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segunda-feira, 17 de maio de 2021

Agência Brasil explica: como é o descarte correto do lixo eletrônico

Além de computador e celular, resíduos incluem eletrodomésticos

POR AGÊNCIA BRASIL - O computador quebrou ou o smartphone. O que fazer com o aparelho que não funciona mais? Essa é uma dúvida muito comum. Pode ir para o lixo ou deve ter algum tipo de destino específico? A Agência Brasil mostra que é preciso ter cuidado com os equipamentos eletrônicos e dar um destino correto a eles para evitar problemas.

O lixo eletrônico tem o nome técnico de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE). Ele abrange não somente computadores e celulares, mas qualquer tipo de eletrodoméstico, como micro-ondas, geladeiras e máquinas de lavar.

Também inclui aparelhos menores, como furadeiras, panelas elétricas, mixer, processador de alimentos, purificador de água, secador de cabelo, ventiladores e liquidificadores, além de qualquer tipo de pilha ou bateria.

Tanto os equipamentos quanto as baterias possuem substâncias que se jogadas no lixo e enviadas a aterros sanitários podem produzir danos importantes ao meio ambiente.

“Os produtos eletroeletrônicos descartados no lixo comum impossibilitam a reciclagem deles por entidades e claramente prejudicam o meio ambiente. De certa forma, impede que esses produtos tenham uma destinação correta, como é a atividade de entidades gestoras”, explica a gerente executiva da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree), Mara Ballam.

Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305, de 2010) atribui ao fabricante a obrigação de dar o destino, processo também chamado de “logística reversa”. Cabe aos proprietários dos equipamentos entregá-los para que possam ser corretamente descartados e reciclados.

Decreto Nº 10. 240, de 12 de fevereiro de 2020, normatizou o sistema de logística reversa no Brasil. Ele estabelece um percentual de equipamentos a serem coletados e de municípios com serviços de logística reversa, visando a chegar a 400 até 2025. Cada cidade dessas deverá instalar um ponto de coleta a cada 25 mil habitantes.

CONTINUE LENDO EM: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-05/agencia-brasil-explica-como-e-o-descarte-correto-do-lixo-eletronico

sábado, 6 de março de 2021

ONU: 931 milhões de toneladas de alimentos foram para o lixo em 2019

Montante representa 17% do total disponível aos consumidores

Por Agência Brasil - Cerca de 931 milhões de toneladas de alimentos – 17% do total disponível aos consumidores em 2019 – foram para o lixo de residências, do comércio varejista, de restaurantes e de outros serviços alimentares, segundo pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU). O montante equivale a 23 milhões de caminhões de 40 toneladas carregados, o que, segundo a entidade, seria suficiente para circundar a Terra sete vezes.

O Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e da organização parceira WRAP, do Reino Unido, divulgado esta semana, analisa sobras alimentares em pontos de venda, restaurantes e residências – considerando partes comestíveis e não comestíveis, como ossos e conchas.

Foram observadas, ao todo, 152 unidades em 54 países. De acordo com o documento, o desperdício de alimentos é um problema global e não apenas de países desenvolvidos. As perdas de alimentos foram substanciais em quase todas as nações onde o desperdício foi medido, independentemente do nível de renda.

A maior parte desse desperdício, segundo o relatório, tem origem em residências – 11% do total de alimentos disponíveis para consumo são descartados nos lares. Já os serviços alimentares e os estabelecimentos de varejo desperdiçam 5% e 2%, respectivamente.

Em termos globais per capita, 121 quilos de alimentos são desperdiçados por consumidor a cada ano. Desse total, 74 quilos são descartados no ambiente doméstico. O desperdício tem impactos ambientais, sociais e econômicos significativos, assinala o relatório. Entre 8% e 10% das emissões globais de gases de efeito estufa, por exemplo, estão associadas a alimentos não consumidos, considerando as perdas em toda a cadeia alimentar.

Mudança climática

A diretora-executiva do Pnuma, Inger Andersen, avalia que a redução do desperdício de alimentos ajudaria a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, retardaria a destruição da natureza, aumentaria a disponibilidade de comida e, assim, reduziria a fome, além de contribuir para economizar dinheiro em um momento de recessão global.

"Se quisermos levar a sério o combate à mudança climática, à perda da natureza e da biodiversidade, à poluição e ao desperdício, empresas, governos e cidadãos de todo o mundo devem fazer a sua parte para reduzir o desperdício de alimentos”, disse, ao destacar que a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU deste ano será uma oportunidade de lançar “novas e ousadas” ações para enfrentar o desperdício alimentar.

Segundo a ONU, o total de 690 milhões de pessoas afetadas pela fome ao longo de 2019 deverá crescer de maneira acentuada por conta da pandemia de covid-19. Além dessa parcela da população global, existem também, de acordo com a entidade, 3 bilhões de pessoas incapazes de custear uma dieta saudável.

Uma das sugestões apontadas no relatório é que os países incluam o desperdício de alimentos nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) no âmbito do Acordo de Paris, enquanto fortalecem a segurança alimentar e reduzem os custos para as famílias. O documento também defende a prevenção do desperdício de alimentos como uma área primária a ser incluída nas estratégias de recuperação da covid-19.

Cerca de 14 países já possuem dados sobre o desperdício doméstico de alimentos coletados de forma compatível com o índice do Pnuma. Outros 38 países têm dados sobre desperdício doméstico que, com pequenas mudanças na metodologia, cobertura geográfica ou tamanho da amostra, permitiriam a criação de uma estimativa compatível

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-03/onu-931-milhoes-de-toneladas-de-alimentos-foram-para-o-lixo-em-2019

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Quase metade dos municípios ainda despeja resíduos em lixões

Brasil tem alto índice de destinação incorreta do lixo
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Por Agência Brasil
Quase metade dos municípios brasileiros (49,9%) pesquisados ainda despeja resíduos em lixões – depósitos irregulares e ilegais. Além disso, 17,8 milhões de brasileiros não têm coleta de lixo nas casas e apenas 3,85% dos resíduos são reciclados. Os dados fazem parte do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), elaborado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb), em parceria com a consultoria PwC Brasil.
O estudo revela que, uma década depois da promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), o país ainda mostra alto índice de destinação incorreta do lixo, com taxa mínima de reciclagem. De acordo com a pesquisa, apenas 41,5% das prefeituras adotaram algum de sistema de custeio individualizado, seja por taxa ou tarifa, para remunerar os serviços de manejo de resíduos sólidos, medida prevista na PNRS.
A pesquisa teve como base dados do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) relativos ao Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2018. Dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 3.468 enviaram informações dentro do prazo fixado pelo ministério. Desses, foram elegíveis para participar do estudo 3.313 cidades, que estavam com todo os dados solicitados.
CONTINUE LENDO EM:https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-08/quase-metade-dos-municipios-ainda-despeja-residuos-em-lixoes

terça-feira, 19 de maio de 2020

Balanço mostra queda em produção de lixo domiciliar durante pandemia

Associações apontam que queda está relacionada com a pandemia
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Balanço realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e pela Associação Internacional de Resíduos Sólidos no Brasil (ISWA) mostrou que a geração de resíduos domiciliares no país caiu 7,25%, em abril, na comparação com o mesmo período do ano passado. A pesquisa foi feita junto a empresas que representam 60% do mercado privado de limpeza urbana e que atuam em todas as regiões do Brasil.

“Historicamente temos observado que a geração de resíduos guarda relação direta com o poder aquisitivo e hábitos de consumo de cada sociedade. Nada influencia mais na decisão de compra do consumidor do que instabilidade e retração econômica. De acordo com o resultado da pesquisa, observamos uma tendência de redução na produção de resíduos, que deve permanecer até que a economia volte a dar sinais de retomada”, disse o diretor presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho.
O estudo indicou que a coleta de materiais recicláveis aumentou entre 25% e 30% no período, o que não indica aumento da reciclagem na mesma proporção. Segundo os dados, boa parte do volume coletado tem sido encaminhado para os aterros sanitários devido o fechamento ou diminuição da atuação nas unidades de triagem em diversas cidades. “Esse crescimento mostra que tem havido uma alteração no perfil dos resíduos gerados, com menos orgânicos e mais embalagens, consequência do aumento do mercado online para alimentação ou itens em geral”, analisou Silva Filho.
Com relação aos resíduos de serviços de saúde, os dados mostram redução de 15,6% no país. Segundo Silva Filho, isso indica que o Brasil caminha na direção oposta à tendência mundial, que tem sido de crescimento. Uma das possibilidades para a variação negativa é que haja deficiência na segregação de materiais infectantes e na destinação inadequada, o que traz diversos riscos para a população em geral, para os trabalhadores do setor e para o meio ambiente.
Silva Filho avaliou ainda que as medidas adotadas desde o início da pandemia pelas empresas operadoras dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos conseguiram proteger a saúde dos trabalhadores e a continuidade dos serviços.
“No entanto, algumas decisões recentes, tais como a de retirar tais atividades da lista de serviços essenciais e para ampliação das restrições de circulação nas cidades sem isenção para a limpeza urbana, têm prejudicado diversos serviços e intensificado os temores dessa mão de obra que tem sido indispensável no combate ao coronavírus”, concluiu.
FONTE: AGÊNCIA BRASIL

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

NÃO GUARDE O SEU LIXO

NÃO GUARDE O SEU LIXO

Não permita que coisas sujas do passado poluam o seu presente.
Depois de lacrar um saco de lixo você o reabre para rever o que há lá dentro?
Geralmente só remexemos o lixo se algo de valioso tiver sido perdido.
Isso, porque lidamos com a hipótese de o termos lançado fora sem querer.
Se não é esse o caso, o que tiver ido para o lixo nós não mais veremos e sequer lembraremos de tudo que está ensacado e pronto para sair de nossa casa.
Se esse saco ficar conosco ainda por alguns dias, e nós o reabrirmos por qualquer motivo, o cheiro estará insuportável, micróbios existirão aos montes e nossa saúde poderá estar sendo severamente ameaçada.
O mesmo acontece quando guardamos e remexemos tudo o que de ruim já passou por nossa vida.
Sempre que deixamos que nossa mente se perca em más lembranças, nós estamos reabrindo um "saco de lixo".
É bem provável que esteja aí a causa de muitas doenças físicas e mentais...
Volte um pouquinho seus pensamentos para aqueles que já lhe fizeram algum mal e veja como você se sente.
Reveja as mágoas, os ressentimentos, as raivas, os desapontamentos, as desilusões, as decepções e pense no "cheiro" que tudo isso tem.
É assim que você remexe os lixos guardados dentro de si.
Há quanto tempo eles estão guardados aí?
Por quanto tempo você ainda os guardará?
Pergunte-se: "Para que me serve toda essa sujeira?"
"Observe honestamente a resposta."
Sujeira atrai mais sujeira, lixo atrai mais lixo, lembranças nocivas atraem miséria material, física e espiritual.
É isso que você deseja para si mesmo?
Coloque seus pés no limpo chão do presente: Ele é o caminho para um limpo e feliz futuro.
Agarre-se às suas metas, busque realizar os seus sonhos, guarde os tesouros já recebidos.
Você só merece ser feliz.
Por uma vida mais digna, por um futuro melhor, jogue o que é lixo no lixo.

sábado, 30 de abril de 2016

Reciclagem poderá ser trocada por bônus na conta de luz em Fortaleza

Programa que permite desconto na conta de luz vale a partir de segunda.
Bônus serão ampliados para o transporte público e conta de água.



Prefeito Roberto Cláudio participou de lançamento de programa que permite troca de resíduos sólidos por bônus na conta de luz (Foto: Prefeitura de Fortaleza/Divulgação)
Prefeito Roberto Cláudio participou de lançamento de programa que permite troca de resíduos sólidos por bônus na conta de luz (Foto: Prefeitura de Fortaleza/Divulgação)
Moradores de Fortaleza poderão trocar lixo reciclável por crédito na conta de luz a partir desta segunda-feira (2), por meio do programa Recicla Fortaleza, lançado neste sábado (29) pela Prefeitura de Fortaleza. A medida começa a valer em caráter experimental nos nove Ecopontos da cidade. (Confira os endereços abaixo.)

Materiais que geram crédito
Vidro
Embalagens de vidro,
café solúvel e maionese,
e garrafas de cerveja,
refrigerantes e aguardente.
Metal
(exceto
cobre)
Ferros em geral, parafusos,
latas de cerveja e refrigerantes,
aço inox, antimônio, baterias de
carro e moto, chumbo e bronze.
Papel
Papelão, jornais, livros,
cadernos, papel branco e papel
misto.
Plástico
Garrafas de refrigerantes (PET),
filme, PVC, mangueira, sacolas,
embalagens de água sanitária,
margarina e detergente
Outros
Óleo de cozinha e embalagens
Tetrapak (leite, sucos e
achocolatados).
A partir de 30 de maio, a troca começa a valer também para o Bilhete Único, que fornece crédito para o transporte público; e em 30 de junho começa a debitar da conta de água, em parceria com a Cagece.  A meta da prefeitura é entregar 25 Ecopontos até dezembro deste ano.
O lançamento do programa aconteceu no Ecoponto Advogado Marco Antônio Forte, no bairro Edson Queiroz (Regional VI), inaugurado na manhã deste sábado. Os Ecopontos são locais onde o fortalezense pode realizar gratuitamente o descarte de pequenas proporções de entulho, restos de poda, móveis e estofados velhos, além de pneus, óleo de cozinha, papelão, plásticos, vidros, metais, celulares e aparelhos eletroeletrônicos.
“É mais um Ecoponto que tem como objetivo retirar o lixo volumoso da rua e iniciar uma nova consciência em relação à reciclagem na cidade. Ganha a cidade porque fica mais limpa, ganha a sustentabilidade pois esse material será reciclado e passará a ter outra utilidade, e ganha a economia verde. É um ganho coletivo muito grande para Fortaleza, que depende da parceria com o cidadão e da divulgação dessa iniciativa”, afirmou o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Prefeito sanciona nova legislação sobre o lixo

Meio ambiente

Ranniery Melo

As normas implicam em maior rigidez na fiscalização a grandes produtores de resíduos sólidos

lixo
Fiscalização terá início a partir da próxima segunda-feira (11). Empresas que negligenciarem receberão multas mais pesadas e podem sofrer medidas administrativas
Fernanda Siebra

O prefeito Roberto Cláudio sancionou, na manhã desta quarta-feira (6), uma nova legislação a respeito da gestão de resíduos sólidos, voltada para grandes produtores de lixo. A lei foi aprovada por unanimidade na Câmara Municipal e irá enrigecer as penalidades às empresas que dão destino inadequado ao lixo, buscando melhorar a limpeza da cidade. 
 
"Um dos problemas do lixo hoje de Fortaleza são os grandes geradores de lixo, seja em material de construção civil ou lixo comercial. Normalmente poluindo canteiros e calçadas da cidade, quando deveriam, na verdade, ter um processo de coleta própria, particular, do próprio lixo", explicou Roberto Cláudio. 
 
Para garantir a aplicação da nova lei, 15 duplas de fiscais exclusivos para a ação deverão iniciar os trabalhos na próxima segunda-feira (11), em caráter educativo, fazendo um trabalho de orientação sobre as novas normas. Na semana seguinte, a partir do dia 18, a fiscalização aos estabelecimentos terá início de fato, com aplicação das punições, no caso de irregularidades. 
 
Durante os primeiros 90 dias, os fiscais estarão concentrados em três áreas, consideradas as de maior produção de lixo: são elas as regionais Centro, II e VI, compreendendo 49 bairros de Fortaleza. A partir do segundo semestre, a ação será estendida para o resto da cidade. 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Catadora acha cheques no valor de R$ 250 mil em depósito e devolve a hospital

BRASIL

Ana Maurícia dos Santos Cruz achou o envelope dentro de uma agenda jogada no depósito do Hospital de Câncer de Barretos

Uma catadora de materiais recicláveis encontrou cheques no valor de R$ 250 mil em um depósito do Hospital de Câncer de Barretos, em São Paulo.
Ao folhear uma agenda que tinha sido descartada junto a papelões e plásticos, Ana Maurícia dos Santos Cruz  achou um envelope dentro de uma agenda. No entanto, ela só foi perceber que o invólucro continha cheques no valor de R$ 250 mil ao chegar em casa. Todos estavam nominalmente destinados ao hospital.

Foto: Reprodução/ EPTV
A catadora fez questão de devolver o valor ao hospital, onde sempre sonhou em trabalhar. Após a boa ação, ela ainda conquistou um novo emprego na unidade. O valor tinha sido arrecadado durante um leilão realizado em Mato Grosso. A instituição irá apurar como os cheques foram parar no lixo.

FONTE:
CORREIO

quarta-feira, 16 de julho de 2014

A Copa e o Lixo

Durante a Copa do Mundo houve um silêncio, uma pausa para os questionamentos, as aflições, a violência, tive mesmo a impressão de que o Brasil estava calmo, sem crimes, sem fome, sem drogas!
Casualmente me mostraram essa foto e fiquei impressionada com a discrepância que havia entre as classes sociais, que ali estavam marcadas em um momento de exaltação aos jogos da “Copa”.
Enquanto grupos de brasileiros e estrangeiros em sua maioria, pois os ingressos para os jogos não correspondiam à realidade do “povão brasileiro”; cantavam, bebiam, torciam pelo seu país, dentro de uma caçamba de lixo estava uma mulher sentada, e as pessoas jogavam seus lixos recicláveis ou não... Sem imaginar,  que naquele local existisse um” Ser Humano” !
Por que ela permanecia ali dentro?
O que procurava?
Recolhia e separava os lixos jogados pelos torcedores, essa era a verdadeira realidade brasileira, que a mídia não mostrou em momento algum. Essa imagem ficou retida em meus olhos, e foi o bastante para que fizesse minhas interpretações sobre o mundo, as grandes diferenças sociais.
Alguns torcedores a viram e até apontaram para dentro da caçamba, mas ninguém foi capaz de parar, a festa seguiu normalmente,  para aqueles que são privilegiados.

FONTE:
http://www.elianedelacerda.com/2014/07/a-copa-e-o-lixo.html

quarta-feira, 12 de março de 2014

Farra do lixo é com Bosco Cigano, em Baturité

Publicado em 11/03/2014 - 17:31 por 

O advogado e professor de Baturité, João Batista Lima de Assis, apresentou denúncia contra o prefeito do município, Bosco Cigano, por uso irregular de máquinas doadas pelo PAC II na coleta do lixo da cidade. Os veículos são conhecidos como os “tratores da Dilma”.
Desde o ano passado, empresas são pagas pela Prefeitura com dispensa de licitação, mas realizam o serviço de limpeza utilizando pá mecânica e caçambão cedidos ao município pelo Governo Federal.
Batista diz que é flagrante o desvio de finalidade.Uma delação já foi feita junto à Delegacia do Ministério do Desenvolvimento Agrário no Ceará, ao Ministério Público e à Câmara Municipal de Baturité, onde o servidor requereu a instalação de uma “CPI do Lixo”.
Bosco Cigano, segundo Batista, já gastou mais de R$ 1 milhão com as empresas, enquanto o serviço é executado por garis que não recebem salários há cinco meses.
Vejam fotos:
Baturité
FONTE:

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Bebê ainda com cordão umbilical é encontrado dentro de uma caçamba de lixo por enfermeira

Auxiliar de enfermagem encontrou o bebê ainda com o cordão umbilical
19/11/2013 - 07:40
Recém-nascida ainda estava com cordão umbilical
Recém-nascida ainda estava com cordão umbilical
Foto: Reprodução
Uma recém-nascida foi encontrada dentro de uma caçamba de lixo em Cabo Frio, na tarde desta segunda-feira. O bebê pesa 2,8 kg e ainda estava com o cordão umbilical e sem roupas quando uma auxiliar de enfermagem a achou em meio ao lixo, no Jardim Esperança, na periferia do município. A caçamba fica próxima ao Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) do bairro.
A criança foi levada para o hospital do Jardim Esperança e logo depois para o Hospital da Mulher de Cabo Frio, onde está em observação na UTI neonatal. Ela está sendo tratada com pequenas doses de antibióticos para evitar qualquer risco de infecção.
Segundo a diretora do hospital, médica Rosalice Almeida, a criança é saudável e passa bem.
— Estamos tomando todos os cuidados preventivos e acreditamos que o bebê será adotado rapidamente. A criança é linda – comentou a médica.
O Conselho Tutelar de Cabo Frio foi acionado e está no Hospital da Mulher acompanhando o caso.
FONTE: OGlobo


FONTE:
MEIO NORTE

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Vereador propõe multa de R$ 100 a fortalezense que jogar lixo na rua

Redação Web | 08h59 | 05.09.2013

Projeto de lei foi inspirado no Programa Lixo Zero, implantado no Rio de Janeiro

Começou a tramitar na Câmara Municipal de Fortaleza um projeto de lei de autoria do vereador Capitão Wagner (PR) que prevê multa de R$ 100 para quem jogar lixo nas ruas e avenidas da Capital. Todo o valor arrecadado seria destinado ao Fundo Municipal de Limpeza Urbana. A proposta já foi enviada para as comissões na última quarta-feira (4).

Vereador diz querer mudar cultura de muitos fortalezenses acostumados a jogar lixo em vias públicas FOTO: ALEX COSTA
O projeto ainda propõe que, na hipótese do infrator se recusar a assinar o auto de infração, o autuante poderá solicitar auxílio de força policial. O valor da multa também será corrigido, anualmente, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA).
A ideia foi inpirada, segundo o Capitão Wagner (PR), no Programa Lixo Zero implementado no Rio de Janeiro. Para o vereador, a medida seria responsável por dar início a um mudança na cultura de uma parte da população fortalezense acostumada a deixar o lixo fora dos equipamentos destinados a ele.
"A propositura em apreço possui o condão de iniciar no município de Fortaleza a mudança de cultura da população, com educação e punição aos infratores que jogarem lixo fora de lixeiros", justificou o vereador.
Como funciona o Programa Lixo Zero
No Rio de Janeiro, somente nas 10 primeiras horas com esse programa em funcionamento, 110 pessoas que jogaram lixo nas ruas do Centro carioca foram multadas. A maior parte dos infratores foram obrigados a pagar multa de R$ 157 por ter descartado bituca de cigarro no chão.
A prefeitura do Rio de Janeiro começou o programa no último dia 20 de agosto. As multas variam de R$ 157 a R$ 3 mil, dependendo do tamanho do produto que foi descartado.
Ao verificar uma irregularidade, o gari aborda o cidadão e informa sobre a infração. Ele pede o CPF da pessoa e o guarda municipal emite a multa, utilizando um computador com impressora portátil. O cidadão precisa depois imprimir um boleto bancário pela internet para fazer o pagamento, sob o risco de ter seu nome inscrito no Serasa e no Serviço de Proteção ao Crédito.
Caso a pessoa não tenha um documento com o número do CPF, deverá apresentar a carteira de identidade e informar, verbalmente, o número do CPF. A informação é confirmada na mesma hora pelo computador portátil do guarda municipal.
Se o cidadão se negar a apresentar qualquer documento, ele será levado a uma delegacia, para que seja feito o registro de ocorrência.


FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=365900

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Lixo Zero chega às ruas e à Praia de Copacabana nesta terça-feira

Multas para quem jogar resíduos no chão começam a valer na Zona Sul.
Pena varia de R$ 98 a R$ 3 mil, conforme tamanho do resíduo descartado.

Do G1 Rio


Lixo Zero Copacabana Centro (Foto: Editoria de Arte/G1)
Quem jogar lixo nas ruas de Copacabana ou nas areias da praia do bairro, na Zona Sul do Rio, poderá ser multado a partir desta terça-feira (3). O programa Lixo Zero, que adotou punição para aqueles que descartem resíduos no chão, chega à região após multar quase 500 pessoas em apenas uma semana de funcionamento apenas no Centro da cidade.
Serão 126 profissionais percorrendo as ruas e a orla da "Princesinha do Mar", trabalhando de três em três. O trio — formado por um agente da Comlurb, um guarda municipal e um PM — poderá penalizar, inclusive, quem jogar lixo na areia da praia. A multa vai de R$ 98 a R$ 3 mil, conforme o tamanho do objeto.
Presidente da Comlurb, Vinicius Roriz, explica que há diferenças entre os dois primeiros bairros enquadrados no programa. "Lá (em Copacabana) tem um misto de área comercial e área residencial. A gente vai observar alguma outras infrações de limpeza urbana, que são diferentes do Centro, que é essencialmente comercial", contou.
Em outubro, o Lixo Zero deve chegar à Zona Norte e Oeste.
O custo do lixo
Em 2012 foram recolhidas 1.225.690 toneladas de resíduos das ruas, praias e encostas da cidade. O número é equivalente a três estádios do Maracanã repletos de lixo.
Limpar a sujeira jogada no lugar errado custa caro ao contribuinte; aproximadamente R$ 600 milhões por ano. Se fosse possível reduzir em apenas 15% a quantidade de lixo, o dinheiro economizado seria suficiente para construir 1.184 casas populares, 30 clínicas da família ou 22 creches.
Gari faz limpeza na praia de Copacabana na manhã desta segunda-feira (Foto: Darlan Alvarenga/G1)Praia de Copacabana é um dos pontos turísticos mais famosos da cidade (Foto: Darlan Alvarenga/G1)


FONTE:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/09/lixo-zero-chega-ruas-e-praia-de-copacabana-nesta-terca-feira.html

domingo, 19 de junho de 2011

PENSE NISSO!!

Tem gente que diz que joga lixo na rua

para garantir o emprego do gari.

Mas morrer pra dar trabalho ao coveiro ninguém quer, né?




Tenha um excelente domingo!

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