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quarta-feira, 5 de abril de 2023

Haddad discute com Campos Neto parcelamento de dívidas pelo Pix

Ministro diz que governo prepara 12 medidas para melhorar crédito

POR AGÊNCIA BRASIL - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu na última segunda-feira (3) ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a possibilidade de parcelamento de dívidas no Pix, sistema de transferências instantâneas do BC. Segundo o ministro, a ferramenta ajudaria a baratear o crédito no país.

“Falava ontem com Roberto Campos Neto sobre o parcelamento de débito pelo Pix. Pode ser uma grande inovação do nosso sistema bancário você parcelar usando essa ferramenta. Isso melhora as condições de competitividade e de crédito no país”, disse o ministro em evento virtual promovido por um banco de investimentos.

De acordo com Haddad, a proposta integra um pacote de estímulo ao crédito. O ministro voltou a informar que o governo prepara 12 medidas para melhorar as condições de crédito, das quais a metade teve aval do Banco Central.

Desenrola

O ministro também falou sobre o Programa Desenrola, que pretende renegociar até R$ 50 bilhões em dívidas de 37 milhões de pessoas físicas. Segundo Haddad, a medida provisória do programa está pronta e só espera a B3, a bolsa de valores brasileira, concluir o sistema que será usado pelo governo e pelos credores.

Em relação ao fundo que vai cobrir as negociações, já existem R$ 11 bilhões reservados no Orçamento. No mês passado, o ministro havia afirmado que o fundo, formado com recursos do Tesouro Nacional, teria cerca de R$ 10 bilhões, mas o valor foi recentemente aumentado para R$ 15 bilhões.

Esse fundo garantidor cobrirá eventuais calotes de pessoas que aderirem às renegociações. O Desenrola abrangerá todas as pessoas físicas negativadas, mas aquelas que ganham até dois salários mínimos (R$ 2.604) poderão renegociar em condições mais vantajosas, porque contarão com os aportes do Tesouro no fundo garantidor.

Continue Lendo em:https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-04/haddad-discute-com-campos-neto-parcelamento-de-dividas-pelo-pix

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Haddad precisa conseguir 1,5 milhão de votos por dia para vencer a eleição

Para especialistas, só um fato novo de muita repercussão possibilitaria essa reviravolta
(foto: Daniel Ramalho/AFP)
O presidenciável Fernando Haddad (PT) tem testado diferentes estratégias para conseguir os votos que faltam para chegar ao Palácio do Planalto, mas a chance de que ele vire o jogo é baixa, na visão de especialistas. Para ganhar a eleição, o petista precisa reverter a diferença de 15 milhões de votos que o separa de Jair Bolsonaro (PSL), segundo as pesquisas. Isso significa conquistar, pelo menos, 1,5 milhão de votos válidos por dia até domingo, quando os brasileiros irão novamente às urnas — e esses votos têm de sair do total recebido até agora pelo adversário. Pesquisa Ibope divulgada ontem mostra que Haddad tem 43% dos votos válidos (descartados nulos e brancos), o que equivale a 46 milhões de eleitores, caso seja mantida a mesma abstenção do primeiro turno, quando 20,3% não foram às urnas. Está, portanto, 14 pontos atrás de Bolsonaro, que lidera a corrida com 57% — 61 milhões de votos, se usada a mesma métrica.

No primeiro turno, 107 milhões de brasileiros votaram em algum candidato — nulos e brancos não entram na conta, porque são desconsiderados no cálculo final. Se a mesma quantidade escolher um dos dois no domingo, o vencedor precisará de 53,5 milhões de votos para ser eleito. Para Bolsonaro, significa receber mais 4,3 milhões em relação ao que conseguiu no primeiro turno. Para Haddad, 22,2 milhões.   

Mesmo se o petista conquistasse todos os indecisos — 3,1 milhões, segundo a pesquisa Ibope de ontem, mantida a abstenção do primeiro turno —, seria insuficiente para virar. Ele precisaria também tirar votos que hoje são declaradamente de Bolsonaro. Apesar do aumento de 41% para 43% das intenções de voto em Haddad, na comparação com a pesquisa divulgada na semana passada, a missão é difícil, acredita o analista político Murillo de Aragão, da Arko Advice. “Já se admite que possa haver uma subida nos últimos dias. Mas mesmo se, no esforço final, ele conseguir avançar para 45% ou 46%, ainda é improvável que chegue a 50% mais um e ganhe”, avalia. A chance é “muito baixa”, segundo ele, porque as pesquisas mostram um nível de aderência maior a favor de Bolsonaro: 37% dos entrevistados dizem que votam no capitão reformado “com certeza”, contra 31% entre os eleitores do professor.    

Rejeição

Nem o apoio, considerado tardio, de Marina Silva (Rede) e José Maria Eymael (DC), divulgados na última segunda-feira, deve fazer diferença a essa altura. Juntos, eles tiveram 1,1 milhão de votos no primeiro turno, menos do que Haddad precisaria por dia para decolar. Além disso, nem todos os eleitores migram para o candidato do PT — ainda menos este ano, devido ao crescimento do antipetismo. O Ibope divulgou que 41% das pessoas não votariam “de jeito nenhum” em Haddad — uma queda em relação aos 46% da semana passada, mas ainda um pouco maior que a rejeição a Bolsonaro, de 40%. No levantamento anterior, o candidato do PSL era rejeitado por 35% dos eleitores.   
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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Haddad estuda pedir prisão de Bolsonaro para impedir vitória

Fernando Haddad quer prisão em flagrante de Jair Bolsonaro por suposto 'crime em flagrante'.  
Haddad acusa Bolsonaro de formar organização
criminosa – Foto/Divulgação
Nesta quinta-feira, 18 de outubro, o candidato Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), confirmou que pretende ir até às últimas consequências contra Jair Bolsonaro, do PSL. Após não conseguir reverter os votos nas pesquisas eleitorais, o PT tem divulgado o que diz ser “denúncias alarmantes” sobre supostos crimes cometidos durante a campanha de Bolsonaro.

Após não reverter votos, PT agora quer prisão em ‘flagrante’ de Bolsonaro

Pelo menos duas denúncias foram enviadas pelo PT ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nas quais a legenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pede a impugnação da candidatura de Bolsonaro. Sem uma resposta emergencial do TSE, nesta quarta, Haddad confirmou que estuda até pedir a prisão preventiva do candidato Bolsonaro.
Fernando Haddad argumentou que tem vídeos de Bolsonaro em que ele pede para empresários o ajudarem em campanha, mas que não quer doações. Esses empresários estariam investindo diretamente na campanha do representante do PSL.
Fernando Haddad acusa Bolsonaro de formar organização criminosa para vencer eleição
De acordo com o petista, Jair Bolsonaro teria criado uma organização criminosa com grandes empresários brasileiros. Pegando carona na fala petista, Ciro Gomes, do PDT, já estaria estudando também solicitar uma anulação da disputa eleitoral, pelo mesmo motivo visto por Haddad. Assim, com uma possível saída de Bolsonaro, a disputa seria realizada entre Fernando Haddad e Ciro Gomes.
Fernando Haddad garante que, mesmo que a justiça não apoiar sua ideia, ele pretende ir até às últimas consequências sobre a campanha de Bolsonaro no WhatsApp. O petista garante que as mensagens de Bolsonaro nessa rede social teriam custado muitos milhões de reais.
Assista abaixo ao vídeo que mostra Fernando Haddad, do PT, confirmando que estuda pedir a prisão em flagrante do candidato Jair Bolsonaro, do PSL:

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Ibope: Bolsonaro lidera entre mulheres, negros e em quatro regiões

Mais pobres, menos escolarizados e nordestinos preferem Haddad
Jair Bolsonaro (PSL) - Fernando
Frazão/Agência Brasil
Os resultados da pesquisa de intenção de votos divulgada nessa segunda-feira (15) pelo Ibope Inteligência - que aponta vantagem do candidato Jair Bolsonaro (PSL) sobre Fernando Haddad (PT) na disputa presidencial de 2º turno, com placar de 59% a 41% dos votos válidos (excluindo nulos, brancos e indeciso) - se assemelham aos resultados das eleições presidenciais de 2002 e 2006.

A lembrança é da diretora-executiva do Ibope, Marcia Cavallari. Segundo ela, “os resultados são mais parecidos” com as eleições vencidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva do que com os pleitos ganhos pela ex-presidente Dilma Rousseff. Em suas duas vitórias, Lula obteve em torno de 61% dos votos válidos. Na campanha de 2010, Dilma atingiu 56%. Em 2014, o percentual caiu para 51,6%.

Conforme Cavallari, os dados da última pesquisa eleitoral “mostram homogeneidade” em favor de Jair Bolsonaro. O candidato do PSL vence entre homens (58% das intenções de voto na pergunta estimulada, diante de 33% de Haddad), entre mulheres (46% contra 40%), e em todas as faixas etárias. Há preferência também entre brancos (60% contra 29%), pretos e pardos (47% contra 41%) e pessoas de outras raças ou cores (52% a 39%).

Bolsonaro também é preferido entre evangélicos (66% contra 24%), e tem mais intenção de votos entre católicos (48% contra 42%) e pessoas de outras religiões (44% contra 40%). Os dados são nominais – diferente da totalização de votos válidos que não contabilizam declarações de voto branco, nulo e de entrevistados indecisos.

Fernando Haddad vence apenas em três estratos, conforme levantado pelo Ibope. O candidato do PT é o favorito na Região Nordeste (57% contra 33%); entre os eleitores com até a 4ª série do ensino fundamental (52% contra 41%); e pessoas com até um salário mínimo de renda familiar (53% contra 38%). Jair Bolsonaro lidera nas demais regiões, faixas de escolaridade e níveis de renda.

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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

TSE aceita registro de candidatura de Haddad à Presidência



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta terça-feira (25) os pedidos de registro de candidatura de Fernando Haddad à Presidência da República e Manuela D’Ávila como candidata à vice. Por unanimidade, os integrantes do tribunal acompanharam o relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, reconhecendo a aptidão de Haddad e Manuela para terem a solicitação aceita pela Justiça Eleitoral.

Os candidatos fazem parte da coligação O Povo Feliz de Novo, dos partidos PT, PCdoB e PROS, e encaminharam o pedido ao TSE há duas semanas, dez dias após o tribunal impugnar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve registro indeferido com base na Lei da Ficha Limpa.

Segundo Luís Roberto Barroso, não houve notícias de inelegibilidade contra Haddad e Manuela. Durante o processo foi analisado que eles cumprem as “condições de elegibilidade”. Diferentemente do pedido feito por Lula, os demais partidos políticos e o Ministério Público Eleitoral não contestaram a candidatura. “Deve-se reconhecer a aptidão do candidato. Estou encaminhando no sentido do deferimento do pedido da candidatura”, afirmou Barroso, durante o julgamento.

No início do mês, o TSE decidiu rejeitar o pedido de registro de candidatura do ex-presidente Lula tendo como base algumas das 16 impugnações à candidatura apresentadas ao tribunal. Com a impugnação, o PT apresentou o nome de Haddad como substituto, tendo Manuela D’Ávila como candidata à vice. Apesar da situação indefinida até hoje, o tribunal já havia considerado o nome de ambos como aptos para inserção nas urnas.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

TSE publica edital de candidatura de Fernando Haddad

Depois da notificação, o TSE abre prazo de cinco dias para contestações do pedido de registro
© REUTERS / Adriano Machado (Foto de arquivo)
TSE (Tribunal Superior Eleitoral) publicou nesta quinta-feira (13) o edital do pedido de registro de candidatura do petista Fernando Haddad à Presidência da República.

Depois da notificação, o TSE abre prazo de cinco dias para contestações do pedido de registro.

O TSE tem até o dia 17 para decidir os nomes que vão ser inseridos nas urnas. Mas, por causa dos prazos, o julgamento final do pedido de registro feito por Haddad será depois dessa data.

Esse atraso é normal nos casos de candidaturas de substituição, dizem integrantes da corte.

Haddad substituiu o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva na cabeça da chapa da coligação. Lula foi barrado pelo TSE por ter sido condenado em segunda instância na Lava Jato. Com informações da Folhapress.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Alckmin e Haddad decidem aumentar tarifas de trem, metrô e ônibus

Ficou definido que a nova tarifa entrará em vigor a partir do dia 9 de janeiro (sábado)

BRASIL TRANSPORTES



A Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado decidiram, em conjunto, reajustar as tarifas de ônibus, trens e metrô em São Paulo no começo de 2016.


Segundo informações da Folha de S.Paulo, as tarifas unitárias passarão de R$ 3,50 para R$ 3,80. Com um aumento de 8,6%, o reajuste será um pouco abaixo da inflação acumulada -a previsão do IPCA para 2015 é de 10,72%.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), buscou articular com o Governador Alckmin (PSDB) e outros prefeitos da região metropolitana de SP um aumento simultâneo nas tarifas de transporte, na tentativa de diluir o desgaste político. Outras cidades da Grande SP também adotarão o reajuste.
De acordo com a publicação, ficou definido que a nova tarifa entrará em vigor a partir do dia 9 de janeiro (sábado).
Os valores dos bilhetes únicos mensal e semanal devem continuar congelados em R$ 140 e R$ 38, respectivamente, assim como ocorreu em janeiro deste ano.
FONTE: Notícias ao Minuto

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