PROCURANDO POR ALGO?

Mostrando postagens com marcador Ministro da Fazenda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministro da Fazenda. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano

O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia
, falou à imprensa após reunião do presidente
 Michel Temer com a nova equipe ministerial,
 no Palácio do PlanaltoAntonio Cruz/Agência Brasil
Por Agência Brasil - Wellton Máximo e Paulo Victor Chagas – Repórteres da Agência Brasil

Pela primeira vez, o valor do salário mínimo ultrapassará R$ 1 mil. O governo propôs salário mínimo de R$ 1.002 para o próximo ano, o que representa alta de 5% em relação ao atual (R$ 954). O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado hoje (12) pelos ministros do Planejamento, Esteves Colnago, e da Fazenda, Eduardo Guardia.

Em 2019, a fórmula atual de reajuste será aplicada pela última vez. Pela regra, o mínimo deve ser corrigido pela inflação do ano anterior medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Fazenda desiste da proposta de fim do abono salarial

size_810_16_9_henrique-meirelles-ex-presidente-do-banco-central

Depois que o jornal “O Estado de S. Paulo” revelou que a equipe econômica propôs o fim do abono salarial para garantir a implantação do teto do gasto, o Ministério da Fazenda informou que a proposta não é mais um “ponto de discussão”. Segundo a Fazenda, a medida não estará na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que o governo vai enviar ao Congresso Nacional para criar um limitador do crescimento das despesas do governo. “Está superado”, informou a assessoria do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.
A assessoria de Meirelles não esclareceu, no entanto, os motivos da decisão de voltar atrás em tão pouco tempo na defesa do fim do abono, benefício social criado em 1970. A versão do texto da PEC que continha a extinção do benefício, revelada pelo jornal, foi enviada na segunda-feira, 13, pela Fazenda ao Palácio do Planalto.
FONTE: Ceará Agora

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Ministro da Fazenda quer idade mínima de 65 anos para aposentadoria


henrique-meirelles

CEARÁ AGORA
O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, voltou a defender a idade mínima de 65 anos para os brasileiros se aposentarem. A idade, para homens e mulheres, segundo Meireles, é “aparentemente” a norma que deve ser adotada no Brasil.
As regras atuais garantem, para as mulheres, a aposentadoria com 60 anos de idade e, para os homens, 65 anos. O ministro, em entrevista ao Jornal do SBT, na noite dessa quarta-feira, também questionou o conceito de direito adquirido e defendeu que a reforma inclua os trabalhadores atuais que ainda não contribuíram por 35 anos.
Questionado por um jornalista da emissora se as regras seriam iguais para homens e mulheres, Meirelles disse que o governo estuda a questão e citou exemplos do exterior. “Isso aí nós estamos estudando ainda. A maior parte dos países está caminhando para isso.”

domingo, 23 de agosto de 2015

Levy confirma fatiamento do pagamento do 13º salário em três parcelas

29/04/2015. Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil. Brasil. Brasília - DF. O ministro Joaquim Levy fala sobre as medidas de ajuste fiscal durante audiência pública conjunta de Comissões da Câmara dos Deputados.
 Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, confirmou neste sábado (22) que os aposentados e pensionistas receberão mesmo o 13º salário em três parcelas. Sendo que a primeira sairá em setembro.
A proposta foi a saída encontrada pelo Governo para não deixar de pagar a antecipação do benefício que acontecia desde 2006, no então governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A segunda parte da antecipação acontecerá somente em outubro.
Nas duas primeiras parcelas, equivalentes a 25% do total devido, não haverá desconto de Imposto de Renda (IR), que só será cobrada no pagamento dos 50% restantes que será desembolsado em dezembro.
O governo gasta com o pagamento do 13º de aposentados e pensionistas cerca de R$ 28 bilhões. Sindicatos e associações já planejam protestos e processos na Justiça para forçar o governo a cumprir a tradição de pagar 50% antecipadamente e 50% em dezembro.

FONTE: Ceará Agora

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Ministro da Fazenda diz que Brasil pode ter PIB negativo em 2015

BRASIL

O ministro prometeu ter em sua gestão o maior diálogo possível com o mercado financeiro

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou a  185 investidores, na manhã de ontem, que o Brasil vai conseguir cumprir a meta de superávit primário de 1,2% este ano e que o crescimento econômico está desacelerando e pode até mesmo ser negativo em 2015, por conta do declínio no investimento.
“A consolidação vai continuar”, disse Levy, destacando que a administração de Dilma Rousseff está comprometida em entregar a meta fiscal de 1,2% de superávit primário, que é a economia feita para o pagamento dos juros da dívida pública. O ministro prometeu ter em sua gestão o maior diálogo possível com o mercado financeiro, além de dar transparência à política fiscal.
Levy afirmou que o objetivo é criar um ambiente de confiança e que favoreça decisões de investimento. Inicialmente, ele falou dos avanços na educação do Brasil, destacando que o número de pessoas em faculdade dobrou nos últimos anos. “O Brasil tem coisas que precisam ser feitas imediatamente, mas tem passado por transformação”, afirmou o ministro da Fazenda logo no início de seu discurso.
“Há muito ainda a ser feito no Brasil, estamos longe de onde gostaríamos”, admitiu por mais de uma vez. Levy fez uma apresentação de mais de uma hora, na manhã de ontem, para investidores e economistas estrangeiros, organizado pela Americas Society/Council of the Americas, pelo Brazil Investimentos e Negócios (Brain) e pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).
A agenda oficial do ministro nos EUA começou na terça-feira com uma apresentação fechada para cerca de 50 pessoas em Washington. Levy volta ainda hoje ao Brasil. Esta não foi a primeira vez que Levy indicou que o país pode entrar em recessão.
No mês passado, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, ele já havia admitido a possibilidade, dizendo que é preciso ter “paciência e humildade” em relação à economia em 2015. E afirmou que, ao longo do ano, poderia haver recessão no PIB em algum trimestre, pois as medidas de ajuste levam tempo para mostrar resultado.

FONTE: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/ministro-da-fazenda-diz-que-brasil-pode-ter-pib-negativo-em-2015/?cHash=c3b5cf23f2bdb5dd13f06756a9901def

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ministro da Fazenda nega previsão de aumento de combustíveis

Ministro da Fazenda nega previsão de aumento de combustíveis

Agência Brasil | 17h23 | 26.08.2013

De acordo com Mantega, inflação está sob controle

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou  nesta segunda-feira (26) que haja previsão de aumento dos combustíveis vendidos pelaPetrobras. Segundo ele, não há alta prevista e a inflação está sob controle.
"A dona de casa pode ficar tranquila que [a inflação] está sob controle. Não permitiremos que haja grandes repasses [de preços] ou que haja contágio da questão cambial na inflação. Não é certo que a Petrobras tenha aumento. Não sei quem falou isso, não há decisão nenhuma a esse respeito, portanto, não há aumento previsto", disse o ministro, após encontro com líderes empresariais.
De acordo com Mantega, inflação está sob controle. FOTO: AGÊNCIA REUTERS
Governo poderá mexer nas tarifas de importação
Quanto ao preço do dólar, Mantega ressaltou que, diferentemente do que ocorreu no ano passado, quando o governo tomou medidas para elevar o valor da moeda estrangeira, no momento, o mercado é que está sendo responsável pela desvalorização do real.
No entanto, destacou Mantega, caso o momento de alta do dólar perdure por muito tempo, o governo poderá agir nas tarifas de importação. "Temos de ver primeiro a duração [da alta do dólar]. Pode durar um tempo curto e acabar. Se durar um tempo mais longo, veremos o que tem de ser feito. Por exemplo, redução de tarifa de importação de produtos, de modo a contrabalançar a elevação. Isso será feito", afirmou.

FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=365344


ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS

ADICIONE AOS SEUS FAVORITOS
AVISO IMPORTANTE!! Reconhecimento: Alguns textos e imagens contidas aqui neste Site são retiradas da internet, se por acaso você se deparar com algo que seja de sua autoria e não tiver seus créditos, entre em contato para que eu possa imediatamente retirar ou dar os devidos créditos. EMAIL: josenidelima@gmail.com ..... FAVOR INFORMAR O LINK