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quarta-feira, 13 de maio de 2020

Mês da masturbação ganha novos sentidos durante o confinamento

Diretora e produtora sueca de filmes eróticos, Lust viu o movimento em suas plataformas online de filmes adultos crescer 30% desde o início da pandemia
© Shutterstock
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Maio foi proclamado o mês da masturbação em 1995 em homenagem à médica Joycelyn Elders, a primeira secretária de saúde negra dos EUA.

Demitida em dezembro de 1994 pelo então presidente Bill Clinton depois de defender a inclusão da masturbação na educação sexual escolar, Elders escancarou um velho tabu, que a pandemia parece agora desempacotar.

Vinte e cinco anos depois, maio é o mês em que boa parte do mundo ocidental está em isolamento social devido ao novo coronavírus, e a masturbação vive seus dias de glória: ganhou o apelo pouco sutil da quarentena e a recomendação de organizações médicas e governamentais.

"Um evento sem precedentes como uma pandemia deve afetar profundamente a maneira como pensamos sobre intimidade. E deve influenciar, no longo prazo, a maneira como nos tocamos, amamos os outros e transamos", avalia Erika Lust.

Diretora e produtora sueca de filmes eróticos, Lust viu o movimento em suas plataformas online de filmes adultos crescer 30% desde o início da pandemia.

"Isoladas, as pessoas estão procurando formas de entretenimento, e o autoprazer pode ajudar a aliviar parte das tensões que estamos vivendo com a pandemia, além de também aumentar nossa autoconfiança", diz. "Pesquisas sugerem que a masturbação traz bem-estar, e ainda por cima pode melhorar o sistema imunológico", diz ela.

Há nisso certo exagero. Um estudo alemão de 2004 já apontou maior presença de células de defesa em homens durante excitação sexual e orgasmo, mas especialistas garantem que isso não significa que o sistema imunológico esteja mais ativo ou vigilante por causa da masturbação.

O que autoridades médicas vêm propondo desde o início da pandemia é que a masturbação pode, sim, proteger indivíduos da Covid-19 -mas simplesmente porque os mantém longe de outras pessoas que podem estar contaminadas, mesmo sem saber.

A própria Organização Mundial da Saúde (OMS), que décadas atrás identificava a masturbação como um transtorno da sexualidade em sua Classificação Internacional de Doenças (CID), agora sugere a prática como o tipo de sexo mais seguro possível em face do alastramento da Covid-19.

Autoridades da Colômbia e da cidade de Nova York também sugeriram em documentos oficiais que a masturbação é mais segura que o sexo presencial compartilhado.

"As recomendações de prevenção à disseminação do vírus já aboliram o beijo na boca e restringiram o repertório de casais que não têm segurança total sobre a ausência do vírus no outro", explica a psiquiatra Carmita Abdo, professora da USP e coordenadora do Programa de Estudos da Sexualidade (Prosex) do Hospital das Clínicas.

"Quem mora sozinho acabou ficando restrito à masturbação ou ao sexo virtual, que nada mais é do que uma masturbação com vídeo, o que amplia a participação de sentidos como a visão e a audição", explica ela. "Com isso, a masturbação, que há 40 anos era vilã, mudou de categoria e passou a ser recomendada."

O sexo presencial e compartilhado oferece riscos evidentes, a partir do contato com a saliva de uma pessoa contaminada.

Já se sabe que o coronavírus está presente nas fezes da pessoa infectada, mas não há essa confirmação em relação ao sêmen e aos fluídos vaginais -ainda que um estudo preliminar e de amostragem reduzida tenha apontado para a presenta do novo vírus no esperma de doentes por Covid-19.

Abdo, no entanto, ressalta que a masturbação só apresenta risco zero quando mãos e brinquedos sexuais que entrarem em contato com mucosas da vagina, do pênis e do ânus estiverem adequadamente higienizados.

Para Lust, as pessoas estão usando esse período de confinamento como uma oportunidade de explorar novas formas de viver seus desejos. "Práticas como camming [exibicionismo via webcams] ou sexting [mensagens de conteúdo sexual] se tornarão mais comuns. E aposto que elas não vão diminuir quando a emergência médica acabar", aposta a cineasta sueca, que durante a quarentena dirigiu seu primeiro filme pornô a distância.

"Sex and Love in the Time of Quarantine" (sexo e amor nos tempos da quarentena) teve quatro sets de filmagem: a sala de um casal em Barcelona, o sofá de uma atriz em Los Angeles, o quarto de um ator em Nova York e a cama de um casal na Flórida. Combinadas as instruções, eles mesmos se filmaram e mandaram as gravações para Lust e sua equipe editarem.

Lust se notabilizou por criar filmes pornôs ditos feministas, com enredos menos banais, pessoas de corpos normais em cenas que parecem menos forçadas e nas quais a mulher tem tanto protagonismo e atenção quanto o homem.

"Eu tive de reinventar meu jeito de dirigir filmes durante a quarentena. E, diante das circunstâncias, estamos implementando esse tipo de processo para os próximos projetos até que seja seguro para todos voltarmos a gravar em sets de filmagens", explica, sem saber quando isso deve acontecer.

Para respeitar o espírito do tempo de pandemia, dois dos personagens do filme de Lust estão sozinhos em suas casas e, diante das câmeras, seguem o script recomendado pelas autoridades médicas e se masturbam.

"Ainda que muitos países estejam deixando seus regimes mais restritivos de isolamento social, acho que a masturbação vai permanecer por um bom tempo como o tipo mais seguro de sexo que podemos ter", opina ela.

Abdo, coordenadora do Prosex, explica que, mesmo antes da pandemia, já havíamos entrado numa era em que o sexo virtual -leia-se a masturbação com companhia a distância, na maior parte das vezes- vinha ganhando espaço.

"O sexo virtual já vinha aumentando e não é algo novo para muitas pessoas. Quando o isolamento social passar, é algo que deve, em alguma medida, ficar -assim como o home office, a faxina da própria casa e outros hábitos da pandemia", explica a psiquiatra.

"Trata-se de uma prática altamente conveniente: é fácil, é confortável, é barato", pontua Abdo. "E o virtual requer que você agrade apenas a você mesmo e no seu ritmo -enquanto o sexo presencial pede que você se integre e componha com o outro", diz.

"Minha dúvida é se, no final do isolamento, as pessoas vão preferir estar com o outro e se adaptar a ele, ou vão concluir que é muito mais econômico e objetivo resolver seu desejo com o sexo virtual", questiona. "Acho que parte da resposta depende do tempo que durar essa fase de isolamento."
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

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Quais são os perigos de andar descalço em casa?

Para algumas pessoas, andar descalço pode ser uma das grandes alegrias sensoriais da vida, principalmente na infância, mas alguns cuidados são necessários.
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Agora que passamos a maior parte dos nossos dias em casa, e as salas de estar transformaram-se em escritórios, temos a tendência a andar mais tempo descalços. Mas quais são os perigos? A Healthy falou com o cirurgião ortopédico Andy Brief para descobrir. 

Segundo o médico, andar descalço em casa aumenta a probabilidade de cortes ou feridas já que está mais sujeito a deixar cair algo no pé, a arranhar os dedos ou a pisar um objeto estranho. Além disso, se estiver de meias, corre maior risco de escorregar e cair. 

Além disso, pode criar problemas nos tecidos moles e nos ossos apenas por estar descalço.

"Andar descalço ou com o uso inadequado de calçado, as pessoas ficam vulneráveis ao desenvolvimento de problemas nos pés, devido à ausência de suporte adequado", explica Andy Brief. "Sem apoios, acolchoamento do calcanhar e almofadas, inevitavelmente surgirão problemas".

Lewandowski autoriza divulgação de exames de Bolsonaro

Na decisão, Lewandowski explicou que a ação deve ser arquivada após a AGU entregar os exames.
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O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou hoje (13) a divulgação dos laudos dos exames de covid-19 realizados pelo presidente Jair Bolsonaro.

A medida foi tomada após a Advocacia-Geral da União (AGU) entregar espontaneamente os exames do presidente, que deram negativo para o novo coronavírus.

O caso envolveu uma ação do jornal O Estado de S.Paulo para que Bolsonaro fosse obrigado a entregar os laudos ao jornal. Em março, o presidente informou que testou negativo nos dois exames que realizou.

Na decisão. Lewandowski explicou que a ação deve ser arquivada após a AGU entregar os exames.

“A União, antes mesmo de ser intimada, entregou espontaneamente em meu gabinete os laudos dos exames que a reclamante buscava obter por meio da mencionada ação ordinária, para que estes, uma vez juntados aos autos, como consequência lógica e jurídica, fossem conhecidos não apenas por aquela, mas também por todos os que neles tivessem algum interesse”, diz a decisão.

Antes da decisão do ministro do STF, a Justiça Federal em São Paulo determinou a entrega dos exames ao jornal, mas o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, suspendeu a decisão. Noronha entendeu que deve ser assegurado ao presidente e a todos os cidadãos a proteção à intimidade.

Com informação: Agência Brasil

Exames de Bolsonaro entregues ao STF deram negativo para coronavírus, apontam laudos

Laudos têm codinomes; jornal 'O Estado de S. Paulo' foi à Justiça para garantir acesso. Presidente chegou a anunciar resultados, mas se recusou a mostrar documentos por dois meses.
ASSISTA O VÍDEO AQUI
Laudos entregues pelo governo ao Supremo Tribunal Federal (STF) indicam que o presidente Jair Bolsonaro teve resultado negativo nos exames para o novo coronavírus. Os exames foram abertos ao público nesta quarta-feira (13).
Os documentos só foram divulgados após o jornal "O Estado de S. Paulo" entrar na Justiça pedindo acesso.
Antes, o presidente já tinha anunciado os resultados negativos em redes sociais, mas se recusava a mostrar os laudos em si.
Os três exames usaram o método PCR, considerado mais eficaz porque rastreia o material genético do coronavírus. Ele identifica bem a Covid-19 a partir dos primeiros três dias de sintomas – diferentemente do teste rápido, que tem eficácia maior após o 10º dia de sintomas.
Segundo ofícios anexados pela AGU no Supremo, foram utilizados nos laudos nomes de terceiros para preservação da imagem e privacidade do presidente da República e por questões de segurança. O CPF e a data de nascimento nos papéis são, de fato, de Bolsonaro.
"Para a realização dos exames foram utilizados no cadastro junto ao laboratório conveniado Sabin os nomes fictícios Airton Guedes e Rafael Augusto Alves da Costa Ferraz, sendo preservados todos dados pessoais de registro civil junto aos órgãos oficiais", afirma o ofício do Comandante Logístico do Hospital das Forças Armadas, Rui Yutaka Matsuda.
O processo chegou ao Supremo Tribunal Federal e, na noite desta terça (12), a Advocacia-Geral da União (AGU) forneceu os laudos ao ministro relator, Ricardo Lewandowski. Os papéis foram mantidos em envelope lacrado e, no início da tarde, Lewandowski determinou a inclusão nos autos, sem sigilo.
"Determino a juntada aos autos eletrônicos de todos os laudos e documentos entregues pela União em meu gabinete, aos quais se dará ampla publicidade", afirmou o ministro na decisão.
A ação movida pelo "Estadão" foi marcada por idas e vindas. O jornal chegou a receber decisões favoráveis, com a determinação de que o exame fosse entregue em 48 horas, mas o governo conseguiu reverter a ordem no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3).
O jornal recorreu, então, ao Supremo. Nesta terça, a AGU decidiu entregar os laudos antes mesmo de uma decisão do ministro Lewandowski.
Confira, abaixo, os detalhes de cada teste apresentado pelo governo ao STF.

Primeiro exame


Primeiro exame entregue ao Supremo Tribunal Federal, em processo sobre testagem de Jair Bolsonaro — Foto:STF/Reprodução
LEIA MAIS EM...
https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/05/13/laudos-atestam-que-bolsonaro-teve-resultado-negativo-nos-tres-testes-para-o-novo-coronavirus.ghtml

terça-feira, 12 de maio de 2020

Estudo indica eficácia do isolamento social contra o novo coronavírus

Pesquisa faz comparação entre medidas adotadas nas regiões Sul e Norte
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Com base nos dados do Ministério da Saúde, o engenheiro químico e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Eduardo Lima verificou que há uma tendência de diminuição do número de mortes pela covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, após a adoção de medidas restritivas à circulação de pessoas.
De acordo com o professor, os estudos têm indicado que a adoção de estratégias de isolamento social surte efeito, em média, de 10 a 14 dias, após o início da medida - mesmo período de incubação do vírus.
Ao analisar os dados oficiais de óbitos por milhão de habitantes, Lima concluiu que os resultados mostram uma tendência mais constante de achatamento da curva após a decretação das medidas restritivas. "Os casos vinham em uma crescente exponencial, mas o gráfico mostra que isso desacelerou, o que é a constatação científica e aferida por números de que o isolamento é eficaz", disse.
Segundo o pesquisador, a comparação entre as regiões Norte e Sul evidencia o impacto positivo do isolamento social. "Até o 11º dia após atingir uma morte por milhão de habitantes – o que na região Sul aconteceu em 12 de abril e, na região Norte, em 15 de abril -, ambas seguiam praticamente a mesma curva, apresentando uma taxa de aumento de cerca de 30% de mortes ao dia”, afirmou.
Com a adoção de medidas de restrição à circulação mais rigorosas, o Sul conseguiu desacelerar o avanço da doença, ao contrário da Região Norte, onde foi registrada menor adesão ao isolamento social. No 20º dia após atingir uma morte por milhão de habitantes, o Sul apresentava taxa de aumento das mortes por dia perto de 10% enquanto, no Norte, esse índice estava perto de 20%.
“Em cerca de dez dias, o Sul reduziu de 30% para perto de 10%. Enquanto o Norte reduziu de 30% para 20% a taxa de aumento do número de mortes por dia”, disse. “Esse foi o problema. Isso fez a curva exponencial de casos da Região Norte explodir. Por isso, deu o problema de sobrecarga no sistema de saúde”.
De acordo com o professor da Uerj, em 27 de abril, a Região Sul tinha 16 óbitos por milhão de habitantes ao passo que a Região Norte apresentava 26 óbitos por milhão de habitantes.
O pesquisador afirma ver com preocupação a situação atual da epidemia no Brasil. “A gente ainda tem aumento expressivo de número de casos, ainda não tem um indicativo de que a gente esteja próximo de chegar ao pico de propagação e governadores e prefeitos estão discutindo medidas de relaxamento do isolamento”, disse Lima. 
“Enquanto a gente ainda não tem uma vacina ou um remédio com comprovação científica de que funcione, a gente não tem outra estratégia que seja tão indicada quanto o isolamento social”, destacou.

Até o momento, mais de 168 mil brasileiros contraíram covid-19

Ministério da Saúde atualiza informações da covid-19 no Brasil
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Neste momento, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Mayra Pinheiro, e o secretário substituto de Vigilância em Saúde, Eduardo Macário, participam de entrevista coletiva no Palácio do Planalto sobre covid-19 no Brasil.

Acompanhe ao vivo

Até ontem (11), Brasil registrava 168.331 casos confirmados e a 11.519 mortes pela covid-19. O balanço diário do Ministério da Saúde mostrava que 69.232 pacientes estão recuperados. A taxa de letalidade foi em 6,8%. São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (3.743). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (1.770), Ceará (1.189), Pernambuco (1.087) e Amazonas (1.035). 
Uma parcela de 54,5% da população adulta brasileira, ou cerca de 86 milhões de pessoas, apresenta ao menos um fator de risco para manifestações graves da covid-19, de acordo com estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Entre os adultos que concluíram somente a primeira etapa do ensino fundamental, que representam na pesquisa a parcela da população com menor nível socioeconômico, esse índice chega a 80,2%.

Foram considerados fatores risco ter mais de 65 anos, doenças crônicas - cardiovasculares, diabetes, hipertensão e doença pulmonar obstrutiva crônica -, cânceres diagnosticados há menos de cinco anos, realização de diálise ou outro tratamento para doença renal crônica, obesidade, asma moderada ou grave e tabagismo.


Em alguns municípios paulistas, a pandemia do novo coronavírus atinge instituições de longa permanência de idosos. Até o momento, a cidade de Piracicaba registra 15 mortes por covid-19, sendo que a última delas, ocorrida na segunda-feira(11), é de uma residente do asilo Bem Viver. Ela tinha 86 anos de idade.

O Ministério Público de São Paulo vem acompanhando os casos da doença nesses locais. Por meio do Centro de Apoio Operacional Cível, o órgão mantém um levantamento que, até a tarde de ontem, indicava 15 mortes por covid-19 confirmadas e oito óbitos cuja relação com a doença ainda não foi esclarecida. O balanço também contabiliza 75 casos de infecção confirmados e 29 suspeitos.

No último dia 3, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu nota alertando para o avanço do novo coronavírus no interior do país.

Japão começa a fornecer antiviral recém-aprovado para tratar covid-19

Uso do remdesivir foi aprovado em tempo recorde
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O ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, Kato Katsunobu, afirmou hoje (12) que o governo começou a fornecer a recém-aprovada droga remdesivir a instituições médicas para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus.
LEIA TAMBÉM: Japão quer aprovar antiviral para o tratamento de coronavírus
Nesta terça-feira, Kato declarou que a entrega do antiviral fornecido por sua fabricante americana havia sido iniciada no dia anterior. O remdesivir é o primeiro medicamento autorizado pelo Japão para o tratamento de pacientes com a covid-19. Sua aprovação foi acelerada na semana passada, após somente três dias de avaliação, depois de a droga ter sido aprovada para uso emergencial nos Estados Unidos.

O Ministério da Saúde do Japão planeja administrar o antiviral somente em pacientes com sintomas graves. Segundo o ministro Kato, as autoridades vão checar dados disponíveis online sobre pacientes elegíveis em hospitais para que os suprimentos cheguem adequadamente aos que necessitam do medicamento.

Suposto namorado de Gugu Liberato quebra silêncio sobre relação com apresentador

"Pessoas mais íntimas me conheciam", revela Thiago Salvático
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POR IBAHIA
Thiago Salvático quebrou o silêncio e abriu o jogo sobre o seu relacionamento com Gugu Liberato, morto em novembro de 2019, pela primeira vez. O chef de cozinha, que entrou na Justiça com uma ação para reconhecimento de união estável com o apresentador, afirmou à coluna do Léo Dias, do portal 'UOL', que seu nome não consta no testamento deixado pelo apresentador porque em 2011 (data na qual Gugu fez o documento) eles ainda não se conheciam. 

LEIA TAMBÉM: Apresentador Gugu Liberato morre aos 60 anos

"O nosso relacionamento só terminou em razão do falecimento dele. A minha pretensão é legítima. Eu tenho a obrigação de defender a nossa relação e a verdade", garantiu o empresário. "Confio que a Justiça reconhecerá a união estável que mantive com Gugu", pontuou. 

O chef de cozinha também dividiu detalhes da sua intimidade com o apresentador e revelou como funcionava o suposto namoro à distância. "Eu viajei muito ao Brasil durante esse período para nos encontrarmos. Ele também me visitava na Alemanha. E realizamos diversas viagens juntos pelo Brasil e pelo mundo. Não medíamos esforços para nos encontrar", lembrou ele. 
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https://www.ibahia.com/nem-te-conto/detalhe/noticia/suposto-namorado-de-gugu-liberato-quebra-silencio-e-fala-pela-primeira-vez/

Governo diz que auxílio emergencial não pode ser permanente

Medida é aplicada em caráter temporário para ajudar vulneráveis
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O Ministério da Economia disse hoje (12) que o auxílio emergencial não pode ser permanente para não comprometer a política fiscal. Segundo a nota, "as despesas criadas neste momento de excepcionalidade não devem ser transformadas em permanentes para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021 e nem a trajetória sustentável da dívida pública".
“Sobre as notícias de que o programa de auxílio emergencial pode ser permanente, o Ministério da Economia esclarece que tem tomado medidas de caráter temporário para combater os efeitos da pandemia. O compromisso com o teto de gastos dá credibilidade e promove investimentos que criam empregos e faz com que o governo onere cada vez menos a sociedade”, diz o texto.
Segundo a nota, neste momento, o governo está preocupado em preservar vidas e a atividade econômica. “Com medidas extraordinárias, foi possível socorrer os mais vulneráveis que perderam seu sustento. Essa crise trouxe, entretanto, uma oportunidade para avaliar a efetividade dos programas de transferência de renda e desenhar propostas de melhorias. Projetos para a reativação da economia estão em estudo e serão divulgados no momento oportuno”, finalizou o ministério.
Ontem, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, disse que o o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) poderá ser mantido após o fim da pandemia. Segundo Costa, o governo discute se o auxílio emergencial e outras medidas de socorro deverão durar os três meses inicialmente planejados ou se deverão ser desmontadas gradualmente, num processo de transição para um novo modelo econômico. “Não podemos virar a chave e desligar tudo de uma hora para outra”, disse, referindo-se à possibilidade de manutenção do benefício no segundo semestre deste ano.

Brasileiros podem ser multados por fake news sobre o coronavírus

Acre, Ceará e Paraíba passaram a multar quem compartilha informações falsas envolvendo a doença; São Paulo, Piauí, Amazonas, Espírito Santo e Bahia também estudam projetos similares
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Além das preocupações em várias esferas em relação ao novo coronavírus, o mundo sofre com um outro problema: as fake news. Supostas declarações de especialistas de saúde que nunca existiram, relatos inventados sobre pessoas curadas com remédios comuns e até mesmo teorias da conspiração sobre o surgimento da doença são disseminadas aos montes em redes sociais.

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https://olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/brasileiros-podem-ser-multados-por-fake-news-sobre-o-coronavirus/100545

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Como fazer a inscrição do 'Enem Digital' 2020

Site já liberou o processo de inscrição para a prova impressa ou digital. Veja como participar do Enem 2020!
POR OLHAR DIGITAL
Para ter mais chances na hora de ingressar em uma faculdade ou universidade, muitas pessoas realizam o Enem, que se refere ao exame nacional do ensino médio. Já para 2020, uma das novidades do Enem é a aplicação de provas digitais, que como o nome sugere, permitirá aos estudantes fazerem uma prova pela internet.

LEIA MAIS EM...
https://olhardigital.com.br/dicas_e_tutoriais/noticia/como-fazer-a-inscricao-do-enem-digital-2020/100551

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Auxílio emergencial negado ou em análise? Saiba como consultar a sua situação

Governo lança ferramenta de consulta sobre auxílio emergencial
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POR IBAHIA
Os cidadãos que fizeram a solicitação do auxílio emergencial do governo federal podem consultar a situação dos seus requerimentos e, caso não tenha sido selecionado, saber o motivo da negação. Além do portal e do aplicativo da Caixa, os brasileiros poderão acompanhar, a partir de hoje (5), os seus pedidos por meio dos sites do Ministério da Cidadania e da Dataprev.

O objetivo é dar transparência aos procedimentos de análise, processamento, homologação e pagamento do benefício. Os requerentes poderão acompanhar todo o detalhamento dos pedidos, como resultados, datas de recebimento e envio dos dados pela Caixa à Dataprev e vice-versa, além da motivação da negativa do benefício. A análise da segunda solicitação também poderá ser conferida.

Na noite dessa segunda-feira (4), a Dataprev ativou a página de consultas para testes e mais de 500 mil acessos já foram registrados.

Pelo menos 12,4 milhões de brasileiros que pediram o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) devem refazer o cadastro no aplicativo do programa ou no site auxilio.caixa.gov.br. Este é o total de inscritos que tiveram o cadastro classificado como inconclusivo, que podem estar relacionados a dados divergentes, como número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), endereço e informações sobre dependentes.

Apenas os cidadãos com pedidos considerados inconclusivos podem refazer o cadastro. Quem teve o benefício rejeitado e recebeu a classificação de inelegível não pode retificar os dados. Dos 97,7 milhões de pedidos de auxílio emergencial, 50,5 milhões foram aprovados, 32,8 milhões considerados inelegíveis e 13,7 milhões receberam a classificação de inconclusivos e necessitam de complemento cadastral.
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Simone revela como o marido desistiu de posição sexual: 'eu tentei'

Sertaneja abriu sua intimidade com Kaká Diniz em resposta à fãs
Foto: Reprodução | Instagram
POR IBAHIA
Simone, da dupla com Simaria, abriu sua intimidade com Kaká Diniz ao responder perguntas picantes feitas por seus fãs. Em seu canal no Youtube, a sertaneja ainda falou sobre sua relação com a irmã, autoestima e maternidade. 

"Estou cansadíssima de responder sobre dar a roda. Eu tentei, mas é difícil. Essa modernidadeàs vezes me preocupa um pouco porque a gente tem que dar uma agradada. Fui perguntar para a Laura Muller se existia uma forma de facilitar, se não tem nada de legal nisso. Sei lá... Aconteceu uma coisa esses dias que eu fiquei preocupada, mas feliz. Kaká começou a sentir dor no cóccix e foi para o médico, que falou que ia ter que fazer o exame do toque. Ele foi fazer o exame. Sabe o que aconteceu? Ele me disse: 'Bichinha, nunca mais eu insisto!'. Glória a Deus pelo toque na vida do Kaká. Estou livre desta ferramenta", disse ela aos risos.

"Não sei se gostaria de ter outro filho. Tenho um pouco de medo. Tive um pouco de trauma do que vivi na gravidez. Engordei 20 quilos e esses quilos não saíram de mim. Não querem sair. tenho muito medo de engravidar. Mas a cobrança do marido e do filho é muito grande", explicou ela ao ser questionada sobre aumentar a família. 

"Minha autoestima não é como vocês imaginam. Tem hora que me olho no espelho e me acho bonita e arrumada. Tem hora que eu digo: 'Meu Deus, como é que o Kaká tem coragem de comer isso?'. Depende do dia. Minha autoestima não é boa não. Minha irmã sempre briga comigo. Ela diz que eu tenho um dos rostos mais bonitos do Brasil", falou. 
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O PAI, o FILHO e o BURRO! Você consegue resolver? - História para crianças


FONTE DO VÍDEO: 
Você consegue resolver este problema?
O moleiro Antônio e seu filho Lucas saíram para vender o seu burro. Foram interrompidos no meio do caminho por várias pessoas que reclamaram do modo de eles estarem andando. Uns diziam que o burro deveria carregar somente o filho, outros somente o pai, outros os dois e assim eles não contentavam ninguém. Concluíram, então que não deveriam se importar com a opinião dos outros, pois, nunca deixariam todos satisfeitos.
FONTE: TV Arautos
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