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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Paradas de ônibus de Fortaleza terão pavimento de concreto

Objetivo é reduzir o impacto de frenagens e arrancadas dos veículos, que hoje podem danificar o asfalto flexível.
Asfalto nas paradas de ônibus de Fortaleza terão
revestimento de concreto — Foto: SVM
Um piso em concreto será aplicado no asfalto em frente às paradas de ônibus das avenidas Fernandes Távora, José Bastos, Dom Luís e Desembargador Moreira, em Fortaleza. O objetivo é reduzir o impacto das frenagens e arrancadas dos veículos de passageiros, que hoje podem danificar o asfalto flexível.

O modelo é parecido com o já implantado na nova Avenida Aguanambi, que recebeu o piso de concreto na faixa exclusiva para ônibus. Os terminais de ônibus do Antônio Bezerra e Messejana são outros dois equipamentos que também contam com piso em concreto em todas as plataformas e pista.

A secretária Manuela Nogueira, titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura, explica que as redes de água, esgoto e drenagem subterrâneas são a principal diferença entre a implantação do concreto em rodovias de maior fluxo e nas vias urbanas. “Fica complicado implantar um piso 100% rígido porque geraria um conflito com a manutenção dessas estruturas enterradas”, afirma.

Segundo Manuela, o piso asfáltico é mais utilizado no meio urbano, embora exija manutenção mais constante. Já o concreto pode tem vida útil de 15 a 20 anos, a depender do tráfego de veículos. “Se tiver muito caminhão pesado, a durabilidade vai ser menor. Se for vicinal, mais de carros mesmo, a manutenção é estendida”, afirma a secretária.

Atualmente, a única via municipal de Fortaleza completamente pavimentada com piso de concreto é a Av. Dioguinho, na Praia do Futuro. Ela é rota de passagem e escoamento de caminhões na região do Porto do Mucuripe.

Outros equipamentos prontos com concreto são o interior dos túneis das avenidas Engenheiro Santana Júnior, Padre Antônio Tomás, Via Expressa e Santos Dumont. Também está prevista a implantação do material em parte do túnel da Av. Alberto Sá.
POR G1 CE

sábado, 14 de janeiro de 2017

Entenda como é calculado o piso dos professores da educação básica

A expectativa é que os salários dos professores da educação básica estejam equiparados aos de outros profissionais com escolaridade equivalente
Arquivo/Elza Fiúza/Agência Brasil
Por Agência Brasil - O piso salarial dos professores em 2017 terá um reajuste de 7,64%. Com isso, o menor salário a ser pago a professores da educação básica da rede pública deve passar dos atuais R$ 2.135,64 para R$ 2.298,80.

O anúncio feito pelo Ministério da Educação é válido em todo o país. O ajuste deste ano é menor que o do ano passado, que foi de 11,36%. O valor representa um aumento real, acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%. O novo valor começa a valer a partir deste mês.

A expectativa é de que até 2020, sexto ano da vigência da lei do Plano Nacional de Educação (PNE), os salários dos professores da educação básica pública estejam equiparados aos salários de outros profissionais com escolaridade equivalente.

De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2014, publicado pelo movimento Todos Pela Educação e pela Editora Moderna, um professor com graduação em nível superior no Brasil recebe, em média, 51,7% do salário de outro profissional com a mesma formação.

Mas como é calculado o valor do piso? O que fazer se municípios ou estados não pagarem o valor? Pensando nessas e em outras questões recorrentes sobre o tema, o Portal EBC preparou uma série de perguntas e respostas para ajudar você a entender o que é e como funciona o piso salarial nacional do magistério. Confira:

Piso: o que é?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Piso de camarote do show de Safadão cede e psicóloga fica ferida

© Aquivo pessoa
Thaisa Martins Almeida conta que perna permaneceu presa por mais de 20 minutos, até a chegada do socorro
INCIDENTEThaisa Martins Almeida, de 23 anos, pensava apenas em se divertir quando comprou o ingresso, junto com um grupo de amigos, para ver o show do Wesley Safadão, por R$ 130. O evento foi realizado na Pedreira Adventure Park, em Guarapari, na Grande Vitória, no último sábado (7).

Mas, na terceira música do show, o piso do camarote cedeu e a psicóloga ficou com a perna presa até a altura da coxa. 
"A gente curtiu o show do Bell Marques e, na terceira música do Wesley Safadão, o chão do camarote cedeu. A minha maior preocupação foi que não tinha nenhum socorrista para me ajudar a sair, olhar os ferimentos e ver se tinha acontecido alguma coisa. O susto foi muito grande. Não tinha nenhuma estrutura para limpar os ferimentos ou ver se tinha acontecido algo mais grave", desabafa.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Mulher usa 13.000 moedas de um centavo para renovar piso antigo e resultado é impressionante

Por GadooUma mulher pra lá de criativa decidiu usar várias moedas de um centavo para reformar um piso antigo e o resultado foi um sucesso.
Tonya Tooners juntou mais de 13.000 moedas para conseguir fazer o trabalho, além de muita cola para fixá-las ao chão.
Abaixo, você pode conferir como o novo piso ficou.
Veja só:
Mulher usa 13.000 moedas de um centavo para renovar piso antigo e resultado é impressionante
Mulher usa moedas para reformar piso. Resultado ficou incrível e reforma gastou mais de 13.000 moedas de um centavo.
Foto: Bored Panda
Foto: Bored Panda

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Reajuste nacional no piso dos professores preocupa prefeitos

EDUCAÇÃO

Reajuste nacional no piso dos professores preocupa prefeitos

Gestores temem não se adequar ao pagamento do novo salário, que deve ser reajustado para pagamento já no próximo mês
Os prefeitos baianos receberam com preocupação o anúncio feito, na terça-feira, pelo ministro da Educação, Cid Gomes, do reajuste em 13,01% do piso salarial dos professores da rede pública. Muitos gestores temem não se adequar ao pagamento do novo salário, que deve ser reajustado para pagamento já no próximo mês.
Para a União dos Municípios da Bahia (UPB), o que preocupa é que a estimativa de reajuste do repasse do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) não acompanhe o mesmo percentual. “Já foi apertado fechar as contas no ano passado, então, é preocupante”, afirmou Maria Quitéria, presidente da UPB e prefeita de Cardeal da Silva.
Em Salvador, a prefeitura avalia que a determinação do MEC não tenha grande impacto. “Poucos professores da cidade (que não têm nível superior) recebem abaixo desse novo piso. O que vai ser discutido é qual será o índice de atualização do salário que já é pago”, explica o novo secretário municipal de Educação, Guilherme Bellintani.
Já a Secretaria da Educação do Estado (SEC) informou que vem cumprindo o piso nacional do magistério desde 2009. A Secretaria da Administração do Estado (Saeb) ainda está avaliando os impactos que ocorrerão na folha de pagamento.
Alguns prefeitos do interior mostraram preocupação com a folha de pagamento, que, pela Lei de Responsabilidade Fiscal não pode ultrapassar 54% da receita do município.
 “Em pequenas cidades é preciso ter mais professores (por conta da alta distribuição dos alunos na zona rural), e agora o ajuste, que não somos contra, pelo contrário, mas coloca as prefeituras em situação difícil em relação aos 54%”, explicou o prefeito José Barreira Filho, da cidade de Caetité (Centro-Sul), presidente da Associação dos Municípios da Serra Geral e Bacia do São Francisco (Amavale).
Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB) afirma que vai enviar documentos para os prefeitos que não cumpram  a legislação.

FONTE: CORREIO 24 HORAS

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Piso terá reajuste de 13,01%, diz MEC

PROFESSORES

Piso terá reajuste de 13,01%, diz MEC

07.01.2015

Com o aumento, o valor do salário do magistério passará dos atuais R$ 1.697,00 para R$ 1.917,78

Cid Gomes
Nos últimos dias, o piso foi tema de reuniões de Cid com entidades que represen- tam os estados, municípios e trabalhadores da Educação
FOTO: KLEBER A. GONÇALCVES
Brasília. O piso nacional dos professores da educação básica terá um reajuste de 13,01%, saltando dos atuais R$ 1.697 para R$ 1.917,78. Isso significa que nenhum docente da rede pública do País, do ensino infantil ao médio, com jornada de 40 horas semanais, poderá ter remuneração abaixo desse valor.
O percentual do aumento foi divulgado na tarde de ontem pelo Ministério da Educação e segue fórmula estabelecida em lei de 2008. No ano passado, o reajuste foi de 8,34%.
De acordo com levantamento mais recente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), de maio do ano passado, 10 estados ainda pagam abaixo do piso.
Segundo a legislação, o aumento da remuneração dos professores tem como referência o crescimento, de um ano para outro, do custo do aluno dos anos iniciais do ensino fundamental no Fundeb, fundo nacional para financiar o ensino público.
Composto por uma parte da arrecadação de diferentes impostos, o Fundeb é impactado pelo comportamento da economia nacional: quanto maior o crescimento do País, maior a arrecadação do fundo e, assim, maior o reajuste do professor.
Gestores alegam que esse modelo precisa ser alterado, sob risco de comprometer ainda mais o orçamento enxuto dos estados e municípios. O argumento é de que a divulgação do reajuste em janeiro, como previsto em lei, acaba afetando a programação dos gastos anuais, já concluída anteriormente.
Nos últimos dois dias, o piso foi tema de reuniões do novo ministro da Educação, Cid Gomes (PROS), com entidades que representam os estados, municípios e trabalhadores da educação. A intenção agora é retomar as discussões sobre revisão do modelo de cálculo do piso.
Sugestões para a nova fórmula já foram feitas pelos dois lados. Em 2013, governadores sugeriram um reajuste com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, acrescido de 50% da variação real (descontada a inflação) do Fundeb.
Já os trabalhadores defenderam o INPC mais 50% da variação nominal (sem descontar a inflação) do Fundeb. O próprio ministro, quando governador do Estado do Ceará, também criticou o modelo vigente.
Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu ser constitucional a lei que definiu o reajuste do piso. O posicionamento da Corte foi motivado por questionamento de cinco governos, entre eles o Ceará. Após a decisão, o Estado ainda recorreu ao STF para adiar o cumprimento da nova regra, em mais 18 meses. Em nome do governador, a Procuradoria-Geral do Estado do Ceará argumentou na ocasião que a imediata aplicação provocaria "colapso financeiro e até mesmo impossibilidade de cumprimento da lei por parte de diversos estados".
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 29 de março de 2012

NOVO PISO SALARIAL PARA OS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE OCARA



Aprovado o novo piso salarial para os Professores da rede pública municipal de Ensino de Ocara

O Projeto de Lei encaminhado pelo prefeito Leonildo Peixoto Farias garante que nenhum servidor do Magistério da Educação Básica perceberá vencimento mínimo inferior ao piso salarial profissional do País, instituído pela lei federal 11.738 em R$ 1.451,00 para a jornada semanal de 40 horas.

Leia mais no Site www.ocara.ce.gov.br

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Vânia Clementino e outros 2 amigos compartilharam a foto de Prefeitura Municipal de Ocara.
Aprovado o novo piso salarial para os Professores da rede pública municipal de Ensino de Ocara

O Projeto de Lei encaminhado pelo prefeito Leonildo Peixoto Farias garante que nenhum servidor do Magistério da Educação Básica perceberá vencimento mínimo inferior ao piso salarial profissional do País, instituído pela lei federal 11.738 em R$ 1.451,00 para a jornada semanal de 40 horas.

Leia mais no Site www.ocara.ce.gov.br

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