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sábado, 11 de dezembro de 2021

Mileide Mihaile fica feliz ao saber de torcida de Dona Bil em votação de 'A Fazenda 13'

Influenciadora falou amar ex-sogra, mãe do cantor Wesley Safadão

POR DN - Após deixar o reality "A Fazenda 13", na noite de quinta-feira (9), a influenciadora digital Mileide Mihaile foi entrevistada por Lidi Lisboa e Lucas Selfie sobre a passagem pelo programa. Um fato apresentado a maranhense foi a torcida de Dona Bil por ela, ex-sogra e mãe de Wesley Safadão.

Mileide Mihaile reagiu com alegria ao descobrir que a ex-sogra fez mutirão para ela continuar na competição.

Assista:

"Não creio. Aí, Bill. I love you so much (Te amo muito)!", disse ela comovida. Questionada se esperava essa torcida, ela disse: "Não esperava. Que coisa boa. Então, a minha preocupação já está sanada", finalizou Mileide Mihaile.

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

STF vota pela inconstitucionalidade da reeleição de Maia e Alcolumbre

Votação final ficou em 7 a 4 contra a Maia e 6 a 5 contra Alcolumbre

POR AGÊNCIA BRASIL - O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, no fim da noite desse domingo (6), durante sessão de julgamento em plenário virtual, que os atuais presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); não podem disputar a reeleição na mesma legislatura.

Os últimos votos foram dos ministros Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Luiz Fux. Todos tiveram entendimento contrário ao voto do relator Gilmar Mendes, e decidiram pela inconstitucionalidade da reeleição de Maia e Alcolumbre.

No entendimento do relator, Maia e Alcolumbre poderiam se reeleger, mas deveria haver uma regra para que fosse permitida apenas uma recondução. Ele foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski. Nunes Marques acompanhou o relator, mas em relação à candidatura de Alcolumbre.

Fachin, Barroso e Fux seguiram os votos das ministras Carmen Lúcia e Rosa Weber e do ministro Marco Aurélio Mello, contrários à reeleição. Ao proferir seu voto, o presidente do STF, ministro Luiz Fux, disse que a norma constitucional “impede a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente a do primeiro ano da legislatura”.

Segundo Fux, “não há como se concluir pela possibilidade de recondução em eleições que ocorram no âmbito da mesma legislatura sem que se negue vigência ao texto constitucional.”

Resultado final

Como o ministro Nunes Marques votou contrário à candidatura da reeleição de Rodrigo Maia, na mesma legislatura, para a presidência da Câmara; e a favor da candidatura de Davi Alcolumbre, para o Senado; o placar final da votação, em sessão de julgamento no plenário virtual, ficou em 7 votos a 4 contra a Maia e 6 a 5 contra Alcolumbre.

A votação foi para decidir sobre Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) impetrada pelo PTB. Nela, o partido pedia para que fosse proibida a recondução dos presidentes das casas legislativas do Congresso Nacional.

FONTE:https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2020-12/stf-decide-pela-inconstitucionalidade-da-reeleicao-de-mai-e-alcolumbre

domingo, 15 de novembro de 2020

Eleições 2020: saiba o que pode e o que não pode no dia da votação

É permitido levar à cabine uma "cola" com o número dos candidatos

POR AGÊNCIA BRASIL - Neste domingo (15), 147,9 milhões de eleitores de todo o país, com exceção do Distrito Federal, vão às urnas no primeiro turno da eleição em que serão escolhidos os novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de seus municípios. O segundo turno ocorre em municípios com mais de 200 mil eleitores quando nenhum dos candidatos a prefeito obtém, no primeiro turno, mais da metade dos votos válidos.

Mas você sabe o que pode e o que não pode no dia das eleições?

A Resolução no 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Lei nº 9.504/1997 esclarecem as regras.

Algumas condutas são, inclusive, consideradas crime eleitoral. São vedadas, por exemplo, todas as formas de propaganda no dia da votação.

O que pode

No dia da votação, é permitido o uso de bandeiras, broches, adesivos e camisetas com foto e número de candidato, desde que como manifestação individual e silenciosa da preferência. 

O eleitor pode levar para a cabine de votação uma “cola” (lembrete) com os números dos candidatos escolhidos. A legislação também permite a manutenção da propaganda que tenha sido divulgada na internet antes do dia da eleição.

Ainda no dia da votação é permitido que, nos crachás dos fiscais partidários, constem o nome e a sigla do partido político ou da coligação a que sirvam, mas é proibida a padronização do vestuário.

O que não pode

Pela legislação eleitoral, no dia da votação, é proibido divulgar qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de candidatos.

Também não são permitidas, até o término do horário de votação, aglomerações de pessoas portando vestuário padronizado ou instrumentos de propaganda; caracterização de manifestação coletiva e/ou ruidosa; além de abordagem, aliciamento, utilização de métodos de persuasão ou convencimento; e distribuição de camisetas. Tais manifestações são proibidas com ou sem uso de veículos:

Constam ainda da lista de proibições no dia da votação o uso de alto-falantes, amplificadores de som; a realização de comícios, carreatas e o uso de qualquer veículo com jingles; a arregimentação de eleitores ou a propaganda de boca de urna; o derrame de santinhos e outros impressos nas seções eleitorais ou nas vias próximas, ainda que realizado na véspera da eleição; e a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdo na internet, podendo ser mantidos em funcionamento as aplicações e os conteúdos publicados anteriormente.

Mesários

Aos servidores da Justiça Eleitoral, aos mesários e aos escrutinadores, é vedado o uso de vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato, no recinto das seções eleitorais e juntas apuradoras.

Denúncias

Denúncias de irregularidades e crimes eleitorais podem ser feitas pelo aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral, ou encaminhadas diretamente ao Ministério Público. 

Segundo a Justiça Eleitoral, no dia do pleito, os juízes eleitorais e os presidentes de seção exercem poder de polícia, podendo tomar as providências necessárias para cessar qualquer irregularidade e inibir práticas ilegais dos candidatos e dos eleitores.

FONTE: https://agenciabrasil.ebc.com.br/eleicoes-2020/noticia/2020-11/eleicoes-2020-saiba-o-que-pode-e-o-que-nao-pode-no-dia-da-votacao

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Para fazer tudo certo na urna, eleitor pode treinar pela internet

 TSE disponibilizou simulador de votação no site

POR AGÊNCIA BRASILDomingo é dia de ir às urnas em 26 estados. Em anos anteriores, os eleitores podiam treinar para o pleito em urnas eletrônicas de teste, que eram instaladas em locais de grande circulação. Desta vez, por causa da pandemia, o Tribunal Superior Eleitoral fez uma série de mudanças, e uma delas foi na simulação de voto.

Em vez de feiras livres e rodoviárias, o TSE colocou na internet o simulador de votação. Quem tiver deficiência visual pode usar a audiodescrição, como numa urna eletrônica real. Para votar no primeiro turno, é possível escolher entre cinco partidos: o do Folclore, dos Esportes, dos Ritmos Musicais, o Partido das Profissões e o das Festas Populares. Cada um tem três opções de vereador para escolher.

Cada candidato a vereador tem um número formado por cinco algarismos. Quem não tiver escolhido um nome, mas quiser votar em um partido, basta digitar os dois primeiros algarismos. Para votar no candidato exato, precisa digitar o número completo. Vai aparecer na tela a foto dela ou dele, com o nome, o número e o partido. Se estiver tudo certo, é só confirmar, no botão verde. Senão, corrige e digita de novo.

O próximo passo é o voto para prefeito. Nesse caso, o número do candidato é o mesmo que o do partido. Ao digitar, aparecem na tela as fotos do cabeça de chapa e do vice, os nomes, o número e o partido. Aí, basta confirmar ou corrigir. O voto é registrado e pronto.

Para não confundir com os números, a dica é preparar uma cola. O eleitor pode levar de casa o número já anotado em um papel (a cola) para a sessão eleitoral. Mas é importante anotar em papel. Não adianta levar escrito no celular ou tirar uma foto do número, porque é proibido levar qualquer equipamento eletrônico para a cabine de votação.

O Brasil tem 148 milhões de eleitores. No domingo, quem tem domicílio eleitoral nos 26 estados vai precisar votar ou justificar a ausência. Somente quem vota no Distrito Federal não vota nas eleições deste ano. Ao todo, são mais de 518 mil pessoas disputando uma vaga de vereador e outras 19.342 de prefeito.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/eleicoes-2020/noticia/2020-11/para-fazer-tudo-certo-na-urna-eleitor-pode-treinar-pela-internet

domingo, 1 de dezembro de 2019

Eleitores de oito municípios voltam às urnas neste domingo

Para votar, o eleitor deverá levar um documento
 oficial  com foto e o título de eleitor
José Cruz/Arquivo/Agência Brasil
Novas eleições para os cargos de prefeito e vice estão sendo realizadas neste domingo (1º) em oito municípios. Nas localidades, os eleitos no pleito de 2016 foram cassados pela Justiça Eleitoral e não poderão continuar nos cargos.

Os eleitores voltarão às urnas nos municípios de Alto do Rodrigues e Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte; Aracoiaba, no Ceará; Bofete, no estado de São Paulo; Ibitiúra de Minas, em Minas Gerais; Japorã, em Mato Grosso do Sul; Lajeado, no Tocantins; e São Francisco, em Sergipe.

LEIA TAMBÉM:Eleitores de Aracoiaba voltam às urnas no domingo em eleição para prefeito

A votação será realizada pela urna eletrônica. Os vencedores vão exercer o mandato até o fim de 2020, ano em que novas eleições municipais serão realizadas em todo o país.

As seções eleitorais ficarão abertas das 8h às 17h. Para votar, o eleitor deverá levar um documento oficial com foto e o título de eleitor.

Segundo a Justiça Eleitoral, apesar de não ser obrigatória a apresentação do título, o documento é necessário para localizar a seção de votação. Quem estiver com o aplicativo para celulares e-título não precisará apresentar documento com foto.
POR AGÊNCIA BRASIL

terça-feira, 23 de abril de 2019

Reforma da Previdência tem 1º desafio na Câmara; saiba o que está em jogo

A Reforma da Previdência pode dar seu primeiro passo concreto no Congresso Nacional nesta semana, se for votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. Após a CCJ, o projeto ainda terá pela frente um longo caminho no Congresso Nacional. A votação está marcada para esta terça-feira, com início às 14h30.
Bolsonaro com o comandante do Exército, general
 Edson Leal Pujol: projeto para militares causou atrasos
na CCJ / PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Depois de votarem o projeto da Reforma da Previdência, deputados de diversos partidos já preparam outra demonstração de força na CCJ: a ideia é votar uma proposta alternativa de reforma tributária, diferente da defendida pelo governo.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) é a mais importante da Câmara dos Deputados. No caso das propostas de Emenda à Constituição (PECs), a tramitação começa pela CCJ: cabe aos 65 deputados que integram a comissão dizer se o projeto está de acordo com as demais leis do país e com a Constituição de 1988. Em tese, o papel da Comissão se resume a aprovar ou não as propostas - sem mexer no conteúdo. No caso da reforma da Previdência, porém, é possível que haja mudanças.

No começo de abril, o relator da Reforma da Previdência na CCJ, o deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), apresentou um parecer pela aprovação integral da reforma, tal como desejada pelo governo. Este parecer foi mal recebido pelos integrantes da comissão, inclusive de partidos que são "independentes", isto é, que não fazem oposição aberta ao governo.

Diante do impasse, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, foi ao Congresso para discutir essas mudanças com deputados de siglas como PP, PR, PSD e Solidariedade.

Governo cedeu e projeto de reforma deve ser alterado já
 na CCJ / PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
Os deputados teriam chegado a um acordo com Marinho para mudar alguns pontos na reforma, já na CCJ. Entre eles estão o fim do abono salarial para quem ganha mais de dois salários mínimos, as regras de funcionamento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), a obrigatoriedade de todas as ações contra o INSS correrem na Justiça em Brasília e a chamada "desconstitucionalização".

Esta última é uma das questões mais importantes: se a reforma for aprovada como quer o governo, futuras mudanças no sistema de aposentadorias poderiam ser feitas por lei complementar, sem a necessidade de novas emendas constitucionais.

O governo afirma que estas mudanças não terão impacto na economia de R$ 1,1 trilhão em dez anos esperada com a reforma.

Um dos deputados que participou da conversa com Marinho, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse à BBC News Brasil que o acordo com o governo está mantido para votação já nesta terça-feira. "Amanhã (terça) caminha para que a questão da admissibilidade (votação na CCJ) seja superada. Conseguimos avançar naqueles pontos que foram conversados com o governo na semana passada", disse. "Acho que as coisas vão correr da melhor forma possível", disse ele na noite desta segunda-feira (22).
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quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Cabo Daciolo pede ao TSE anulação da votação do 1º turno

Cabo Daciolo
O candidato do Patriota à Presidência da República, Cabo Daciolo, foi ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentar pedido de anulação da votação do 1º turno para que seja feita uma nova edição do pleito usando o método de voto em cédula, e não em urna eletrônica. Ele argumentou que houve fraude na adoção de urnas eletrônicas.

Daciolo disse que já havia apresentado um pedido de uso de voto em cédula no início de setembro. Segundo o candidato, o TSE respondeu argumentando que não havia situação de excepcionalidade que exigisse o abandono do emprego de urnas eletrônicas em favor da votação em cédula.

“Temos várias denúncias de fraudes das urnas eletrônicas. Em todo o território nacional, as pessoas iam votar e quando chegavam lá para votar para presidente não concluía. Quando tem fragilidade nas urnas eletrônicas, é necessário em caso excepcional que TSE faça votação em cédulas”, defendeu Daciolo.

Consultado pela Agência Brasil, o TSE respondeu por meio de sua assessoria que o processo encontra-se em tramitação por via administrativa e que até o momento não houve decisão.

Normalidade

No balanço das eleições, a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, afirmou que a votação do último domingo (7) ocorreu em “clima de normalidade absoluta”, mas colocou que o Tribunal vai apurar com rigor denúncias de irregularidades na votação.

A missão internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgou informe preliminar no qual relatou não ter atestado problemas nas urnas que colocassem em questão a legitimidade da votação. Segundo os representantes da OEA, especialistas em sistemas de votação designados pela missão acompanharam as urnas ao longo do ano e não encontraram indícios de vulnerabilidades ou fraudes.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Saiba o que pode acontecer com Temer após a votação de hoje

Se a maioria dos votos for "sim", a denúncia contra o presidente será arquivada. Mas se a maioria dos votos for "não", o STF fica autorizado a abrir um processo que vai retirar o peemedebista do Planalto por até 6 meses
Por Correio 24 Horas
O plenário da Câmara dos Deputados avalia, neste momento, se a denúncia da Procuradoria- Geral da República (PGR) de corrupção passiva feita contra o presidente Michel Temer (PMDB) deve ter prosseguimento ou não. Pela lei, o STF só pode abrir julgar um presidente com autorização dada pela Câmara. A lei também prevê que o presidente será afastado do cargo por até 6 meses quando o processo for aberto.
Os debates dos parlamentares tem por base o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, que é contra o prosseguimento da denúncia. Assim, quem votar sim estará aprovado este parecer, que é pelo arquivamento da denúncia; e quem votar não, está se posicionando contrariamente ao parecer, autorizando a abertura do processo. 
A acusação da PGR foi feita a partir da delação premiada feita pelos irmãos Joesley e Wesley Batistas, donos da J&F, controladora de empresas com a Friboi. Segundo a PGR, em uma conversa gravada por Joesley, Temer demonstrou ter conhecimento de que a J&F comprava o silencio do deputado Eduardo Cunha - preso pela Operação Lava Jato -  e indicava o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures para receber - em seu nome - uma propina de R$ 500 mil. 

sábado, 10 de junho de 2017

Temer: decisão do TSE foi tomada de modo independente e Justiça prevaleceu

O placar da votação ficou em 4 a 3. O voto de desempate foi proferido pelo presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes

Por Paulo Victor Chagas, da Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não cassar a chapa Dilma-Temer, eleita em 2014, foi tomada "de modo independente", após um debate onde, de forma "plena e absoluta", prevaleceu "a Justiça". Por meio do Porta-Voz da Presidência, Alexandre Parola, Temer disse que acatará a deliberação da Corte Eleitoral com "sobriedade, humildade e respeito".
Em pronunciamento à imprensa, Parola disse que o resultado do julgamento é um "sinal" de que as instituições brasileiras "continuam a garantir o bom funcionamento da democracia brasileira". Ainda de acordo com o porta-voz, o Palácio do Planalto seguirá trabalhando em parceria com o Congresso Nacional para que o país "retorne ao caminho do desenvolvimento e do crescimento".
"Houve amplo debate e prevaleceu a Justiça, de forma plena e absoluta. O Judiciário se manifestou de modo independente. Cada um de nós acatará com sobriedade, humildade e respeito a decisão do TSE", disse Parola.
Na noite desta sexta-feira (9), após quatro dias de julgamento, a maioria dos ministros da Corte Eleitoral votou contra a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições de 2014, pelas acusações de abuso de poder político e econômico. O placar da votação ficou em 4 a 3. O voto de desempate foi proferido pelo presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes.
FONTE

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Confira as melhores frases durante a votação do impeachment

Confira algumas das melhores pérolas que já passaram pela tribuna da Câmara dos Deputados

Reuters
BRASIL MEMES
NOTÍCIAS AO MINUTO

Os deputados que estão declarando seu voto no processo de impeachment neste domingo (17) têm alguns segundos para dizer algumas palavras antes de dizerem o fatídico "sim" ou "não".

O jornal 'Folha de S. Paulo' reuniu algumas das melhores pérolas que já passaram pela tribuna da Câmara dos Deputados. Confira!

CONTRA O IMPEACHMENT
Jean Willys (PSOL-RJ): "Em primeiro lugar estou constrangido de participar dessa farsa, dessa eleição indireta, conduzida por um ladrão. Essa farsa sexista! Em nome dos direitos da população LGBT, do povo negro e exterminado nas periferias, dos trabalhadores da cultura, dos sem teto, dos sem terra, eu voto não ao golpe! E durmam com essa, canalhas!"
Luiz Sérgio (PT-RJ): "Quero deixar registrado que nunca na minha vida eu ouvi tantas vezes usar o nome de Deus em vão, como se fosse um panfleto. Segundo, em respeito ao voto popular e em respeito à democracia, eu voto não!"
Leonardo Picciani (PMDB-RJ): "Jurei cumprir a constituição. Meu voto é não."
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Cientistas políticos criticam argumentos de deputados em votação

JORNAL DO BRASIL


Cientistas políticos criticaram a argumentação de deputados na sessão do plenário da Câmara que votou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os parlamentares dedicaram os votos às suas famílias, a Deus, aos evangélicos, aos cristãos, aos prefeitos de suas cidades e correligionários. A sessão foi marcada pela presença de cartazes, bandeiras, hino e gritos de guerra.
Com 367 votos a favor (mais de dois terços dos 513 deputados), 137 contra, sete abstenções e duas ausências, o parecer pela instauração do processo de impeachment foi aprovado nesse domingo (17) na Câmara dos Deputados. Agora cabe ao Senado decidir se processa e julga a presidenta.

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“Acho estarrecedor, em um país republicano, que tem princípios de laicidade do Estado, levantar argumentos religiosos e a família. Pouquíssimos levantaram os motivos reais que são julgados no processo. É entristecedor ver a qualidade de argumentos, todos arregimentados para seu entorno, em questões de seu interesse”, disse a professora do Departamento de Ciência Política e coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Marlise Matos.
A professora destaca que há uma leitura estranha do que seja o interesse democrático. “Há pessoas caricatas, como [o deputado Jair] Bolsonaro, que não contam. Mas deveria ser pedagógico, fica muito claro que o problema não é a presidenta Dilma Rousseff, o PT. Temos um problema muito mais sério, mais grave. Ficou explícita a falência do sistema representativo brasileiro”, argumentou Marlise.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Janot diz que ordem de Cunha para votação do impeachment é ilegal

De acordo com Janot, a sequência de votação deve ser de acordo com a latitude das capitais dos estados

POLÍTICA REGIMENTO

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, manifestou-se hoje (14) pela ilegalidade da ordem de chamada estabelecida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para a votação do processo deimpeachment da presidenta Dilma Rousseff, prevista para o próximo domingo 

Segundo Janot, a ordem estabelecida por Cunha para chamada dos deputados, de começar pelos estados da Região Sul, está correta até o estado do Paraná. Mas a partir daí, segundo Janot, Cunha fez uma aglomeração por região regimento interno, desrespeitando o regimento interno da Câmara. De acordo com Janot, a sequência de votação deve ser de acordo com a latitude das capitais dos estados.
Mais cedo, após o anúncio da realização de “sessão relâmpago” pelo Supremo para julgar a validade do procedimento de votação, Cunha voltou atrás e mudou a ordem de chamada.
Agora, segundo o presidente da Câmara, a votação será alternada, começando por um estado do Norte: deputados de Roraima, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Amapá, Pará, Paraná, de Mato Grosso do Sul, do Amazonas, de Rondônia, Goiás, do Distrito Federal, Acre, Tocantins, de Mato Grosso, São Paulo, do Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, de Minas Gerais, da Paraíba, de Pernambuco, da Bahia, de Sergipe e Alagoas.
Regimento
A ordem de votação é tratada no Artigo 187 do regimento interno da Câmara. O texto diz: “Quando o sistema eletrônico não estiver em condições de funcionamento, e nas hipóteses de que tratam os Artigos 217, IV, e 218, § 8º, a votação nominal será feita pela chamada dos deputados, alternadamente, do Norte para o Sul e vice-versa”.
Os artigos 217 e 218 tratam da autorização para abertura de processo contra o presidente da República e ministros de Estado por crime comum e crime de responsabilidade, respectivamente. Com informações da Agência Brasil.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

'BBB' muda votação pela primeira vez desde 2002

A modificação ocorrerá no próximo domingo (21)

FAMA REALITY SHOW
POR NOTÍCIAS AO MINUTO

A partir deste domingo (21), o “Big Brother Brasil” passará uma mudança no sistema de votação pela primeira vez em 16 edições.

De acordo com a colunista Lígia Mesquita, do jornal 'Folha de S. Paulo', a modificação ocorrerá quando acabar o horário de verão, onde o programa será exibido na mesma hora em todo o país, a votação no reality passa a ser regional.
Os votos pela internet serão divididos pelas cinco regiões geográficas, onde haverá apuração individual por área que terá sistema de pontuação. A votação por telefone e SMS, somada, valerá também um ponto. O candidato com mais pontos no total será o eliminado. Se der empate, os votos por telefone e SMS têm peso em dobro.
Ainda segundo a publicação, a Globo diz que a mudança garantirá “a representatividade de cada região e maior legitimidade ao resultado”.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Em votação apertada, Mangueira é campeã do Carnaval 2016 no RJ

A Mangueira e o Salgueiro seguiram empatados até o final e foi no quesito de desempate, alegorias e adereço, que a verde e rosa garantiu a vitória

Em votação apertada, Mangueira é campeã do Carnaval 2016 no RJ
Reuters
BRASIL VITÓRIA NA SAPUCAÍ

Em uma votação com emoção, a Mangueira foi eleita a campeã no Carnaval 2016 do Rio de Janeiro, com 269.8 de pontos. A Mangueira e o Salgueiro seguiram empatados até o final e foi no quesito de desempate, alegorias e adereço, que a verde e rosa garantiu a vitória.  

A escola entrou na Sapucaí para homenagear a cantora Maria Bethânia. Última escola a desfilar pelo Grupo Especial, a Mangueira levou para a Sapucaí o enredo "Maria Bethânia: a Menina dos Olhos de Oyá" e emocionou. Bethânia, por sua vez, não escondeu a emoção ao desfilar na alegoria que encerrou a apresentação. Sem grandes problemas, a escola encerrou o desfile como uma das favoritas ao título. 
No quesito bateria, um dos jurados não compareceu nos dias dos desfiles e, por isso, uma das notas foi replicada.  
1º Mangueira 269,8 pontos
2º Unidos da Tijuca 269,7 pontos
3º Portela 269,7 pontos
4º Salgueiro 269,6 pontos
5º Beija-Flor 269,3 pontos
6º Imperatriz Leopoldinense 269,2 pontos
7º Grande Rio 268,8 pontos
8º Unidos de Vila Isabel 267,9 pontos
9º São Clemente 267,9 pontos
10º Mocidade 266,7 pontos
11º União da Ilha 266 pontos
12º Estácio de Sá  265,2 pontos 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Se votação de impeachment fosse hoje, Dilma ficaria no poder

Votariam a favor de Dilma 258 dos 513 deputados. Esse número representa que a petista tem 87 votos a mais do que o necessário para se manter no poder

Reuters

POLÍTICA ANÁLISE


Caso a votação sobre o impeachment no plenário da Câmara acontecesse agora, Dilma continuaria a ser a presidente do Brasil. Essa é a análise de líderes dos 17 maiores partidos da Casa, ouvidos nesta quinta-feira (03) pela reportagem do jornal O Globo.


O levantamento revelou que votariam a favor de Dilma 258 dos 513 deputados. Esse número representa que a petista tem 87 votos a mais do que o necessário para se manter no poder. Porém, ainda que os números estejam a favor de Dilma, um dos deputados ouvidos afirmou que a situação é volátil.
Os cálculos dos líderes partidários são o seguinte: a oposição votará toda a favor do impeachment – ou seja, 99 votos que viriam do DEM, PSDB, Solidariedade e PPS. Das legendas que fazem parte da base da presidente, PT, PCdoB e PDT já se posicionaram contra o impeachment. PSOL e Rede afirmaram que devem caminhar também nessa direção, garantindo 100 votos para Dilma.
A dúvida que ainda paira é sobre o PMDB, partido do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Leonardo Picciani, líder do partido na Casa, foi reticente ao falar de números. Porém, revelou: “Eu diria que 60% dos peemedebistas são contra o impeachment, 20% a favor e outros 20% indefinidos”.
Dos partidos ouvidos, apenas o PRB não quis apresentar nenhum cálculo. A legenda conta com um representando no governo, George Hilton no Ministério do Esporte. No entanto, como lembra a reportagem, a infidelidade é marca recorrente da sigla.
FONTE:
http://www.noticiasaominuto.com.br/politica/164002/se-votacao-de-impeachment-fosse-hoje-dilma-ficaria-no-poder


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