Parlamentares encontraram manifestantes contrários ao governo nos arredores da ONU, entre eles Kim Kataguiri e Renan Santos, líderes do Movimento Brasil Livre
| Reuters |
POLÍTICA NOS EUA
A presidente Dilma Rousseff não mencionou um "golpe de Estado" em seu discurso de oito minutos na ONU por ter ficado "inibida" com a presença de dois deputados da oposição.
É o que diz José Carlos Aleluia (DEM-BA), que viajou com o colega Luiz Lauro Filho (PSB-SP), ambos de classe executiva e com diárias entre US$ 300 e US$ 400 custeadas pela Câmara, para Nova York.
Eles vieram com a missão de "observar" a visita presidencial à cidade, para uma conferência sobre mudança climática com vários chefes de Estado realizada na manhã de sexta (22).
Para Aleluia, não há "comentário a fazer" sobre a participação de Dilma no evento, "que apresentou um discurso de chefe de Estado". "Digamos que o bom senso prevaleceu."
"A fala do decano da Corte e nossa presença aqui seguramente tiveram influência na posição sensata da presidente de não atacar as instituições brasileiras", disse, lembrando da opinião do ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello de que o impeachment não seria um golpe.



