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sábado, 8 de maio de 2021

Número de mortos em operação no Jacarezinho sobe para 29

Defensores de direitos humanos questionam legalidade da ação 

POR AGÊNCIA BRASIL - A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou hoje (8) que subiu para 29 o número de mortos na operação policial realizada na última quinta-feira (6) na favela do Jacarezinho, na zona norte da capital.

A polícia divulgou apenas a identidade do inspetor de polícia André Leonardo de Mello Frias, de 48 anos, e afirmou que os outros 28 mortos eram criminosos.

Considerada a mais letal da história do estado do Rio de Janeiro, a operação policial foi realizada para desarticular uma quadrilha de traficantes de drogas que, entre outros crimes, era suspeita de aliciar menores de idade.

Defensores dos direitos humanos questionam a legalidade da operação, que também despertou a preocupação da Ordem dos Advogados do Brasil, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e do o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas (ONU) para Direitos Humanos. As três instituições pediram investigações rigorosas e imparciais e ressaltaram o compromisso do Estado no respeito aos direitos humanos.

Responsável por fiscalizar a legalidade da ação, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro emitiu uma nota em que informa que está investigando as circunstâncias das mortes ocorridas durante a operação.

“Todas as medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis em decorrência dos fatos ocorridos estão sendo tomadas pelo MPRJ", diz o texto, que informa que a promotores estiveram presentes na comunidade, acompanhando os desdobramentos da operação. "Cabe destacar ainda que o MPRJ acompanha a perícia nos corpos das pessoas mortas durante a intervenção policial”, informou a nota.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, defendeu a Polícia Civil e afirmou na noite de ontem que a operação foi "o fiel cumprimento de dezenas de mandados expedidos pela Justiça."

Já uma nota conjunta assinada por entidades como a Anistia Internacional no Brasil, a Justiça Global, o Instituto Marielle Franco e o Movimento Negro Unificado classifica a operação como um massacre. Defensores de direitos humanos, moradores de favelas e familiares de vítimas de violência policial realizaram protestos ontem (7) contra as mortes.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-05/numero-de-mortos-em-operacao-no-jacarezinho-sobe-para-29

terça-feira, 30 de abril de 2019

Magazine Luiza anuncia a compra da Netshoes

Valor da operação girou em torno de US$ 62 milhões
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A varejista Magazine Luiza anunciou nesta segunda-feira (29/4) a compra da Netshoes, e-commerce brasileiro especializado em artigos esportivos. A empresa comandada por Luiza Trajano pagou US$ 62 milhões na operação, adquirindo 100% das ações, que valiam US$ 2 cada (a Netshoes tem capital aberto na Bolsa de Valores de Nova York).

Em comunicado conjunto enviado ao mercado, ambas as empresas informaram que, para viabilizar a operação, o Magazine Luiza fechou um acordo com parte dos acionistas da Netshoes, pelo qual os signatários - que possuem 47,9% das ações - votarão favoravelmente ao procedimento de compra durante a assembleia. Com isso, eles receberão o valor de suas ações em dinheiro.

Uma vez finalizada a operação, a Netshoes se tornará uma subsidiária do Magazine Luiza. A operação ainda precisa passar pela aprovação da maioria dos acionistas, que se reunirão em uma assembleia geral. Além disso, é necessário que o processo passe também pela aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Além da operação brasileira, a Netshoes também anunciou que vendeu a sua filial na Argentina para o grupo de investimentos BT8 S.A. No entanto, detalhes sobre a operação, como valores envolvidos e informações sobre o grupo comprador não foram divulgados.

Funcionando apenas na Internet, a Netshoes acumula prejuízos há anos. Em 2017, a empresa chegou a abrir seu capital na Bolsa de Nova York, com as ações valendo US$ 14,50 no primeiro dia do mercado. Hoje, após diversos maus resultados financeiros, os papeis valem cerca de US$ 2,65. A aquisição do Magazine Luiza fez as ações valerem ainda menos: algo em torno de US$ 2.

Há espaço para crescer no mercado de artigos esportivos brasileiro, que faturou 33,2 bilhões de reais no ano passado, com crescimento acima do varejo físico em geral. Mas um dos problemas é que o segmento ainda é muito pulverizado: a Centauro, maior do setor (e que captou 772 milhões de reais com seu IPO no início de abril), domina apenas 5,4% do mercado, enquanto a Netshoes tem 4,6%.

Além do Magazine Luiza, a B2W - controladora dos e-commerces Submarino e Americanas.com - também estava na disputa pela compra da Netshoes.

sábado, 10 de novembro de 2018

Procon Fortaleza inicia operação Material Escolar 2019

PROCON DE FORTALEZA
O Departamento Municipal de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon Fortaleza) inicia, nesta quarta-feira (7/11), a operação "Material Escolar 2019". Pelo menos, 109 escolas particulares da capital devem receber uma notificação do Procon Fortaleza, que está requisitando a entrega da lista de material escolar, em até cinco dias corridos. O Procon quer saber se constam itens considerados abusivos e que não podem ser cobrados pelas instituições. Marcas de produtos e especificação de livrarias também não podem ser determinadas pelas escolas.

O Procon esclarece que, inicialmente, a operação tem caráter educativo, ou seja, dando prazo para que as escolas retirem, da lista, itens considerados de uso coletivo, e que não podem ser cobrados, conforme determina a lei federal nº 12.886/2013.

Após analisar as listas enviadas pelas escolas, o Procon deve publicar uma portaria com a relação exemplificativa de produtos que não podem ser cobrados. Em 2018, a lista somou 76 itens, que podem sem ampliados.

Cláudia Santos, diretora do Procon Fortaleza, alerta que as escolas também estão proibidas de exigir valor ou taxa para aquisição de material escolar, exceto quando esta seja uma decisão do contratante e não uma exigência. "O Procon não interfere na atividade pedagógica das escolas, mas defende que o custo de determinados itens da lista de material escolar seja dos prestadores de serviço, e não dos pais que já pagam mensalidades altas", defendeu.

Como denunciar
No portal da Prefeitura de Fortaleza; ou ainda pela Central de Atendimento 151, no horário comercial. É possível ainda realizar denúncias pelo aplicativo Procon Fortaleza. Basta baixar no Android: Procon Fortaleza; ou no sistema iOS (http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/procon.fortaleza)

Dicas e Direitos
- Antes de comprar, verifique se existem itens que sobraram do período anterior e avalie a possibilidade de reaproveitá-los;
- A escola só pode pedir uma resma de papel por aluno. Mais do que isso já pode ser considerado abusivo;
- Organizar um bazar de trocas de artigos escolares em bom estado entre amigos ou vizinhos, por exemplo, também é uma alternativa para gastar menos;
- Outra opção para a compra de livros é pesquisar em sebos, inclusive pela internet. Costuma ser bem mais barato;
- Algumas lojas concedem descontos para compras em grupos ou de grandes quantidades ou venda por atacado;
- Produtos importados seguem as mesmas regras de marcas nacionais, resguardados os direitos do CDC;
- Evite comprar no comércio informal. Isso pode dificultar a troca ou assistência do produto se houver necessidade;
- Muita atenção a embalagens de materiais como colas, tintas, pincéis atômicos e fitas adesivas. Esses produtos devem conter informações claras, precisas e em língua portuguesa a respeito do fabricante, importador, composição, condições de armazenagem, prazo de validade e se apresentam algum risco ao consumidor.

Fonte: Procon Fortaleza

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Operação policial prende hackers suspeitos de roubarem R$ 30 milhões

(Foto: Reprodução)

Uma operação policial de escala nacional cumpriu nesta segunda-feira, 45 mandados de prisão contra uma quadrilha especializada no cibercrime, suspeita de roubar até R$ 30 milhões com fraudes bancárias. As detenções foram realizadas em São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Bahia, além do Rio de Janeiro.
Esta é a segunda etapa de uma operação chamada Open Doors, que foi desencadeada em agosto de 2017. As autoridades apontam que 237 pessoas estiveram envolvidas com o esquema de fraude, que visava enganar pessoas comuns com técnicas conhecidas como “phishing”.
Para quem não está familiarizado com o termo, o phishing é uma técnica do cibercrime que envolve contatar uma pessoa por email ou aplicativos de mensagem se passando por uma empresa. Neste caso específico, a vítima recebia um link falso em nome de instituições bancárias e era orientada a atualizar suas senhas. Ao acessar essa página falsa e digitar seus dados, os hackers ganhavam acesso aos dados de número da conta e senha, o que permitiria fazer transferências sem autorização.
No entanto, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, a quadrilha também operava de uma outra forma, que envolvia ligar diretamente para as vítimas se passando por funcionários de bancos para obtenção de dados pessoais. Este golpe atingiu funcionários do setor financeiro de grandes empresas e em alguns dos casos rendeu a R$ 500 mil à quadrilha.
Os investigados foram denunciados pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Rio de Janeiro pela prática de crimes patrimoniais, com subtração de valores das contas bancárias por meio de transações fraudulentas, além de lavagem de dinheiro e organização criminosa.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Operação Abre Alas afasta prefeito de Aracoiaba

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por intermédio da Procuradoria dos Crimes contra a Administração Pública (PROCAP), com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), do Núcleo de Investigação Criminal (NUINC) e outros promotores de Justiça, em parceria com a Polícia Civil, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (6), a “Operação Abre Alas” que culminou no afastamento do prefeito de Aracoiaba, Antônio Cláudio Pinheiro, por irregularidades em contratos milionários para promoção dos festejos do Carnaval de 2016. Ao todo, a operação cumpriu 14 mandados de busca pessoal e domiciliar nos municípios de Aracoiaba, de Fortaleza e Região Metropolitana, suspensão da função de agentes públicos e quebra dos sigilos bancário e fiscal.

Também foram afastados de seus respectivos cargos públicos os secretários de Finanças e irmão do prefeito, Francisco de Assis Pinheiro; do Meio Ambiente e Urbanismo, Alexandre de Oliveira Rezende; e o secretário de Educação e ex-secretário de Cultura do município de Aracoiaba, Francisco Emílio Campelo Freitas. Além destas ações, foram realizadas busca pessoal e apreensão em órgãos públicos e nas residências de todos os investigados, inclusive na casa da ex-vice-prefeita de Aracoiaba, Maria Valmira Silva de Oliveira, bem como nas residências dos sócios das empresas Ordnas Centro de Negócios Comerciais e Serviços EIRELI e Dourado e Brito Construções, Comércio e Serviços EIRELI-ME.

Conforme a investigação, foram comprovadas irregularidades em procedimentos licitatórios para a cessão de uso de bem público do município de Aracoiaba (praça de eventos) para a organização das festividades carnavalescas do ano de 2016 e há indícios de vícios em outros contratos de obras, coleta de lixo e fornecimento de merenda escolar.
Com informação do MPCE

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Em ação contra feminicídio e homicídio, polícia prende 643 pessoas

Operação acontece em todo o Brasil
© Flickr / Segurança Pública SP
operação da Polícia Civil de combate ao feminicídio e homicídio (tentados e consumados) deflagrada hoje (24) prendeu até o final da manhã 643 pessoas e apreendeu 61 adolescentes em 17 estados. Quase 5 mil policiais civis em todo o país cumprem mandados de prisão, e novo balanço deverá ser divulgado ainda nesta sexta-feira.

O presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícias Civis, delegado Emerson Wendt, informou que mais de mil prisões devem ser feitas até o final do dia. “O que fizemos hoje foi um esforço concentrado no combate ao feminicídio”.

A Operação Cronos tem o apoio do Ministério da Segurança Pública e é coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícias Civis. A ação foi definida em julho, durante reunião com o ministro da Raul Jungmann.Segundo o ministro, essa megaoperação é um dos exemplos do funcionamento, na prática, do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), que prevê a integração das polícias.

O nome da operação – Cronos – é uma referência à supressão do tempo de vida da vítima, reduzido pelo autor do crime. Com informações da Agência Brasil.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Polícia Federal lança operação para combater golpes via WhatsApp

(Foto: Reprodução)
POR OLHAR DIGITAL
A Polícia Federal iniciou nesta terça-feira uma operação para combater golpes via WhatsApp. Chamada Operação Swindle (fraude, em inglês), a ação tem como objetivo desarticular um grupo que clonava números de telefone para enganar vítimas pelo aplicativo. As informações são da Reuters.
Segundo a reportagem, a PF vai cumprir cinco mandatos de busca e apreensão e também dois de prisão preventiva no Mato Grosso do Sul e no Maranhão. Os cibercriminosos tinham como alvos principais autoridades públicas, clonando seus telefones para pedir dinheiro e enganar pessoas próximas a elas.
Golpes do tipo voltaram a chamar atenção entre fevereiro e março deste ano, quando o UOL descobriu que pelo menos 20 políticos, principalmente deputados, foram vítimas.
Os casos já eram investigados na época pela PF – mas a técnica já era bem conhecida, com pelo menos um relato datando de 2017, como lembra o Conjur.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

PF deflagra operação no CE contra esquema de corrupção em 3 cidades

Grupo criminoso desviava recursos em Itapipoca, Ocara e Pacajus, diz PF. Esquema envolvia secretários municipais e servidores das prefeituras.

A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira (7) a Operação Três Climas, para desarticular um grupo criminoso que desviava recurso públicos (corrupção) nos municípios de Itapipoca, Ocara e Pacajus. Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária, seis mandados de condução coercitiva e 24 mandados de busca e apreensão, com apoio da Controladoria Geral da União (CGU).

O esquema, de acordo com as investigações, envolvia um núcleo de agentes públicos e um núcleo empresarial. O núcleo de agentes públicos inclui quatro secretários municipais e servidores das prefeituras.

A investigação apontou para a existência de um esquema criminoso que desviava recursos públicos por meio de fraudes em licitações e superfaturamento na execução dos contratos promovidos pelas prefeituras das três cidades.
Segundo a PF, a fraude envolvia especialmente repasses federais destinados a ações de Transporte Escolar na Educação Básica (PNATE) e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

sábado, 23 de julho de 2016

Temer repreende Moraes por operação contra terrorismo, diz coluna

Presidente interino teria irritado atitude "pavônica" do ministro da Justiça durante a divulgação dos resultados da operação

© José Cruz/ Agência Brasi

A presidente interino Michel Temer deve dar um "puxão de orelha" no ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, após a divulgação dos resultados da Operação Hashtag, que mira possíveis envolvidos com terrorismo no país.

Segundo informações da coluna Expresso, da revista Época, deste sábado (23), o presidente em exercício ficou irritado porque Moraes atraiu para si todas a responsabilidade sobre a investigação, que teve participação de diversos órgãos.
Ainda segundo a revista, Temer dirá em reunião que o momento exige mais "sobriedade" e "cautela". Ex-secretário de Segurança de São Paulo, Moraes pensa em se candidatar ao governo do estado do estado em 2018.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Polícia Federal faz operação na casa de Lula e leva ex-presidente para depor

Foto: Zanone Fraissat/Folhapress
Foto: Zanone Fraissat/Folhapress
A Polícia Federal realiza na manhã desta sexta-feira (04/03) a 24ª fase da Operação Lava Jato no prédio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seu filho Fábio Luíz Lula da Silva –também conhecido como Lulinha. Essa fase da operação, batizada de Aletheia, apura se empreiteiras e o pecuarista José Carlos Bumlai favoreceram Lula por meio do sítio em Atibaia e o tríplex no Guarujá.
O jornal Folha de São Paulo apurou com integrantes da defesa do ex-presidente que Lula está no aeroporto de Congonhas, onde deve prestar depoimento à Polícia Federal. Congonhas seria um lugar mais seguro para que Lula prestasse depoimento. A informação disponível até agora é a de que ele não será conduzido a Curitiba. O petista Orlando Silva já está no aeroporto. Há relatos de que um comboio semelhante ao que levou Lula já chegou ao local.
O ex-presidente é alvo de mandado de busca e apreensão e de condução coercitiva (quando o investigado é obrigado a depor). Os advogados dele tinham entrado com habeas corpus para evitar a medida, mas ele valia só para São Paulo, e não para Curitiba, de onde despacha o juiz federal Sergio Moro, conforme informações dadas à Folha. Lula reagiu bem quando a PF bateu à sua porta. Segundo relatos, o petista estava “tranquilo” dos momentos iniciais até a condução coercitiva.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Agricultores: peemedebista quer renegociar operações com parcelas vencidas em 2014 e 2015


Agricultura familiar

O líder do PMDB, senador Eunício Oliveira esteve reunido nesta terça-feira 01) com o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, para mais uma vez chegar a um texto de entendimento que viabilize a renegociação da dívida dos agricultores. O peemedebista defende que a proposta possa ir além da prorrogação de prazo para que o produtor possa pagar suas dívidas. Ele busca agora uma alternativa de renegociação para aquelas operações com parcelas vencidas em 2014 e 2015 ou que estejam para vencer em 2015 e 2016.
De acordo com ele, muitas famílias produtoras se enquadram nessa situação e não estão amparadas por qualquer lei ou resolução que lhes garantam melhores condições de pagamento. “É importante oferecer a essas famílias condições favoráveis para quitar esse débito sem que para isso, eles percam suas terras ou sua produção”, defendeu.
Eunício disse que o secretário “está analisando a proposta”, mas que acredita no bom senso do governo para resolver a questão. “Já conseguimos muitos avanços nessa área e acredito que todo esse esforço trará resultados positivos para o pequeno agricultor”, acrescentou.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Bope simula operação de emergência para a Rio-16

SEGURANÇA NAS OLIMPÍADAS

18h43 | 11.02.2015

A simulação teve início com um assalto a ônibus


Policiais do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) realizaram nesta quarta-feira (11) a simulação de retomada e resgate de refém em um ônibus articulado. A ação têm o objetivo de preparar a unidade para a segurança da Olimpíada de 2016 e aconteceu na estação Golfe Olímpico e no terminal Alvorada do BRT, na zona oeste do Rio.

simulação iniciou com um assalto a ônibus. O motorista do veículo acionou o botão de emergência no painel, avisando os operadores do centro de controle operacional do BRT, que pediu o apoio do batalhão da PM da Barra da Tijuca. Os policiais frustraram a tentativa de assunto, mas a ocorrência evoluiu para um sequestro de passageiros.

Naquele momento, o Bope foi acionado. Do centro operacional do BRT, os policiais negociaram por telefone com os sequestradores e encerraram a ocorrência com a rendição dos criminosos, após a tomada da estação e do ônibus. Participaram também do treinamento os cães do BAC (Batalhão de Ações com Cães) e o GAM (Grupamento Aeromóvel).

FONTE: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/jogada/online/bope-simula-operacao-de-emergencia-para-a-rio-16-1.1219333


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Procurador-geral denuncia políticos em fevereiro


Operação Lava Jato

Rodrigo Janot deve apontar quais têm relação com corrupção na Petrobras


 / G1 18 Dezembro de 2014 - 15:28
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de fevereiro – após o recesso do Judiciário, que termina em 31 de janeiro – pedidos de abertura de investigação ou denúncias contra políticos envolvidos em corrupção na Petrobras.
Outros investigados na Operação Lava Jato, que apura desvio de dinheiro na estatal – como ex-diretores da Petrobras, executivos e funcionários de empreiteiras e lobistas – já foram denunciados pelo Ministério Público Federal, tiveram a denúncia aceita pelo juiz federal Sérgio Moro e se tornaram réus de ações penais.
Nos casos dos deputados, senadores e ministros que teriam sido mencionados nos depoimentos em delação premiada do doleiro Alberto Youssef – apontado como chefe do esquema – e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, há necessidade de autorização do Supremo Tribunal Federal. Essas autoridades têm foro privilegiado e só podem ser investigadas ou processadas no STF. À CPI da Petrobras, Paulo Roberto Costa falou em "algumas dezenas" de políticos envolvidos.
A formulação dos inquéritos (investigações) ou denúncias (acusações) depende ainda da homologação (validação) da delação premiada do doleiro Alberto Youssef pelo ministro do STF Teori Zavascki, responsável pela análise dos documentos na Corte.
Teori Zavascki recebeu nesta quarta (17) os depoimentos, que são sigilosos e apontam fatos e nomes envolvidos a serem investigados. O juiz auxiliar do ministro, Marcio Schieffer, foi a Curitiba para checar informações do processo antes de Zavascki decidir se homologa ou não o acordo.
Pelo acordo firmado com o Ministério Público Federal, o doleiro contou o que sabe e, desde que comprovadas as informações, poderá obter benefícios, como redução da pena e responder ao processo em liberdade.
Até o momento, Youssef é réu em cinco processos relacionados à Lava Jato, todos envolvendo pagamento de propina por empreiteiras para a obtenção de contratos com a Petrobras. Segundo as apurações, o esquema movimentou cerca de R$ 10 bilhões. Ele também apontou envolvimento de várias autoridades com foro privilegiado no esquema.
"Em primeiro lugar, eu quero deixar claro que eu não sou o mentor e nem o chefe desse esquema como vem se mencionando na mídia e na prória investigação. Eu não sou. Eu sou apenas uma engrenagem desse assunto que ocorria na Petrobras. Tinha gente muito mais elevada acima disso, inclusive acima de Paulo Roberto Costa, no caso agentes públicos. Esse assunto ocorria nas obras da Petrobras e eu era um dos operadores", disse o doleiro num de seus depoimentos.
Entenda a Lava Jato
A Operação Lava Jato começou investigando um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões. A investigação resultou na descoberta de um esquema de desvio de recursos da Petrobras, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.
Na primeira fase da operação, deflagrada em março deste ano, foram presos, entre outras pessoas, o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, e o ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.
A sétima fase da operação policial, deflagrada no mês passado, teve como foco executivos e funcionários de nove grandes empreiteiras que mantêm contratos com a Petrobras em um valor total de R$ 59 bilhões.
Parte desses contratos está sob investigação da Receita Federal, do MPF e da Polícia Federal. Ao todo, foram expedidos na sétima etapa da operação 85 mandados em municípios do Paraná, de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Pernambuco e do Distrito Federal.
Conforme balanço divulgado pela PF, 25 pessoas foram presas. Também foram cumpridos 49 mandados de busca e apreensão e foram expedidos nove mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a ir à polícia prestar depoimento), mas os policiais conseguiram cumprir seis.
FONTE:
http://www.tribunahoje.com/noticia/126740/politica/2014/12/18/procurador-geral-denuncia-politicos-em-fevereiro.html

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Três presos por fraudes no INSS

OPERAÇÃO ´BLOKK´

Três presos por fraudes no INSS

01.11.2013

Entre os detidos na operação está um funcionário da agência do INSS em Russas, no Vale do Jaguaribe
A investigação realizada em conjunto pela Polícia Federal (PF), Ministério da Previdência Social e Ministério Público Federal (MPF), iniciada em 2011, resultou no desmantelamento de uma organização criminosa especializada em fraudar processos de concessões de benefícios de aposentadoria. Na manhã de ontem, membros da Força Tarefa Previdenciária desencadearam a "Operação Blokk", no cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão e de três de prisão expedidos pela 15ª Vara da Justiça Federal de Limoeiro do Norte/CE.
Detalhes da operação foram repassados, ontem, na sede da PF, em Fortaleza. Os prejuízos aos cofres do INSS não foram contabilizados FOTO: ALEX COSTA

A operação contou com o efetivo de 55 policiais federais e 17 técnicos da Seguridade Social. Entre os presos está um funcionário da agência do INSS em Russas, no Vale do Jaguaribe. O superintendente regional do INSS no Nordeste, João maria Lopes, acrescentou que o trabalho também foi realizado na sede da Agência da Previdência Social de Russas, nos Sindicatos de Trabalhadores Rurais dos municípios de Jaguaribara, Tabuleiro do Norte e Quixeré/CE. Os federais também cumpriram ordens judiciais nas residências dos investigados.

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