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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Covid-19: ritmo de contágio no Brasil permanece abaixo de 1

Está é a quinta semana consecutiva que a taxa de transmissão da doença no País parece estar desacelerando; média nacional, porém, pode esconder cenários regionais diversos

POR OLHAR DIGITALO monitoramento do Imperial College de Londres vem registrando uma queda na taxa de transmissão do novo coronavírus no Brasil, e pela quinta semana consecutiva o País se manteve com o número (Rt) abaixo 1. Isso pode significar que o contágio da Covid-19 está em desaceleração. 

SAIBA MAIS EM:https://olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/covid-19-ritmo-de-contagio-no-brasil-permanece-abaixo-de-1/109360

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Para evitar contágio, TSE excluirá biometria nas eleições municipais

Decisão foi tomada após reunião de técnicos do tribunal com médicos
@TSE
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, decidiu excluir a necessidade de identificação biométrica, por meio de impressão digital, nas eleições municipais deste ano, tendo em vista o risco de contágio por covid-19.

A decisão foi tomada após uma primeira reunião de técnicos do tribunal com os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein.
As três instituições firmaram parceria com o TSE para a elaboração de um protocolo de segurança que reduza o risco de contágio durante a votação. Segundo o tribunal, a consultoria sanitária é prestada sem custos.
Dois fatores pesaram para excluir a biometria. Primeiro, o leitor de impressões digitais não pode ser higienizado com frequência, como a cada utilização. Também pesou o fato de que a identificação biométrica tende a causar filas maiores, favorecendo aglomerações, já que o processo é mais demorado do que a simples coleta de assinatura.

Recesso judiciário

A exclusão da biometria será incluída em resoluções para as eleições deste ano que devem ser apreciadas pelo plenário do TSE a partir de agosto, após a volta do recesso judiciário.
A Justiça Eleitoral iniciou o cadastramento biométrico em 2008, e já colheu as impressões digitais de 119.717.190 eleitores, que estariam aptos a votar pelo novo sistema. O TSE planeja cadastrar todos o eleitorado de mais de 150,5 milhões de pessoas até 2022.
O cadastramento biométrico é obrigatório. O eleitor que não comparecer ao cartório eleitoral para a revisão cadastral pode ter o título cancelado e ficará inapto a votar, caso perca o prazo estipulado pela Justiça Eleitoral para cada município. 
Neste ano, porém, devido à pandemia, o TSE suspendeu o cancelamento de 2,5 milhões de documentos.
Ainda em virtude da pandemia, o Congresso Nacional promulgou há duas semanas uma emenda à Constituição que adiou o primeiro turno das eleições municipais de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno foi alterado de 25 de outubro para 29 de novembro.
FONTE: Agência Brasil https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2020-07/para-evitar-contagio-tse-excluira-biometria-nas-eleicoes-municipais

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Saiba em quais lugares o contágio pelo novo coronavírus pode ser maior

A residência é o lugar mais seguro para as pessoas nesse momento, segundo especialistas
@
Um estudo feito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) tornou mais fácil identificar lugares onde, segundo pesquisadores, a chance de ser infectado pelo vírus SARS-Cov-2, responsável pela pandemia de covid-19, é bem maior. Os resultados parecem comprovar o que já é protocolo sanitário em todo o Brasil: a residência é o lugar mais seguro para as pessoas nesse momento.

A equipe de virologistas responsáveis pelo levantamento coletou amostras de lugares públicos de alta circulação na cidade de Belo Horizonte. O método utilizado foi parecido com os testes realizados para detectar a presença do vírus no organismo: o swab - um tipo de cotonete alongado que, quando friccionado contra superfícies, coleta o material em repouso - foi usado em pontos de ônibus, corrimãos, entradas de hospitais e até mesmo bancos de praças. Das 101 amostra colhidas, 17 continham traços do novo coronavírus.

“Para se avaliar o risco de um determinado local, levamos em consideração três elementos: o número de pessoas que podem portar a infecção, o nível de aglomeração esperado nos ambientes e a chance de haver pessoas com a infecção no local”, explicou o infectologista e professor de medicina da UFMG, Matheus Westin.

O médico lembra, ainda, que objetos também podem ter partículas infecciosas inertes. Frutas, verduras, caixas e outros itens que ficam expostos podem carregar o vetor de infecção. O estudo classificou as áreas de risco de acordo com os três pilares sanitários identificados pelos médicos. Veja o infográfico:
O estudo mostrou também que profissionais que trabalham na linha de frente de combate ao novo coronavírus estão muito mais suscetíveis ao contágio, já que a proximidade com infectados é inevitável.

“Todas as formas de assistência direta envolvem proximidade. Desde os cuidados primários, como administrar medicação ou conversar com o paciente, aos procedimentos invasivos, como ajustar o ventilador mecânico, aspirar as vias aéreas ou entubar o paciente, tudo isso cria um grande risco de transmissão”, argumenta Westin.

Segundo o médico e professor, o investimento em equipamentos de proteção individual (EPIs) de qualidade é crucial, e pode definir se o profissional médico será contaminado ou não ao tratar pacientes. “Boa parte desse equipamento é de uso único. A troca deve ser periódica. Mas não dá pra esquecer que o profissional de saúde, ao chegar em casa, deve lavar bem com água e sabão as vestimentas hospitalares para remover traços de contaminação das roupas”, informou.

Com informações da Agência Brasil
FONTE: Notícias ao Minuto https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/1520613/saiba-em-quais-lugares-o-contagio-pelo-novo-coronavirus-pode-ser-maior

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

SUS promete distribuir remédio que elimina o risco de contágio por HIV

PRIMEIRAEDICAO

O Ministério da Saúde anunciou que pretende incluir o Truvada, nome comercial do remédio de uso contínuo que pode impedir a contaminação do HIV, à lista dos medicamentos distribuídos gratuitamente pelo SUS. A ação deve começar no início do ano que vem.
O medicamento quando tomado diariamente pode zerar o risco de contágio do vírus HIV, mesmo no caso de sexo sem camisinha. Para isso, o Truvada bloqueia a possibilidade que o vírus ultrapasse as membranas celulares do organismo, se reproduza e atinja a corrente sanguínea do paciente.
Com o anúncio, o Brasil será o primeiro país a incluir o remédio em sua política pública de saúde. Já aprovado pela Anvisa, o Truvada ainda não foi liberado para a venda. Países como Estados Unidos, Tailândia e Malásia já liberaram o uso e a venda regular do medicamento.
FONTE: Correio do Estado

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