mais de quatro latas de cerveja, toda hora ia ao banheiro e como estava sentado na poltrona da janela, seus companheiros dos lugares ao lado, precisavam levantar para que ele saísse. Coitados!
Quando aterrissamos, uma fila enorme estava no corredor do avião para descer, percebi que esse homem falava ao telefone e escutei quando disse todo carinhoso: Estou com saudade, amor! Achei lindo demais, pois deveria ter uns cinquenta anos de idade  e Amar é sempre contagiante, pois quando amamos nosso olhar tem mais brilho, nosso sorriso é espontâneo.
Ele estava sozinho, mas era bem claro, que o Amor era seu companheiro de viagem!
Nunca estamos sós, quando um sentimento maior nos envolve e faz parte do nosso “EU!”


“Fugir meu bem é ser feliz só no polo sul
Não vou mudar do meu país nem vestir azul
Faça o sinal cante uma canção
Sentimental em qualquer tom
Repetir o amor já satisfaz
Dentro do bombom há um licor a mais
E até que um dia chegue em fim
Em que o sol derreta a cera até o fim
Do alto coração mais alto coração
Do alto coração mais alto coração”(Guilherme Arantes)






FONTE:
http://www.elianedelacerda.com/2015/12/decolando-sem-panico.html

quarta-feira, 16 de julho de 2014

A Copa e o Lixo

Durante a Copa do Mundo houve um silêncio, uma pausa para os questionamentos, as aflições, a violência, tive mesmo a impressão de que o Brasil estava calmo, sem crimes, sem fome, sem drogas!
Casualmente me mostraram essa foto e fiquei impressionada com a discrepância que havia entre as classes sociais, que ali estavam marcadas em um momento de exaltação aos jogos da “Copa”.
Enquanto grupos de brasileiros e estrangeiros em sua maioria, pois os ingressos para os jogos não correspondiam à realidade do “povão brasileiro”; cantavam, bebiam, torciam pelo seu país, dentro de uma caçamba de lixo estava uma mulher sentada, e as pessoas jogavam seus lixos recicláveis ou não... Sem imaginar,  que naquele local existisse um” Ser Humano” !
Por que ela permanecia ali dentro?
O que procurava?
Recolhia e separava os lixos jogados pelos torcedores, essa era a verdadeira realidade brasileira, que a mídia não mostrou em momento algum. Essa imagem ficou retida em meus olhos, e foi o bastante para que fizesse minhas interpretações sobre o mundo, as grandes diferenças sociais.
Alguns torcedores a viram e até apontaram para dentro da caçamba, mas ninguém foi capaz de parar, a festa seguiu normalmente,  para aqueles que são privilegiados.

FONTE:
http://www.elianedelacerda.com/2014/07/a-copa-e-o-lixo.html

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Uma Explosão de Sentimentos



Quando abriram a geladeira, deixaram cair um saco de leite, que sujou a cozinha inteira, e as duas riram muito, mas foram logo pegar um pano de chão e tratar de deixar tudo bem limpo, mas mesmo assim Leonor (mãe de Aline e Beatriz) ficou muito irritada, pois gostava de manter o apartamento sempre muito arrumado, tinha uma ajudante com carteira assinada e era muito eficiente, mas naquela hora, já havia cumprido seu dia de trabalho e estava a caminho de sua casa.
As gargalhadas não paravam e “Marcos”, pai de Aline e Beatriz, que ainda eram adolescentes, acabou entrando no clima, e os três fizeram uma bagunça generalizada, pois não limparam nada direito, e só sabiam rir muito.
Leonor, ela os observava muito impaciente, estava totalmente transtornada com a situação, pois o marido não a apoiava e só sabia rir e tentar ajudar as filhas, mas o chão estava todo melado e sujo.
As meninas iam à costureira com o pai, para arrumarem algumas peças que precisavam de ajustes, e como era em outro bairro, seria necessário que o pai as levasse de carro, pois moravam em uma capital, onde tudo é mais difícil e a distância entre os bairros é grande!
Saíram pela porta dos fundos e foram pegar o elevador de serviço, eles ainda riam muito e comentavam sobre a fisionomia de Leonor, muito brava e enfurecida com a sujeira deixada por eles.
Quando voltaram poucas horas após o incidente, entraram pela porta da cozinha e chamaram por Leonor, mas ninguém respondeu, acharam estranhos, mas pensaram que talvez estivesse dormindo.
-Mamãe, mamãe!
-Mamãe,mamãe!
Quando olharam atentas, viram um bilhete na mesa da cozinha. Aline não entendeu bem o que era exatamente aquela mensagem, então foram para o corredor, e na mesinha que ficava o telefone... Mais um bilhete, as duas se assustaram e quando leram , percebeu que era uma despedida; uma declaração de que nunca representou nada na vida para elas, e que não era importante para ninguém na família!
Correram para o quarto da mãe, quando a vistos estirados na cama, imóvel e pálida. Imediatamente chamaram o pai, pois ele estava na garagem aguardando Leonor para irem visitar alguns parentes dele. Marcos subiu e quando a olhou na cama, não conseguiu chegar perto, Aline a tocou para ver se estava “fria”, mas percebeu que ainda havia vida! Ao lado da cama um copo com whisky e um envelope com “Mandrix”, comprimido psicotrópico, percebemos a falta de alguns e nesse exato momento, Beatriz pegou o catálogo telefônico e telefonou para um hospital particular, solicitando ajuda urgente.
As duas arrumaram uma malinha para a mãe com pijamas e peças íntimas, mas choravam muito, era muito difícil entender o que se passava com Leonor, pois quando somos jovens queremos pais saudáveis, que possam nos amparar nas nossas dificuldades existenciais.
Em poucos minutos a ambulância chegou com alguns médicos e enfermeiros, e Leonor foi levada a um hospital psiquiátrico, onde ficou por quinze dias, e foi sempre muito clara nas suas declarações:
- Desta vez não fiz direito, mas vou tentar outras vezes.
Aline era a mais nova, e ficou muito assustada com as palavras da mãe, mas quando ela retornou do hospital, a vida seguiu assim como as águas dos rios...





FONTE: 
http://www.elianedelacerda.com/2014/07/uma-explosao-de-sentimentos.html?showComment=1404757557393#c6805415929155947180

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Um sorriso no elevador



Bárbara resolveu numa sexta-feira sair com Pâmela e Bruno (seus dois filhos mais novos), ela não dirigia, mas Pâmela já estava com habilitação. A noite permanecia muito fria e já passava das vinte e uma horas, mas para final de semana, estava muito bom, pois no dia seguinte ninguém acordaria cedo mesmo!
Assim que saíram da garagem do prédio começaram uma discussão dentro do carro, Bárbara tentava acalmar os ânimos, mas havia um clima muito confuso, de repente os três estavam em perfeito atrito, não conseguiam concordar com nada e nem se respeitavam mais, era uma guerra em família!
Decidiram ir a um Restaurante Japonês, pois elas adoravam comida japonesa ,mas passaram antes num bar muito bom, que oferecia  sanduíches maravilhosos de filet mignon, para que Bruno fizesse seu lanche, antes de  irem em direção ao “Japa”, pois ficava em outro canto da cidade.
Mas durante todo o percurso não conseguiam entrar em um acordo, estavam ansiosos, sem paciência, uma situação muito desagradável, e Bárbara se preocupava com a direção do carro, pois Pâmela era muito afoita e virava a direção com muita rapidez, o que a deixava “sem chão”!
Conseguiram chegar ao bar dos sanduíches e ficaram conversando do lado de fora, todos numa mesinha na calçada, aguardando até que o garçom trouxesse o pedido de Bruno. Logo que chegou, ele o devorou como qualquer adolescente faminto.
Foram logo em seguida, em direção à comida japonesa!
Pâmela estacionou o carro bem na frente do restaurante, pois havia uma vaga surpreendentemente, o que não é de costume, muito menos numa sexta-feira!
Saíram do carro e recomeçaram a discussão aleatória. Bárbara e Pâmela escolheram seus pratos e ficaram aguardando o serviço, até que chegaram à mesa aquelas “maravilhas” coloridas e saborosas.
Quando elas já estavam terminando a refeição, Bruno e Pâmela se olharam e começaram a rir, Bárbara “entrou na dança” e foram muitas gargalhadas.
Pediram a conta, e foram para o carro abraçadinhos e cheios de amor, uma família feliz! Passearam no centro da cidade, deram umas voltas para ver o movimento na noite, mas o clima era todo de “Amor”. Ligaram o som do carro e cantaram muito alto, a alegria estava contagiante.
Ao chegarem na garagem do apartamento, eles se abraçaram e saíram do carro juntinhos, beijinhos eram trocados, uma harmonia perfeita.
Foram em direção ao elevador, e o chamaram, pois estava em outro andar.
Pâmela olhou para trás e disse estar meio arrepiada, Bruno também sentiu algo meio estranho no local, e quando entraram no elevador, Pâmela gritou:
-Mãe, olha tem um “vulto de um homem” olhando para nós, e ele está acenado e sorrindo, como  se dissesse :
-Tchau!
Ficaram entorpecidos e quando entraram em casa, sentiram uma leveza interior.


FONTE:
http://www.elianedelacerda.com/2014/06/um-sorriso-no-elevador.html

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Namorar




É um acariciar sem fim,
É um toque de óleo na pele,
Que se esquenta ao sol
Sufocante de Cabo Frio.
Namorar
É esperar sempre o momento
De encontro,
É estar sempre pronto
Para amar
E dar-se inteiramente!
Namorar
É tomar um suco de abacaxi
Em Vassouras
E sentir um sabor
Todo especial...
Namorar
É estar em estado de alfa,
É ter desencantos
E nunca desanimar.
Namorar
É alguma coisa
Assim...muito especial
Como o vento da Primavera.

FONTE:
http://www.elianedelacerda.com/2014/06/namorar.html

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