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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

TSE recebe os primeiros registros de candidatura a presidente

Candidatos do Pros e do PCB foram primeiros a se registrar

POR AGÊNCIA BRASIL - O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a receber hoje (1º) os registros de candidatura à Presidência da República para as eleições deste ano. Os dois primeiros registros que o tribunal recebeu foram dos candidatos Pablo Marçal (Pros) e Sofia Manzano (PCB).

As convenções partidárias estão ocorrendo desde o dia 20 de julho. É na convenção que os filiados ao partido aprovam o nome de determinado pré-candidato à corrida presidencial. Após a convenção, os partidos enviam os nomes dos candidatos a um sistema desenvolvido pela Justiça Eleitoral exclusivamente para o registro de atas de convenções partidárias e de pedidos de registro de candidaturas.

O calendário eleitoral de 2022 define o dia 15 de agosto como a data-limite para que partidos políticos, federações e coligações solicitem o registro de candidatas e candidatos aos cargos de presidente da República, governador e senador, bem como às vagas de deputados federais, estaduais e distritais.

O cidadão pode acompanhar os registros pelo sistema DivulgaCandContas, do TSE. Ele traz informações referentes detalhadas sobre candidatas e candidatos, tais como certidões criminais e declaração de bens. O sistema também permite consultar a prestação de contas com a arrecadação e gastos durante a campanha.

Perfis

Natural de Goiânia (GO), Pablo Marçal tem 35 anos, é empresário e terá como vice Fátima Pérola Neggra, de 54 anos. Ela é policial militar e escritora, nascida em Iporã (PR).

A candidata Sofia Manzano tem 51 anos, é professora universitária e natural de São Paulo (SP). Ela terá como vice Antônio Alves da Silva Junior, de 43 anos, jornalista, natural de Recife (PE).

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/eleicoes-2020/noticia/2022-08/tse-recebe-os-primeiros-registros-de-candidatura-presidente

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Confira o calendário oficial aprovado pelo TSE para eleições de 2022

Serão eleitos presidente, governadores, senadores e deputados

POR AGÊNCIA BRASIL - Com o começo do ano em que haverá eleições, inicia-se uma sucessão de etapas e procedimentos que culminarão na eleição de 2 de outubro, data do primeiro turno, quando milhões de brasileiros devem ir às urnas para a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

Pelo calendário oficial aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o segundo turno ocorre em 30 de outubro, caso nenhum dos candidatos a presidente alcance a maioria absoluta dos votos válidos (excluídos brancos e nulos). O mesmo ocorre nas disputas para o cargo de governador. 

Leia Também: Conheça o calendário das eleições de 2022 e as principais regras do TSE

Já desde 1º de janeiro, as pesquisas eleitorais precisam ser devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral, e os órgãos públicos têm limitadas as despesas com publicidade, por exemplo. Há também restrições quanto à distribuição gratuita de bens e valores aos cidadãos e cidadãs.

A campanha eleitoral com comícios, distribuição de material gráfico, propagandas na internet e caminhadas deverá ocorrer a partir de 16 de agosto. Já as peças publicitárias em horário gratuito de rádio e televisão ficam liberadas entre 26 de agosto e 29 de setembro.

Entre as datas mais importantes para os candidatos está a janela partidária, entre 3 de março e 1° de abril. Esse é o único período em que parlamentares podem mudar de partido livremente, sem correr o risco de perder o mandato.

Outra data importante é 2 de abril, exatamente seis meses antes da eleição. Essa é a data limite para que todos os candidatos estejam devidamente filiados aos partidos pelos quais pretendem concorrer.

O 2 de abril é também a data a partir da qual os ocupantes de cargos majoritários – presidente, governadores e prefeitos – renunciarem aos mandatos caso queiram concorrer a cargo diferente do que já ocupam.

As convenções partidárias devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, quando todas as legendas devem oficializar a escolha de seus candidatos. Os registros de todas as candidaturas devem ser solicitados até 15 de agosto.

No caso do eleitor, uma das datas a que se deve ficar mais atento é o 4 de maio, quando se encerra o prazo para emitir ou transferir o título de eleitor. Em 11 de julho, a Justiça Eleitoral deve divulgar quantos cidadãos encontram-se aptos a votar. O número serve de base para o cálculo do limite de gastos na campanha.

O calendário completo, com todas as etapas até a diplomação dos eleitos, mês a mês, pode ser conferido no portal do TSE.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2022-01/confira-o-calendario-oficial-aprovado-pelo-tse-para-eleicoes-de-2022

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Presidente tem melhora clínica, diz boletim médico

Hospital diz que o presidente está sem febre ou dor abdominal

POR AGÊNCIA BRASIL - O presidente da República, Jair Bolsonaro, apresentou melhora clínica após a passagem de uma sonda nasogástrica, segundo boletim médico divulgado na noite de hoje (3) pelo hospital Vila Nova Star, onde está internado desde a madrugada, na zona Sul da capital paulista. De acordo com o boletim, o presidente evolui sem febre ou dor abdominal. Ainda não há, no entanto, avaliação definitiva quanto à necessidade de intervenção cirúrgica.

“O Hospital Vila Nova Star informa que o Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, apresentou melhora clínica após a passagem da sonda nasogástrica, evoluindo sem febre ou dor abdominal. O paciente fez uma curta caminhada pelo corredor do hospital e permanece em tratamento clínico”, diz o hospital. 

Bolsonaro foi internado na madrugada de hoje em razão de dor abdominal. Nas primeiras informações divulgadas hoje pela manhã, os médicos que atendem o presidente informaram que Bolsonaro tem um quadro de obstrução intestinal. 

O presidente desembarcou em São Paulo por volta de 1h30, após deixar o Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul, no litoral de Santa Catarina, onde passou a virada do ano.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-01/presidente-tem-melhora-clinica-diz-boletim-medico

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Presidente participa de solenidade comemorativa ao Dia do Soldado

Ele foi acompanhado pela primeira-dama Michelle Bolsonaro

POR AGÊNCIA BRASIL - O presidente Jair Bolsonaro participou, hoje (25), da cerimônia em comemoração ao Dia do Soldado, no Quartel-General do Exército, em Brasília. Durante a solenidade, personalidades e autoridades civis militares e organizações militares também foram condecoradas com a Ordem do Mérito Militar, a Medalha Exército Brasileiro e a Medalha do Pacificador, pelos serviços prestados ao Exército.

Bolsonaro chegou à cerimônia acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Também estavam presentes o vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros da Defesa, Walter Braga Netto; da Saúde, Marcelo Queiroga; da Economia, Paulo Guedes; do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; entre outras autoridades.

O Dia do Soldado homenageia o nascimento do marechal Luís Alves de Lima e Silva, em 25 de agosto de 1803, o Duque de Caxias, patrono do Exército.

“O resultado de seus feitos traduziu-se, sempre, no restabelecimento da paz, na restauração da lei e da ordem e na manutenção da integridade do país. Enaltecida pelo povo brasileiro, a atuação de Caxias foi marcada pela conciliação, pela superação de posições antagônicas, e, sobretudo, pela prevalência da legalidade, da justiça e do respeito a todos”, disse o comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

O general agradeceu e destacou o trabalho dos soldados nas ações de enfrentamento à pandemia de covid-19 e em diversas missões pelo país.

“Graças a você, soldado, provido de sólido sentimento de solidariedade, nos unimos para dar forma à mão amiga do Exército, que se estende a todos os brasileiros em prol do bem-estar social, nas situações de calamidade, na distribuição de água no Semiárido nordestino, no apoio de saúde aos indígenas, na construção de estradas e ferrovias, na preservação dos biomas, na acolhida de irmãos estrangeiros, no estímulo à cultura e aos desportos, bem como na histórica e significativa contribuição com a comunidade internacional na manutenção da paz”, disse.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-08/presidente-participa-de-solenidade-comemorativa-ao-dia-do-soldado

sábado, 14 de agosto de 2021

Bolsonaro corta verba para a educação de crianças carentes

O presidente cortou a verba de prefeituras e dará voucher direto para creche privada

POR NOTÍCIAS AO MINUTO - BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A proposta do novo programa social do governo, o Auxílio Brasil, enviada pelo presidente Jair Bolsonaro, retira recursos destinados às prefeituras para a educação de crianças carentes. O mesmo projeto estabelece o pagamento de voucher diretamente para creches privadas.

O governo derrubou um dos pilares do Brasil Carinhoso, programa social criado em 2012 para garantir o acesso e a permanência de crianças na educação infantil.

O objetivo era complementar a política de transferência de renda a famílias pobres e extremamente pobres, o Bolsa Família.

O trecho revogado obrigava a União a repassar aos municípios uma ajuda financeira adicional para vagas em creches e desenvolvimento educacional de crianças de zero a dois anos de idade que sejam de famílias beneficiárias de programas sociais.

Por outro lado, na mesma proposta, que cria o Auxílio Brasil, Bolsonaro quer que sejam feitos repasses de dinheiro público diretamente para as creches credenciadas pelo governo, podendo inclusive ser do setor privado.

Bolsonaro criou o Auxílio Brasil de olho em 2022. Além de aumentar o gasto na área social, o objetivo é substituir o Bolsa Família, programa associado à gestão petista.

Pesquisas eleitorais apontam que o principal adversário do presidente na corrida eleitoral é Luiz Inácio Lula da Silva (PT) -com vantagem para o petista.

O Auxílio Brasil foi criado por medida provisória apresentada nesta semana ao Congresso. Uma medida provisória entra em vigor imediatamente, mas precisa do aval do Legislativo em 120 dias para não perder a validade.

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Bolsonaro volta a defender desobrigação de máscara para vacinados, mas diz que decisão será de governadores

Presidente repetiu argumento de que STF tirou poderes da União sobre a pandemia, mas Corte explica que coordenação cabe ao governo federal. Ideia de desobrigar vacinados de usar máscara foi criticada por especialistas.

POR G1 - O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta sexta-feira (11) a desobrigação do uso de máscaras para vacinados e recuperados da Covid, mas disse que a decisão final será de governadores e prefeitos. "Eu não apito nada", ironizou.

Bolsonaro já havia informado na quinta (10) que pediu ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um parecer para liberar vacinados e recuperados da Covid de usar máscaras.

A ideia foi prontamente rebatida por especialistas, que alertam que mesmo quem foi vacinado ou teve a doença pode transmitir o vírus para outras pessoas. Além disso, quem já teve Covid pode ter de novo, e quem foi vacinado pode ter a doença de forma mais leve.

(Leia ao final da reportagem o que apontaram especialistas que criticaram a proposta do presidente)

Nesta sexta, ao voltar a desencorajar o uso de máscaras por vacinados e recuperados, Bolsonaro voltou a dizer que a responsabilidade é de estados e municípios. Ele falou a veículos de imprensa na porta do Palácio da Alvorada.

CONTINUE LENDO EM: https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/06/11/bolsonaro-volta-a-defender-desobrigacao-de-mascara-para-vacinados-mas-diz-que-decisao-sera-de-governadores.ghtml

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Bolsonaro defende liberdade e cogita decreto de livre circulação

Presidente discursou em evento no Palácio do Planalto

POR OLHAR DIGITAL - Em discurso hoje (5) em cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre as manifestações ocorridas no 1º de maio – Dia do Trabalho – e sobre o que chamou de “decretos subalternos” – leis estaduais e municipais que restringem a livre circulação de pessoas durante a pandemia de covid-19.

"Nas ruas, já se começa a pedir, por parte do governo, que se baixe um decreto. Se eu baixar um decreto, ele vai ser cumprido. Não será contestado por nenhum tribunal”, afirmou Bolsonaro.

O texto seria um instrumento para garantir que o Artigo 5º da Constituição seja respeitado por estados e municípios, e que seja assegurada a liberdade de ir e vir, trabalhar e realizar atividades econômicas no contexto da pandemia, explicou o presidente.

“Queremos a liberdade de fluxo. Queremos a liberdade para poder trabalhar. Queremos o nosso direito de ir e vir. Ninguém pode contestar isso”, acrescentou.

“O que o povo quer de nós é que sigamos o norte dado para esse povo, e todo o Artigo 5º. Eles querem trabalhar. Isso é crime? Querem o direito de ir e vir, ir à praia, ver um amigo. Querem o direito de ver um pastor, ir à igreja, ver seu padre. Que poder é esse dado a governadores e prefeitos?”, questionou.

Bolsonaro afirmou ainda que a comunicação, mesmo que negativa, tem sido amplamente defendida em sua gestão, e que a ampliação do acesso digital configura uma forma de defender o direito à informação, constitucionalmente previsto.

Segundo o presidente, a iminência de um novo decreto para regulamentar o Marco Civil da Internet - aprovado em 2014 - também configura instrumento de liberdade de comunicação, já que define direitos, responsabilidades e punições para o uso das redes sociais e de meios de comunicação digitais.

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Bolsonaro: novo auxílio pode começar em março e durar até quatro meses

Presidente citou responsabilidade fiscal e defendeu volta do comércio

Por Agência Brasil - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (11) que o novo auxílio emergencial para os trabalhadores informais pode começar a ser pago em março e deve durar entre três e quatro meses. Segundo ele, o valor não está definido e o início dos repasses está em negociação com o Congresso Nacional, que precisa aprovar um projeto de lei instituindo novamente a medida.

"Tá quase certo, né? Não sabemos o valor. Com toda a certeza, pode não ser, né?, a partir de março, [por] três, quatro meses, [é o] que está sendo acertado com o Executivo e com o Parlamento também", afirmou em uma rápida entrevista à imprensa concedida após um evento em Alcântara (MA), para entrega de títulos de terra. 

O novo auxílio emergencial substituirá o auxílio pago ao longo ano passado, como forma de conter os efeitos da pandemia de covid-19 sobre a população mais pobre e os trabalhadores informais. Inicialmente, o auxílio emergencial contou com parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (no caso das mães chefes de família), por mês, a cada beneficiário. Projetado para durar três meses, o auxílio foi estendido para o total de cinco parcelas e, em setembro de 2020, foi liberado o Auxílio Emergencial Extensão de R$ 300 (R$ 600 para as mães chefes de família), com o máximo de quatro parcelas mensais. O último pagamento do benefício ocorreu no final de janeiro. Cerca de 67 milhões de pessoas foram contempladas com o programa. 

Ainda na entrevista, Bolsonaro falou que é preciso ter responsabilidade fiscal e defendeu a normalização do comércio. "Agora, não basta apenas conceder mais um período de auxílio emergencial. O comércio tem que voltar a funcionar, tem que acabar com essa história de fecha tudo. Devemos cuidar dos mais idosos e de quem tem comorbidades. O resto tem que trabalhar. Caso contrário, se nós nos endividarmos muito, o Brasil pode perder crédito, né?, e daí a inflação vem, a dívida já está em R$ 5 trilhões, e daí vem o caos. E ninguém quer isso aí".

LEIA MAIS EM: https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2021-02/novo-auxilio-pode-comecar-em-marco-e-durar-ate-quatro-meses

domingo, 8 de novembro de 2020

Joe Biden é eleito presidente dos EUA após vitória na Pensilvânia

Democrata conquista mais de 270 delegados no colégio eleitoral, segundo projeções de institutos e meios de comunicação. Trump não reconhece derrota e diz que recorrerá à Justiça.

POR G1 - Joe Biden foi eleito neste sábado (7) o 46º presidente dos Estados Unidos. A vitória foi anunciada após projeções de institutos e meios de comunicação indicarem a vitória do democrata na Pensilvânia.

Com isso, Biden ultrapassou os 270 delegados no colégio eleitoral. O presidente Donald Trump, derrotado, não reconheceu o resultado e disse que vai recorrer à Justiça.

Sem apresentar provas, Trump reclama de uma suposta fraude na apuração de alguns estados em que perdeu. Até agora, nenhuma autoridade reportou qualquer irregularidade na contagem dos votos.

PERFIL: Biden cultiva imagem de homem simples e tem história trágica

FOTOS: muita festa nas ruas e o discurso da vitória

REPERCUSSÃO: líderes mundiais parabenizam Biden e Kamala

ANÁLISE: Desafios começam já na transição, que não será pacífica

O ASSUNTO: o que muda nos EUA, no Brasil e no mundo

TEMPO REAL: as últimas notícias e análises sobre a eleição nos EUA

Biden primeiro se manifestou em uma rede social e divulgou um comunicado no qual agradeceu aos eleitores e disse que será presidente de todos os americanos.

"Sinto-me honrado pela confiança que o povo americano depositou em mim e na vice-presidente eleita, Kamala Harris. Diante de obstáculos sem precedentes, um número recorde de americanos votou. Provando, mais uma vez, que a democracia bate fundo no coração da América. Com o fim da campanha, é hora de colocar a raiva e a retórica dura para trás e nos unirmos como uma nação. É hora de a América se unir. E se fortalecer. Somos os Estados Unidos da América. E não há nada que não possamos fazer, se fizermos juntos", disse o presidente eleito em uma nota.

À noite, Biden fez o discurso da vitória em Wilmington, cidade no estado de Delaware, e voltou a pregar pacificação entre os americanos.

"Prometo ser um presidente que não quer dividir, mas unificar. Alguém que não vê os estados vermelho e azul, e sim os Estados Unidos. E que trabalhará com todo o coração para conquistar a confiança de todo o povo."

LEIA MAIS EM: https://g1.globo.com/mundo/eleicoes-nos-eua/2020/noticia/2020/11/07/joe-biden-vence-na-pensilvania-e-garante-votos-para-ser-eleito-presidente-dos-eua-aponta-projecao-da-ap.ghtml

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Bolsonaro diz que '50% dos prefeitos já querem abertura' do comércio

Apesar de não citar nomes, o presidente disse que '50% dos prefeitos já querem abertura' do comércio
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (17) que metade dos prefeitos brasileiros já querem a abertura do comércio e demais atividades econômicas. "Eu li uma matéria agora que 50% dos prefeitos já querem a abertura. Até pouco tempo atrás quase 100% não queria. Daqui a pouco vai chegar do nosso lado e falar: Bolsonaro tem razão", declarou a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.

A retomada da atividade econômica com a reabertura de comércio e escolas, por exemplo, é uma das defesas do presidente, que é contrário ao isolamento social total. A opinião do presidente divergia da do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, demitido ontem pelo chefe do Executivo.

Na conversa com os apoiadores hoje, Bolsonaro ouviu de um homem a frase: "falaram que você é o técnico do time, para resolver lá, para assinar". Em resposta, Bolsonaro riu, fez gesto de assinatura e tirou a caneta de dentro do bolso do terno. A ação remete a uma fala sua em que disse "a minha caneta funciona", em 5 de abril, quando ainda ameaçava demitir Mandetta. "A hashtag hoje é Mandetta fica em casa", disse um outro apoiador. Bolsonaro riu, mas não fez comentários.

Nesta sexta-feira é esperada a posse ministerial do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, já anunciado ontem para o cargo. A cerimônia ocorre às 11h, no Salão Oeste do Palácio do Planalto. O compromisso não consta na agenda oficial de Bolsonaro - mas já foi anunciado pela Secretária Especial de Comunicação da Presidência.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Bolsonaro indica que ministro da Educação pode ser demitido na segunda-feira (8)

O presidente indicou ainda que não descarta reaproveitar o Ricardo Vélez em outra área do governo
Segundo Jair Bolsonaro, Ricardo Vélez é "bacana e
honesto, mas está faltando gestão, que é
coisa importantíssima" /
 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro indicou que o ministro da Educação, Ricardo Vélez, pode deixar o comando da pasta na próxima segunda-feira (8).

"Está bastante claro de que não está dando certo. Ele é bacana e honesto, mas está faltando gestão, que é coisa importantíssima", disse o presidente em um café da manhã, nesta sexta (5), com jornalistas no Palácio do Planalto. A Folha de S.Paulo estava entre os convidados.

"Até segunda, vai ser resolvido, ninguém mais vai reclamar. Vélez é boa pessoa. Quem vai decidir sou eu. Segunda é o dia do fico ou não fico", disse o presidente.

De acordo com Bolsonaro, na segunda-feira, "tira a aliança da mão direita e põe na esquerda ou põe na gaveta. Vamos supor que seja a saída dele (Vélez)". O presidente indicou ainda que não descarta reaproveitar o ministro em outra área do governo.

domingo, 23 de setembro de 2018

Livro aborda mentiras contadas por presidentes do Brasil em 100 anos



Obra mostra que a mentira não tem ideologia
O ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill citava que havia “uma enorme quantidade de mentiras circulando pelo mundo, e o pior que metade delas é verdade”. Mais cáustico, o brasileiro Millôr Fernandes escreveu “ninguém é dono da verdade. Mas a mentira tem acionista à beça”.

O recém-lançado livro Você foi Enganado, de Cristina Tardáguila (da Agência Lupa) e Chico Otávio (do jornal O Globo) confirma os ditos. Os dois jornalistas percorreram os 100 últimos anos da história do Brasil e mostram as mentiras ditas aos brasileiros por presidentes de diversos matizes ideológicos. Algumas mentiras não podiam ser desmentidas ou circularam tanto que tiveram alguma veracidade à época.

A ideia de fazer o livro, lançado pela editora Intrínseca, surgiu quando Cristina visitou nos Estados Unidos a redação do site Politfact e viu pendurado na parede um pôster com “grandes besteiras ditas por presidentes americanos”. Ela achou uma grande sacada e comparou, antes de convidar Chico Otávio para a empreitada: “A gente tem um acervo mais bacana que eles”.

A seguir principais trechos da entrevista dos dois autores à Agência Brasil.

Agência Brasil - Como fizeram para selecionar as mentiras?

Cristina Tardáguila - Quando começamos a trabalhar, eu queria abarcar o máximo possível de mentiras, o máximo possível de presidentes... Entrou aí a visão estratégica da editora de fechar em recortes. Decidimos que não podia faltar, de forma nenhuma, da redemocratização pra cá. Mas não dá para falar que a mentira começou da redemocratização pra cá, e nem dá para dizer que é algo só de presidentes eleitos [pelo voto direto]. Assim, decidimos ampliar a pesquisa para os ditadores, para os militares. Aí, o Chico [Otávio] entrou no projeto, com todo conhecimento que tem sobre a ditadura militar. Ficamos com vontade de levar até mais longe, pensamos em fazer desde a República Velha. Mas o recorte definitivo acabou sendo os últimos 100 anos, de Artur Bernardes para cá.

Agência Brasil - As mentiras ditas na ditadura eram muito diferentes das mentiras após a redemocratização?

Chico Otávio - Mentir na ditadura é mais fácil. Ela pode ser mais grotesca porque ninguém vai contestar. A mentira na ditadura é mais descarada porque não tem o contraditório. As vozes estão caladas. Então, é fácil mentir. Eram muito mais toscas, muito mais escancaradas, sem a menor preocupação com algum tipo de justificativa. Hoje, são mais disfarçadas, mais camufladas, mais difíceis de se camuflar.

Agência Brasil - A mentira na política é universal? É própria de regimes políticos modernos?
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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Chamar Moro para debater abuso de poder não é provocação, diz Renan

Presidente do Senado instalou, na manhã desta quinta-feira (10), comissão que vai investigar salários que ultrapassam o teto do funcionalismo público

© Folhapress
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), montou neste fim de ano um pacote de medidas que miram o Judiciário. Em uma frente, instalou na manhã desta quinta-feira (10), uma comissão que vai investigar salários que ultrapassam o teto do funcionalismo público.

Em outra, voltou a afirmar que deseja chamar o juiz Sérgio Moro, outros juízes, além de integrantes do Ministério Público e do STF (Supremo Tribunal Federal) para falar sobre a proposta de abuso de autoridade em tramitação na Casa.
Na noite de quarta (9), Renan disse que desejava convidar Moro para falar do tema. O responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância já se manifestou contra a proposta em alguns momentos e a classificou como "preocupante". Opinião semelhante têm entidades de magistrados que já trataram do tema.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Michel Temer toma posse como presidente e terá mandato até 2018



POR CEARÁ AGORA
O plenário do Congresso Nacional deu posse nesta quarta-feira (31) a Michel Temer como presidente da República. Ele já estava no cargo interinamente desde o afastamento de Dilma Rousseff por consequência da abertura do processo de impeachment dela, em maio deste ano. A posse foi dada pelo presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL).
A cerimônia ocorreu no plenário do Senado, que estava lotado de senadores, deputados, ex-parlamentares e convidados. Temer leu juramento em que se compromete a defender e respeitar a Constituição. Em seguida, foi lido o termo posse.
A posse foi marcada logo após o plenário do Senado decidir pelo impedimento da presidente e Temer ser notificado de que assumiria definitivamente a Presidência da República até 31 de dezembro de 2018, quando termina o mandato.
Michel Temer é jurista especializado em direito constitucional e atuou como parlamentar por cerca de 25 anos, entre mandatos assumidos como eleito e suplente. Foi presidente da Câmara dos Deputados por três vezes e foi eleito como vice-presidente junto com Dilma Rousseff em 2010 e depois reeleito em 2014.

Em pronunciamento de cinco minutos, Temer diz que ‘é hora de unir o País’



POR CEARÁ AGORA
O presidente Michel Temer afirmou, em seu pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, que assumiu a Presidência nesta quarta-feira, 31, após uma “decisão democrática e transparente do Congresso Nacional”. Diferente do discurso que fez durante sua primeira reunião ministerial no fim da tarde desta quarta-feira – quando mostrou uma postura mais dura com relação a ataques que o chamaram de golpista e também a aliados que votaram contra os interesses do governo – na mensagem Temer disse que “é hora de unir o País e colocar os interesses nacionais acima dos interesses de grupos”. “Esta é a nossa bandeira.”

sábado, 14 de maio de 2016

Uruguai não reconhece Temer como presidente do Brasil

O vizinho do sul não é o único país que não reconhece a legitimidade do peemedebista como chefe de Estado brasileiro

Reuters
O ministro das Relações Exteriores e chanceler do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, fez questão de se posicionar em relação ao impeachment de Dilma Rousseff (PT) e garantiu que o governo do país não tem intenções de reconhecer Michel Temer (PMDB) como presidente do país.

“O Uruguai se manifestou politicamente, já disse o que tinha que dizer. Com certeza estamos muito preocupados com esta situação e esperamos que tudo ocorra dentro dos parâmetros constitucionais e institucionais. A posição do nosso governo está clara, pois nós já nos posicionamos a respeito disso”, disse Nin Novoa em entrevista a jornalistas na última quinta (12), data do primeiro dia de mandato do presidente em exercício.
De acordo com o portal Yahoo, quando perguntado se irá entrar em contato com Temer ou com alguém de seu gabinete, o chanceler foi direto: “Não [haverá nenhum tipo de comunicação]. Já dissemos o que deveríamos ter dito, de maneira que não temos mais nada a agregar.”
O vizinho do sul não é o único país que não reconhece a legitimidade do peemedebista como chefe de Estado brasileiro. Já a Ministra das Relações Exteriores da Rússia, María Zajárova, afirmou que “é inaceitável a interferência externa na atual situação política do Brasil” e que Moscou espera um país “estável e democrático”.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Criador de Dilma Bolada não perdoa presidente no Facebook

Publicitário Jeferson Monteiro escreveu post repleto de críticas



FAMA PAGOU COM TRAIÇÃO


O publicitário Jeferson Monteiro, criador do perfil Dilma Bolada nas redes sociais, escreveu um post repleto de críticas ao modo como sua “musa inspiradora” vem tocando o governo.

No Facebook, ele atirou: "Dilma não precisa do meu apoio no Governo dela, nem o meu e nem do apoio de ninguém que votou nela. Afinal, para ela só importa o apoio do PMDB e de parte do empresariado para que ela se mantenha lá onde está. Trocou o Governo pelo cargo. Não é o Governo que eu e mais de 54 milhões de brasileiros elegemos. A vida é feita de escolhas e ela fez a dela. Agora o que nos resta é que saia algo bom para o Brasil dali e repetir os versos de Beth Carvalho: 'Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão.' Seguimos."
FONTE: Notícias ao Minuto

domingo, 27 de setembro de 2015

Brasil ainda não pode abrir mão da hidroeletricidade, diz a presidente

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, reconheceu os problemas na construção de usinas no Brasil, mas afirmou que essas questões não podem ser uma barreira para melhorar a matriz energética do país



POLÍTICA ENERGIA


A presidente Dilma Rousseff reconheceu em entrevista a jornalistas nas Nações Unidas neste domingo, 27, que existem problemas na construção de usinas hidrelétricas, como a de Belo Monte, mas avisou que elas são fundamentais e que o Brasil ainda "não pode abrir mão" desse tipo de fonte de energia.

Dilma reagiu as frequentes críticas de que o Brasil não está atento à defesa da terra dos índios e afirmou que o governo tem feito "imenso esforço para compatibilizar a geração de energia com a preservação ambiental". "Vamos lembrar que nós temos no Brasil, acho que uma França, um pouquinho mais do que uma França, de reserva indígena", disse aos jornalistas.

domingo, 16 de agosto de 2015

Presidente da OAB diz que Dilma deve desculpas ao país

BRASIL
O presidente da OAB acredita que esse gesto iria ajudar a demonstrar amadurecimento político

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coelho, divulgou nota neste domingo (16) dizendo que a presidente Dilma Rousseff precisa pedir desculpas ao Brasil. Segundo ele, durante a campanha eleitoral Dilma apresentou uma realidade econômica que não existe no país.

(Foto: ABr)
"A presidente Dilma Rousseff necessita pedir desculpas ao Brasil. Ela apresentou na campanha eleitoral uma realidade econômica inexistente. É chegada a hora de revelar esse engano, assumir os equívocos e conclamar a união da sociedade brasileira para a superação da crise ética, política e econômica", diz o texto de Marcus Vinicius.

O presidente da OAB acredita que esse gesto iria ajudar a demonstrar amadurecimento político e a retomar a governabilidade do país. Marcus Vinicius defende que o governo tenha um maior diálogo com a sociedade. 

"O diálogo com a sociedade deve ser permanente e não apenas em momentos de crise. O Brasil é um país muito complexo e diversificado para um governo a quatro paredes. Dialogar significa não apenas fazer propaganda política, mas, efetivamente, ouvir as sugestões e decidir o melhor a partir da troca de ideias e experiências".

FONTE:
http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/presidente-da-oab-diz-que-dilma-deve-desculpas-ao-pais/?

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