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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Paula Santiago - Versos da Canção

Paula Santiago é uma garota simples, de origem humilde, que desde cedo luta para transformar seus sonhos em realidade.
Paula Santiago / Sua Música
PAULA SANTIAGO - Versos da Canção
Faixas:
1. Amargo sabor
2. Noites sem você
3. Você ficou pra trás
4. Refém dessa paixão
5. Você continua só
6. Versos da canção
7. Independente do que acontecer
8. A pessoa certa
9. Será que não percebe
10. Meu coração pertence a você
11. Da hora pra fora
12. A beira do fim

Quando do fechamento desta matéria o álbum já contava com:
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BAIXAR CD COMPLETO NO LINK ABAIXO:

LEIA TAMBÉM: VÍDEO: Agradecimento da Escola Osvino de Freitas a Fazenda Talismã
Agradecimento da Escola Osvino de Freitas Pereira a Fazenda Talismã, pela festa do Dia da Criança promovido para as crianças da citada escola, na voz de PAULA SANTIAGO:
Saiba tudo sobre PAULA SANTIAGO no BLOG DO PARCEIRO.

Seu Canal no Youtube:Paula Santiago

CLIQUE ABAIXO PARA 
 baixar cd

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Como digitalizar uma foto antiga de criança usando um celular

POR OLHAR DIGITAL
(Foto: Divulgação / Google)
Nesta semana, além do feriado de Nossa Senhora Aparecida, comemora-se também, na quinta-feira, 12 de outubro, o dia da criança. É nessa época que muita gente decide trocar sua foto de perfil do Facebook ou apenas decide postar no Instagram uma imagem antiga, de quando era criança, normalmente de uma época em que não existiam câmeras digitais.
O problema é que, para fazer isso, algumas pessoas recorrem a um velho scanner encostado no armário ou apenas tiram uma foto da foto. No primeiro caso, o processo é lento e trabalhoso. No segundo, o resultado são fotos em baixa resolução, com reflexos ou detalhes perdidos.
Mas existe um app que resolve esse problema: o PhotoScan, do Google. O que ele faz, como o nome sugere, é digitalizar imagens de maneira mais simples do que usar um scanner ou uma multifuncional tradicional. Entre muitas outras ofertas semelhantes, essa é a melhor maneira que você pode encontrar para digitalizar fotos antigas usando o seu celular. Isso graças ao uso perspicaz que o Google faz de inteligência artificial no app.
Antes de tudo, você vai precisar instalá-lo - clique aqui para baixar pelo Google Play, no Android, ou aqui para ir pela App Store, no iOS. Com o aplicativo aberto, basta apontar a câmera do seu celular para a foto que você quer digitalizar e posicioná-la dentro da moldura.
Pode levar alguns segundos até que você encontre a posição correta, mais próximo ou mais longe da foto, e isso requer um pouco de coordenação motora. Não se preocupe com tremidas, porém, já que o app sabe compensá-las depois.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

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terça-feira, 4 de outubro de 2016

Procon Fortaleza amplia atendimento na Semana do Dia da Criança



Por Blog da Cláudia Santos
Na semana em que se comemora o Dia da Criança, o Procon Fortaleza ampliará as atividades para o fortalecimento da defesa do consumidor. A ação, que ocorrerá nos dias 10, 11, 13 e 14/10 possibilitará a extensão das ações através de duas unidades do Procon móvel, atendendo a população nos shoppings Via Sul e North Shopping - Bezerra de Menezes.

Cláudia Santos, diretora geral do Procon Fortaleza, lembrou que os atendimentos ocorrem em um momento de grande fluxo no comércio da capital e facilitará o acesso aos serviços de defesa. "Esta é uma forma da Prefeitura de Fortaleza levar o serviço do órgão para onde a população está. O consumidor pode registrar sua reclamação, formalizar denúncia, receber orientação jurídica acerca dos seus direitos com maior comodidade. Nas proximidades do Dia da Criança, a ação é importante para orientar, também, os pais sobre a compra de brinquedos seguros, sendo necessário visualizar a segurança e qualidade dos brinquedos para criança", afirmou.

domingo, 12 de outubro de 2014

Desrespeito ao direito das crianças

FUNDAMENTAIS

Desrespeito ao direito das crianças

12.10.2014

Apesar do avanço nas garantias dos direitos da criança e do adolescente, ainda há muito o que se caminhar para que a sociedade e o Poder Público assegurem o básico, como saúde, educação, convivência familiar e desenvolvimento social

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O adolescente de 17 anos chegou aos 2 anos ao abrigo e nunca conviveu em uma família
FOTO: FERNANDA SIEBRA
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Jadson e Ana Julia nasceram com desnutrição. Hoje são atendidos pelo Iprede
FOTO: HELOSA ARAÚJO
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O adolescente passa quatro horas por dia no sinal
FOTO: HELOSA ARAÚJO
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Hoje é dia de presentear as crianças. Bola, boneca, bicicleta, tablets e outras parafernálias eletrônicas povoam o imaginário de um mimo ideal. Mas, após 24 anos de instituição do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o mínimo que poderiam receber seria o cumprimento de seus direitos fundamentais.
O entendimento legal determina que é responsabilidade da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar, com prioridade, a efetivação dos direitos à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes.
De acordo com a assessora comunitária do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca), Sharon Dias, os avanços nesse sentido estão, principalmente na universalização do ensino, na educação inclusiva e na classificação como hediondo os crimes de exploração sexual.
"Contudo, vivemos uma realidade de negação de direitos, sobretudo com grandes casos de violência familiar, violência sexual e exploração do trabalho infantil". Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, temos no Brasil mais de 3 milhões de crianças e adolescentes em situação de trabalho irregular. "Isso é absurdo", alerta. Sharon também aponta a falta de apoio político na luta pelos direitos da criança e adolescente em todas as áreas fundamentais como entrave a essa efetivação.
Saúde
Apesar do grande avanço no combate a desnutrição no País, o problema ainda aflige a população mais carente. Dados do Unicef apontam que mais de 10% das crianças com menos de 2 anos em um terço dos municípios do semiárido que são atendidos pelos programas Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e Saúde da Família (PSF) sofrem com a desnutrição. O considerado aceitável nessa faixa etária é de 4%.
E nem é preciso ir muito longe para encontrar crianças lutando contra a desnutrição. Na Capital, o Instituto da Primeira Infância (Iprede) atende, por mês, 100 crianças. O dados apontam que desses, 40% são de novos casos. "O grande problema é a vulnerabilidade social, em que as crianças não têm seus direitos fundamentais garantidos. O motivo que leva as crianças a desnutrição é a falta de suporte educacional dos pais, condição financeira, anemias, hipovitaminoses, parasitoses e condições neurológicas e meio ambiente inadequado", explica Osivan Junior, coordenador do Programa de Assistência a Criança do Iprede.
É importante ressaltar que o prejuízo da desnutrição é grande, podendo causar danos no desenvolvimento motor e cognitivo. "Já houve melhora, principalmente na puericultura, imunização e acesso a um suporte de saúde. Mas o problema é amplo e tem impacto sobretudo em bairros mais pobres, como Bom Jardim, Conjunto Ceará, Jangurussu, Barroso e Canindezinho".
As crianças das SER V e VI são também as mais afetadas em outro ponto: educação. Por lá, faltam creches para atender crianças de até 3 anos. O problema é recorrente e, hoje, 2.889 aguardam por uma vaga.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

VAMOS PARTICIPAR DO DIA DA CRIANÇA JUNTO COM A FGTECH!


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sábado, 12 de outubro de 2013

Dia da Criança foi criado por decreto do presidente Artur Bernardes

12 de outubro

Dia da Criança foi criado por decreto do presidente Artur Bernardes

Heidi Strecker*
Especial para Página 3 Pedagogia & Comunicação
Reprodução
Ilustração da Declaração de Direitos da Criança, da Organização das Nações Unidas
  • Envie um cartão a um amigo

    O Dia da Criança foi criado oficialmente no Brasil por um decreto do presidente Artur Bernardes, em 1924. Mas só muito depois, na década de 1960, a idéia emplacou de verdade.

    A fábrica Johnson & Johnson criou a Semana do Bebê Robusto e a Estrela, fábrica de brinquedos, resolveu aderir. Promoveram a Semana da Criança, em torno da data que já existia. Foi assim que o Dia da Criança passou a ser comemorado a 12 de outubro. As vendas aumentaram muito!

    Hoje é costume comemorar o Dia da Criança com brincadeiras, passeios, presentinhos e muito carinho. Toda criança merece. Aliás, em 1959, a Organização das Nações Unidas (ONU) elaborou um documento registrando os direitos das crianças de todo o mundo. E estipulou o dia 20 de novembro como dia universal da criança.

    Mas que direitos têm as crianças? Direito de brincar, de ter uma casa, de ter saúde, de se alimentar. Direito de ter uma família e receber amor. Direito de estudar. Direito de não sofrer nenhum abuso ou violência. Todas as crianças deveriam ter seus direitos respeitados!

    Muitos países têm suas próprias datas para comemorar o Dia da Criança. Na Turquia é o dia 23 de abril, em Portugal é o dia 1º de junho e na Índia é o dia 15 de novembro.

    E, no Japão, acontece uma coisa curiosa! Os meninos comemoram o dia do menino dia 5 de maio. As famílias que têm meninos penduram faixas coloridas em forma de carpas na janela. As carpas simbolizam a força e o sucesso. As meninas comemoram o dia da menina em 3 de março. É quando se realiza o Festival das Bonecas. As famílias costumam colocar cartazes com bonecas em casa.

    Mas não importa o dia ou o lugar. Criança é criança do mesmo jeito. Viva o Dia da Criança!
  • *Heidi Strecker é filósofa e educadora.


    FONTE:
    http://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/ult1688u28.jhtm

    domingo, 6 de outubro de 2013

    Longe de ser brincadeira, mercado infantil chega a movimentar R$ 50 bi

    DIA DA CRIANÇA E MAIS

    Longe de ser brincadeira, mercado infantil chega a movimentar R$ 50 bi

    06.10.2013

    Cadeia produtiva tem nas crianças um dos nichos de maior ascendência nos negócios brasileiros
    Faz tempo que o mercado infantil deixou de ser brincadeira no Brasil. De pequenas, as crianças hoje só têm mesmo a estatura. Com a expansão do acesso à informação, principalmente por meio da internet, a garotada está mais antenada e passou a escolher não só brinquedos e diversões, mas também o que vestir, calçar e até o que comer, influenciando diretamente o consumo das famílias. Sem falar no interesse por equipamentos tecnológicos, que começa cada vez mais cedo. Essa mudança de perfil associada ao aumento do poder aquisitivo dos pais faz girar a economia local e nacional com cifras mais expressivas a cada ano.

    Levantamento realizado esse ano pela Universidade de São Paulo (USP) indica que o segmento movimenta cerca de R$ 50 bilhões por ano, apresentando um crescimento médio anual em torno de 14%. Considerando apenas o mercado brasileiro de brinquedos, dados da divulgados no último mês de março pela consultoria GFK mostram que o setor registrou aumento de 15,6% no faturamento de 2012 em relação ao ano anterior.

    Conforme a empresa de origem alemã, que realiza estudos de mercado, o incremento do Brasil no segmento de brinquedos é impulsionado pelo tamanho da população infantil no Brasil, que soma 46 milhões de indivíduos entre 0 e 14 anos.

    Em relação à moda, a participação dos pequenos consumidores também é destaque. O setor de calçados e roupas infantis, por exemplo, faturou em 2012 cerca de R$ 24 bilhões. E de acordo com a Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), as perspectivas continuam positivas para esse nicho de mercado nos próximos 15 anos. "Apesar de o Brasil ter reduzido sua taxa de natalidade e da tendência de envelhecimento da nossa população, esse é ainda um mercado fortíssimo, que tende a prosperar nos próximos 10 a 15 anos", afirma Fernando Pimentel, diretor superintendente da Abit.

    Roupas
    De acordo com o líder da entidade, o consumo interno de roupas infantis e de bebês no mercado brasileiro chegou a 1,6 bilhão de peças em 2012, sendo que entre 5% a 7% do que foi consumido veio do exterior.

    No contexto do mercado global de vestuário do País, o segmento infantil representa 15%, com faturamento girando em torno de US$ 9,1 bilhões do total de US$ 60 bilhões movimentados pela indústria de vestuário no ano passado.

    "O mercado de moda infantil e bebê no Brasil conta com sete mil indústrias especializadas no País, sendo responsável por 361 mil empregos diretos. No ano passado, as exportações desse setor somaram US$ 25 milhões, enquanto as importações somaram os US$ 220,2 milhões", observa Pimentel.

    Calçados

    O segmento infantil também vem se destacando no setor calçadista, crescendo acima dos índices da produção total de calçados. Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revelam que enquanto a produção global de calçados do País cresceu aproximadamente 5,5% entre 2011 e 2012, passando de 819 milhões para 864 milhões de pares, no segmento infantil o incremento foi de 12,7%, de 164 milhões para 184,9 milhões de pares.

    "De 2011 para 2012 o incremento (do segmento infantil de calçados no Brasil) foi de mais de 20 milhões de pares na produção, o que ilustra a importância desta indústria", destaca Heitor Klein, presidente da Abicalçados.

    Ele ainda classifica este segmento como "fundamental para o desenvolvimento da imagem do Brasil além-fronteiras, já que tem sua produção baseada na sinergia perfeita entre desenvolvimento tecnológico - preocupação com saúde, conforto e segurança das crianças -, design e qualidade", quando o assunto é a exportação de ítens do setor voltados para crianças.

    ÂNGELA CAVALCANTEREPÓRTER 


    FONTE:
    http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1325121

    quarta-feira, 12 de outubro de 2011

    12 DE OUTUBRO - DIA DAS CRIANÇAS

    ..

    Imagens chocantes do outro lado da moeda

    CRIANÇA

    Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. São chamadas recém-nascidas do nascimento até um mês de idade; bebê, entre o segundo e o décimo-oitavo mês, e criança quando têm entre dezoito meses até doze anos de idade. O ramo da medicina que cuida do desenvolvimento físico e das doenças e/ou traumas físicos nas crianças é a pediatria. Os aspectos psicológicos do desenvolvimento da personalidade, com presença ou não de transtornos do comportamento, de transtornos emocionais, e/ou presença de neurose infantil - incluídos toda ordem de carências, negligências, violências e abusos, que não os deixa "funcionar" saudavelmente, com a alegria e interesses que lhes são natural - recebem a atenção da Psicologia Clínica Infantil (Psicólogos), através da Psicoterapia Lúdica. Os aspectos cognitivos (intelectual e social) é realizada pela Pedagogia (Professores), nas formalidades da vida escolar, desde a pré-escola, aos cinco anos de idade, ou até antes, aos 3 anos de idade.
    A infância é o período que vai desde o nascimento até aproximadamente o décimo-segundo ano de vida de uma pessoa. É um período de grande desenvolvimento físico, marcado pelo gradual crescimento da altura e do peso da criança - especialmente nos primeiros três anos de vida e durante a puberdade. Mais do que isto, é um período onde o ser humano desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento da pessoa e na adquisição das bases de sua personalidade.

    Índice

     [esconder

    [editar] Estágios da infância

    Uma garota deitada na areia.
    A infância é um período onde há um grande desenvolvimento da criança, deve-se esclarecer que tais crianças ainda não têm maturidade psicológica suficiente para serem consideradas adolescentes, mesmo tendo o porte físico de um.
    Do nascimento até o início da adolescência, os pais são os principais modelos da criança, com quem elas aprendem, principalmente por imitação. Filhos de pais que os abusam ou negligenciam tendem a sofrer de vários problemas psicológicos, inclusive, depressão. A principal atividade das crianças são as brincadeiras, as quais são responsáveis por estimular o desenvolvimento do intelecto infantil, a coordenação motora e diversos outros aspectos importantes ao desenvolvimento pleno da criança.[1]

    [editar] 0 - 18 meses

    Neste estágio, o bebê é totalmente dependente de terceiros (geralmente, dos pais) para quaisquer coisas como locomoção, alimentação ou higiene. Neste período, o bebé aprende actos básicos de locomoção como sentar, engatinhar, andar. Recomenda-se o aleitamento materno exclusivo até que o sexto mês de vida; isso porque o leite materno tem uma composição mais adequada e exige cuidados mais simples em relação a outros tipos de leite, bem como possui anticorpos e outros fatores para proteger o lactente de infecções, e ainda fortalece a relação entre a mãe e seu filho. Caso haja empecilho ou, raramente, contra-indicação, ao aleitamento materno, leites substitutos como de vaca, cabra ou soja podem ser usados, além de leites de vaca modificados para ter composição mais semelhante ao humano. Esses leites, porém, têm maior risco de induzir alergias na criança (especialmente os leites animais in natura), e exigem suplementação de nutrientes como ferro ou ácido fólico, exceto aqueles que têm adição de vitaminas. Após o sexto mês de vida, a dieta alimentar de um bebê começa a variar, com a introdução lenta e gradual de novos alimentos.
    Neste estágio da vida, a criança cresce muito rapidamente. Os primeiros cabelos, bem como os primeiros dentes, aparecem neste estágio. Aos 18 meses de vida, a maioria dos bebês já soltaram suas primeiras palavras. Este período é caracterizado pelo egocentrismo, pois o bebê não compreende que faz parte de uma sociedade, e o mundo para ele gira em torno de si mesmo.

    [editar] 18 meses - 3 anos

    Criança soprando um dente-de-leão.
    A pequena criança neste estágio cresce menos do que durante os primeiros 18 meses de vida. A criança, então, pode correr uma curta distância por si mesma, comer sem a ajuda de terceiros, e falar algumas palavras que têm significado (por exemplo, mamãe, papai, bola, etc), e a expectativa é que a criança continue a melhorar estas habilidades.
    O principal aspecto desta faixa etária é o desenvolvimento gradual da fala e da linguagem. Aos três anos de idade, a criança já pode formar algumas frases completas (e corretas gramaticalmente) usando palavras já aprendidas, e possui um vocabulário de aproximadamente 800 a mil palavras.
    A criança lentamente passa a compreender melhor o mundo à sua volta, e a aprender que neste mundo há regras que precisam ser obedecidas, embora ainda seja bastante egocêntrica - comumente vendo outras pessoas mais como objetos do que pessoas, não sabendo que estas possuem sentimentos próprios. Assim sendo, a criança muitas vezes prefere brincar sozinha a brincar com outras crianças da mesma faixa etária. No final desta faixa etária, uma criança geralmente já sabe diferenciar pessoas do sexo masculino e pessoas do sexo feminino, e também já começa a ter suas próprias preferências, como roupas e entretenimentos, por exemplo. Pode também ser capaz de se vestir sem a ajuda de terceiros, e de antecipar acontecimentos.

    [editar] 3 - 4 anos

    Crianças em um jardim de infância afegão.
    Crianças desta faixa etária começam a desenvolver os aspectos básicos de responsabilidade e de independência, preparando a criança para o próximo estágio da infância e os anos iniciais de escola. As crianças desta faixa etária são altamente ativas em geral, constantemente explorando o mundo à sua volta. As crianças passam também a aprender que na sociedade existem coisas que eles podem ou não fazer.
    Nesta faixa etária, a criança já compreende melhor o mundo à sua volta , tornando-se gradualmente menos egocêntrica e melhor compreendendo que suas ações podem afetar as pessoas à sua volta. Também passam a compreender que outras pessoas também possuem seus próprios sentimentos. Assim sendo, as crianças gradualmente aprendem sobre a existência de padrões de comportamentos , ações que podem ou devem ser feitas, e ações que não devem ser feitas. Os pais da criança são os principais modelos da criança nesta faixa etária . geralmente determinam se uma dada ação da criança foi boa ou má, muitas vezes recompensando a criança pelas suas boas ações e castigando a criança pelas suas más ações.
    Crianças, a partir dos três anos de idade, também passam a aprender padrões de comportamento de um processo chamado identificação. As crianças passam a se identificar com outra pessoa por causa de vários motivos, incluindo laços de amizade (um amigo ou uma pessoa próxima como outro parente ou uma babá, por exemplo) e semelhanças físicas e psicológicas. Também a partir dos três anos de idade que as crianças passam a ver diferenças entre pessoas do sexo masculino e feminino, tanto nos aspectos físicos quanto nos aspectos psicológicos, como os estereótipos dados a ambos os sexos pela sociedade (exemplos: menino brinca com bola, menina brinca com boneca).
    A grande maioria das crianças abandona as fraldas nesta faixa etária. A partir dos três anos de idade, a criança cresce lentamente, em contraste com o crescimento acelerado ocorrido desde o nascimento até os dezoito meses de vida. Meninos e meninas têm peso e altura semelhantes.

    [editar] 5 - 9 anos

    A partir do quinto ano de vida, crianças passam a dar um crescente valor à amizade.
    O período entre cinco a nove anos de idade é marcado pelo desenvolvimento psicológico da criança. Esta continua a se desenvolver fisicamente, lenta e gradualmente, mas acima de tudo elas se desenvolvem e amadurecem socialmente, emocionalmente e mentalmente.
    Na maioria das sociedades, as crianças já aprenderam regras e padrões de comportamento básicos da sociedade por volta do quinto ano de vida. Elas aprendem então a discernir se uma dada ação é certa ou errada. A vida social da criança passa a ser cada vez mais importante, e é comum nesta faixa etária o que se chama de o(a) melhor amigo(a).
    Na maioria dos países, crianças precisam ir à escola, geralmente a partir do sexto ou do sétimo ano de vida. Atualmente, no Brasil o governo aderiu obrigação dos pais levarem as crianças na escola a partir dos cinco anos de idade. Nesta faixa etária, regras básicas da sociedade são mais bem compreendidas. Aqui, é dada ênfase à capacidade de resolução de problemas, uma habilidade que é aperfeiçoada com o passar do tempo. A racionalização também é uma habilidade que é aprendida e constantemente melhorada. Até o quinto ou sexto ano de vida, as crianças muitas vezes procuram resolver problemas através da primeira solução - certa ou não, racional ou não - que vem à sua mente. Após o quinto ou o sexto ano de vida, a criança passa procurar por diversas soluções, e a reconhecer a solução correta ou aquela que mais se aplica ao solucionamento do problema.
    Por volta dos sete ou oito anos de idade, as crianças passam a racionalizar seus pensamentos e suas crenças, procurando as razões, os porquês por trás de um problema ou de um fato. Assim, as próprias crianças passam a analisar os padrões de comportamento ensinados pela família e sociedade. Além disso, a partir dos seis anos de idade, as crianças passam a se comparar com outras crianças da mesma faixa etária. Estes dois fatos, aliados ao crescimento da vida social da criança, diminuem a importância dos pais e da família como modelos de comportamento da criança, e aumentam a importância dos amigos e dos professores.
    Crianças em sala de aula de uma escola japonesa.
    A comparação que uma dada criança faz de si mesma à outra também afeta a auto-imagem e a auto-estima da criança - a opinião que uma pessoa tem de si mesma. O tipo de auto-imagem formada durante a infância pode influenciar o comportamento desta pessoa na adolescência e na vida adulta. As crianças passam a desenvolver a auto-imagem após os três anos de idade, à medida que as crianças se identificam com seus pais, parentes, e posteriormente, pessoas próximas. Esta auto-imagem pode ser positiva ou negativa, dependendo das atitudes e das emoções das pessoas com as quais a criança se identifica. Crianças com auto-imagens positivas geralmente possuem boas impressões de seus pais e uma ativa vida social; por outro lado, auto-imagens negativas costumam ser fruto de famílias disfuncionais, onde o relacionamento entre seus membros seja problemático. A comparação que uma criança faz em relação a outras crianças pode alterar esta auto-imagem. Além disso, vários outros fatores podem influenciar o comportamento de uma criança, como abuso infantil, problemas sócio-psicológicos (vítima de agressão na escola, por exemplo) e eventos marcantes (perda de um parente ou amigo, por exemplo).
    Os dentes de leite começam a cair no sexto ano de vida, um por um, até a adolescência. O crescimento de peso e altura é pequeno e semelhante entre meninos e meninas, que continuam a ter peso e altura semelhantes. Quanto à força física, em teoria, meninos e meninas desta faixa etária têm força física semelhante, mas meninos, por geralmente serem mais incentivados pela sociedade a participar de atividades físico-esportistas, tendem a ter um pouco mais de força física do que as meninas.

    [editar] 10 - Pré-adolescência

    A partir dos 10 anos de idade, crianças passam a dar mais importância a um grupo de amigos que possuem gostos semelhantes.
    Faixa etária que vai desde o décimo ano de vida é época de intensas mudanças físicas e psicológicas: é a chamada pré-adolescência. Nesse período da vida as crianças passam a ter mais responsabilidades (deveres), ao mesmo tempo em que passam a querer e exigir mais respeito de outras pessoas - particularmente dos adultos. A criança nesta faixa etária passa a compreender mais a sociedade, ordens sociais e grupos, o que torna esta faixa etária uma área instável de desenvolvimento psicológico.
    A participação num grupo de amigos que possuem gostos em comum passa a ser de maior importância para a criança, onde o modelo dado pelos amigos começa a obscurecer o modelo dado pelos pais. Começam as preocupações como a expectativa de ser aceito por um grupo, ou certas diferenças em relação a outras crianças da mesma faixa etária se agravam aqui, e são um aspecto de maior importância na adolescência. Muitas vezes, pré-adolescentes sentem-se rejeitados pela sociedade, podendo desencadear problemas psicológicos tais como depressão ou anorexia.
    A pré-adolescência é marcada pelo início das intensas transformações físicas que transformam a criança em um adulto; é o início da puberdade, marcada principalmente pelo aumento do ritmo de crescimento corporal e pelo amadurecimento dos órgãos sexuais.
    A puberdade para as meninas chega entre o 10º e o 12º ano de vida, onde os primeiros pelos pubianos e nas axilas aparecem, vem a primeira (os quadris começam a se formar e depois vem os seios e depois o ciclo da menstruação). Neste período, as meninas passam, em média, a ser mais altas e mais pesadas que os meninos, onde a puberdade ainda não começou. O amadurecimento dos órgãos sexuais inicia-se geralmente depois, no 11º ao 14º ano de vida. Somente mais tarde, no 11º ao 14º anos de vida, a puberdade começa para os meninos, começo de um alto crescimento físico (em altura, peso e força muscular), crescimento de pelos pubianos e nas axilas e engrossamento do timbre de voz. Com o pico do crescimento físico da maioria das meninas já havendo terminado, os meninos passam à frente das meninas, definitivamente, em peso, altura e força muscular. O amadurecimento dos órgãos sexuais dá-se geralmente depois, no 14º ao 15º ano de vida.
    Alguns grupos de pessoas não aceitam essa classificação, colocando os pré-adolescentes já como adolescentes.

    [editar] Gênero

    Ver artigos principais: Gênero, papel social de gênero.
    Dois meninos e uma menina socializando-se por meio da brincadeira com bolinhas de gude.
    Crianças do sexo feminino são chamadas de meninas, e crianças do sexo masculinos são chamados de meninos. Uma pequena percentagem dos humanos são hermafroditas - embora o hermafroditismo seja apenas uma distinção biológica, e não necessariamente social ou psicológica. Fora as diferenças existentes no sistema reprodutor, meninos e meninas não diferem muito fisicamente entre si até o início da puberdade, com crianças de ambos os sexos, com a mesma idade, possuindo aproximadamente a mesma altura e o mesmo peso.
    As crianças de ambos os sexos crescem em altura por igual até os nove - onze anos anos de idade, quando o início da puberdade nas meninas faz com que elas se tornem, na média, mais altas do que os meninos, até os doze anos de idade, quando a puberdade tem início nos meninos, com a altura e o peso médio dos meninos superando os das meninas. Uma criança de nove anos possui em média entre 130 a 140 centímetros de altura, nos Estados Unidos da América. Quanto à massa corporal, o peso médio dos meninos é entre 25 a 37 quilogramas, enquanto o peso médio das meninas é geralmente um pouco menor - possivelmente por causa de estereótipos impostos pela sociedade, embora alguns especialistas creem que diferenças genéticas estejam por trás desta diferença. Uma criança não é necessariamente anormal se seu peso e/ou altura são maiores ou menores do que a média.
    Um assunto muito discutido são as diferenças psicológicas entre meninos e meninas no que se refere à identidade sexual das crianças. Enquanto a maioria dos psicólogos acreditam que as diferenças psicológicas entre ambos os sexos seja determinada primariamente pelo ambiente onde a criança vive e pelos estereótipos impostos à criança pela sociedade, alguns especialistas, primariamente geneticistas, consideram que a genética possui maior peso nestas diferenças.

    [editar] Diferenças de inteligência

    Duas crianças olhando um rio.
    As diferenças de inteligência entre diferentes crianças são feitas através de testes de quociente de inteligência. Tais testes servem para indicar a habilidade mental no geral de uma criança em relação à média de outras crianças da mesma idade. A média é igual a 100. A performance da criança no teste é pontuada. Cerca de dois terços das crianças são consideradas normais (pontuação entre 84 a 116). Um sexto pontuam mais do que 116, e são consideradas super-dotadas. Um sexto das crianças pontuam menos de que 84, neste caso, a presença de uma deficiência mental (e muitas vezes permanente - com vários graus de severidade) é considerada - embora várias crianças pontuem menos do que a média por causa de problemas psicológicos.
    Os testes de quociente de inteligência são usados especialmente para o auxílio do diagnóstico de problemas neurológicos ou psicológicos, e também em testes que visam ao estudo da genética, seu papel no desenvolvimento de uma pessoa e no seu papel do desenvolvimento das diferenças entre diferenças psicológicas entre diversas pessoas. A pontuação de pessoas relacionadas geneticamente (ou seja, possuem laços de família) que fizeram pelo quociente de inteligência geralmente diferem menos do que as diferenças entre a pontuação de pessoas não relacionadas geneticamente, o que sugere que a genética tem um peso considerável - se não majoritário - na habilidade mental de uma pessoa. Porém, outros especialistas acreditam que é o ambiente no qual a criança vive que é o fator primário na formação psicológica e da habilidade mental. Estes especialistas fazem uso de estudos entre crianças culturalmente deprivadas - crianças que são criadas sem os estímulos necessários que as ajudam na educação escolar e/ou que sofrem de abuso infantil, e que possuem no geral um quociente de inteligência menor do que a média. O quociente de inteligência destas crianças, nos estudos realizados, aumentou muito após receberem cuidados especiais.
    Já outros especialistas questionam o uso destes testes, e que tais testes não são eficientes para medir a habilidade mental e a inteligência como um todo de uma criança. Estes especialistas alegam que a inteligência envolve vários fatores - memória, lógica e originalidade, por exemplo, e que uma criança pode destacar-se em uma ou mais áreas enquanto sofre dificuldades em outras.

    [editar] O papel dos pais

    Alice Liddell fotografada por Lewis Carroll.
    Os pais de uma criança possuem um papel fundamental no desenvolvimento psicológico da criança, além de serem os responsáveis pela sustentação dela. Uma das principais preocupações dos pais é ajudar a criança em desenvolvimento a crescer normalmente. A palavra normal possui dois sentidos, quando relacionada com o desenvolvimento infantil. A primeira delas é a ausência de anormalidades físicas e/ou psicológicas, que são consideradas anormais em toda sociedade e cultura. Estas anormalidades incluem epilepsia, esquizofrenia e doenças genéticas. A maioria destas doenças surgem por motivos que não relacionados com a forma com o qual os pais criaram a criança.
    A segunda definição - onde os pais possuem grande influência - é se a criança possui certas habilidades ou traços, algumas delas valorizadas pelos pais, outras valorizadas pela sociedade onde a criança vive. Uma criança é considerada normal se ela possui estas características. Algumas destas características valorizadas internacionalmente incluem viver amigavelmente com outras pessoas, agir inteligentemente e de maneira responsável, e a comunicação. Estas últimas habilidades são essenciais para a vida de uma pessoa dentro de uma sociedade, e os pais possuem grande influência no desenvolvimento destas características. Crianças vítimas de negligência ou de abuso infantil (por parte dos pais), por exemplo, muitas vezes se comportam de maneira agressiva ou muito retraída com outras pessoas, por exemplo.
    Já outras habilidades e traços são valorizados apenas por certas culturas. Por exemplo, nos países desenvolvidos e em vários países em desenvolvimento, espera-se da criança que ela aprenda eventualmente a ler e a escrever. Uma criança incapaz de adquirir esta habilidade pode ser vista como anormal. Porém, em vários países em desenvolvimento, espera-se muitas vezes que uma criança ajude seus pais a sustentar sua família. Tais crianças são consideradas muitas vezes normais - na sociedade onde elas vivem - se elas adquirem as habilidades necessárias para trabalhar e sustentar a sua família, bem como não são vistas como anormais se não sabem ler e escrever. Certas culturas como a "cultura ocidental" vêm o sexo masculino e o sexo feminino como iguais - ambos possuem os mesmos direitos - e meninos e meninas são criados igualmente. Já em outras culturas, traços considerados masculinos - como independência e competitividade - são considerados anormais entre mulheres, e, portanto, meninos muitas vezes são incentivados pelos pais a ter tais traços, enquanto tais traços entre meninas são reprimidos.
    Os pais são especialmente responsáveis em cuidar da criança e de suas necessidades físico-psicológicas, do uso de recompensas e punições, e como modelos de comportamento. Em muitos casos onde há omissão dos pais em termos de afeto e relacionamento as crianças podem desenvolver sérios problemas emocionais. A chamada "terceirização da infância", termo usado pelo pesquisador José Martins Filho em seu livro "A criança terceirizada: os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo", é uma realidade em várias partes do mundo e, principalmente, no Brasil.

    [editar] Necessidades físico-psicológicas

    Duas crianças em uma favela em Jacarta, Indonésia.
    Todas as crianças possuem algumas necessidades físico-psicológicas que precisam ser cumpridas e atendidas para que a criança cresça normalmente.
    A principal necessidade física da criança é a alimentação, da qual as crianças são totalmente dependentes dos adultos nos primeiros anos de vida. Outras necessidades físicas importantes são limpeza e higiene, vestuário adequado e um abrigo. Espaço também é importante - para o exercício de jogos e brincadeiras. Além disso, a criança também depende dos adultos quanto ao aprendizado de bons hábitos de comportamento, tanto à sociedade que o cerca quanto a si mesma - mantendo uma higiene adequada, por exemplo, lavando as mãos antes de comer, não comer nada que tenha caído no chão, escovar os dentes diariamente, etc.
    O desenvolvimento das vacinas diminuiu bastante as taxas de mortalidade infantil em muitos países - especialmente em doenças como sarampo, paralisia infantil e varíola (esta última já extinta). Em muitos países, os pais são obrigados a vacinar a criança, pelo menos contra certas doenças como sarampo, paralisia infantil, tuberculose, tétano e difteria, por exemplo. Caso os pais não levem as crianças a postos de vacinação, as crianças poderão ser suspensas da escola, e em casos mais graves, os pais podem perder a guarda da criança. Algumas destas vacinas requerem reimunização - a aplicação de uma nova dose da vacina - regularmente.
    As necessidades psicológicas da criança são determinadas pelas habilidades e pelos traços de personalidade que os pais esperam que seu filho desenvolva. Algumas destas são incentivadas em toda sociedade, outras apenas em certas culturas. Todas as crianças possuem certas necessidades psicológicas - como sentir-se amadas e queridas pelos pais.
    Espera-se mais responsabilidade e maturidade da criança quando esta passa a ir à escola regularmente - a partir dos seis ou sete anos de idade. As crianças passam a frequentar regularmente um lugar onde regras existem, que devem ser cumpridas - e onde os padrões de comportamento não mudam de um dia para o outro.

    [editar] Problemas sócio-econômicos

    Crianças em meio a pobreza africana. Em destaque, um menino.
    Muitas crianças (principalmente em países subdesenvolvidos) experimentam diversos problemas como alimentação reduzida ou desequilibrada (desnutrição), trabalho infantil, ausência de habitação, AIDS, entre outros. Com o objectivo de solucionar estes problemas a UNICEF promove diversas campanhas de recolhimento de fundos monetários para poder apoiá-las nesses países.

    [editar] Significado do choro

    O choro é o meio mais eficaz para manifestar uma necessidade ou um mal-estar. Os psicólogos têm procurado identificar os vários tipos de choro com as situações que o motivam. Assim, distinguem-se geralmente quatro padrões de choro: choro básico de fome, choro de raiva, choro de frustração e choro de dor, e/ou ainda de cansaço e desconforto.

    [editar] O sorriso de um bebê

    O sorriso é uma das formas de comunicação que desencadeia confiança e afeto reforçando os esforços dos adultos em satisfazer o bebê. O primeiro sorriso pode ocorrer após o nascimento, de modo espontâneo, efeito da atividade do sistema nervoso central.
    Depois da alimentação e ao adormecer, é frequente esboçar um sorriso que pode ser também desencadeado pelos sons emitidos pelos progenitores. Estes sorrisos são automáticos, reflexos e involuntários.
    O sorriso é um sinal que reforça as relações positivas do adulto favorecendo a sua repetição. É um comportamento intencional que visa manter a comunicação com aqueles que tratam do bebê.

    [editar] Representações da infância

    Dada a especificidade da infância, diversas representações sobre este período da vida do indivíduo marcam a produção literária, artística e cultural dos diversos grupos e sociedades. As representações sobre a infância portam tanto uma interpretação deste momento da vida quanto um projeto para o adulto que a criança se tornará. Buscando exemplificar esta variedade de representações, uma vez que sempre que a criança e a infância são retratada elas são representadas, teremos:
    • o discurso legal do Estatuto da Criança e do Adolescente que apresenta uma infância a ser protegida, portanto frágil;
    • em O Pequeno Príncipe, teremos uma infância fantástica, como momento de descoberta e de encantamento do mundo;
    • em Lobo Solitário, o personagem Ogami Daigoro representa a "infância não infantilizada" ao demonstrar um comportamento de adulto perante as adversidades;
    • nesta página, a concepção biológica e sociológica da infância enquanto momento de maturação do organismo, do aprendizado das relações sociais e da submissão às condições ambientais.
    O surgimento de um discurso sobre a infância está vinculado à emergência da percepção da especificidade do infantil na modernidade, como demonstra Philippe Ariès em A história Social da Criança e da Família.

    [editar] Referências

    • Postman, Neil. O desaparecimento da infância. Rio de Janeiro, Graphia, 1999.ISBN 85-85277-30-0
    • Ariès, Philippe. A história social da criança e da família. [S.l.]: LTC, 1981. ISBN 85-216-1347-4
    • Lawe, Marie-José Ch. de. Um outro mundo: a infância. [S.l.]: Perspectiva: Editora Universidade de São Paulo, 1991. ISBN 85-273-0044-3
    • Eliot, Lise. What's Going on in There? : How the Brain and Mind Develop in the First Five Years of Life. [S.l.]: Bantam, 2000. ISBN 0-553-37825-2
    • Mayes, Linda C. e Cohen, Donald J. The Yale Child Study Center Guide to Understanding Your Child: Healthy Development from Birth to Adolescence. [S.l.]: Little, Brown, 2003. ISBN 0-316-79432-5
    • Winnicott, Donald W.. A criança e seu mundo. [S.l.]: Zahar Editores, 1975.
    • A Criança Terceirizada – Os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo. Autor José Martins Filho. Editora Papirus

    [editar] Ver também

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