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quarta-feira, 4 de agosto de 2021

‘Xvídeos’ é investigado por suposta propaganda enganosa de pílulas para disfunção erétil

POR OLHAR DIGITAL - Na última segunda-feira (3), o Ministério Público do Rio de Janeiro protocolou um inquérito civil para investigar suposta irregularidade praticada pelo ‘Xvídeos’. O site exibe conteúdo de cunho adulto e supostamente estaria fazendo publicidade enganosa acerca de ‘pílulas milagrosas’, com o objetivo de tratamento de disfunção erétil. 

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terça-feira, 16 de abril de 2019

Clientes pré-pagos da Claro ganham internet de graça ao visualizar publicidade

Nesta segunda-feira, 15, Claro iniciou campanha em que seus clientes pré-pagos ganham franquia de dados ao interagirem com publicidade; com a ação, empresa entra no mercado de data rewards
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A Claro iniciou nesta segunda-feira, (15/4), uma ação de marketing de data rewards - programa de recompensa por visualização de anúncios - na qual clientes pré-pagos da operadora ganham franquia de internet depois de interagirem com peças de publicidade na página ou aplicativo da empresa. Com a campanha, usuários com chip pré-pago poderão ganhar de 10 a 20 MB por interação e repetir o procedimento até cinco vezes por dia.

O usuário pode participar da ação e obter a franquia adicional na página de recarga da Claro ou no aplicativo da operadora. Ao prosseguir com a efetuação de uma recarga, entre as formas de pagamentos disponíveis haverá a opção de “ver publicidade”. Depois, será preciso responder a uma pergunta, que finaliza o processo, e então será liberado o crédito de internet. “Dessa forma garantimos que o anúncio teve a atenção do cliente”, explica o diretor de novos negócios da Claro Brasil, Carlos Araújo, ao site Tele Síntese.

A opção aparece para alguns clientes como teste da fase de “soft launch” desde o começo do mês. No entanto, a Claro não é a primeira operadora a apostar no mercado de data rewards. A Vivo vem explorando o setor desde 2016. Ambas as empresas totalizam 32 milhões de clientes pré-pagos.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Como saber se o seu smartphone foi hackeado

(Foto: reprodução)
O Android, como qualquer sistema operacional, não é imune a malwares e, embora o Google tome mais e mais medidas para evitá-lo , nossos celulares não estão 100% seguros. O fato de baixar qualquer arquivo de uma página não confiável ou conectar-se a redes Wi-Fi públicas, pode acarretar o risco do telefone ser invadido. Isto nem sempre é o caso, é claro, mas devemos ficar atentos aos sinais de aviso suspeitos dados pelo nosso smartphone.

E por isso vamos dar as principais pistas para descobrir se o seu smartphone foi hackeado. E, em caso afirmativo, como evitá-lo no futuro.

Alto consumo de bateria e de dados

A bateria do seu celular dura apenas algumas horas? É um sintoma de que algo acontece, embora não seja determinante falar sobre hacking. Na verdade, os fabricantes geralmente lançam atualizações nos sistemas operacionais que "consomem" a bateria dos aparelhos mais antigos. Também depende do uso: se você só verifica o e-mail ou, pelo contrário, você gasta horas no YouTube com o brilho da tela no máximo.
No entanto, se você usar o telefone como de costume e a bateria durar muito menos do que o de costume, de uma hora para outra, você pode verificar o que acontece acessando as configurações do telefone e procurando por "Bateria". Lá você pode verificar o que está consumindo a bateria do seu telefone e ver se há algo está estranho.
O mesmo, e ainda mais confiável, é o consumo dos dados. Se você mantiver sua rotina habitual e de repente passar da cota, é possível que haja um malware no seu celular. Por quê? Simples: ele envia informações para o hacker através dos dados do celular em que está instalado. Para verificar o consumo de dados, vá para Configurações e "Dados móveis". Em seguida, você verá uma lista ordenada com os aplicativos que consomem mais dados em seu celular, de acordo com o uso que dá a eles.

Aplicativos que você não instalou

Quando você verificar o consumo de bateria e dados do seu celular, verá todos os aplicativos instalados no seu telefone. O mais provável é que use apenas alguns e o resto esteja lá apenas ocupando espaço e esquecidos. Mas se você vir um que não lembra de ter instalado, é melhor verificar o histórico do Google Play para ver quando o instalou.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

95% dos aplicativos para crianças contêm publicidade. E muitas são inadequadas

Aplicativos para crianças
(Foto: CC0 - domínio público)
Mesmo em uma escala menor se comparado aos adultos, as crianças usam celulares, principalmente, para vídeos e jogos.E seus dados de consumo são muitíssimo interessantes para as empresas que criam aplicativos e, consequentemente, também desenvolvem publicidade direcionadas a elas. Com isso, um estudo realizado por pesquisadores do hospital pediátrico CS Mott, da Universidade de Michigan apontou que 95% dos aplicativos de Android para crianças menores do que cinco anos trazem anúncios, ainda que, abaixo de oito anos, elas não consigam diferenciar publicidade de outro tipo de conteúdo,
A pesquisa, publicada no Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics , revela que os jogos são frequentemente interrompidos por pop-ups com anúncios que podem enganar, distrair e não são apropriados para o público infatil. Para chegar a essa conclusão, a equipe de pesquisadores testouos 135 aplicativos mais populares voltados para crianças menores de cinco anos na Play Store. 
Pesquisas anteriores avaliaram o conteúdo educacional de vários aplicativos infantis. No entanto, há poucos estudos sobre anúncios embarcados nos apps para o público infantil. A publicidade, além de distrair as crianças, pode ser prejudicial à saúde. "Publicidade tem sido associada com comportamentos alimentares pouco saudáveis, o que pode causar a obesidade", explica Marisa Meyer, co-autora do estudo.
100% dos aplicativos gratuitos analisados continham anúncios, uma taxa que cai para 88% quando se analisou os apps pagos. O resultado do estudo é preocupante. "Isso afeta negativamente as crianças de famílias de baixa renda, que são mais propensas a baixar jogos gratuitos, cheios de anúncios que, além de persuasivos, podem ser inadequados", diz Meyer.
Em 54% dos aplicativos gratuitos o jogo é interrompido por vídeos publicitários que, às vezes, não podem ser fechados imediatamente, e obriga o usuário a vê-los inteiros. Além disso, se você tentar fechá-los pressionando em qualquer lugar do anúncio em vez do pequeno "X", uma janela do Google Play será aberta para baixar outro aplicativo. Jenny Radesky, também co-autor do estudo, informa que esses banners são maliciosos: "O pequeno 'X' só aparece depois de 20 segundos. E, no caso de uma criança de 4 ou 5 anos, ela pode pensar que o anúncio é parte do jogo e ela não sabe o que fazer. Logo, há grandes chances da publicidade ser clicada, direcionando o usuário para loja de aplicativos”. A pesquisa também encontrou publicidade inapropriada para crianças, como o app de compras Wish, que contém itens para adultos.

Aplicativos que incentivam a comprar

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

TIM pagará R$ 1 mi de dano moral coletivo por publicidade enganosa

POR BLOG DA CLÁUDIA SANTOS
Devido à prática de veiculação de publicidade enganosa, relacionada à comercialização de planos com "internet ilimitada", a 5ª turma Cível do TJ/DF condenou a operadora TIM a pagar R$ 1 milhão por danos morais coletivos. A quantia deverá ser depositada no Fundo de Defesa do Consumidor do DF.

"As peças publicitárias veiculadas pela TIM violaram a boa-fé objetiva e a confiança que elas despertaram nos consumidores ao trazerem uma qualidade falsa do serviço por ela prestada, que na realidade é limitado."

A operadora ainda foi condenada ao reembolso do valor pago pelos consumidores para ver restabelecida a velocidade de conexão no mês em que foi reduzida, corrigido monetariamente desde o desembolso e acrescido de juros de mora desde a citação.


sábado, 4 de outubro de 2014

Criador da Ello provoca Facebook: "É uma plataforma de publicidade"

Por Redação Olhar Digital - em 03/10/2014 às 11h50


A Ello, rede social que já conquistou milhares de usuários pela ausência de anúncios, diferente do que muitos pensam, não nasceu de uma grande ideia de startup. Na verdade, Paul Budnitz, criador do serviço, não segue nenhuma das premissas de um fundador de startup: tem mais de 30 anos, não mora no Vale do Silício e resolveu entrar num mercado de gigantes.
Em entevista à Wired, Budnitz conta que decidiu criar a Ello após um manifesto "anti-Facebook" e que, no começo, a rede social era destinada somente a um grupo de aproximadamente 90 amigos. Após alguns meses, a novidade se tornou um fenômeno e, atualmente, segundo o criador, a Ello recebe cerca de 50 mil pedidos de convites por hora.
Contudo, Budnitz deixa claro que não está competindo com o Facebook, pois acredita que os propósitos são diferentes. "As pessoas ficam me perguntando se nós estamos competindo com o Facebook (...) E eu na verdade acredito que o Facebook não é uma rede social (...). É uma plataforma de publicidade. Nós somos uma rede social. É o que fazemos. O Facebook está lá para anúncios", disse à Wired.
Depois de criar a Ello para seus quase 100 amigos, Budnitz começou a receber pedidos de mais pessoas querendo participar. Deste modo, o fundador conseguiu um investimento de US$ 435 mil (cerca de R$ 1 milhão) de um fundo de capital de risco em Vermont para aumentar a rede.
Quando encerrar seu período beta, a Ello deverá oferecer recursos extras para os usuários como forma de monetização. Segundo Budnitz, eles custarão em torno de US$ 1 (aproximadamente R$ 2) e US$ 2 (R$ 5) e serão oferecidos como numa loja de aplicativos.

Leia também: Facebook x Ello: prós e contras das duas redes sociais 

FONTE:
OLHAR DIGITAL

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Homem quer provar que pagar por publicidade no Facebook é desperdício de dinheiro

O educador fez um novo teste, e utilizou um cupom para comprar publicidade 
em sua própria página no Facebook
11/02/2014 - 16:33






"Fraude do Facebook" é o nome de um vídeo que tem se espalhado como fogo na palha desde que foi publicado ontem, no YouTube. Ele é apresentado por Derek Muller, dono do canal Veritasium, plataforma com mais de 1 milhão de assinantes que publica vídeos educativos na internet. "Fraude do Facebook" explodiu em popularidade ao fazer acusações graves ao sistema de compra de publicidade dentro da rede social de Mark Zuckerberg. Muller sustenta que anunciar no Facebook é desperdício de dinheiro.
A tese do educador é que mesmo quando um usuário compra publicidade pela forma legítima oferecida pelo Facebook – gastando dinheiro para promover sua página –, muitos fãs adquiridos são falsos, não se interessam pela página e, pior, prejudicam o alcance de seu conteúdo até entre os verdadeiros fãs.
VEJA O VÍDEO

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