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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Variação da cesta básica tem comportamento distinto entre as capitais

Valor aumentou em nove cidades e diminuiu em oito, segundo Dieese
Fernando Frazão/Agência Brasil
Entre setembro e outubro de 2019, o custo do conjunto de alimentos essenciais, a cesta básica, aumentou em nove cidades e diminuiu em oito, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 17 capitais, divulgada nesta quarta-feira (6). As altas mais expressivas foram registradas em Brasília (5,21%), Campo Grande (3,10%) e Goiânia (1,12%). As quedas mais importantes foram observadas em Natal (-3,03%) e João Pessoa (-2,34%).

A capital com a cesta mais cara foi São Paulo (R$ 473,59), seguida por Porto Alegre (R$ 463,24), Rio de Janeiro (R$ 462,57) e Florianópolis (R$ 458,28). Os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 325,01) e Natal (R$ 341,90).

Em 12 meses, entre outubro de 2018 e o mesmo mês de 2019, com exceção de Aracaju (-5,11%) e Fortaleza (-1,58%), todas as capitais acumularam alta, que oscilaram entre 1,76%, em Florianópolis, e 10,62%, em Goiânia.

Em 2019, 10 municípios pesquisados tiveram taxas positivas, com destaque para Vitória (6,06%) e Recife (5,57%). Outras sete cidades mostraram redução, a mais expressiva em Aracaju (-9,40%).

Com base na cesta mais cara que, em outubro, foi a de São Paulo, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Em outubro de 2019, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.978,63, ou 3,99 vezes o mínimo de R$ 998,00. Em setembro de 2019, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 3.980,82, ou 3,99 vezes o mínimo vigente. Já em outubro de  2018, o valor necessário foi de R$ 3.783,39, ou 3,97 vezes o salário mínimo, que era de R$ 954,00.
POR AGÊNCIA BRASIL

domingo, 10 de março de 2019

Famílias de Brumadinho receberão cesta básica mensal da Vale por 1 ano

A medida, decidida nesta sexta-feira (8/3), também inclui o pagamento de auxílio mensal de emergência aos atingidos.
IGO ESTRELA/METRÓPOLES
Famílias residentes nas comunidades do Córrego do Feijão e do Parque da Cachoeira, em Brumadinho, atingidas pela lama que vazou de uma barragem de rejeitos da Vale em 25 de janeiro, receberão uma cesta básica mensal da mineradora pelo período de um ano. A medida, anunciada sexta-feira (8) pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), foi acordada em audiência judicial.

A garantia da cesta básica junta-se a outros compromissos pactuados em um termo de ajuste preliminar (TAP) firmado no dia 20 de fevereiro. O acordo prevê o pagamento de auxílio mensal emergencial aos atingidosconforme os seguintes critérios: um salário mínimo por adulto, meio salário mínimo por adolescente e um quarto de salário mínimo por criança. Têm direito a receber tais valores todos os residentes em Brumadinho e nas localidades que estiverem a menos de 1 quilômetro do leito do Rio Paraopeba até a cidade de Pompéu, onde fica a represa de Retiro de Baixo. As quantias serão pagas durante um ano.

Negociado em audiências públicas conduzidas pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o TAP foi proposto à Vale por instituições como o Ministério Público Federal, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Defensorias Públicas do estado e da União e Advocacia-Geral do estado e da União. O acordo também fixa a obrigação de a mineradora custear a contratação de assessoria técnica independente para fornecer suporte às pessoas atingidas pelo desastre ambiental.

As próprias vítimas escolherão as entidades que vão atendê-las. Assessorias técnicas independentes já prestam assistência aos atingidos pela tragédia de Mariana, em Minas Gerais, onde a obrigação de arcar com os custos da contratação é da Samarco, responsável pela barragem que se rompeu em novembro de 2015.
Outro compromisso assumido pela Vale diz respeito ao ressarcimento dos cofres do estado de Minas Gerais por todos os gastos emergenciais efetuados em decorrência do rompimento da barragem. A empresa concordou em depositar, em um prazo de 10 dias, o valor das multas aplicadas pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), que giram em torno de R$ 99 milhões.O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também aplicou multas, que somam cerca de R$ 250 milhões.

Justiça trabalhista

Conforme o último boletim da Defesa Civil de Minas Gerais, divulgado ontem (8), 197 pessoas já foram encontradas sem vida em decorrência do rompimento da barragem e 111 estão desaparecidas. Grande parte das vítimas eram empregados da Vale e de empresas terceirizadas que prestavam serviço para a mineradora

Na Justiça trabalhista, em audiências realizadas dentro de ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), a empresa também já assumiu alguns compromissos. Foi assegurada a manutenção do pagamento de dois terços dos salários de todos os empregados que morreram. Os valores serão repassados às famílias por um ano, ou até que seja fechado um acordo definitivo de indenização. Para os desaparecidos, por enquanto, está sendo pago o salário integral.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Cesta básica ficou mais cara em 18 capitais em agosto

Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil
Sementes de fejião
O feijão está entre os produtos da cesta básica  cujo preço caiu no mês passado  Arquivo/Agência Brasil

O custo dos alimentos que compõem a cesta básica cresceu em 18 das 27 capitais brasileiras no mês de agosto, mostra pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). As maiores altas foram em Florianópolis (3,16%), Maceió (3,11%), Macapá (2,91%) e Curitiba (2,59%). Houve queda de preço em nove capitais, com destaque para Goiânia (-3,15%) e Aracaju (-2,26%).
A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 475,11), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 474,34) e Florianópolis (R$ 457,11). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 365,46) e Aracaju (R$ 370,70).

No acumulado de janeiro a agosto, houve alta em todas as capitais pesquisadas. Os aumentos mais expressivas ocorreram em Goiânia (22,51%), Maceió (22,28%) e Boa Vista (21,35%). Os menores aumentos foram registrados em Florianópolis (7,79%), Manaus (9,17%) e Curitiba (10,05%).
Os alimentos que mais subiram foram manteiga, café em pó, arroz, leite integral e açúcar. Batata, óleo de soja e feijão tiveram o preço reduzido.

Salário mínimo

De acordo com o Dieese, o salário mínimo ideal para a manutenção de uma família de quatro pessoas, no mês de agosto, deveria ser de R$ 3.991,40, ou 4,54 vezes o mínimo atual, que é R$ 880. Em julho, o mínimo necessário era de R$ 3.992,75. A estimativa leva em conta a cesta mais cara, de São Paulo.

O tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi, em agosto, de 104 horas. Em julho, eram necessárias 103 horas e 8 minutos.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Feijão tem reajuste de 70% e aparece como “vilão” da cesta básica em Fortaleza

Foto: Honorário Barbosa/ Diário do Nordeste
Foto: Honorário Barbosa/ Diário do Nordeste
O preço do feijão carioca disparou em de junho nos supermercados da Capital, chegando a custar em média R$ 10,87, conforme pesquisa feita pelo Procon Fortaleza. O alimento que era vendido em maio por R$ 6,36 aumentou em mais de 70% em um mês e é vendido no mercado por até R$ 13,90.Os dados foram coletados entre os dias 23 e 24 de junho, em 10 estabelecimentos para verificar variação nos preços de produtos e alimentos.
O levantamento do Procon aponta ainda que há uma tendência de queda nos preços em legumes, hortaliças e carnes nos últimos dois meses. A cenoura, por exemplo, teve uma redução de 29,28%; mas o preço do quilo pode variar até 136% entre o supermercado mais caro e o mais barato da lista. Tomate, pimentão e alho também apresentam variação superior a 100%, o que faz ser indispensável a pesquisa entre os estabelecimentos.
Produtos com Maiores variações
Cenoura 136,95% (R$ 2,49 a R$ 5,90)
Tomate 122,68% (R$ 2,69 a R$ 5,99)
Pimentão 114,09% (R$ 3,69 a R$ 7,90)
Alho 105,02% (R$ 23,90 a R$ 49,00)
Batata 86,83% (R$ 5,24 a R$ 9,79)


FONTE: Verdinha

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Inflação é maior para as famílias com pessoas da terceira idade

Os dados indicam que os preços da cesta das famílias da terceira idade vêm subindo mais do que os que compõem o IPC-BR

Agência Brasil

Idosos moradores do Lar São José, em Sobradinho, no Distrito Federal, recebem presentes de Natal
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que apura a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, fechou o segundo trimestre do ano, com aumento de 2,46%, informou hoje (13) o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).
Os dados indicam que os preços da cesta das famílias da terceira idade vêm subindo mais do que os que compõem o Índice de Preços ao Consumidor para o total do país (IPC-BR). No segundo trimestre do ano, o IPC3i fechou 0,29 ponto percentual acima do IPC-BR (2,17%). Nos últimos 12 meses, enquanto o IPC para o total do país ficou em 9,15%, a inflação para as famílias da terceira idade fechou com inflação anualizada de 9,37%, resultado 0,22 ponto percentual superior.
Na passagem do primeiro trimestre de 2015 para o segundo trimestre de 2015, no entanto, a taxa do IPC-3i registrou desaceleração de 1,69 ponto percentual, passando de 4,16% para 2,46%, com quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação.
A principal contribuição partiu do grupo habitação, cuja taxa passou de 6,88% para 2,53%. O item que mais influenciou o comportamento desta classe de despesa foi tarifa de eletricidade residencial, que variou 2,91%, no segundo trimestre, ante 35,11%, no anterior.
Fonte:
CORREIO 24 HORAS

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Valor da cesta básica sobe em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese

O preço da cesta básica subiu em 13 das 18 cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no mês de março. As maiores elevações ocorreram em Manaus (4,92%), Fortaleza (4,23%), Aracaju (3,23%) e Vitória (2,47%). As retrações mais fortes foram registradas em Salvador (2,79%), Brasília (1,06%), Goiânia (0,66%), Florianópolis (0,45%) e Natal (0,15%).

São Paulo teve a cesta básica mais cara do país, no valor de R$ 379,35. Em seguida, vieram as cidades de Vitória (R$ 363,62) e Porto Alegre (R$ 360,01). Aracaju (R$ 273,21), João Pessoa (R$ 288,43) e Natal (R$ 289,21) registraram o menor preço pelos alimentos que compõem a cesta.

Produtos como pão francês, café em pó, óleo de soja, banana e tomate tiveram alta na maioria das capitais. O preço do pãozinho, por exemplo, subiu em 16 capitais, ficou estável em Manaus e teve queda de 1,29% em Fortaleza. Em contrapartida, o arroz e a batata – pesquisados nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste –, e a farinha de mandioca – cujo valor foi coletado nas regiões Norte e Nordeste – tiveram retração de preço na maioria das capitais.

Com base na Constituição, segundo a qual o salário mínimo deve suprir despesas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e Previdência, o Dieese calcula que o mínimo ideal, em março, deveria ser R$ 3.186,92. O cálculo é feito considerando o valor da cesta mais cara (de São Paulo) para uma família de quatro pessoas.

Em fevereiro, o salário mínimo necessário correspondeu a R$ 3.182,81. Tanto em fevereiro quanto em março, o valor equivalia a 4,04 vezes o piso vigente, que é R$ 788. Em março do ano passado, o valor necessário para atender às despesas de uma família era R$ 2.992,19, ou 4,13 vezes o mínimo então em vigor (R$ 724).

No acumulado dos últimos 12 meses, o preço da cesta registra alta em 17 capitais. A exceção é Campo Grande, que teve retração de 0,59%. A maior elevação ocorreu em Aracaju, com 20,99%. Em seguida, estão Belo Horizonte (11,73%), Salvador (11,16%) e João Pessoa (9,60%). Os menores aumentos foram observados em Porto Alegre (1,08%) e Florianópolis (3,62%).


FONTE:http://potenginainternet.blogspot.com/2015/04/valor-da-cesta-basica-sobe-em-13-das-18.html

quarta-feira, 4 de março de 2015

Inflação na cesta básica é de 1,12% em fevereiro

MAIS DESPESAS

11h32 | 04.03.2015

A elevação nos preços dos itens básicos fez com que um trabalhador, para adquirir os produtos, respeitadas as quantidades definidas para a composição da cesta, tivesse que desembolsar R$ 292,23 no mês passado

CESTA BÁSICA
Preços da banana (8,40%), do feijão (8,36%) e do tomate (3,40%) foram as maiores altas
FOTO: KLEBER A. GONÇALVES
A carestia está mesmo fazendo estragos no bolso do fortalezense. Em fevereiro, o conjunto dos12 produtos que compõem a cesta básica da Capital cearense apresentou inflação de 1,12%. A alta nos preços dos itens básicos fez com que um trabalhador, para adquirir os produtos, respeitadas as quantidades definidas para a composição da cesta, tivesse que desembolsar R$ 292,23.
 
Considerando o valor e, tomando como base o salário mínimo vigente no país de R$ 788,00 (valor correspondente a uma jornada mensal de trabalho de 220 horas), pode-se dizer que o trabalhador teve que despender 81 horas e 35 minutos de sua jornada de trabalho mensal para essa finalidade. O gasto com alimentação de uma família padrão (2 adultos e 2 crianças) foi de R$ 876,69.
 
O impacto no conjunto de produtos da alimentação básica foi maior devido a elevação de 8 itens,destaque para os preços da banana (8,40%), do feijão (8,36%) e do tomate (3,40%).
 
Observando as variações semestral e anual da cesta Básica, em Fortaleza, verifica-se que foram de 4,86% e 8,31%, respectivamente. Isto significa que a alimentação básica em fevereiro de 2015 (R$ 292,23) está mais cara do que em agosto de 2014 (R$ 278,68) e mais cara do que fevereiro de 2014 (R$ 269,81).

FONTE:
http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/negocios/online/inflacao-na-cesta-basica-e-de-1-12-em-fevereiro-1.1235550

sábado, 10 de janeiro de 2015

Cesta básica 'não sobe mais porque chegou ao topo'

ALTA DE 2,53% NO ANO

Cesta básica 'não sobe mais porque chegou ao topo'

10.01.2015

Os artigos que puxaram o aumento de preço na Capital, segundo o Dieese, foram a carne, o arroz, o café e o pão

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Segundo a pesquisa, o preço da carne teve alta de 17,32%, enquanto o arroz aumentou 10,87% e o café registrou elevação de 10,78%
FOTO: JOSE LEOMAR
A cesta básica de Fortaleza registrou alta de 2,53% em 2014, frente o resultado do ano anterior, apresentando a quinta menor variação entre as 18 cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A carne, o arroz, o café e o pão foram os principais vilões responsáveis pela elevação do preço da alimentação básica no ano passado.
Para se ter uma ideia, em 2014, o preço da carne teve alta de 17,32%, enquanto que o arroz aumentou 10,87% e o café registrou elevação de 10,78%. Já os produtos que sofreram reduções foram a farinha com queda de 31,41%, o tomate reduzindo 19,33% de seu preço, e o feijão, com deflação de 14,40%.
"Na verdade, a carne está puxando essa variação há dois anos. E isso pesa no bolso do trabalhador. A boa notícia é que o feijão, antes tão vilão quanto a carne, tem apresentado uma queda de preço desde de maio de 2013", diz Reginaldo Aguiar, economista do Dieese no Ceará.
De acordo com o economista, a elevação de 2,53% da cesta básica era o esperado. "Mas ela não aumenta mais porque já chegou no topo", disse. Para 2015, "neste semestre, não estou vendo nenhum cenário que aponte que os preços ficarão com variações explosivas", salienta.
Queda no preço
Conforme a pesquisa, em dezembro do ano passado, a cesta registrou deflação de 0,07%, fazendo com que o trabalhador desembolsasse R$ 280,39 para adquirir os produtos da alimentação básica, respeitando as quantidades definidas de cada alimento.
Considerando o valor e, tomando como base o salário mínimo vigente no País, de R$ 724,00 (valor correspondente a uma jornada mensal de trabalho de 220 horas), pode-se dizer que o trabalhador teve que despender no último mês do ano, 93 horas e 39 minutos de sua jornada de trabalho para essa finalidade, menor do que o tempo exigido em igual período de 2013, onde eram necessárias 94 horas e 47 minutos.
No País, em dezembro, houve elevação do preço da cesta em 16 cidades e diminuição em apenas duas: Curitiba e Fortaleza.
Brasil
Em 2014, o valor acumulado das cestas aumentou em 17 das 18 capitais. As maiores altas foram em Brasília (13,79%), Aracaju (13,34%) e Floripa (10,58%). A redução ocorreu só em Natal (-1,70%). São Paulo foi a capital onde se apurou o maior valor para a cesta, custando R$ 354,19. Já os menores custos foram em Aracaju, com R$ 245,70 e Salvador com preço de R$ 267,82.
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FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Cesta de produtos de famílias com renda até 2,5 salários mínimos registra inflação de 4,98%

Agência Brasil | 09h01 | 09.01.2014

IPC-C1 de 2013 também ficou abaixo do observado pelo mesmo índice em 2012

O Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2013 com taxa de 4,98%. O percentual é inferior à observada pelo Índice de Preços ao Consumidor-Brasil (IPC-BR) – que mede a inflação para todas as faixas de renda – e fechou 2013 em 5,63%.

Inflação medida pelo IPC-C1 ficou em 0,56% Foto: Agência Brasil
O IPC-C1 de 2013 também ficou abaixo do observado pelo mesmo índice em 2012: 6,9%. A queda do indicador foi provocada por reduções nas inflações de grupos de despesas como alimentação (cuja taxa caiu de 10,13% em 2012 para 8,26% em 2013) e transportes (que registrou queda de 6,04% para 0,05%).
Também tiveram redução da inflação os grupos habitação (de 4,96% para 2,78%), educação, leitura erecreação (de 7,16% para 6,34%) e despesas diversas (de 12,87% para 9,66%). Em sentido oposto, dois grupos de despesas tiveram alta: vestuário (que passou de 3,75% em 2012 para 4,98% em 2013), saúde e cuidados pessoais (de 6,02% para 6,12%).
Se analisado apenas o mês de dezembro de 2013, a inflação medida pelo IPC-C1 ficou em 0,56%, abaixo do 0,65% observado em novembro.
FONTE:
DIÁRIO DO NORDESTE

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

CESTA MAIS BARATA

CESTA MAIS BARATA

Oito alimentos básicos têm queda nos preços

05.09.2013

Os preços dos itens que compõem a cesta básica caíram no mês de agosto em 13 das 18 capitais pesquisadas pelo Dieese
A redução no preço de oito, dos 11 itens alimentícios pesquisados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em Fortaleza para o mês de agosto, deixou a cesta básica da Capital cearense como a quarta menor das 18 capitais brasileiras investigadas mensalmente. O valor a ser desembolsado para a compra de comida encerrou o mês passado em R$ 264,38 e representou uma redução de 3,96% ante o mês de julho.

Esta, inclusive, foi a segunda maior queda de preços do País, atrás apenas de Goiânia, que chegou a -4,04%.

No semestre, a cesta básica de Fortaleza aumenta a redução nos preços para 4,55%. Já quando a base de comparação é o primeiro semestre deste ano versus o de 2012 há um acréscimo de 7,58%.

Ao todo, 13 capitais tiveram os itens básicos alimentícios em queda no mês passado. Somente Porto Alegre (1,83%), Brasília (072%), Curitiba (0,59%), Campo Grande (0,35%) e Florianópolis (0,11%) registraram aumento no período.

Ex-vilões
A deflação no preço da cesta em Fortaleza teve influência principalmente na baixa de dois itens. Antigo vilão, o tomate teve a maior retração do País, ao cair 21,62% entre julho e agosto.

O feijão também puxou a queda, com uma redução de 11,13% no preço.

Além destes dois produtos, também foram registradas retrações nos preços da farinha (7,85%), óleo (3,72%) manteiga (1,54%), banana (1,46%), arroz (1,16%) e café (1%).

Já carne (0,49%), leite (1,79%), pão (2,13%) e açúcar (0,55%) tiveram os preços aumentados no período.

Comportamento dos preços
Segundo o relatório elaborado pelo Dieese, Fortaleza acompanhou o movimento nacional ao atestar baixas nos preços do tomate e do feijão.

Sobre o primeiro produto, o texto faz o diagnóstico: "este comportamento está associado ao aumento da oferta do item no mercado nacional, e também a possíveis transmissões das baixas de preços ao produtor para o consumidor final".

Majoração
Enquanto boa parte da lista de compras apontou redução, a carne, "produto de maior peso na cesta", não teve alívio em Fortaleza nem em outras 10 cidades pesquisadas.


Mínimo ideal teria de ser R$ 2.685,47

São Paulo 
O salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ter sido de R$ 2.685,47 em agosto para que ele suprisse suas necessidades básicas e da família, segundo estudo divulgado ontem, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A constatação também foi feita por meio dos números da Pesquisa Nacional da Cesta Básica do mês passado, realizada pela instituição em 18 capitais do País. Com base no maior valor apurado para a cesta no período, de R$ 319,66 em São Paulo, e levando-se em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ter sido 3,96 vezes maior do que o piso vigente no Brasil, de R$ 678. O valor é menor do que o apurado para julho, quando o mínimo necessário foi estimado em R$ R$ 2.750,83 (4,06 vezes o piso vigente). Em agosto de 2012, o Dieese calculava o valor necessário em R$ 2.589,78, ou 4,16 vezes o mínimo de então, de R$ 622.

Tempo de trabalho

A instituição também informou que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em agosto de 2013, o conjunto de bens essenciais caiu na comparação com julho.

Na média das 18 cidades pesquisadas pelo Dieese, o trabalhador que ganha salário mínimo teve de cumprir uma jornada de 91 horas e 21 minutos, tempo inferior às 92 horas e 31 minutos exigidas em julho. Em Fortaleza é preciso trabalhar 85 horas e 47 minutos para adquirir os produtos que compõem a cesta.



FONTE:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1314355

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