Foco é em alimentação in natura ou minimamente processada
POR AGÊNCIA BRASIL - Um guia do Ministério da Saúde (MS) traz recomendações para a alimentação das crianças após o período de amamentação. Entre elas, a principal é evitar o consumo de alimentos ultraprocessados, como biscoitos recheados, salgadinhos, achocolatados, etc. É que a partir do segundo ano de vida, as crianças passam a ter mais contato com o mundo externo e sofrem maior exposição à publicidade desse tipo de produto, seja por meio da televisão, das mídias sociais, na escola ou na convivência com outras crianças.
O material, chamado de Guia Alimentar para a População Brasileira, visa auxiliar os pais na tarefa de estimular uma alimentação mais saudável para as crianças e ressalta que a alimentação saudável é importante em todos os momentos da vida.
Segundo dados do Relatório Público do Sistema Nacional de Vigilância Alimentar e Nutricional, das crianças acompanhadas na Atenção Primária à Saúde em 2020, 15,9% dos menores de 5 anos e 31,8% das crianças entre 5 e 9 anos tinham excesso de peso. Dessas, 7,4% e 15,8%, respectivamente, apresentavam obesidade, segundo o Índice de Massa Corporal (IMC) para a idade.
Os bons hábitos de alimentação devem começar a partir dos 6 meses, quando as crianças começam a ingerir outros alimentos além do leite materno. De acordo com o guia, é importante os adultos estimularem desde cedo as crianças a ingerirem alimentos in natura.
A partir dessa etapa, a alimentação deve ser composta por comida de verdade, isto é, refeições feitas com alimentos in natura ou minimamente processados, de diferentes grupos, como feijões, cereais, raízes e tubérculos, frutas, legumes e verduras, além de carnes.
Também é preciso evitar o consumo de bebidas adoçadas, ou seja, refrigerantes, sucos de caixinha, sucos em pó, refrescos, bebidas lácteas e achocolatados. O mesmo serve para lanches como hambúrgueres já prontos, embutidos (linguiças, salsicha, presunto, mortadela e salames), macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote, biscoitos e guloseimas.
Há alimentos que o despertam, mas também existem outros que deve privilegiar nas ultimas horas do dia, para conseguir relaxar e descansar ao máximo. Alguns até ajudam a dormir melhor e, ao mesmo tempo, potenciam a queima de gordura e outras vantagens durante o sono.
Se sofre de insônia não basta adotar mecanismos como desligar os aparelhos eletrônicos e se deitar sempre à mesma hora. É preciso ter atenção ao que come.
Estes são os snacks noturnos que deve consumir:
Copo de leite: os laticínios são ricos em triptofano, um aminoácido das proteínas precursor da serotonina, um neurotransmissor cuja carência está associada à irritabilidade, hipersensibilidade e alterações do sono.
Ovos: os ovos também são ricos em triptofano.
Banana: a banana fornece grande quantidade de vitamina B6, que tem um papel importante na prevenção de insônias.
Caju: o caju é rico em magnésio, um mineral indispensável para o bom funcionamento do ser humano, muitas vezes em falta no organismo. A falta deste mineral pode ser responsável por distúrbios do sono.
Chá de camomila: é um calmante natural, que reduz o stress e a ansiedade.
A nutrição é fator de equilíbrio para a prevenção de um transtorno que já é comum na contemporaneidade: a depressão. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é recordista em casos da doença na América Latina e os maus hábitos alimentares de boa parte da população podem sustentar ou até "facilitar" os sintomas de desequilíbrio psíquico. Questionado sobre qual seria o papel da alimentação na prevenção e no alívio dos sintomas da depressão, o nutricionista Filipe Brito situa que cada indivíduo deve ter um cuidado diferenciado com o intestino. A maior parte da serotonina - neurotransmissor relacionado aos sintomas depressivos - é produzida no órgão. "Isso já nos dá uma pista de como a alimentação e nossa saúde gastrintestinal está envolvida na prevenção dessa desordem", sinaliza Filipe. O nutricionista acrescenta que a inflamação do sistema nervoso é outro processo que desencadeia a depressão. Os alimentos com potencial anti-inflamatório, portanto, são eficazes para o alívio. LEIA MAIS EM...
Ela está presente em diversas receitas e até é usada sozinha para garantir um sabor
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Usada em várias receitas como molhos quentes, sopas, pratos de carne, alimentos grelhados ou até pura para garantir o sabor, a pimenta contém componentes que promovem e preservam a saúde. Quer saber quais? Confira:
1 – Valor nutricional
É um condimento de baixa caloria (cerca de 40 a cada 100 g) e rica em vitaminas A e C. Por conter capsaicina, a taxa de digestão aumenta quando consumida, o que auxilia na redução de gorduras e na perda de peso.
2 – Antioxidante
As pimentas que possuem o composto capsaicina, como a Jalapeño, previnem o envelhecimento precoce, doenças cardíacas e crônicas (Diabetes, por exemplo). Os flavonoides presentes em alguns tipos ajudam na neutralização de radicais livres, que podem causar muitas formas de câncer, Mal de Alzheimer e Parkinson.
3 – Controle do colesterol
O consumo regular da pimenta contribui na manutenção dos níveis de LDL Colesterol, chamado popularmente de “colesterol ruim”, que em grandes quantidades podem provocar doenças cardíacas. Os triglicérides, uma das muitas formas de gordura, também podem ser controlados com o alimento.
4 – Humor
Quem consome pimenta tem chances de ser mais feliz! Ela promove sensação de bem estar ao liberar noradrenalina e adrenalina, que além de tudo são capazes de diminuir o apetite. Esse efeito antidepressivo se dá pelo poder que esses compostos têm de deixar a pessoa mais alerta.
5 – Efeito analgésico
A capsaicina (de novo ela!) é capaz de aliviar dores de cabeça e sintomas da rinite alérgica, pois faz com que os pulmões trabalhem melhor e controla a quantidade de glicose no sangue.
6 – Imunidade
A vitamina A ajuda na prevenção de infecções, cuida do trato urinário, torna o sistema digestivo mais funcional e estimula a secreção de muco.
7 – Beleza capilar
A capsaicina junto com a isoflavona, encontrada em alguns tipos de pimenta, fazem com que os fios cresçam mais rápido e mais saudáveis.
Médicos e nutricionistas estão constantemente alertando para os perigos do consumo excessivo de ‘fast food’ devido aos riscos de saúde relacionados à obesidade, colesterol e doenças cardiovasculares.
Agora, um novo caso mostra que os perigos de uma alimentação com baixos níveis nutricionais são ainda mais preocupantes: um jovem britânico de 17 anos ficou cego depois de passar quase 10 anos sem ingerir frutas e vegetais.
As refeições do rapaz tinham como base batata frita de pacote, batata frita convencional e pão branco – às vezes, ainda ingeria fatias de presunto ou salsicha.
De acordo com a equipa de médicos do Bristol Eye Hospital, no Reino Unido, que atendeu o caso do jovem, a alimentação inadequada o levou a desenvolver neuropatia ótica nutricional, condição geralmente provocada pela falta de vitamina B12. A deficiência nutricional já havia sido detectada quando o rapaz tinha 14 anos e foi levado ao médico pela primeira vez devido às constantes reclamações de cansaço. Os exames indicaram anemia com baixos níveis da vitamina. Perante os resultados, o médico prescreveu injeções de vitamina B12 e aconselhou o adolescente a melhorar a dieta.
Agosto começa com "gosto" de uma vida longeva. Neste mês temático do SVM, a campanha "Saúde e Equilíbrio" traz dados de pesquisa exclusiva sobre os hábitos alimentares e físicos dos cearenses
Aliar prática de atividades físicas e alimentação saudável melhora a qualidade de vidaFOTO: NATINHO RODRIGUES
Atentar-se para uma alimentação saudávelnão fazia parte do dia a dia da publicitária Valéria Mendonça até a semana passada, quando ela descobriu, após um exame médico, que a carência de ferro e vitaminas no organismo poderiam culminar em uma doença grave, como a leucemia. Consciente da necessidade de uma mudança, ela introduziu dieta e exercícios físicos na rotina. "Abdicar de comer coisas que eu adorava é um esforço para poder me manter saudável", admite. A publicitária faz parte de um grande contingente de cearenses (84%) que concordaram com a frase"Me esforço para manter uma alimentação saudável", segundo pesquisa "Saúde, Alimentação e Atividades Físicas" da população do Estado, realizada pelo Instituto Opnus, e divulgada com exclusividade ao SVM. Dentro desse universo, o percentual mais expressivo está ligado às pessoas entre 45 e 59 anos (92%), seguidos por adultos de 35 a 44 anos (88%), acima de 60 anos (87%), de 25 a 34 anos (78%) e, por fim, de 16 a 24 anos (76%). Apenas 13% do total dos entrevistados discordaram desta questão levantada pela pesquisa e outros 3% não souberam ou não responderam. O levantamento foi realizado com 2.050 pessoas, sendo 53% mulheres e 47% homens, em julho de 2019. O grandeempecilho para tornar a alimentação saudável rotineiraé a falta de organização, apontou a nutricionista Karine Holanda. "O ideal é um plano alimentar individualizado. A partir dele, cria-se a lista de compras", orienta. Ela detalha ainda que algumas atitudes agilizam as refeições, como preparar todo o alimento da semana no mesmo dia, ter sempre vegetais lavados, cortados ou ralados na geladeira, além de frango e carne congelados. "Pequenas escolhas tornam-se ações, que se transformam em hábitos. E assim temos tempo para cuidar mais de nós mesmos". LEIA MAIS EM...
Muitas pessoas sofrem diariamente com o refluxo gastroesofágico. Saiba o que mudar em sua alimentação para amenizar os sintomas do problema. Entenda quais são os alimentos ideais e também quais os não-recomendados.
Os alimentos naturais são essenciais para uma dieta balanceada e para evitar refluxos.
Muitas pessoas sofrem com o refluxo gastroesofágico. O problema acontece quando, por algum motivo, o suco gástrico sobe até o esôfago, podendo atingir a faringe e até mesmo o pulmão. O refluxo pode ser ocasionado por diversos motivos, como hérnia de hiato, fragilidade muscular e modificações no esfíncter.
Ainda, são diversos os fatores que podem agravar a ocorrência de refluxo gastroesofágico, como obesidade e refeições grandes antes de dormir. Também, existem alguns alimentos que também aumentam as chances de uma pessoa ter refluxo, além de agravar a situação. Fritura, pimentas, chocolates são alguns destes alimentos. Confira abaixo mais sobre a alimentação ideal para amenizar ou até mesmo evitar o refluxo.
Refluxo Gastroesofágico
Quando mastigamos um alimento, ele passa, respectivamente, pela faringe, pelo esôfago e finalmente, cai no estômago. Nas situações em que o conteúdo do estômago volta repetitivamente do estômago para o esôfago, isto se configura no refluxo gastroesofágico.
Este refluxo pode causar azia, queimação, dor torácica, tosse seca, pneumonia, bronquites e asma. Sem dúvida alguma, o incômodo que o refluxo causa é grande. Porém, é importante que não haja a automedicação, pois pode prejudicar o tratamento. O tratamento do refluxo pode ser clínico, por meio de medicamentos que diminuem o pH estomacal, ou por meio de cirurgia.
Porém, algo muito importante que também deve fazer parte do tratamento é uma alimentação balanceada e com acompanhamento nutricional. Muitos alimentos aumentam o pH estomacal e devem ser evitados. Abaixo iremos falar mais sobre a dieta não recomendada para pessoas com refluxo, além da dieta recomendada.
A obesidade e o sobrepeso têm aumentando por toda a América Latina e Caribe, como aponta um relatório produzido apresentado neste ano pela Organização Pan-Americana da Saúde em conjunto com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Mais de 360 milhões de pessoas estão com sobrepeso, o que corresponde a aproximadamente 58% da população latino-americana e caribenha. As mulheres são as mais afetadas, sendo que em mais de 20 países a taxa de obesidade feminina é 10% maior que a dos homens. Além disso, o relatório aponta uma tendência de aumento de sobrepeso e obesidade também nas crianças. No Brasil, dados do Ministério da Saúde revelam que mais de 17% dos adolescentes de 12 a 17 anos estão com sobrepeso. E esse problema se deve em grande parte à má alimentação desses jovens, uma vez que essa mesma pesquisa aponta que entre os 20 alimentos de maior consumo pelos adolescentes brasileiros, os refrigerantes estão entre os seis primeiros, passando à frente das hortaliças e frutas. O Ministério da Saúde tem um estudo que apresenta o consumo médio do brasileiro em relação ao sal, que gira em torno de 12 gramas por dia. Esse valor é considerado muito alto pela Organização Mundial da Saúde, que recomenda apenas 5 gramas diárias. Esse consumo em excesso está ligado diretamente ao aumento de doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, juntas com as doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer respondem por 72% das mortes no país. Para tentar controlar essas doenças e impedir o avanço da obesidade no Brasil, o Ministério da Saúde tem trabalhado em ações e iniciativas que ajudem a melhorar a forma como os brasileiros se alimentam. De acordo com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, “cada vez mais a alimentação saudável fará parte dos objetivos prioritários do Ministério da Saúde. Estamos fazendo parcerias com a indústria alimentícia para reduzir o sal, o açúcar e sódio dos alimentos, porque as pessoas sabem que precisam cuidar da saúde e nosso papel é ajudar elas nesse cuidado” afirmou. “As pessoas precisam consumir mais alimentos naturais, aqueles que chamamos ‘in natura’, ou seja, aqueles que vêm diretamente da natureza sem receber processos e tratamentos químicos. Isso significa comer mais arroz, feijão, frutas, verduras, legumes, leite e carnes. Também é importante evitar alimentos que vem embalado em sacos e caixas com muitos conservantes”, explica a coordenadora de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa. LEIA MAIS EM...
Saiba mais sobre as causas de diferentes tipos de dores de cabeça. Veja também dicas e receitas naturais para combater o problema com chás que incluem Camomila, Calendula, Capim Limão, Laranja, Anis e várias outras ervas benéficas.
Atividade física e boa alimentação são
ótimos para evitar a dor de cabeça
Ter dor de cabeça é bastante comum, mas isso não quer dizer que o problema deva ser tratado como algo corriqueiro. Em muitos casos, a dor é apenas um sintoma de algo mais grave. Por isso, é fundamental procurar um especialista sempre que as dores de cabeça forem constantes ou muito fortes. De modo geral, a dor de cabeça é comumente causada por dois fatores principais: tensão ou má digestão. Dias muitos cansativos, barulho, insônia e outras causas podem levar a uma dor de cabeça tensional, geralmente localizada na região das têmporas. A má alimentação ou ingestão de comida em excesso também podem causar dores de cabeça, às vezes acompanhada de náusea. Outra causa comum das dores de cabeça é aenxaqueca, que geralmente ocorre devido a fatores genéticos hereditários. Nos episódios de enxaqueca, a dor de cabeça costuma acontecer em um dos lados do crânio e é pulsante. Ela costuma ser acompanhada de outros sintomas, como náusea, fotofobia, vômitos, tontura e irritação. Se você costuma sofrer com a enxaqueca, sugerimos a leitura do artigoEnxaqueca e Alimentação, que mostra como o cardápio pode interferir nas dores de cabeça. Evite os Analgésicos Como as dores de cabeça são comuns, as pessoas têm o péssimo hábito de se automedicarem. Os analgésicos são os mais utilizados, porque aliviam a dor em pouco tempo, mas há um sério problema no uso desse tipo de medicação.
Saiba mais sobre a relação entre alimentação e inflamações. Veja também o que comer para combater diabetes, doenças do coração e outros problemas. Com este artigo você vai saber mais sobre os processos inflamatórios causadores de várias doenças e quais alimentos podem combater esse tipo de problema. Leia e informe-se.
Pesquisas científicas recentes vêm revelando que as inflamações estão relacionadas à maior parte das doenças. Recentemente, pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, concluíram que o diabetes do tipo 1 desencadeia uma reação inflamatória no organismo que leva ao entupimento das artérias.
Segundo esse estudo, a elevação nos níveis da glicose sanguínea estimula a produção de calcoprotectina, uma proteína que causa uma inflamação, fazendo com que placas de gorduras se depositem nas artérias. Com isso, os médico descobriram não só que o diabetes e as doenças cardiovasculares estavam relacionadas (algo que já era conhecido), mas também que elas eram causadas por um processo inflamatório.
O que é inflamação?
A inflamação é um processo de defesa do próprio organismo. Na verdade, o processo inflamatório significa que as células do sistema imune estão agindo para controlar algum problema. Quando cortamos a pele, por exemplo, é desencadeado um processo inflamatório que tenta recuperar as células perdidas e impedir que os microrganismos externos ataquem o corpo naquele local da lesão.
Os vasos sanguíneos próximos à região cortada se dilatam, possibilitando que o plasma saia pelas suas paredes. Assim, as células do sangue começam a se coagular, impedindo a perda sanguínea. Além disso, os leucócitos (células de defesa) também são “colocados em jogo” para atuar no combate a bactérias. Dessa forma, o tecido lesionado pode ser restaurado por meio de uma “inflamação”.
Isso quer dizer que o processo inflamatório tem um caráter benéfico, mas pode se tornar prejudicial quando tem duração mais longa, ou seja, quando se torna um problema crônico.
Nesses casos, a reação do organismo acaba por deteriorar o próprio organismo, trazendo vários prejuízos para a saúde do indivíduo. Na inflamação crônica, nossas células de defesa são acionadas constantemente para controlar uma suposta ameaça, que na verdade não existe.
Elas liberam grandes quantidades de citocina, uma proteína que tenta liquidar o invasor, mas podem afetar as funções do corpo humano. Dizemos que a situação se tornou crônica quando essas reações químicas de defesa são constantes, causando doenças como o diabetes, os problemas cardíacos, o câncer e outros distúrbios.
Inflamação e Alimentação
A principal pergunta feita pelos especialistas é: por que nosso organismo resolve combater uma ameaça inexistente?
Alimentação, boa hidratação e descanso estão entre as dicas para uma rotina equilibrada de treinos.
Educador físico Jedson Seixas dá dicas de como aproveitar melhor o verão (Foto: Reprodução)
A prática regular de atividades físicas traz benefícios para o bom funcionamento do corpo e da mente. Em nível corporal, os efeitos são vistos sobre o desenvolvimento muscular, ampliação de rendimento, fortalecimento dos ossos e articulações, aumento de força e ganho de flexibilidade. Inserir exercícios na rotina, acaba sendo um dos pilares para quem busca uma vida mais saudável e equilibrada.
Para cuidar de você e da sua saúde, o Sou Verão convidou Jedson Seixas - educador físico e personal trainer, para um papo sobre os cuidados necessários na hora de trabalhar o corpo e aproveitar o verão. Vamos lá? Levanta da cadeira e vem ver!
Quais os cuidados necessários antes da prática de atividades físicas? Jedson Seixas - Antes de qualquer atividade física, deve-se fazer um check-up com o profissional adequado, a fim de verificar sua condição física e, em especial, a cardiovascular. A partir daí, buscar um educador físico especializado à sua prática esportiva de preferência. Caso a atividade física venha a ser musculação e/ou qualquer prática realizada na academia, deve-se estar atento a um tênis de qualidade e adequado a sua pisada, além de roupas confortáveis que facilitem a transpiração e o resfriamento do corpo.
No verão muita gente corre para a academia em busca de transformação corporal. Quais as suas recomendações?
A alimentação é um grande passo para a vida saudável. Saiba mais sobre a importância de diferentes nutrientes e veja como comer da maneira correta. POR RECEITA NATURAL
Pirâmide Alimentar
A cada dia um novo estudo científico revela a importância de um ou mais alimentos para a nossa saúde. Os cientistas não têm dúvida que a alimentação está diretamente relacionada com a prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida.
Por um lado, várias coisas que comemos trazem malefícios para o organismo. Por outro, uma série de alimentos são capazes de estimular o bom funcionamento do corpo humano e impedir o surgimento de problemas de saúde.
Veja abaixo situações em que uma boa alimentação irá ajudar a sua qualidade de vida.
Benefícios da Alimentação Saudável:
Aumenta as defesas naturais do organismo, ajudando na prevenção de doenças;
Combate as infecções que estão relacionado a vários problemas de saúde;
Dá mais energia para a realização de tarefas do dia-a-dia;
Reduz a sensação de cansaço após um longo dia de trabalho;
Diminui a depressão e os sintomas do estresse;
Retarda o envelhecimento das células;
Melhora a circulação sanguínea;
Regula os níveis de diversas substâncias do nosso organismo, sejam elas benéficas ou maléficas;
Torna a pele, os cabelos e a aparência de um modo geral melhores.
Malefícios da Má Alimentação:
Aumenta o peso, trazendo consequência para todo o corpo;
Causa mau humor;
Amplia a sensação de cansaço e a falta de disposição;
Diminui a memória e a concentração;
Provoca inflamações crônicas;
Torna maior o risco de aparecimento de diversos tipos de câncer;
Acarreta doenças como as cardiovasculares e o diabetes;
A alimentação adequada é a melhor forma de controlar o diabetes. Veja algumas dicas importantes para quem está com a doença e precisa baixar a glicose.
O diabetes é uma doença bastante séria, e que nem sempre é vista com a devida atenção. A boa notícia é que ela pode ser tratada com algumas mudanças de hábitos, principalmente no que diz respeito à alimentação. Todo mundo sabe que os diabéticos devem evitar o açúcar, mas não basta cortar os doces para manter a glicose controlada. Por isso, levantamos algumas informações essenciais sobre a dieta dos diabéticos. Veja as dicas abaixo:
1. Nada é Proibido
Ao receber o diagnóstico do diabetes, muitas pessoas se desesperam pensando que terão uma vida cheia de privações. É bem verdade que o diabético não deve abusar dos doces, massas e mesmo alguns legumes e frutas, mas isso não quer dizer esses alimentos são proibidos. Quem está com a glicose controlada pode até comer uma sobremesa de vez em quando. No entanto, o ideal é consultar um médico ou nutricionista para entender melhor qual é a sua situação. E mesmo depois do diagnóstico, é muito importante fazer o controle de rotina.
O índice de obesidade nos jovens e adultos no mundo está cada vez mais alto e crítico, e a obesidade infantil é cada vez maior devido a má alimentação.
Para termos uma ideia, de acordo com o Organização Mundial da Saúde (OMS), a projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso; e mais de 700 milhões, obesos. O número de crianças com sobrepeso e obesidade no mundo poderia chegar a 75 milhões, caso nada seja feito.
A OMS aponta ainda que mais de 15% das crianças brasileiras são obesas e estão com sobrepeso, um dado extremamente alarmante.
Muitos estudos mostram que as crianças se alimentam mal não apenas em sua residência, mas também na escola, no qual são oferecidos lanches ricos em carboidratos, frituras e refrigerantes.
Apesar de algumas escolas já terem abolido esse tipo de alimento em suas cantinas, ainda há muito para ser feito para que esses números possam ser reduzidos e uma dessas coisas é dentro da própria sala de aula, adaptando ao conteúdo ensinado e transmitir informações de alimentação saudável para os alunos.
Educação alimentar
A escola tem total importância na formação dos hábitos alimentares de seus alunos, e a partir de aulas de culinária, ou mesmo de biologia e ciências, o professor pode apresentar vários alimentos saudáveis às crianças, e como esses alimentos podem ser incorporados do dia-a-dia dessas crianças.
Uma outra forma de chamar a atenção dos alunos para a ideia de alimentação saudável, é estudando os rótulos dos alimentos. A partir dos rótulos podemos saber o que determinado alimento tem como ingrediente e se ele realmente é saudável ou não.
Veja algumas atividades que podem ser desenvolvidas em sala de aula para iniciar a reeducação alimentar dos alunos.
Crianças até 2 anos
Contar estórias apresentando os personagens (banana, abacaxi, morango, uva, laranja) do teatro, e de forma lúdica, evidenciando aquilo que mais os caracteriza: cor, sabor, forma. Após a estória, distribuir as folhas e solicitar que as crianças pintem os personagens. Essa atividade poderá proporcionar um conhecimento e interação maior das crianças com as frutas, alimentos esses que já fazem parte de sua rotina alimentar.
Crianças de 2 à 5 anos
Disponibilizar as crianças as figuras de todos os alimentos, tanto saudáveis quanto não saudáveis, em seguida, solicitar que as crianças montem o seu próprio lanche. Cada uma com seu lanche em mãos, o educador organiza um círculo com as crianças onde cada uma apresenta o lanche que montou. Após cada apresentação, o educador observa a composição do lanche e discute, fornecendo orientações a respeito da escolha feita e, se necessário, dar opções de substituição por alimentos saudáveis.
Pesquisas científicas recentes vêm revelando que as inflamações estão relacionadas à maior parte das doenças. No ano passado, pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos, concluíram que o diabetes do tipo 1 desencadeia uma reação inflamatória no organismo que leva ao entupimento das artérias.
Segundo esse estudo, a elevação nos níveis da glicose sanguínea estimula a produção de calcoprotectina, uma proteína que causa uma inflamação, fazendo com que placas de gorduras se depositem nas artérias. Com isso, os médico descobriram não só que o diabetes e as doenças cardiovasculares estavam relacionadas (algo que já era conhecido), mas também que elas eram causadas por um processo inflamatório.
O que é inflamação?
A inflamação é um processo de defesa do próprio organismo. Na verdade, o processo inflamatório significa que as células do sistema imune estão agindo para controlar algum problema. Quando cortamos a pele, por exemplo, é desencadeado um processo inflamatório que tenta recuperar as células perdidas e impedir que os microrganismos externos ataquem o corpo naquele local da lesão.
Os vasos sanguíneos próximos à região cortada se dilatam, possibilitando que o plasma saia pelas suas paredes. Assim, as células do sangue começam a se coagular, impedindo a perda sanguínea. Além disso, os leucócitos (células de defesa) também são “colocados em jogo” para atuar no combate a bactérias. Dessa forma, o tecido lesionado pode ser restaurado por meio de uma “inflamação”.
As frutas cítricas têm ação anti-inflamatória
Isso quer dizer que o processo inflamatório tem um caráter benéfico, mas pode se tornar prejudicial quando tem duração mais longa, ou seja, quando se torna um problema crônico.
Nesses casos, a reação do organismo acaba por deteriorar o próprio organismo, trazendo vários prejuízos para a saúde do indivíduo. Na inflamação crônica, nossas células de defesa são acionadas constantemente para controlar uma suposta ameaça, que na verdade não existe.
O que têm em comum Victoria Beckham, Uma Thurman e Gwyneth Paltrow? São três celebridades, bonitas, magras… e adeptas da dieta alcalina.
Stephan Domeigé médico, diretor clínico do Original F. X. Mayr Health Center (Áustria) e o responsável pela dieta alcalina destes rostos conhecidos de Hollywood. Mas, em que é que consiste a dieta alcalina? Consiste na manutenção do equilibrio do pH do organismo, que pode variar com a ingestão de determinados alimentos.
Contudo, antes de iniciar uma dieta alcalina, é importante ter noção de que é necessário dar alguns passos no processo de transição, diz o site Mind Body Green que lista tudo o que é necessário fazer.
Em primeiro lugar, explica a publicação, é importante começar por beber água com limão pela manhã. Esta bebida puramente alcalina irá ajudar a limpar o organismo.
Depois, deve ser dedicado algum tempo à pesquisa. Conhecer e dominar o a diferença entre ácido e alcalino e os alimentos que melhor se enquadram em cada caraterística é a melhor forma de saber o que deve ou não comer. Fazer uma lista e colocá-la na geladeira é a sugestão dada.
Fazer uma limpeza a fundo aos armários e geladeira e tirar todos os alimentos processados e maus para a saúde é o passo seguinte. Depois, é importanteinvestir num liquidificador ou num processador de alimentos.
Assim que os primeiros passos estão dados, há que colocar alguma teoria em prática, como por exemplo, colocar um alimento verde em todas as refeições, diz o site. E como a organização é a chave da boa alimentação, é também recomendado que passe a planear as refeições ao domingo, para que não haja motivo para falhas.
Cuidados com a alimentação dos idosos nas festas de final de ano, dicas!.
Nas festas de final de ano é normal exagerarmos na comida farta e rica em gorduras e açúcares. A nutricionista do Residencial & Hotel Villa Bela Vista, Laura Contin de Sousa, listou algumas dicas importantes para não comprometer a saúde dos idosos durante o período de festas, época que merece atenção redobrada:
Dicas de alimentação dos idosos nas festas de final de ano
Cuidados com a alimentação dos idosos nas festas de final de ano
CUIDADO COM OS ALIMENTOS FORA DE CASA
- Escolha locais para encomenda das refeições com boa higiene: verifique a cozinha antes de comprar - verifique a data de validade dos alimentos e a limpeza dos funcionários
FAÇA TROCAS INTELIGENTES
- Prefira carnes magras, tais como peru e chester - Escolha entre arroz ou maionese ou somente massa (por que arroz ou maionese? porque ambos são fontes de carboidratos) - Acrescente mais fibras, tais como saladas coloridas - cenoura, tomate, alface, rúcula - Limite-se a 1 taça de bebida alcoólica ou troque a bebida alcoólica por uma 0% álcool (como umponche ou coquetel sem álcool, por exemplo) - Não exagere nas frutas secas - castanhas, damasco, nozes, etc - coma até 1 punhado.
- Para as festas, opte por sucos naturais que aumentam a saciedade e evitam exagerar na comida. Refrigerante não é recomendado.
NÃO FAÇA DESINTOXICAÇÃO APÓS AS FESTAS
- Ficar em jejum no dia seguinte ou ainda só comer salada ou líquidos não ajuda desintoxicar o organismo, pois já temos naturalmente um processo de eliminação das toxinas pelas fezes ou urina.
Muito se fala em alimentação saudável hoje em dia. E é importante falar que isso não é só uma moda, é um hábito que as pessoas precisam incorporar na vida.
Separamos estes 4documentários sobre alimentação que vão te ajudar a pensar melhor e tomar uma atitude em relação ao que come e como come.
Esse é um assunto que não basta só saber, tem que colocar em prática. Os resultados não são imediatos, mas vão refletir na vida como um todo não só sua, mas da sua família também.
Obesidade no Brasil
Pesquisa do Ministério da Saúde, Vigitel 2014 (Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por Inquérito Telefônico), alerta que o excesso de peso já atinge 52,5% da população adulta do país. Essa taxa, nove anos atrás, era de 43% – o que representa um crescimento de 23% no período.
Também preocupa a proporção de pessoas com mais de 18 anos com obesidade, 17,9%, embora este percentual não tenha sofrido alteração nos últimos anos. Os quilos a mais na balança são fatores de risco para doenças crônicas, como as do coração, hipertensão e diabetes, além de também estarem ligados a asma, câncer, depressão, acidente vascular cerebral e problemas de digestão.
Entre os homens e as mulheres brasileiros, são eles que registram os maiores percentuais. O índice de excesso de peso na população masculina chega a 56,5% contra 49,1% entre elas.
Em relação à idade, os jovens (18 a 24 anos) são os que registram as melhores taxas, com 38% pesando acima do ideal, enquanto as pessoas de 45 a 64 anos ultrapassam 61%.
Dentre outras causas, esses números se devem ao sedentarismo, mal planejamento do tempo para preparar refeições saudáveis, hábitos alimentares inadequados (o que não é nenhuma surpresa).
Documentários sobre alimentação
Com tudo isso em mente, veja abaixo 4 documentários que podem te inspirar a mudar seus hábitos alimentares e adotar uma vida mais saudável.
Muito Além do Peso (2012)
O documentário Muito Além do Peso fornece um amplo debate sobre a qualidade da alimentação das crianças e os efeitos da publicidade dos alimentos dirigida a elas. Apesar de focar na alimentação infantil, o documentário traz uma reflexão inclusive para os adultos, idosos e adolescentes, já que muitos levam uma vida sedentária e consomem fast food, biscoito recheado, chocolates, salgadinhos, refrigerantes e alimentos industrializados de um modo geral.
Origem: Brasil;
Duração: 84 min;
Áudio em Português e alguns trechos em inglês, com legendas.
Food, Inc é um documentário que destrincha a realidade por trás da indústria de alimentos norte americana, mas apesar disso é muito verossímil à nossa realidade aqui no Brasil. Dentre outras coisas, aborda a questão dos alimentos processados, transgênicos, dos métodos de criação dos animais (antibióticos, hormônios), da influência das grandes corporações alimentícias nos governos, bem como as implicações de todo esse conjunto na saúde dos indivíduos, do meio ambiente e dos animais.
Morgan Spurlock, diretor e roteirista do documentário, submeteu-se a seguir, durante 30 dias, uma dieta que consistia basicamente em alimentar-se de produtos do McDonald’s, com o objetivo claro de retratar os efeitos desse estilo de vida na saúde física e psicológica do indivíduo.
Food Matters poderia ser resumido na seguinte frase do grego Hipócrates, pai da medicina: “Deixe sua comida ser seu remédio e seu remédio ser sua comida.” O documentário mostra de forma contundente o peso que a alimentação, bem como as vitaminas e os nutrientes, tem na saúde das pessoas (podendo, inclusive, curar e prevenir males como depressão e até câncer).
Origem: Austrália;
Duração: 80 minutos;
Áudio em inglês com legenda em português.
Você também pode baixar Food Matters, se preferir.
Com estes documentários sobre alimentação, você vai entender melhor sobre a importância de ter hábitos saudáveis e a diferença que faz na vida.
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